O documento discute a proposta do governo de adiar a discussão sobre os royalties do pré-sal para novembro, argumentando que isso prejudicaria os estados não-produtores. Também critica a proposta de tornar a Petrobras a única operadora do pré-sal, alegando que isso viola princípios de livre concorrência e poderia reduzir investimentos. Defende que a questão do pré-sal precisa ser melhor debatida com todos os setores envolvidos.