O documento discute a natureza de Deus através de várias metáforas. Deus é como o vento, que não pode ser engarrafado ou confinado a lugares fechados. Deus também é como um pássaro cujo canto se ouve, mas nunca se vê. Acreditar em Deus não é o suficiente; é preciso ter um diálogo religioso verdadeiro abrindo-se para a beleza da natureza e do tempo.