IN TE LIG ÊN C IA ...S   ?
H oward G ard ne r (1 973 e 2000)
“[...] p ote ncial b iop sicol
                             ógico p ara p roce ssar inform açõe s que
p od e se r ativad o num ce nário cul           tural p ara sol  ucionar
p rob l m as ou criar p rod utos que se j
       e                                        am val  orizad os num a
cul tura” (G AR D N E R , 2000, p . 47).
GARDNER, H. Inteligência: um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
__________. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
(BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes gerais para o
atendimento educacional aos alunos portadores de altas habilidades/superdotação e talentos. Brasília:
MEC/SEESP, 1995).
Dr. Joseph S. Renzulli
C AP AC ID AD E           E N VO LVIM E N TO
                               AC IM A D A             C O M A TAR E F A
                                 M ÉD IA


                                                P AH

Fonte: Renzulli, Joseph S;
REIS, Sally M. The Three-
ring conception of
giftedness: A                             C R IATIVID AD E
Developmental Model for
Creative Productivity. The
Triad Reader. Connecticut
: Creative Learning Press,
1986
(Renzulli, Joseph S; REIS, Sally M. The Three-ring conception of giftedness: A Developmental
Model for Creative Productivity. The Triad Reader. Connecticut: Creative Learning Press, 1986
p. 11/12)
a) capacidade acima da média:




   habilidade geral: capacidade de processar as informações,
  integrar experiências que resultem em respostas adequadas e
  adaptadas a novas situações e a capacidade de envolver-se no
  pensamento abstrato.


   habilidades específicas: que consistem nas habilidades de
  adquirir conhecimento e destreza numa ou mais áreas
  específicas.
b) Envolvimento /comprometimento com a tarefa
c) Criatividade
• R ap id e z e facilid ad e p ara ap re nd e r;

• F acilid ad e p ara ab s tração, as s ociaçõe s ,
  an ális e e s ínte s e , ge ne ralizaçõe s ;
• F le xib ilid ad e d e p e ns am e nto;

• P rod u ção criativa;
• C ap acid ad e d e j lgam e nto;
                      u

• H ab ilid ad e p ara re s olve r p rob le m as ;

• M e m ória e com p re e ns ão incom u ns d as
 s itu açõe s vive nciad as ;

• Ind e p e nd ência d e p e ns am e nto;

• Tale ntos e s p e c íficos , com o e s p orte s , m ús ica,
  arte s , d an ça, inform ática;
MI CO
    C A DÊ
A
Agora não é            Ele não pode saber
                       mais do que eu !?!
a tua vez!
Depois tu me
mostra isso!
Deixa teu colega
falar!
 Isso não é o que estamos
 estudando agora!
                      A C A DÊ MIC O
A C A DÊ MIC O
A C A DÊ MIC O
Psiu
Como esse            !!
               Fica
menino é       Cadêquiematéria no
                        a to
distraído!                   !    no
               teu caderno,ive
                          E la v  da
               menino? undo
             Par a de
                          , m a, mãe!
                      sar lu
              co nver
               men ina!
Segregação
Aceleração




Acelerar não implica somente pular anos
 e, isto, nem sempre, é suficiente para
      desenvolver o seu potencial.
Aceleração




É baseada no desempenho já reconhecidamente avançado
                     da criança.
Ace le ração
Enriquecimento
Enriquecimento



Deve ter a finalidade de:
Renzulli e Reis (1997)
C ada criança é diferente

Curso educar na diversidade

  • 22.
    IN TE LIGÊN C IA ...S ?
  • 23.
    H oward Gard ne r (1 973 e 2000) “[...] p ote ncial b iop sicol ógico p ara p roce ssar inform açõe s que p od e se r ativad o num ce nário cul tural p ara sol ucionar p rob l m as ou criar p rod utos que se j e am val orizad os num a cul tura” (G AR D N E R , 2000, p . 47).
  • 24.
    GARDNER, H. Inteligência:um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000. __________. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
  • 26.
    (BRASIL, Ministério daEducação e do Desporto. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes gerais para o atendimento educacional aos alunos portadores de altas habilidades/superdotação e talentos. Brasília: MEC/SEESP, 1995).
  • 27.
    Dr. Joseph S.Renzulli
  • 28.
    C AP ACID AD E E N VO LVIM E N TO AC IM A D A C O M A TAR E F A M ÉD IA P AH Fonte: Renzulli, Joseph S; REIS, Sally M. The Three- ring conception of giftedness: A C R IATIVID AD E Developmental Model for Creative Productivity. The Triad Reader. Connecticut : Creative Learning Press, 1986
  • 29.
    (Renzulli, Joseph S;REIS, Sally M. The Three-ring conception of giftedness: A Developmental Model for Creative Productivity. The Triad Reader. Connecticut: Creative Learning Press, 1986 p. 11/12)
  • 30.
    a) capacidade acimada média: habilidade geral: capacidade de processar as informações, integrar experiências que resultem em respostas adequadas e adaptadas a novas situações e a capacidade de envolver-se no pensamento abstrato. habilidades específicas: que consistem nas habilidades de adquirir conhecimento e destreza numa ou mais áreas específicas.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
    • R apid e z e facilid ad e p ara ap re nd e r; • F acilid ad e p ara ab s tração, as s ociaçõe s , an ális e e s ínte s e , ge ne ralizaçõe s ; • F le xib ilid ad e d e p e ns am e nto; • P rod u ção criativa;
  • 34.
    • C apacid ad e d e j lgam e nto; u • H ab ilid ad e p ara re s olve r p rob le m as ; • M e m ória e com p re e ns ão incom u ns d as s itu açõe s vive nciad as ; • Ind e p e nd ência d e p e ns am e nto; • Tale ntos e s p e c íficos , com o e s p orte s , m ús ica, arte s , d an ça, inform ática;
  • 37.
    MI CO C A DÊ A
  • 38.
    Agora não é Ele não pode saber mais do que eu !?! a tua vez! Depois tu me mostra isso! Deixa teu colega falar! Isso não é o que estamos estudando agora! A C A DÊ MIC O
  • 39.
    A C ADÊ MIC O
  • 40.
    A C ADÊ MIC O
  • 42.
    Psiu Como esse !! Fica menino é Cadêquiematéria no a to distraído! ! no teu caderno,ive E la v da menino? undo Par a de , m a, mãe! sar lu co nver men ina!
  • 48.
  • 49.
    Aceleração Acelerar não implicasomente pular anos e, isto, nem sempre, é suficiente para desenvolver o seu potencial.
  • 50.
    Aceleração É baseada nodesempenho já reconhecidamente avançado da criança.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 59.
  • 60.
    C ada criançaé diferente