O crescimento populacional no mundo é
caracterizado como o aumento do número de
habitantes no planeta. Esse fenômeno é
consequência do crescimento vegetativo,
obtido através do saldo entre as taxas de
natalidade (nascimentos) e de mortalidade
(mortes). Quando a taxa de natalidade é
superior à taxa de mortalidade, temos um
crescimento vegetativo positivo, caso
contrário, a taxa é negativa.
CRESCIMENTO POPULACIONAL
DA SE POR ALGUNS FATORES
Taxa de natalidade: é o
número de crianças nascidas,
no período de um ano, para
cada 1.000 indivíduos na
população.
Taxa de mortalidade: é o número de óbitos, no
período de um ano, para cada 1.000 indivíduos na
população.
Ambas as taxas determinam o crescimento de uma
população. Esse crescimento também pode ser
afetado pela emigração e pela imigração.
O índice de fertilidade é o número
médio de descendentes gerados por uma
fêmea em seu período reprodutivo, esse
tipo de informação é muito útil em
certas populações para indicar aumento
ou diminuição da tendência ao
crescimento populacional.
ESTRUTURA ETÁRIA
A estrutura etária de uma população
costuma ser dividida em três faixas: os
jovens, que são do nascimento até 19
anos; os adultos, dos 20 anos até 59 anos e
os idosos, que vai dos 60 anos em diante.
As nações que possuem há varias décadas
baixos índices de natalidade e de
mortalidade, e uma expectativa de vida
elevada têm a grande maioria de sua
população na faixa etária dos adultos, uma
porcentagem de idosos relativamente alta
e a faixa dos jovens entre 30 a 35% do
total da população. Já os países
subdesenvolvidos, têm a maioria da
população na faixa jovem e a faixa dos
idosos bastante reduzida.
A estrutura etária de uma população não se
divide apenas nas três faixas (jovens, adultos,
idosos), pode-se também dividir a população
através de um gráfico, que se denomina
pirâmide etária, esse gráfico não informa
apenas informações sobre a faixa etária, mas
também da proporção dos sexos em cada
idade.
A pirâmide etária do Brasil tem sua base larga
e vai estreitando-se até atingir o topo, isso que
dizer que o numero de idosos é relativamente
pequeno. O gráfico do Brasil, mostra que
mesmo com todo o crescimento, continuamos a
ser um país jovem, pois no caso dos países
mais desenvolvidos, a base da pirâmide
costuma ser menos larga e o topo mais
dilatado.
Nas últimas décadas, ocorreu um aumento da terceira
idade e dos adultos e uma diminuição na porcentagem de
jovens, pois em 1950 a distribuição era a seguinte: 4,6% de
idosos, 43,1% de adultos e 52,3% de jovens. Isso aconteceu,
em decorrência da diminuição das taxas de mortalidade e
natalidade e do aumento da expectativa de vida. Apesar
dessa ligeira alteração nas porcentagens, o Brasil ainda
pode ser considerado como um país jovem, no sentido de
que as pessoas com até 19 anos de idade ainda constituem
a faixa mais numerosa da população. Além disso, a
proporção dos idoso no total da população é ainda pequena
em comparação a países como a Suécia ou os Estados
Unidos, sendo mais semelhante aos países do terceiro
mundo, mas conforme as pesquisas mostram, o Brasil está
caminhando para deixar de ser um país com um percentual
baixo de idosos.
Existem contradições sobre a faixa etária do Brasil,
algumas pessoas dizem que o fato do Brasil ser um país
jovem é bom para o crescimento, outros dizem que isso é
um fator que atrapalha o sistema econômico. Esse fator
só seria positivo, se houvesse grandes investimentos na
educação e na saúde dos jovens, preparando-os para o
futuro. Mas como todos sabem, a situação da educação e
da saúde no Brasil não é das melhores, e que apenas uma
em cada 400 pessoas inicia ou conclui o ensino superior.
Com essa situação apenas as famílias de alta renda
poderão fornecer uma boa escolaridade aos seus filhos, e
com isso a situação do Brasil ser um país jovem não traz
benefícios nenhum.
JAMERSON SILVA
ALENCAR
LEANDRO SOBREIRA
HELENILZA BRASIL
JESIONE
FRANCISCO LEONARDO
FONTES:
 INFO ESCOLA
 IBGE
 VESENTINI, Jose William. Brasil: sociedade &
espaço : geografia do Brasil. 28. ed. reform. e
atual. São Paulo: Atica, 1998. 352p. ISBN
8508070233

Crescimento populacional

  • 2.
    O crescimento populacionalno mundo é caracterizado como o aumento do número de habitantes no planeta. Esse fenômeno é consequência do crescimento vegetativo, obtido através do saldo entre as taxas de natalidade (nascimentos) e de mortalidade (mortes). Quando a taxa de natalidade é superior à taxa de mortalidade, temos um crescimento vegetativo positivo, caso contrário, a taxa é negativa.
  • 3.
  • 4.
    Taxa de natalidade:é o número de crianças nascidas, no período de um ano, para cada 1.000 indivíduos na população.
  • 5.
    Taxa de mortalidade:é o número de óbitos, no período de um ano, para cada 1.000 indivíduos na população. Ambas as taxas determinam o crescimento de uma população. Esse crescimento também pode ser afetado pela emigração e pela imigração.
  • 6.
    O índice defertilidade é o número médio de descendentes gerados por uma fêmea em seu período reprodutivo, esse tipo de informação é muito útil em certas populações para indicar aumento ou diminuição da tendência ao crescimento populacional.
  • 7.
  • 8.
    A estrutura etáriade uma população costuma ser dividida em três faixas: os jovens, que são do nascimento até 19 anos; os adultos, dos 20 anos até 59 anos e os idosos, que vai dos 60 anos em diante. As nações que possuem há varias décadas baixos índices de natalidade e de mortalidade, e uma expectativa de vida elevada têm a grande maioria de sua população na faixa etária dos adultos, uma porcentagem de idosos relativamente alta e a faixa dos jovens entre 30 a 35% do total da população. Já os países subdesenvolvidos, têm a maioria da população na faixa jovem e a faixa dos idosos bastante reduzida.
  • 9.
    A estrutura etáriade uma população não se divide apenas nas três faixas (jovens, adultos, idosos), pode-se também dividir a população através de um gráfico, que se denomina pirâmide etária, esse gráfico não informa apenas informações sobre a faixa etária, mas também da proporção dos sexos em cada idade. A pirâmide etária do Brasil tem sua base larga e vai estreitando-se até atingir o topo, isso que dizer que o numero de idosos é relativamente pequeno. O gráfico do Brasil, mostra que mesmo com todo o crescimento, continuamos a ser um país jovem, pois no caso dos países mais desenvolvidos, a base da pirâmide costuma ser menos larga e o topo mais dilatado.
  • 10.
    Nas últimas décadas,ocorreu um aumento da terceira idade e dos adultos e uma diminuição na porcentagem de jovens, pois em 1950 a distribuição era a seguinte: 4,6% de idosos, 43,1% de adultos e 52,3% de jovens. Isso aconteceu, em decorrência da diminuição das taxas de mortalidade e natalidade e do aumento da expectativa de vida. Apesar dessa ligeira alteração nas porcentagens, o Brasil ainda pode ser considerado como um país jovem, no sentido de que as pessoas com até 19 anos de idade ainda constituem a faixa mais numerosa da população. Além disso, a proporção dos idoso no total da população é ainda pequena em comparação a países como a Suécia ou os Estados Unidos, sendo mais semelhante aos países do terceiro mundo, mas conforme as pesquisas mostram, o Brasil está caminhando para deixar de ser um país com um percentual baixo de idosos.
  • 12.
    Existem contradições sobrea faixa etária do Brasil, algumas pessoas dizem que o fato do Brasil ser um país jovem é bom para o crescimento, outros dizem que isso é um fator que atrapalha o sistema econômico. Esse fator só seria positivo, se houvesse grandes investimentos na educação e na saúde dos jovens, preparando-os para o futuro. Mas como todos sabem, a situação da educação e da saúde no Brasil não é das melhores, e que apenas uma em cada 400 pessoas inicia ou conclui o ensino superior. Com essa situação apenas as famílias de alta renda poderão fornecer uma boa escolaridade aos seus filhos, e com isso a situação do Brasil ser um país jovem não traz benefícios nenhum.
  • 14.
    JAMERSON SILVA ALENCAR LEANDRO SOBREIRA HELENILZABRASIL JESIONE FRANCISCO LEONARDO
  • 15.
    FONTES:  INFO ESCOLA IBGE  VESENTINI, Jose William. Brasil: sociedade & espaço : geografia do Brasil. 28. ed. reform. e atual. São Paulo: Atica, 1998. 352p. ISBN 8508070233