CRESCIMENTO – FATORES DE CRESCIMENTO
SEMELHANTE À INSULINA. DESENVOLVIMENTO
     DE ESTATURA INFANTO JUVENIL.




Apesar dos efeitos de crescimento estatural estar ligados em
maior importância ao HGH – hormônio de crescimento assim
como fatores externos em humanos existe outros fatores que
fazem parte do mecanismo metabólico desta maravilha
orgânica. Neste mecanismo fisiológico se destacam dois IGFs,
IGF-1 não é um produto químico altamente secreto, nem é um
esteróide perigoso. IGF-1 é realmente uma estrutura natural
molecular semelhante à insulina. IGF-1 é a abreviatura de
insulin-like 1; o fator de crescimento semelhante a insulina II
(IGF –II). Apesar de não serem iguais apresentam uma
semelhança em sua estrutura de 70 % entre si, e com uma
semelhança de 50 % na fase de pró – insulina. Mas existe uma
diferença vital em suas funções, caracterizadas por uma
importante função para o crescimento somático, ou seja, o IGF
II exerce suas funções no período intrauterino, no entanto o
IGF –I destaca – se, sobretudo, no crescimento somático,
tanto no período intrauterino, quando é sintetizado
independente do GH, como no período pós- natal, quando a
síntese do HGH – hormônio de crescimento é rigorosa e
estritamente controlada pelo próprio HGH – hormônio de
crescimento. A localização especifica do IGF –I está situada no
braço longo do cromossomo 12, além disso, o HGH – hormônio
de crescimento, somatotrofina ou complexo 191, estimula sua
síntese na própria placa de crescimento, onde tem um efeito
parácrino, (Um hormônio parácrino é uma molécula produzida
por uma célula para agir sobre células vizinhas a ela.
O efeito parácrino tem a função de suprir a necessidade de um
conjunto de células adjacentes por uma grande concentração
de hormônios sem comprometer outras células do corpo com
uma possível toxicidade), este fato é de extrema importância,
em outras palavras, o HGH – hormônio de crescimento não
prejudica outras células; portanto não comprometerá os
hepatócitos (células do fígado), alcançando a placa de
crescimento    pela   circulação    sistêmica. Na    circulação
sanguínea, o IGF – I circula ligado a dois outros fatores
produzidos no fígado sob estimulo de HGH – hormônio de
crescimento: a proteína carreadora de fator de crescimento
semelhante à insulina 3 (IFGBP3) bem como a subunidade
ácido lábil (ALS). A formação desse complexo de 3 fatores
(TERNÁRIO), aumenta a meia vida do IGF – I de menos de 10
minutos de eficiência , para mais de 12 horas. Esses detalhes
acima     nos   dá    a    tranqüilidade    de  eficiência sem
comprometimento orgânicos em humanos.

                           AUTORES PROSPECTIVOS

                         Dr. João Santos Caio Jr.
                 Endocrinologia – Neuroendocrinologista
                               CRM 20611

                        Dra. Henriqueta V. Caio
                   Endocrinologista – Medicina Interna
                               CRM 28930

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.

Referências Bibliográficas: Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologista – Neuroendocrinologista
e Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna, Van Der Häägen Brasil – São
Paulo – Brasil; Robert Ferry Jr., MD; Melissa Conrad Stöp, MD.

Crescimento

  • 1.
    CRESCIMENTO – FATORESDE CRESCIMENTO SEMELHANTE À INSULINA. DESENVOLVIMENTO DE ESTATURA INFANTO JUVENIL. Apesar dos efeitos de crescimento estatural estar ligados em maior importância ao HGH – hormônio de crescimento assim como fatores externos em humanos existe outros fatores que fazem parte do mecanismo metabólico desta maravilha orgânica. Neste mecanismo fisiológico se destacam dois IGFs, IGF-1 não é um produto químico altamente secreto, nem é um esteróide perigoso. IGF-1 é realmente uma estrutura natural molecular semelhante à insulina. IGF-1 é a abreviatura de insulin-like 1; o fator de crescimento semelhante a insulina II (IGF –II). Apesar de não serem iguais apresentam uma semelhança em sua estrutura de 70 % entre si, e com uma semelhança de 50 % na fase de pró – insulina. Mas existe uma diferença vital em suas funções, caracterizadas por uma importante função para o crescimento somático, ou seja, o IGF II exerce suas funções no período intrauterino, no entanto o IGF –I destaca – se, sobretudo, no crescimento somático, tanto no período intrauterino, quando é sintetizado independente do GH, como no período pós- natal, quando a síntese do HGH – hormônio de crescimento é rigorosa e estritamente controlada pelo próprio HGH – hormônio de crescimento. A localização especifica do IGF –I está situada no braço longo do cromossomo 12, além disso, o HGH – hormônio de crescimento, somatotrofina ou complexo 191, estimula sua síntese na própria placa de crescimento, onde tem um efeito parácrino, (Um hormônio parácrino é uma molécula produzida por uma célula para agir sobre células vizinhas a ela.
  • 2.
    O efeito parácrinotem a função de suprir a necessidade de um conjunto de células adjacentes por uma grande concentração de hormônios sem comprometer outras células do corpo com uma possível toxicidade), este fato é de extrema importância, em outras palavras, o HGH – hormônio de crescimento não prejudica outras células; portanto não comprometerá os hepatócitos (células do fígado), alcançando a placa de crescimento pela circulação sistêmica. Na circulação sanguínea, o IGF – I circula ligado a dois outros fatores produzidos no fígado sob estimulo de HGH – hormônio de crescimento: a proteína carreadora de fator de crescimento semelhante à insulina 3 (IFGBP3) bem como a subunidade ácido lábil (ALS). A formação desse complexo de 3 fatores (TERNÁRIO), aumenta a meia vida do IGF – I de menos de 10 minutos de eficiência , para mais de 12 horas. Esses detalhes acima nos dá a tranqüilidade de eficiência sem comprometimento orgânicos em humanos. AUTORES PROSPECTIVOS Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologista CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna CRM 28930 AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA. Referências Bibliográficas: Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologista – Neuroendocrinologista e Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna, Van Der Häägen Brasil – São Paulo – Brasil; Robert Ferry Jr., MD; Melissa Conrad Stöp, MD.