Este documento discute como o envelhecimento afeta a subjetividade através do corpo e da percepção do tempo. A autora explica que os idosos frequentemente veem seu corpo como estranho e limitado, e têm consciência crescente da mortalidade. A reminiscência é vista como uma defesa psíquica, não como sinal de depressão. O envelhecimento traz limites físicos, mas não limitações à subjetividade em constante evolução.