Este artigo discute como os conselhos de assistência social no Brasil podem ajudar a construir uma cultura política de direitos e cidadania ativa, substituindo a cultura clientelista do passado. Os conselhos, criados pela Constituição de 1988, são espaços importantes para a participação social na implementação do Sistema Único de Assistência Social de forma descentralizada e democrática. Contudo, enfrentam desafios devido aos resquícios da cultura política autoritária e excludente que persiste no país.