Casos aula 2 História da enfermagem História da enfermagem
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Casos aula 2 História da enfermagem História da enfermagem
1.
Caso 1:
Paciente: LucasM., 10 anos
História clínica: Lucas foi levado ao pronto-atendimento pela mãe, que notou inchaço
súbito na região lateral do rosto, logo abaixo da orelha esquerda. O paciente
apresenta febre moderada (38,2 °C), dor ao mastigar e falar, além de queixar-se de
dor ao toque na região afetada. A mãe nega presença de traumas ou mordidas
recentes. Outros achados: O exame físico revela aumento de volume na região
parotídea, quente e dolorosa. Não há secreção em ouvido ou garganta. A vacinação
de Lucas está incompleta segundo o calendário vacinal. Ele também apresenta
cefaleia leve e está mais irritado nos últimos dois dias.
Caso 2:
Paciente: Amanda S., 6 anos
História clínica: Amanda iniciou com febre baixa (37,8 °C), cefaleia e cansaço no
primeiro dia. No segundo dia, surgiram lesões avermelhadas no tronco, que
rapidamente evoluíram para vesículas com líquido claro. Hoje, no terceiro dia, as
lesões já aparecem também no couro cabeludo e nas extremidades. As lesões estão
em vários estágios: máculas, pápulas, vesículas e crostas. Outros achados: Prurido
intenso, sonolência leve, apetite reduzido e história de contato recente com um
primo que estava com “manchinhas pelo corpo”.
Caso 3:
Paciente: João R., 35 anos
História clínica: João relata início súbito de febre alta (39,5 °C), calafrios, dor de
cabeça frontal intensa e dor muscular generalizada, especialmente nas pernas e nas
costas. Refere também dor retro-orbital e náuseas. No segundo dia de sintomas,
surgiram manchas vermelhas pelo corpo, especialmente no tórax e membros
superiores. Outros achados: Exame físico mostra exantema maculopapular discreto,
sem prurido, e leve sangramento gengival ao escovar os dentes. João vive em região
endêmica para arboviroses e relata ter sido picado por muitos mosquitos nos últimos
dias.
1. Diante dos casos, quais doenças você identifica?
2. A doença é evitável por vacinação? Qual vacina administrar?
3. Existe risco de surto ou transmissão comunitária?
4. Essa doença é de notificação compulsória? Se sim, qual o período?
5. Quais as ações de vigilância epidemiológica devem ser tomadas?
Caso 4:
Paciente: Gabriela F., 28 anos
História clínica: Gabriela começou com febre de 39 °C, dor muscular intensa,
calafrios, cefaleia e dor de garganta. No segundo dia, a paciente apresentou tosse
seca, dor torácica leve ao tossir e fadiga intensa. Ela relata sensação de corpo
“quebrado” e dificuldade para manter as atividades habituais. Nega perda de olfato
ou paladar. Outros achados: Oximetria 98%, ausculta pulmonar sem alterações.
Vacinada com esquema completo, sem reforço recente. Sem sinais cutâneos ou
sintomas gastrointestinais.
Caso 5:
Paciente: Marcos L., 42 anos
História clínica: Início de sintomas há 3 dias com febre (38,5 °C), dores no corpo e
cefaleia. Desde ontem, relata tosse seca persistente e perda súbita de olfato e
paladar. Sente-se muito cansado e percebe leve dificuldade para respirar ao subir
escadas. Não tem coriza nem dor de garganta. Trabalha em ambiente fechado e
recentemente teve contato com colega adoentado. Outros achados: Frequência
respiratória de 22 irpm, oximetria de 93%, ausculta pulmonar com crepitações finas
em base direita.
Caso 6:
Paciente: Paula T., 21 anos
História clínica: Paula procurou atendimento devido ao surgimento de lesões
dolorosas nos lábios, iniciadas há dois dias. Ela relata que a região começou com
ardência e formigamento, seguida por pequenas vesículas agrupadas que evoluíram
para crostas. Nega febre atual, mas refere episódios semelhantes em períodos de
estresse ou após exposição solar intensa. Outros achados: Lesões localizadas em
lábio inferior, com pequenas crostas, sem linfonodomegalia. Paula está em bom
estado geral.