O documento discute as recentes portarias do Ministério da Saúde sobre o processo transexualizador no SUS. Apesar de significativos avanços, as portarias impedem o acesso dos homens transexuais (FtM) a procedimentos como mastectomia e histerectomia, considerados experimentais. O documento argumenta que esses procedimentos não devem ser vistos como experimentais e que o acesso dos homens transexuais deve ser garantido.