MENSAGENS REFLEXIVAS
Arte da Imagem, Arte da Música e Arte do Pensamento




          POR QUE SE VIVE?

Arte da Imagem: Recebidas da internet, via e.mail
    Arte da Música: Oração da Sinfonia Inacabada


       Arte do Pensamento: Textos de Pietro Ubaldi:
Por que se vive? Que leis desconhecidas regem as nossas
vidas? Por que tanta dor, tanta miséria, tanta violência, em
contraste com a beleza e a harmonia encontradas na
Natureza e no Cosmo?

É a eterna dúvida que reina em nossas mentes.

A inspiração de Pietro Ubaldi nos esclarece e nos convida a
aprofundar o estudo dos conceitos que iremos apresentar
pois o que de mais importante existe em nossas vidas é
SABER COMO VIVER, na procura infinita da felicidade.

Há uma LEI que rege as nossas vidas no plano Terra,, os
princípios evangélicos revelados pelo Cristo, hoje, ainda
utópicos, porém, ideais que iluminam o futuro e já em estudo
pela Ciência.

                                            J. Meirelles
Admiremos a beleza com que se apresentam a Natureza
e o Cosmo, e meditemos sobre os textos de Pietro
Ubaldi, com o pensamento em todos aqueles que
sofrem, na procura da compreensão das causas de
seus males.
A vida dá provas de uma tão grande sapiência ao construir seus
organismos, dirigir os seus fenômenos, resolver os seus
problemas e atingir os seus fins, que não podemos deixar de
considerá-la um centro psíquico inteligente.
Este fato autoriza-nos a
estudar-lhe o pensamento
    para conhecê-lo.
Perguntamo-nos: como a vida que soube criar as maiores
maravilhas, resolvendo problemas dificílimos em suas cons-
truções, deixa frequentemente suas criaturas indefesas à
mercê de mil perigos e sofrimentos?
Como se explica tanta indiferença por tal sorte, ao
 lado de tanta sabedoria e previdência? Como se
justifica tanta negatividade destrutiva, ao lado de
          tanta positividade construtiva?
Quando o indivíduo vem ao
   mundo, freqüentemente o es-
  peram a miséria, as doenças, o
     cárcere, em suma, os so-
 frimentos materiais e espirituais
    de toda a espécie. Há gente
condenada desde o nascimento a
        uma vida de dores.
E todavia as coisas estão
combinadas de tal modo que o nascer
  é fatal, porque depende de instintos
irresistíveis. Além disso, para tornar o
 fato do nascimento inevitável, a vida
           é pródiga de meios.
Ela, que é avaríssima e utilitária, desperdiça uma abundân-
cia incrível de germes, em grande parte destinados a pe-
recer. Por exemplo, dos duzentos e cinquenta milhões de
espermatozóides que conseguem contato com o óvulo,
somente um está destinado a operar a fecundação.
Se a vida deseja tanto
que o ser nasça, ainda
que seja para deixá-lo
depois em condições
 de ter tudo, menos
   uma felicidade
garantida, então deve
haver uma forte razão
      para isso.
A finalidade da vida não pode ser o de gozar,
ainda que os ingênuos possam crer nisso Isto
    pode acontecer na juventude, quando o
 indivíduo baseia-se em seu desejo e não em
               sua experiência.
Mas não há velho que, tendo vivido, conserve tal ilusão.
  Eis então que devemos admitir que a vida tem uma
  outra finalidade, porque se assim não fosse, fazer
nascer quem está destinado a sofrer será uma traição.
A realidade é que o verdadeiro objetivo da vida
 é outro. Entendido qual é, tudo encontra sua
   explicação. Mas é necessário primeiro ter
    compreendido o fenômeno vida em seu
         desenvolvimento e finalidade.
A razão nos diz que, além do universo da matéria e da energia,
 deve haver também um universo do espírito constituído dos
   valores imponderáveis morais e ideais, isto é, uma outra
   ordem de fenômenos, regulados como acontece com os
    outros, por leis que lhes disciplinam o funcionamento.
Conhecer estas leis para depois adequar-se a elas,
 significa possuir a arte da conduta certa e portanto
poder gozar de todas as vantagens que dela derivam,
 e evitar todos os danos que são consequência fatal
           de todo erro contra aquelas leis.
É certo que a vida pensa. Vemos seus efeitos, que nos
 revelam uma extraordinária sabedoria. Mas a vida não
formula seu pensamento com palavras, como o fazemos
                 nós. Ela age, não fala.
leis do universo, sem nos dizer nada a seu respeito.
Tratemos então de compreender qual é, neste caso, a
regra do jogo. Evitar o erro é evitar a dor, forma com
        que reage a LEI para corrigir destinos.
Esta lei pode ser chamada a Lei de Deus, porque exprime o
Seu pensamento, pensamento que dirige cada fenômeno,
em todos os níveis de evolução e planos de existência.




     Esta lei pode ser chamada a Lei de Deus, porque
    exprime o Seu pensamento, pensamento que dirige
     cada fenômeno, em todos os níveis de evolução e
                   planos de existência.
A dor aparece quando a ordem é
alterada, e deste fato somos advertidos
 por aquela sensação que chamamos
    dor. Isto em todos os campos é a
 expressão sensorial de uma violação
             da ordem da Lei.
Poder-se-á dizer: mas eu não creio em Deus! Não tem
 importância. Pedimos apenas observar as fatos que nos
Poder-se-á dizer: mas eu não creio
 mostram comotem importância. É pueril pensar que o crer
  em Deus! Não funciona a vida.
Pedimos crer em nossas filosofias ou religiões possa
 ou não apenas observar as fatos
 modificar tal realidade.
que nos mostram como funciona a
vida. É pueril pensar que o crer ou
 não crer em nossas filosofias ou
   religiões possa modificar tal
             realidade.
De nossa forma mental e estrutura da personalidade, de
  nossa escolha e conduta depende o modo pelo qual
cada um constrói a própria vida e o seu próprio destino.
Primeiro semeamos e depois colhemos.
  A relação causa-efeito é evidente. A
 vida é um laboratório onde encontra-
 mos os mais variados instrumentos e
             ingredientes.
A vida é um impulso de crescimento, é um anseio
      em direção à perfeição e à felicidade.
A grande aspiração é subir, mesmo se cada um o faz a seu
 nível. Nisso manifesta-se a lei de evolução. Devemos evo-
 luir e para isso a vida é aquele laboratório que menciona-
 mos, isto é, uma escola de experimentação para aprender.




A grande aspiração é subir, mesmo se cada um o faz a seu
nível. Nisso manifesta-se a lei de evolução. Devemos evo-
luir e para isso a vida é aquele laboratório que menciona-
mos, isto é, uma escola de experimentação para aprender.
Trata-se de construir o homem consciente, que sabe pen-
sar por si, independente do juízo alheio, um responsável
porque conhece a Lei de Deus e, segundo ela, sabe viver.




     Trata-se de construir o homem consciente, que
        sabe pensar por si, independente do juízo
     alheio, um responsável porque conhece a Lei de
              Deus e, segundo ela, sabe viver.
A Lei, imparcial e universal,
  paga a cada um o que for
merecido. Neste trabalho não
   apresentamos produtos
 emocionais ou fideísticos.
Por aí compreende-se a importância do saber viver.
 Assim, ao fim da vida, seremos ricos se soubermos
  adquirir novas e melhores qualidades; e seremos
pobres se nada fizemos em consonância com a LEI.
IMAGENS: recebidas de amigos, via e.mail.
     PPS SERENITÈ – SCHUBERT. Autoria não mencionada e
Site PhotoForum.


        FORMATAÇÃO: J. Meireles

          celjm@uol.com.br

         www.jmeirelles.wordpress.com


      TEXTOS: Pietro Ubaldi – Livro “PENSAMENTOS”

Por que se vive3

  • 1.
    MENSAGENS REFLEXIVAS Arte daImagem, Arte da Música e Arte do Pensamento POR QUE SE VIVE? Arte da Imagem: Recebidas da internet, via e.mail Arte da Música: Oração da Sinfonia Inacabada Arte do Pensamento: Textos de Pietro Ubaldi:
  • 2.
    Por que sevive? Que leis desconhecidas regem as nossas vidas? Por que tanta dor, tanta miséria, tanta violência, em contraste com a beleza e a harmonia encontradas na Natureza e no Cosmo? É a eterna dúvida que reina em nossas mentes. A inspiração de Pietro Ubaldi nos esclarece e nos convida a aprofundar o estudo dos conceitos que iremos apresentar pois o que de mais importante existe em nossas vidas é SABER COMO VIVER, na procura infinita da felicidade. Há uma LEI que rege as nossas vidas no plano Terra,, os princípios evangélicos revelados pelo Cristo, hoje, ainda utópicos, porém, ideais que iluminam o futuro e já em estudo pela Ciência. J. Meirelles
  • 3.
    Admiremos a belezacom que se apresentam a Natureza e o Cosmo, e meditemos sobre os textos de Pietro Ubaldi, com o pensamento em todos aqueles que sofrem, na procura da compreensão das causas de seus males.
  • 4.
    A vida dáprovas de uma tão grande sapiência ao construir seus organismos, dirigir os seus fenômenos, resolver os seus problemas e atingir os seus fins, que não podemos deixar de considerá-la um centro psíquico inteligente.
  • 5.
    Este fato autoriza-nosa estudar-lhe o pensamento para conhecê-lo.
  • 6.
    Perguntamo-nos: como avida que soube criar as maiores maravilhas, resolvendo problemas dificílimos em suas cons- truções, deixa frequentemente suas criaturas indefesas à mercê de mil perigos e sofrimentos?
  • 7.
    Como se explicatanta indiferença por tal sorte, ao lado de tanta sabedoria e previdência? Como se justifica tanta negatividade destrutiva, ao lado de tanta positividade construtiva?
  • 8.
    Quando o indivíduovem ao mundo, freqüentemente o es- peram a miséria, as doenças, o cárcere, em suma, os so- frimentos materiais e espirituais de toda a espécie. Há gente condenada desde o nascimento a uma vida de dores.
  • 9.
    E todavia ascoisas estão combinadas de tal modo que o nascer é fatal, porque depende de instintos irresistíveis. Além disso, para tornar o fato do nascimento inevitável, a vida é pródiga de meios.
  • 10.
    Ela, que éavaríssima e utilitária, desperdiça uma abundân- cia incrível de germes, em grande parte destinados a pe- recer. Por exemplo, dos duzentos e cinquenta milhões de espermatozóides que conseguem contato com o óvulo, somente um está destinado a operar a fecundação.
  • 11.
    Se a vidadeseja tanto que o ser nasça, ainda que seja para deixá-lo depois em condições de ter tudo, menos uma felicidade garantida, então deve haver uma forte razão para isso.
  • 12.
    A finalidade davida não pode ser o de gozar, ainda que os ingênuos possam crer nisso Isto pode acontecer na juventude, quando o indivíduo baseia-se em seu desejo e não em sua experiência.
  • 13.
    Mas não hávelho que, tendo vivido, conserve tal ilusão. Eis então que devemos admitir que a vida tem uma outra finalidade, porque se assim não fosse, fazer nascer quem está destinado a sofrer será uma traição.
  • 14.
    A realidade éque o verdadeiro objetivo da vida é outro. Entendido qual é, tudo encontra sua explicação. Mas é necessário primeiro ter compreendido o fenômeno vida em seu desenvolvimento e finalidade.
  • 15.
    A razão nosdiz que, além do universo da matéria e da energia, deve haver também um universo do espírito constituído dos valores imponderáveis morais e ideais, isto é, uma outra ordem de fenômenos, regulados como acontece com os outros, por leis que lhes disciplinam o funcionamento.
  • 16.
    Conhecer estas leispara depois adequar-se a elas, significa possuir a arte da conduta certa e portanto poder gozar de todas as vantagens que dela derivam, e evitar todos os danos que são consequência fatal de todo erro contra aquelas leis.
  • 17.
    É certo quea vida pensa. Vemos seus efeitos, que nos revelam uma extraordinária sabedoria. Mas a vida não formula seu pensamento com palavras, como o fazemos nós. Ela age, não fala.
  • 18.
    leis do universo,sem nos dizer nada a seu respeito. Tratemos então de compreender qual é, neste caso, a regra do jogo. Evitar o erro é evitar a dor, forma com que reage a LEI para corrigir destinos.
  • 19.
    Esta lei podeser chamada a Lei de Deus, porque exprime o Seu pensamento, pensamento que dirige cada fenômeno, em todos os níveis de evolução e planos de existência. Esta lei pode ser chamada a Lei de Deus, porque exprime o Seu pensamento, pensamento que dirige cada fenômeno, em todos os níveis de evolução e planos de existência.
  • 20.
    A dor aparecequando a ordem é alterada, e deste fato somos advertidos por aquela sensação que chamamos dor. Isto em todos os campos é a expressão sensorial de uma violação da ordem da Lei.
  • 21.
    Poder-se-á dizer: maseu não creio em Deus! Não tem importância. Pedimos apenas observar as fatos que nos Poder-se-á dizer: mas eu não creio mostram comotem importância. É pueril pensar que o crer em Deus! Não funciona a vida. Pedimos crer em nossas filosofias ou religiões possa ou não apenas observar as fatos modificar tal realidade. que nos mostram como funciona a vida. É pueril pensar que o crer ou não crer em nossas filosofias ou religiões possa modificar tal realidade.
  • 22.
    De nossa formamental e estrutura da personalidade, de nossa escolha e conduta depende o modo pelo qual cada um constrói a própria vida e o seu próprio destino.
  • 23.
    Primeiro semeamos edepois colhemos. A relação causa-efeito é evidente. A vida é um laboratório onde encontra- mos os mais variados instrumentos e ingredientes.
  • 24.
    A vida éum impulso de crescimento, é um anseio em direção à perfeição e à felicidade.
  • 25.
    A grande aspiraçãoé subir, mesmo se cada um o faz a seu nível. Nisso manifesta-se a lei de evolução. Devemos evo- luir e para isso a vida é aquele laboratório que menciona- mos, isto é, uma escola de experimentação para aprender. A grande aspiração é subir, mesmo se cada um o faz a seu nível. Nisso manifesta-se a lei de evolução. Devemos evo- luir e para isso a vida é aquele laboratório que menciona- mos, isto é, uma escola de experimentação para aprender.
  • 26.
    Trata-se de construiro homem consciente, que sabe pen- sar por si, independente do juízo alheio, um responsável porque conhece a Lei de Deus e, segundo ela, sabe viver. Trata-se de construir o homem consciente, que sabe pensar por si, independente do juízo alheio, um responsável porque conhece a Lei de Deus e, segundo ela, sabe viver.
  • 27.
    A Lei, imparciale universal, paga a cada um o que for merecido. Neste trabalho não apresentamos produtos emocionais ou fideísticos.
  • 28.
    Por aí compreende-sea importância do saber viver. Assim, ao fim da vida, seremos ricos se soubermos adquirir novas e melhores qualidades; e seremos pobres se nada fizemos em consonância com a LEI.
  • 29.
    IMAGENS: recebidas deamigos, via e.mail. PPS SERENITÈ – SCHUBERT. Autoria não mencionada e Site PhotoForum. FORMATAÇÃO: J. Meireles celjm@uol.com.br www.jmeirelles.wordpress.com TEXTOS: Pietro Ubaldi – Livro “PENSAMENTOS”