O documento discute como alguns líderes religiosos vendem seu apoio político em troca de dinheiro de políticos, que é então "lavado" pelas igrejas sob a aparência de doações. Isso permite que dinheiro ilícito seja legalizado e compra a lealdade política das igrejas. O documento argumenta que as igrejas precisam de maior fiscalização financeira para impedir tais práticas de corrupção e lavagem de dinheiro.