C 180: prazer na direção
O Classe C responde à altura nas retomadas de velocidade rápidas que facilitam a
condução urbana
Na extensa relação dos que compram ou simplesmente admiram os Mercedes-
Benz existem os news comers ou “recém-chegados” na marca que apreciam design mais
agressivo e a postura jovial das três integrantes da NGCC ou Nova Geração de Carros
Compactos, que são o CLA, A e GLA. Mas “logo cima” vem o Classe C 180 e 200. Que
para os “mercedeiros”, tradicionais da marca, sintetiza os verdadeiros valores da
Mercedes: a elegância superior do design e a dirigibilidade que ainda situa o C um degrau
acima dos “jovens impetuosos”.
Entes que reduziram em muito a faixa etária no showroom da concessionária, o
que parece não interessar aos “mercedeiros”. Os que compram é um público na faixa dos
50 anos ou mais, gente elegante e muito bem-sucedida. E o C também continua como
sonho de consumo desta faixa etária sênior que rodou por décadas em “carros nacionais”
até de certo luxo. Mas nada comparável a ter um Mercedez-Benz na garagem.
Independentemente da faixa etária, é fácil apaixonar-se por este sedã médio de design
belo e muito charme.
O interior na versão 2016 do C 180 é aconchegante e tem acabamento superior e a
ergonomia é também superior. Mesmo o sucesso global dos consumidores da NGCC não
consegue eclipsar o “velho” C que faz sucesso desde 1993 quando foi apresentado ao
mundo no Salão internacional do Automóvel de Frankfurt e o Correio do Povo
presenciou. O modelo tem tração traseira, motor 1.6 turbo de 156 HP, suspensões
independentes nas quatro rodas com uma sofisticada Multilink na traseira. O C é apenas
sinônimo para um enorme prazer de condução porque tudo nele é justo e preciso.
Acelerando o turbo, o C responde à altura nas retomadas de velocidade rápidas que
facilitam a condução urbana, como a rigidez torsional e as suspensões avançadas tornam
impecável o uso rodoviário. Enfim, há esta prazerosa relação entre o que o motorista
deseja e comanda e o que o Classe C executa: manobras seguras, sempre.
O Classe C não se esconde da modernidade e coloca num ponto fixo e saliente no
centro do painel a tela de LCD com comando por uma espécie de mouse que fica
posicionado em cima do controle central. É chique e tecnológico. Outor ponto de destaque
é o amplo espaço interno num sedã com toques de cupé que parece menor do que é visto
de fora. Mas o habitáculo é bem maior em relação à aparência externa. Afinal, há um
entre-eixos de 2 m 84 cm que melhorou o espaço para as pernas dos que viajam atrás.
Para quem viaja na frente, está próximo da perfeição na excepcional ergonomia dos
bancos, principalmente do banco do motorista. São múltiplas as qualidades neste sedã
que o fazem um dos melhores veículos do segmento. Se não for o melhor.
Fonte: Correio do Povo, caderno Carros & Motos, edição de 30 de outubro de 2015.
Acesse o site: www.rsnoticias.net

C 180: prazer na direção

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    C 180: prazerna direção O Classe C responde à altura nas retomadas de velocidade rápidas que facilitam a condução urbana Na extensa relação dos que compram ou simplesmente admiram os Mercedes- Benz existem os news comers ou “recém-chegados” na marca que apreciam design mais agressivo e a postura jovial das três integrantes da NGCC ou Nova Geração de Carros Compactos, que são o CLA, A e GLA. Mas “logo cima” vem o Classe C 180 e 200. Que para os “mercedeiros”, tradicionais da marca, sintetiza os verdadeiros valores da Mercedes: a elegância superior do design e a dirigibilidade que ainda situa o C um degrau acima dos “jovens impetuosos”. Entes que reduziram em muito a faixa etária no showroom da concessionária, o que parece não interessar aos “mercedeiros”. Os que compram é um público na faixa dos 50 anos ou mais, gente elegante e muito bem-sucedida. E o C também continua como sonho de consumo desta faixa etária sênior que rodou por décadas em “carros nacionais” até de certo luxo. Mas nada comparável a ter um Mercedez-Benz na garagem. Independentemente da faixa etária, é fácil apaixonar-se por este sedã médio de design belo e muito charme. O interior na versão 2016 do C 180 é aconchegante e tem acabamento superior e a ergonomia é também superior. Mesmo o sucesso global dos consumidores da NGCC não consegue eclipsar o “velho” C que faz sucesso desde 1993 quando foi apresentado ao mundo no Salão internacional do Automóvel de Frankfurt e o Correio do Povo presenciou. O modelo tem tração traseira, motor 1.6 turbo de 156 HP, suspensões
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    independentes nas quatrorodas com uma sofisticada Multilink na traseira. O C é apenas sinônimo para um enorme prazer de condução porque tudo nele é justo e preciso. Acelerando o turbo, o C responde à altura nas retomadas de velocidade rápidas que facilitam a condução urbana, como a rigidez torsional e as suspensões avançadas tornam impecável o uso rodoviário. Enfim, há esta prazerosa relação entre o que o motorista deseja e comanda e o que o Classe C executa: manobras seguras, sempre. O Classe C não se esconde da modernidade e coloca num ponto fixo e saliente no centro do painel a tela de LCD com comando por uma espécie de mouse que fica posicionado em cima do controle central. É chique e tecnológico. Outor ponto de destaque é o amplo espaço interno num sedã com toques de cupé que parece menor do que é visto de fora. Mas o habitáculo é bem maior em relação à aparência externa. Afinal, há um entre-eixos de 2 m 84 cm que melhorou o espaço para as pernas dos que viajam atrás. Para quem viaja na frente, está próximo da perfeição na excepcional ergonomia dos bancos, principalmente do banco do motorista. São múltiplas as qualidades neste sedã que o fazem um dos melhores veículos do segmento. Se não for o melhor. Fonte: Correio do Povo, caderno Carros & Motos, edição de 30 de outubro de 2015. Acesse o site: www.rsnoticias.net