ELETROCARDIOGRAMA
O ciclo cardíaco
- - - - + + +
- - - - + + +
Em torno de uma célula conduzindo
PA há correntes elétricas
O fluxo destas correntes pelos tecidos
cria gradientes de Voltagem (ddp)
Estes gradientes de Voltagem podem ser
registrados por eletródios extracelulares
PRINCÍPIO DE UM REGISTRO ELETROCARDIOGRÁFICO
Pode-se se fazer um registro com uma fibra cardíaca individual,
com dois eletródios colocados em dois pontos ao longo da fibra
corrente de despolarização de
uma fibra cardíaca
PRINCÍPIO DE UM REGISTRO ELETROCARDIOGRÁFICO
O Eletrocradiógrafo registra a diferença
de voltagem entre dois eletródios, que é
representada por um vetor
O que é um vetor?
Vetor: é uma seta apontada para a
direção do potencial elétrico gerado
pelo fluxo de íons; a ponta da seta é
voltada para a direção positiva.
- - - - + + +
- - - - + + +
++++++++++++
--------------
Repouso
Sentido da corrente Sentido do Vetor Deflexão Registrada
Como os eletródios do eletrocardiógrafo desenham
uma curva em função do sentido da corrente?
- + Eletródios
Na+
Despolarização
---- ++++++++
++++ ---------
--------------
++++++++++++
Despolarizada
Repolarização
K+
++++ ---------
---- +++++
Eletródios
- +
Eletródios
- +
Sentido da corrente Sentido do Vetor Deflexão Registrada
Como os eletródios do eletrocardiógrafo desenham
uma curva em função do sentido da corrente?
- + Eletródios
+ - Eletródios
Repolarização
+ -
- +
Despolarização
- +
+ -
Eletródios
+ -
Eletródios
+ -
Registro extracelular de um potencial de ação em fibra cardíaca isolada
Carga negativa no primeiro eletródio: deflexão
positiva.
Carga negativa nos dois eletródios (ddp=0)
Cauda do PA passando no segundo eletródio:
deflexão negativa.
Carga positiva nos dois eletródios (ddp=0)
PA não chegou no primeiro eletródio (ddp=0)
+
-
As grandes correntes extracelulares geradas pelas
fibras cardíacas, que se propagam pelos líquidos
orgânicos podem ser detectadas por eletródios na
superfície do corpo.
Triângulo de Einthoven: eletródios no braço
esquerdo, braço direito e perna esquerda:
Triângulo com o coração situado no centro.
Derivação: par de eletródios ligados ao
corpo em direções opostas ao coração. Ex:
Braço direito – Perna esquerda
Eixo de Derivação: direção do eletródio do
negativo para o positivo.
Eletródio negativo Eletródio positivo
Derivações I, II e III
BD BE
BE
BD
PE PE
_ _
Válvulas átrio-ventriculares (tricúspide e mitral)
Válvulas semilunares: aórtica e pulmonar)
B
- +
BD BE
Determinação de um vetor projetado B ao longo do eixo da derivação I
A
- +
BD BE
B
A
Determinação de um vetor projetado B ao longo do eixo da derivação I
B
D
C
I
III
+ BE -
+ PE +
II
- BD -
Determinação de vetores projetados nas derivações I, II e III
A
B
C
D
.
I
III
BE
PE
II
BD
-
+
-
-
+ +
A
A
B
C
C D
D
B
Determinação de vetores projetados nas derivações I, II e III
Nodo AS gera
impulso e começa a
excitação atrial
Átrio despolarizado.
Impulso sofre atraso
no nodo AV
Impulso passa para o
ventrículo: começa a
excitação ventricular
Completa excitação
ventricular
Nodo AV
Nodo SA Feixes de Hiss Fibras de
Purkinje
Sequência de despolarização cardíaca
Eletrocardiograma na derivação II
Algumas alterações do eletrocardiograma
Taquicardia Sinusal
Diminuição do intervalo entre
os ciclos cardíacos.
Bradicardia Sinusal
Aumento do intervalo entre
os ciclos cardíacos.
Bloqueio Sinusal
Marca passo para temporariamente,
pelo menos por 1 ciclo
Bloqueio AV – 1º grau
Aumento do intervalo PR
PR
Bloqueio AV – 2º grau
Necessários 2 ou mais impulsos auriculares
para estimular o vemntrículo
O ciclo cardíaco
O sangue flui continuamente das grandes
veias para o átrio e do átrio para os
ventrículos, sem necessidade de contração
atrial. Neste período de diástole cardíaca o
ventrículo recebe 75% do volume sanguíneo
a ser ejetado.
A onda P causa contração do átrio e
portanto um aumento da pressão atrial.
Quando o átrio se contrai, após a onda P,
75% do sangue já está nos ventrículos. A
contração atrial provoca um enchimento
adicional do ventrículo de apenas 25%
causando um aumento pequeno na pressão
(a) bem como no volume ventricular.
O complexo QRS induz contração
ventricular, que aumenta muito a
pressão no ventrículo provocando a
saída do sangue dos ventrículos
(queda da volume ventricular)
Após a onda T o ventrículo relaxa e permite a
entrada de sangue (aumento do volume
ventricular). Até ó início do próximo ciclo
cardíaco o coração estará em diástole
Onda C: A contração ventricular causa um
pequeno refluxo de sangue para o átrio e o
abaulamento da vávula AV em direção aos
átrios. Ambos os fatores causam um aumento
na PA atrial
Tchau pessoal...
Tenham um belo dia !!!!!!!!!

Aula_ECG_2009 (1).ppt

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  • 2.
  • 3.
    - - -- + + + - - - - + + + Em torno de uma célula conduzindo PA há correntes elétricas O fluxo destas correntes pelos tecidos cria gradientes de Voltagem (ddp) Estes gradientes de Voltagem podem ser registrados por eletródios extracelulares PRINCÍPIO DE UM REGISTRO ELETROCARDIOGRÁFICO Pode-se se fazer um registro com uma fibra cardíaca individual, com dois eletródios colocados em dois pontos ao longo da fibra corrente de despolarização de uma fibra cardíaca
  • 4.
    PRINCÍPIO DE UMREGISTRO ELETROCARDIOGRÁFICO O Eletrocradiógrafo registra a diferença de voltagem entre dois eletródios, que é representada por um vetor O que é um vetor? Vetor: é uma seta apontada para a direção do potencial elétrico gerado pelo fluxo de íons; a ponta da seta é voltada para a direção positiva. - - - - + + + - - - - + + +
  • 5.
    ++++++++++++ -------------- Repouso Sentido da correnteSentido do Vetor Deflexão Registrada Como os eletródios do eletrocardiógrafo desenham uma curva em função do sentido da corrente? - + Eletródios Na+ Despolarização ---- ++++++++ ++++ --------- -------------- ++++++++++++ Despolarizada Repolarização K+ ++++ --------- ---- +++++ Eletródios - + Eletródios - +
  • 6.
    Sentido da correnteSentido do Vetor Deflexão Registrada Como os eletródios do eletrocardiógrafo desenham uma curva em função do sentido da corrente? - + Eletródios + - Eletródios Repolarização + - - + Despolarização - + + - Eletródios + - Eletródios + -
  • 7.
    Registro extracelular deum potencial de ação em fibra cardíaca isolada Carga negativa no primeiro eletródio: deflexão positiva. Carga negativa nos dois eletródios (ddp=0) Cauda do PA passando no segundo eletródio: deflexão negativa. Carga positiva nos dois eletródios (ddp=0) PA não chegou no primeiro eletródio (ddp=0) + -
  • 8.
    As grandes correntesextracelulares geradas pelas fibras cardíacas, que se propagam pelos líquidos orgânicos podem ser detectadas por eletródios na superfície do corpo. Triângulo de Einthoven: eletródios no braço esquerdo, braço direito e perna esquerda: Triângulo com o coração situado no centro.
  • 9.
    Derivação: par deeletródios ligados ao corpo em direções opostas ao coração. Ex: Braço direito – Perna esquerda Eixo de Derivação: direção do eletródio do negativo para o positivo. Eletródio negativo Eletródio positivo
  • 10.
    Derivações I, IIe III BD BE BE BD PE PE _ _
  • 11.
    Válvulas átrio-ventriculares (tricúspidee mitral) Válvulas semilunares: aórtica e pulmonar)
  • 12.
    B - + BD BE Determinaçãode um vetor projetado B ao longo do eixo da derivação I A
  • 13.
    - + BD BE B A Determinaçãode um vetor projetado B ao longo do eixo da derivação I
  • 14.
    B D C I III + BE - +PE + II - BD - Determinação de vetores projetados nas derivações I, II e III A B C D .
  • 15.
    I III BE PE II BD - + - - + + A A B C C D D B Determinaçãode vetores projetados nas derivações I, II e III
  • 17.
    Nodo AS gera impulsoe começa a excitação atrial Átrio despolarizado. Impulso sofre atraso no nodo AV Impulso passa para o ventrículo: começa a excitação ventricular Completa excitação ventricular Nodo AV Nodo SA Feixes de Hiss Fibras de Purkinje Sequência de despolarização cardíaca
  • 18.
  • 19.
    Algumas alterações doeletrocardiograma Taquicardia Sinusal Diminuição do intervalo entre os ciclos cardíacos. Bradicardia Sinusal Aumento do intervalo entre os ciclos cardíacos. Bloqueio Sinusal Marca passo para temporariamente, pelo menos por 1 ciclo Bloqueio AV – 1º grau Aumento do intervalo PR PR Bloqueio AV – 2º grau Necessários 2 ou mais impulsos auriculares para estimular o vemntrículo
  • 20.
  • 21.
    O sangue fluicontinuamente das grandes veias para o átrio e do átrio para os ventrículos, sem necessidade de contração atrial. Neste período de diástole cardíaca o ventrículo recebe 75% do volume sanguíneo a ser ejetado.
  • 22.
    A onda Pcausa contração do átrio e portanto um aumento da pressão atrial. Quando o átrio se contrai, após a onda P, 75% do sangue já está nos ventrículos. A contração atrial provoca um enchimento adicional do ventrículo de apenas 25% causando um aumento pequeno na pressão (a) bem como no volume ventricular.
  • 23.
    O complexo QRSinduz contração ventricular, que aumenta muito a pressão no ventrículo provocando a saída do sangue dos ventrículos (queda da volume ventricular) Após a onda T o ventrículo relaxa e permite a entrada de sangue (aumento do volume ventricular). Até ó início do próximo ciclo cardíaco o coração estará em diástole
  • 24.
    Onda C: Acontração ventricular causa um pequeno refluxo de sangue para o átrio e o abaulamento da vávula AV em direção aos átrios. Ambos os fatores causam um aumento na PA atrial
  • 25.
    Tchau pessoal... Tenham umbelo dia !!!!!!!!!