O documento descreve o processo de formação dos Estados nacionais na Idade Média e Idade Moderna, quando os reis passaram a centralizar o poder político e econômico. Os monarcas absolutos consolidaram o controle sobre os territórios por meio de exércitos permanentes, impostos e línguas nacionais. Teóricos como Maquiavel, Hobbes e Bossuet passaram a justificar o "Direito Divino dos Reis" de governar de forma centralizada.