Interpretação
de parábolas
Kerygma 21
Rodrigo Armbruster Candioto
2
1) DISTANCIAMENTO CAUSADO PELA NATUREZA HUMANA DA BÍBLIA
DISTANCIAMENTO TEMPORAL
DISTANCIAMENTO CONTEXTUAL
DISTANCAMENTO CULTURAL
Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
3
1) DISTANCIAMENTO CAUSADO PELA NATUREZA HUMANA DA BÍBLIA
DISTANCIAMENTO LINGUÍSTICO
DISTANCIAMENTO AUTORAL
DISTANCAMENTO CULTURAL
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4
2) DISTANCIAMENTO CAUSADO PELA NATUREZA DIVINA DA BÍBLIA
DISTANCIAMENTO NATURAL
DISTANCIAMENTO ESPIRITUAL
DISTANCAMENTO MORAL
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5
A BÍBLIA É UM LIVRO DIVINO E HUMANO
Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
A BÍBLIA É UM LIVRO DIVINO
Devemos levar em consideração o
aspecto "espiritual" da
interpretação. Ou seja, precisamos
considerar o papel do Espírito
Santo na interpretação (aspecto
pneumológico).
A BÍBLIA É UM LIVRO HUMANO
Devemos levar em consideração
que a Bíblia, sendo um texto antigo,
demanda considerações
gramaticais, literárias, históricas e
teológicas para sua interpretação.
6
SOLUÇÃO
ORARE ET LABUTARE
– ORAR E LABUTAR
(CALVINO)
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7
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
1
Delimitar o texto a ser estudado
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8
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
2
Determinar a autoria e os
destinatários (auditório)
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9
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
3
Analisar a parábola sem
pressuposições referentes à sua
forma ou significado
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10
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
4
Examinar o contexto imediato do
Evangelho e da parábola
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11
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
5
Investigar se a parábola possui
correspondente em outro texto
bíblico
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12
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
6
Observar como a parábola e o
formato da sua redação se
encaixam com o objetivo e o
esquema do evangelista
Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
13
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
7
Investigar a estrutura literal e
gramatical
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14
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
8
Interpretar sem buscar significação
ao que foi omitido
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15
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
9
Analisar sem estabelecer uma
cronologia real
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16
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
10
Levar em consideração a
introdução e a conclusão da
parábola
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17
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
11
Determinar onde os ensinamentos
da parábola se mesclam com os
ensinamentos de Jesus em outras
porções da Escritura
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18
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
12
Investigar a relação da parábola
com a Escritura e com escritos
extracanônicos
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19
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
13
Determinar a intenção teológica e o
significado para os ouvintes da
parábola
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20
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
14
Extrair conclusões da passagem
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21
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
15
Traduzir seu significado em termos
apropriados às necessidades atuais
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22
Estudo de caso
INTERPRETAÇÃO
DE PARÁBOLAS
Curso Kerygma 21
23
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
1
Delimitar o texto a ser estudado
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24
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
2
Determinar a autoria e os
destinatários (auditório)
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25
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
3
Analisar a parábola sem
pressuposições referentes à sua
forma ou significado
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26
LUCAS 6:46-49
46. Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?
47.Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica,
eu vos mostrarei a quem é semelhante.
48. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu
profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente,
arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem
construída.
49. Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que
edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio
contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela
casa.
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PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
4
Examinar o contexto imediato do
Evangelho e da parábola
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28
LUCAS 6:46-49
46. Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?
47.Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica,
eu vos mostrarei a quem é semelhante.
48. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu
profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente,
arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem
construída.
49. Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que
edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio
contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela
casa.
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29
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
5
Investigar se a parábola possui
correspondente em outro texto
bíblico
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30
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
6
Observar como a parábola e o
formato da sua redação se
encaixam com o objetivo e o
esquema do evangelista
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31
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
7
Investigar a estrutura literal e
gramatical
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32
ESTRUTURA
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OUVIR
ENCHENTE
CONSTRUIR
PARALELISMO ESCADA COM SIMILITUDE DUPLA DE
ANTÍTESE (SÍNCRISE)
33
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
8
Interpretar sem buscar significação
ao que foi omitido
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34
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
9
Analisar sem estabelecer uma
cronologia real
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35
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
10
Levar em consideração a
introdução e a conclusão da
parábola
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36
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
11
Determinar onde os ensinamentos
da parábola se mesclam com os
ensinamentos de Jesus em outras
porções da Escritura
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37
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
12
Investigar a relação da parábola
com a Escritura e com escritos
extracanônicos
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38
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
13
Determinar a intenção teológica e o
significado para os ouvintes da
parábola
Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
39
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
14
Extrair conclusões da passagem
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40
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE INTERPRETAÇÃO
15
Traduzir seu significado em termos
apropriados às necessidades atuais
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41
A IDEIA PRINCIPAL
A pessoa que ouve os ensinos de Jesus e os
coloca em prática é tão prudente quanto à
pessoa que constrói uma casa sobre um
alicerce firme cravado em uma rocha. A
pessoa que ouve os seus ensinos e não os
coloca em prática é tão tola quanto aquele que
constrói uma casa sobre a areia. (Klyne
Snodgrass)
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42
APLICAÇÃO
Não concordar
Não dar atenção
Suprimir a verdade
OUVIR
Somente transmitir a
outros
Não crer
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PRATICAR
Fé
Arrependimento
43
APLICAÇÃO
Quando é que os cristãos de nossa época perceberão que somente a
confissão das Escrituras não é suficiente e que a fé genuína nos leva
à obediência? As Sagradas Escrituras procuram, acima de tudo, fazer
com que as pessoas ouçam a Palavra de Deus, mas o ouvir válido é
aquele ouvir que gera obediência. Devemos lembrar que a palavra
hebraica utilizada para “ouvir” é normalmente traduzida por
“obedecer”. A obediência não corre sem que façamos escolhas,
compromissos e um exercício da vontade alimentado pelo Espírito. A
salvação não é alcançada de outra maneira. Não basta termos a
aparência de bondade. Saber o que é correto não é suficientemente
correto. Na verdade, precisaremos colocar em prática o que sabemos
ser correto. (Klyne Snodgrass)
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44
ConclusãoPOR QUE NÓS
NEGLICENCIAMOS OS
ENSINOS DE JESUS?
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45
APLICAÇÃO
Quanto às pessoas que provocam escândalos porque não vivem o que
pregam, há um grande abismo entre a sua teologia e a sua ética, entre a
sua doutrina e a sua vida, entre o seu credo e a sua conduta. Mas nós
temos números, mas não temos impacto, nós temos quantidade, mas não
temos qualidade, nós temos extensão, mas não temos profundidade.
Muitos daqueles que se professam cristãos vivem escandalosamente e
imiscuídos com práticas, de mentira de corrupção, de desonestidade. A
Bíblia nos ensina: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina”. É preciso
existir um casamento perfeito entre ortodoxia e ortopraxia, entre o que
pregamos e o que vivemos. A nossa vida precisa ser um avalista das
nossas palavras, do contrário seremos pedras de tropeço em vez de
embaixadores de Deus, seremos obstáculos ao testemunho do evangelho,
em vez de ministros da reconciliação. (Hernandes Dias Lopes)
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46
Conclusão
HÁ UM PERFEITO
CASAMENTO ENTRE O
QUE VOCÊ PROFESSA
E O QUE VOCÊ VIVE?
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47
O ENSINO CRISTOCÊNTRICO DE JESUS
Conclusão
FINAL
Ouvir e praticar define
quem você é, quem
você está se tornando,
e quem você será.
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48
A IDEIA PRINCIPAL
Os religiosos amavam a si
mesmos e não ao próximo
como a si mesmos. O egoísmo
era seu verdadeiro deus, logo,
eles também não amavam ao
Senhor sobre todas as coisas.
Logo, eles não cumpriam a Lei
não poderia ser salvo por ela.
Pastor Jailson Santos www.kerygma21.com.br
49
BIBLIOGRAFIA📖
KISTEMAKER, Simon J. As parábolas de Jesus.
São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1992.
SNODGRASS, Klyne. Compreendendo todas as
parábolas de Jesus: guia completo. Rio de
Janeiro: CPAD, 2012
MORRIS, Leon. O evangelho de Lucas:
introdução e comentário. São Paulo: Vida
Nova, 1986.
BAILEY, Kenneth. As parábolas de Lucas. São
Paulo: Vida Nova, 1995.
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Interpretação
de parábolas
Kerygma 21
Rodrigo Armbruster Candioto

Aula 15 interpretação de parábolas

  • 1.
  • 2.
    2 1) DISTANCIAMENTO CAUSADOPELA NATUREZA HUMANA DA BÍBLIA DISTANCIAMENTO TEMPORAL DISTANCIAMENTO CONTEXTUAL DISTANCAMENTO CULTURAL Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 3.
    3 1) DISTANCIAMENTO CAUSADOPELA NATUREZA HUMANA DA BÍBLIA DISTANCIAMENTO LINGUÍSTICO DISTANCIAMENTO AUTORAL DISTANCAMENTO CULTURAL Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 4.
    4 2) DISTANCIAMENTO CAUSADOPELA NATUREZA DIVINA DA BÍBLIA DISTANCIAMENTO NATURAL DISTANCIAMENTO ESPIRITUAL DISTANCAMENTO MORAL Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 5.
    5 A BÍBLIA ÉUM LIVRO DIVINO E HUMANO Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br A BÍBLIA É UM LIVRO DIVINO Devemos levar em consideração o aspecto "espiritual" da interpretação. Ou seja, precisamos considerar o papel do Espírito Santo na interpretação (aspecto pneumológico). A BÍBLIA É UM LIVRO HUMANO Devemos levar em consideração que a Bíblia, sendo um texto antigo, demanda considerações gramaticais, literárias, históricas e teológicas para sua interpretação.
  • 6.
    6 SOLUÇÃO ORARE ET LABUTARE –ORAR E LABUTAR (CALVINO) Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 7.
    7 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 1 Delimitar o texto a ser estudado Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 8.
    8 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 2 Determinar a autoria e os destinatários (auditório) Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 9.
    9 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 3 Analisar a parábola sem pressuposições referentes à sua forma ou significado Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 10.
    10 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 4 Examinar o contexto imediato do Evangelho e da parábola Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 11.
    11 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 5 Investigar se a parábola possui correspondente em outro texto bíblico Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 12.
    12 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 6 Observar como a parábola e o formato da sua redação se encaixam com o objetivo e o esquema do evangelista Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 13.
    13 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 7 Investigar a estrutura literal e gramatical Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 14.
    14 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 8 Interpretar sem buscar significação ao que foi omitido Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 15.
    15 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 9 Analisar sem estabelecer uma cronologia real Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 16.
    16 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 10 Levar em consideração a introdução e a conclusão da parábola Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 17.
    17 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 11 Determinar onde os ensinamentos da parábola se mesclam com os ensinamentos de Jesus em outras porções da Escritura Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 18.
    18 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 12 Investigar a relação da parábola com a Escritura e com escritos extracanônicos Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 19.
    19 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 13 Determinar a intenção teológica e o significado para os ouvintes da parábola Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 20.
    20 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 14 Extrair conclusões da passagem Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 21.
    21 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 15 Traduzir seu significado em termos apropriados às necessidades atuais Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 22.
    22 Estudo de caso INTERPRETAÇÃO DEPARÁBOLAS Curso Kerygma 21
  • 23.
    23 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 1 Delimitar o texto a ser estudado Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 24.
    24 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 2 Determinar a autoria e os destinatários (auditório) Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 25.
    25 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 3 Analisar a parábola sem pressuposições referentes à sua forma ou significado Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 26.
    26 LUCAS 6:46-49 46. Porque me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? 47.Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. 48. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída. 49. Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela casa. Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 27.
    27 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 4 Examinar o contexto imediato do Evangelho e da parábola Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 28.
    28 LUCAS 6:46-49 46. Porque me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? 47.Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. 48. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída. 49. Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela casa. Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 29.
    29 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 5 Investigar se a parábola possui correspondente em outro texto bíblico Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 30.
    30 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 6 Observar como a parábola e o formato da sua redação se encaixam com o objetivo e o esquema do evangelista Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 31.
    31 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 7 Investigar a estrutura literal e gramatical Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 32.
    32 ESTRUTURA Rodrigo Armbruster Candiotowww.kerygma21.com.br OUVIR ENCHENTE CONSTRUIR PARALELISMO ESCADA COM SIMILITUDE DUPLA DE ANTÍTESE (SÍNCRISE)
  • 33.
    33 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 8 Interpretar sem buscar significação ao que foi omitido Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 34.
    34 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 9 Analisar sem estabelecer uma cronologia real Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 35.
    35 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 10 Levar em consideração a introdução e a conclusão da parábola Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 36.
    36 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 11 Determinar onde os ensinamentos da parábola se mesclam com os ensinamentos de Jesus em outras porções da Escritura Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 37.
    37 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 12 Investigar a relação da parábola com a Escritura e com escritos extracanônicos Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 38.
    38 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 13 Determinar a intenção teológica e o significado para os ouvintes da parábola Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 39.
    39 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 14 Extrair conclusões da passagem Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 40.
    40 PRINCÍPIOS BÁSICOS DEINTERPRETAÇÃO 15 Traduzir seu significado em termos apropriados às necessidades atuais Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 41.
    41 A IDEIA PRINCIPAL Apessoa que ouve os ensinos de Jesus e os coloca em prática é tão prudente quanto à pessoa que constrói uma casa sobre um alicerce firme cravado em uma rocha. A pessoa que ouve os seus ensinos e não os coloca em prática é tão tola quanto aquele que constrói uma casa sobre a areia. (Klyne Snodgrass) Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 42.
    42 APLICAÇÃO Não concordar Não daratenção Suprimir a verdade OUVIR Somente transmitir a outros Não crer Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br PRATICAR Fé Arrependimento
  • 43.
    43 APLICAÇÃO Quando é queos cristãos de nossa época perceberão que somente a confissão das Escrituras não é suficiente e que a fé genuína nos leva à obediência? As Sagradas Escrituras procuram, acima de tudo, fazer com que as pessoas ouçam a Palavra de Deus, mas o ouvir válido é aquele ouvir que gera obediência. Devemos lembrar que a palavra hebraica utilizada para “ouvir” é normalmente traduzida por “obedecer”. A obediência não corre sem que façamos escolhas, compromissos e um exercício da vontade alimentado pelo Espírito. A salvação não é alcançada de outra maneira. Não basta termos a aparência de bondade. Saber o que é correto não é suficientemente correto. Na verdade, precisaremos colocar em prática o que sabemos ser correto. (Klyne Snodgrass) Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 44.
    44 ConclusãoPOR QUE NÓS NEGLICENCIAMOSOS ENSINOS DE JESUS? Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 45.
    45 APLICAÇÃO Quanto às pessoasque provocam escândalos porque não vivem o que pregam, há um grande abismo entre a sua teologia e a sua ética, entre a sua doutrina e a sua vida, entre o seu credo e a sua conduta. Mas nós temos números, mas não temos impacto, nós temos quantidade, mas não temos qualidade, nós temos extensão, mas não temos profundidade. Muitos daqueles que se professam cristãos vivem escandalosamente e imiscuídos com práticas, de mentira de corrupção, de desonestidade. A Bíblia nos ensina: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina”. É preciso existir um casamento perfeito entre ortodoxia e ortopraxia, entre o que pregamos e o que vivemos. A nossa vida precisa ser um avalista das nossas palavras, do contrário seremos pedras de tropeço em vez de embaixadores de Deus, seremos obstáculos ao testemunho do evangelho, em vez de ministros da reconciliação. (Hernandes Dias Lopes) Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 46.
    46 Conclusão HÁ UM PERFEITO CASAMENTOENTRE O QUE VOCÊ PROFESSA E O QUE VOCÊ VIVE? Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 47.
    47 O ENSINO CRISTOCÊNTRICODE JESUS Conclusão FINAL Ouvir e praticar define quem você é, quem você está se tornando, e quem você será. Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 48.
    48 A IDEIA PRINCIPAL Osreligiosos amavam a si mesmos e não ao próximo como a si mesmos. O egoísmo era seu verdadeiro deus, logo, eles também não amavam ao Senhor sobre todas as coisas. Logo, eles não cumpriam a Lei não poderia ser salvo por ela. Pastor Jailson Santos www.kerygma21.com.br
  • 49.
    49 BIBLIOGRAFIA📖 KISTEMAKER, Simon J.As parábolas de Jesus. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1992. SNODGRASS, Klyne. Compreendendo todas as parábolas de Jesus: guia completo. Rio de Janeiro: CPAD, 2012 MORRIS, Leon. O evangelho de Lucas: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1986. BAILEY, Kenneth. As parábolas de Lucas. São Paulo: Vida Nova, 1995. Rodrigo Armbruster Candioto www.kerygma21.com.br
  • 50.
    50 SAIBA MAIS Rodrigo ArmbrusterCandioto www.kerygma21.com.br
  • 51.
    51 SAIBA MAIS Rodrigo ArmbrusterCandioto www.kerygma21.com.br
  • 52.