O documento discute três teses sobre a interpretação do artigo 226 da Constituição Federal de 1988, que define família. A primeira tese vê família e entidade familiar de forma hierárquica, a segunda prega igualdade entre as entidades, e a terceira defende que as entidades listadas são exemplos e não taxativas. A conclusão é que a terceira tese é a mais adequada, permitindo reconhecimento de novas formas de família.