O documento discute como o quinto constitucional, que reserva 20% das vagas nos tribunais para advogados e membros do Ministério Público, acaba perpetuando o nepotismo no Judiciário. Apesar de seu objetivo declarado de diversificar as ideias, na prática a lei não exige qualificações e critérios subjetivos prevalecem, beneficiando candidatos com capitais sociais e políticos, incluindo familiares de juízes. Isso é ilustrado pelo caso do filho de um ex-presidente do Tribunal de Justi