O documento explora a experiência religiosa da audiência em relação à arte sacra, discutindo a iconologia e a semiótica das alegorias religiosas. Examina diferentes categorias de audiência e tipos de estilo, enfatizando a ambivalência dos símbolos religiosos. Conclui que o símbolo tem uma função mais dispositiva do que comunicativa, refletindo a verdadeira audiência: Deus.