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“Assim não deve ser entre vós,
ao contrário, aquele que quiser
tornar-se o maior,
seja vosso servo ; - e, aquele que
quiser
ser o primeiro entre vós seja vosso escravo.”
O Evangelho Segundo o Espiritismo –
capítulo VII – item 4 Escutando Sentimentos
– A atitude de Amar-nos-
Ermance Dufaux
Os Sábios Guias da Verdade oportunamente responderam a Allan
Kardec:
“De todas as imperfeições humanas, o egoísmo é a
mais difícil de desenraizar-se porque deriva da
influência da matéria, influência de que o homem,
ainda muito próximo de sua origem, não pôde
libertar-se e para cujo entretenimento tudo
concorre: suas leis, sua organização social, sua
educação”.
A sutil diferença entre pensar excessivamente em si e
pensar em si com benevolência pode determinar a
natureza de todos os sentimentos humanos.
O excesso de interesse por si mesmo é um ciclo de ilusões
que se repete sustentando o autodesarmor em milênios de
perturbação.
A benevolência é a bondade efetiva que caminha de braços
dados com a edificação da paz interior.
No principio de tudo havia uma serie de estágios de
consciência.
1º Veio as sensações-( é um estimulo, que pode ser tanto
interno quanto externo, que provoca uma reação
especifica)
2º Veio Emoções-(A emoção é uma reação imediata a
um estímulo, é algo que mexe com você e que não
envolve pensamento.
3º Veio Sentimentos-(Já o sentimento envolve um alto
grau de componente cognitivo, de percepção e
avaliação de algo.)
E o estágio mais elevado dos Sentimentos é o
AMOR
“Não; a paixão está no excesso de que se acresceu a vontade,
visto que o princípio que lhe dá origem foi posto no homem para
o bem, tanto que as paixões podem levá-lo à realização de
grandes coisas. O abuso que delas se faz é que causa o mal.”
(O Livro dos Espíritos – Questão 907)
Uma vez que o principio das paixões está na natureza,
ele é mau em si mesmo?
Como definir o limite em que as paixões deixam de ser
boas ou más?
(O Livro dos Espíritos – questão 908-
comentário de Allan Kardec).
As paixões são como um cavalo que é útil quando está dominado.
E é perigoso quando é ele que domina.
Reconhecei, pois que quando uma paixão se torna perniciosa do
momento em que não podeis governa-la, e que ela tem por
resultado um prejuízo qualquer para vós e para os outros.
Nota de Kardec à pgt. 98
A paixão propriamente dita é a exageração de uma necessidade ou de um
sentimento. Está no excesso e não na causa e este excesso se torna um mal,
quando tem como consequência um mal qualquer.
[...]Todas as paixões tem seu principio num sentimento ou necessidade
natural. O principio das paixões, portanto, não é um mal, uma vez que repousa
sobre uma das condições providenciais da nossa existência.
Toda paixão que aproxima o homem da natureza animal afasta-o da
natureza espiritual.
Todo sentimento que eleva o homem acima da natureza animal denota
predominância do Espírito sobre a matéria e o aproxima da perfeição.
O instinto de conservação que prevê a proteção, a defesa.
Tais princípios são os fatores de motivação para a coragem, a
ousadia, o encanto com os desafios. Graças a eles surgem os
líderes, o idealismo e as grandes realizações inspiradas em visões
ampliadas do futuro.
O excesso de tudo isso, no entanto, criou a paixão. A paixão gerou
o vício. O vício patrocinou o desequilíbrio.
Comparemos o egoísmo como sendo o vírus e a arrogância a
doença, seus efeitos nocivos e destruidores.
Arrogância, “qualidade ou caráter de quem, por suposta
superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento,
assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos
outros; orgulho ostensivo, altivez”.
Esse o conceito dos dicionários humanos. (Dicionário Houaiss).
No sentido espiritual podemos inferir vários conceitos para o
sentimento de arrogar.
Vejamos alguns:
exacerbada estima a si mesmo. Supervalorização de si. Autoconceito super
dimensionado. Desejo compulsivo de se impor aos demais.
O egoísmo é o sentimento básico. Arrogância é a atitude íntima derivada
desse alicerce de sensações nascidas no coração ocupado,
exclusivamente, com seu ego.
Uma compulsiva necessidade de ser o primeiro, o melhor,
manifestada através de um cortejo de pensamentos,
emoções, sensações e condutas que determinam o raio
espiritual no qual a criatura transita.
Asseveram os Sábios Guias:
“(...) a paixão está no excesso de que se acresceu a vontade,
visto que o princípio que lhe dá origem foi posto no homem para
o bem, tanto que as paixões podem levá-lo à realização de
grandes coisas.
O abuso que delas se faz é que causa o mal”.
Necessário registrar que os apontamentos sobre a arrogância aqui transcritos foram
embasados no livro “Porta Larga, o Caminho da Perdição Humana”.
Um exemplar utilizado nas escolas da maldade em núcleos organizados da erraticidade,
arquivado na biblioteca do Hospital Esperança quando seu próprio autor foi resgatado e
socorrido por Eurípedes Barsanulfo há algumas décadas. Hoje reencarnado no seio do
Espiritismo, esse escritor das penas vãs busca sua redenção na luta contra sua própria
arrogância. O gráfico que sugerimos, também da autoria de nosso irmão, é usado em
inúmeras plataformas de estudos com finalidades hegemônicas em clãs a perversidade. O
livro, que ainda permanece arquivado em nosso centro de estudos, é um exemplar de
inteligência psicológica cujo propósito é combater a mensagem evangélica do Cristo
embasada na humildade.
Segundo o autor, a arrogância é a porta larga para implantação do caos no orbe
terreno.
Rigidez Competição
Imprudência
Prepotência
Arrogância
Essas são as quatro ações mais perceptíveis em decorrência do
ato de arrogar que estruturam expressiva maioria dos estados
psicológicos e emocionais do Ser. A partir desse estado
orgulhoso de ser, podemos perceber um quadro mental de
rígida autossuficiência, do qual nascem as ilusões e os
equívocos da caminhada humana, arrojando-nos aos
despenhadeiros da insanidade aceitável e da rivalidade
envernizada.
Estudemos, portanto, as atitudes pilares da arrogância sob as
lentes da rebeldia.
A rigidez é a raiz das condutas autoritárias e da
teimosia que, frequentemente, deságuam nos
comportamentos de intolerância. Sob ação da rebeldia,
patrocina o desrespeito ao Livre-arbítrio alheio e
alimentam constantemente o melindre por a vida não ser
como ele gostaria que fosse.
O traço predominante na personalidade arrogante
é a não conformidade. Usada com equilíbrio, é
fonte de crescimento e progresso.
Todavia, sob ação dos reflexos da posse e do
interesse pessoal, que marcaram,
acentuadamente, nossas reencarnações, esse traço
atingiu o patamar de rebeldia e obstinação
enfermiça.
A competição não existe sem a comparação e o
impulso de disputa.
Quando tomado pela paixão, a força motriz de semelhante ação é o
sentimento de inveja. Na mira da rebeldia, causa o menosprezo e a
indiferença que tenta empanar o brilho de outrem.
A competição é o alimento do sentimento de
superioridade.
A imprudência é marcada pela ousadia
transgressora que não teme e nem respeita os limites.
Quase sempre, essa inquietude da alma alcança o
perfeccionismo e a ansiedade que, frequentemente,
deságuam na necessidade de controle e domínio.
Consubstanciam modos rebeldes de ser. Desejo de
hegemonia. Sentimento de poder.
A prepotência é um efeito natural da
perspicácia que pode insuflar a
megalomania, a presunção. Juntos
formam o piso da vaidade. A rebeldia,
nesse passo, conduz a uma desmedida
necessidade de fixar-se em certezas que
adornam posturas de infalibilidade.
Conforme o temperamento e
a história espiritual particular,
a arrogância manifesta-se
com maior ou menor ênfase
em uma das quatro ações
descritas, criando efeitos
variados no comportamento.
Apesar disso, a cadeia de
reflexos íntimos é muito
Rigidez
Prepotência
Imprudência
Competição
Egoísmo que na sua mutação transforma-se em
arrogância; essa, por sua vez, deriva um cortejo
de outros sentimentos sob ação do orgulho e da
rebeldia. A arrogância retira-nos o “senso de
realidade”. Acreditamos mais naquilo que
pensamos sobre o mundo e as pessoas do que
naquilo que são realmente.
A arrogância voltada para o passado, quando há uma
fixação em mágoas decorrentes da incitação de
ocorrências que na sua excessiva autovalorização, o
arrogante acredita não merecê-las.
O outro tipo é a arrogância dirigida ao futuro, quando
a criatura vive de ideais, no mundo das ideias,
acreditando-se mais capaz e valorosa que realmente
o é.
Interessante observar que uma das propriedades psicológicas doentias
mais presentes na estrutura rebelde da arrogância é a incapacidade para
percebê-la.
O efeito mais habitual de sua ação na mente humana. Basta destacar que
dificilmente aceitamos ser adjetivados de arrogantes. Entretanto, um
estudo minucioso nos levará a concluir que, raríssimas vezes na Terra,
encontraremos condutas livres dessa velha patologia moral.
Relacionemos outros efeitos dessa doença:
01.Perda do autodomínio.
02. Apego a convicções pessoais.
03. Gosto por julgar e rotular a conduta alheia.
04. Necessidade de exercício do poder.
05. Rejeição a críticas ou questionamentos.
06. Negação de sentimentos.
07. Ter resposta para tudo.
08. Desprezo aos esforços alheios.
09. Imponência nas expressões corporais.
10. Personalismo.
11. Autossuficiência nas decisões.
12. Bloqueio na habilidade na empatia.
13. Acredita que pode mais do que realmente é capaz.
14. Buscar mais do que necessita.
15. Querer ir além de seus limites.
16. Exigir mais do que consegue.
17. Sentir que somos especiais pelo bem que fazemos.
18. Supor que temos a capacidade de dizer o que é certo e errado para os
outros.
19. Sentir-se com direitos e qualidades em função do tempo de doutrina e da
folha de serviços.
20. Acreditar que temos a melhor percepção sobre as responsabilidades que nos
são entregues em nome do Cristo.
21. Julgar-se apto a conhecer o que se passa no íntimo de nosso próximo.
22. Desprezar o valor alheio.
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  • 1. “Assim não deve ser entre vós, ao contrário, aquele que quiser tornar-se o maior, seja vosso servo ; - e, aquele que quiser ser o primeiro entre vós seja vosso escravo.” O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo VII – item 4 Escutando Sentimentos – A atitude de Amar-nos- Ermance Dufaux
  • 2. Os Sábios Guias da Verdade oportunamente responderam a Allan Kardec: “De todas as imperfeições humanas, o egoísmo é a mais difícil de desenraizar-se porque deriva da influência da matéria, influência de que o homem, ainda muito próximo de sua origem, não pôde libertar-se e para cujo entretenimento tudo concorre: suas leis, sua organização social, sua educação”.
  • 3. A sutil diferença entre pensar excessivamente em si e pensar em si com benevolência pode determinar a natureza de todos os sentimentos humanos. O excesso de interesse por si mesmo é um ciclo de ilusões que se repete sustentando o autodesarmor em milênios de perturbação. A benevolência é a bondade efetiva que caminha de braços dados com a edificação da paz interior.
  • 4. No principio de tudo havia uma serie de estágios de consciência. 1º Veio as sensações-( é um estimulo, que pode ser tanto interno quanto externo, que provoca uma reação especifica) 2º Veio Emoções-(A emoção é uma reação imediata a um estímulo, é algo que mexe com você e que não envolve pensamento.
  • 5. 3º Veio Sentimentos-(Já o sentimento envolve um alto grau de componente cognitivo, de percepção e avaliação de algo.) E o estágio mais elevado dos Sentimentos é o AMOR
  • 6. “Não; a paixão está no excesso de que se acresceu a vontade, visto que o princípio que lhe dá origem foi posto no homem para o bem, tanto que as paixões podem levá-lo à realização de grandes coisas. O abuso que delas se faz é que causa o mal.” (O Livro dos Espíritos – Questão 907) Uma vez que o principio das paixões está na natureza, ele é mau em si mesmo?
  • 7. Como definir o limite em que as paixões deixam de ser boas ou más? (O Livro dos Espíritos – questão 908- comentário de Allan Kardec). As paixões são como um cavalo que é útil quando está dominado. E é perigoso quando é ele que domina. Reconhecei, pois que quando uma paixão se torna perniciosa do momento em que não podeis governa-la, e que ela tem por resultado um prejuízo qualquer para vós e para os outros.
  • 8. Nota de Kardec à pgt. 98 A paixão propriamente dita é a exageração de uma necessidade ou de um sentimento. Está no excesso e não na causa e este excesso se torna um mal, quando tem como consequência um mal qualquer. [...]Todas as paixões tem seu principio num sentimento ou necessidade natural. O principio das paixões, portanto, não é um mal, uma vez que repousa sobre uma das condições providenciais da nossa existência. Toda paixão que aproxima o homem da natureza animal afasta-o da natureza espiritual. Todo sentimento que eleva o homem acima da natureza animal denota predominância do Espírito sobre a matéria e o aproxima da perfeição.
  • 9. O instinto de conservação que prevê a proteção, a defesa. Tais princípios são os fatores de motivação para a coragem, a ousadia, o encanto com os desafios. Graças a eles surgem os líderes, o idealismo e as grandes realizações inspiradas em visões ampliadas do futuro. O excesso de tudo isso, no entanto, criou a paixão. A paixão gerou o vício. O vício patrocinou o desequilíbrio.
  • 10. Comparemos o egoísmo como sendo o vírus e a arrogância a doença, seus efeitos nocivos e destruidores. Arrogância, “qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros; orgulho ostensivo, altivez”. Esse o conceito dos dicionários humanos. (Dicionário Houaiss).
  • 11. No sentido espiritual podemos inferir vários conceitos para o sentimento de arrogar. Vejamos alguns: exacerbada estima a si mesmo. Supervalorização de si. Autoconceito super dimensionado. Desejo compulsivo de se impor aos demais. O egoísmo é o sentimento básico. Arrogância é a atitude íntima derivada desse alicerce de sensações nascidas no coração ocupado, exclusivamente, com seu ego.
  • 12. Uma compulsiva necessidade de ser o primeiro, o melhor, manifestada através de um cortejo de pensamentos, emoções, sensações e condutas que determinam o raio espiritual no qual a criatura transita.
  • 13. Asseveram os Sábios Guias: “(...) a paixão está no excesso de que se acresceu a vontade, visto que o princípio que lhe dá origem foi posto no homem para o bem, tanto que as paixões podem levá-lo à realização de grandes coisas. O abuso que delas se faz é que causa o mal”.
  • 14. Necessário registrar que os apontamentos sobre a arrogância aqui transcritos foram embasados no livro “Porta Larga, o Caminho da Perdição Humana”. Um exemplar utilizado nas escolas da maldade em núcleos organizados da erraticidade, arquivado na biblioteca do Hospital Esperança quando seu próprio autor foi resgatado e socorrido por Eurípedes Barsanulfo há algumas décadas. Hoje reencarnado no seio do Espiritismo, esse escritor das penas vãs busca sua redenção na luta contra sua própria arrogância. O gráfico que sugerimos, também da autoria de nosso irmão, é usado em inúmeras plataformas de estudos com finalidades hegemônicas em clãs a perversidade. O livro, que ainda permanece arquivado em nosso centro de estudos, é um exemplar de inteligência psicológica cujo propósito é combater a mensagem evangélica do Cristo embasada na humildade. Segundo o autor, a arrogância é a porta larga para implantação do caos no orbe terreno.
  • 16. Essas são as quatro ações mais perceptíveis em decorrência do ato de arrogar que estruturam expressiva maioria dos estados psicológicos e emocionais do Ser. A partir desse estado orgulhoso de ser, podemos perceber um quadro mental de rígida autossuficiência, do qual nascem as ilusões e os equívocos da caminhada humana, arrojando-nos aos despenhadeiros da insanidade aceitável e da rivalidade envernizada.
  • 17. Estudemos, portanto, as atitudes pilares da arrogância sob as lentes da rebeldia. A rigidez é a raiz das condutas autoritárias e da teimosia que, frequentemente, deságuam nos comportamentos de intolerância. Sob ação da rebeldia, patrocina o desrespeito ao Livre-arbítrio alheio e alimentam constantemente o melindre por a vida não ser como ele gostaria que fosse.
  • 18. O traço predominante na personalidade arrogante é a não conformidade. Usada com equilíbrio, é fonte de crescimento e progresso. Todavia, sob ação dos reflexos da posse e do interesse pessoal, que marcaram, acentuadamente, nossas reencarnações, esse traço atingiu o patamar de rebeldia e obstinação enfermiça.
  • 19. A competição não existe sem a comparação e o impulso de disputa. Quando tomado pela paixão, a força motriz de semelhante ação é o sentimento de inveja. Na mira da rebeldia, causa o menosprezo e a indiferença que tenta empanar o brilho de outrem. A competição é o alimento do sentimento de superioridade.
  • 20. A imprudência é marcada pela ousadia transgressora que não teme e nem respeita os limites. Quase sempre, essa inquietude da alma alcança o perfeccionismo e a ansiedade que, frequentemente, deságuam na necessidade de controle e domínio. Consubstanciam modos rebeldes de ser. Desejo de hegemonia. Sentimento de poder.
  • 21. A prepotência é um efeito natural da perspicácia que pode insuflar a megalomania, a presunção. Juntos formam o piso da vaidade. A rebeldia, nesse passo, conduz a uma desmedida necessidade de fixar-se em certezas que adornam posturas de infalibilidade.
  • 22. Conforme o temperamento e a história espiritual particular, a arrogância manifesta-se com maior ou menor ênfase em uma das quatro ações descritas, criando efeitos variados no comportamento. Apesar disso, a cadeia de reflexos íntimos é muito Rigidez Prepotência Imprudência Competição
  • 23. Egoísmo que na sua mutação transforma-se em arrogância; essa, por sua vez, deriva um cortejo de outros sentimentos sob ação do orgulho e da rebeldia. A arrogância retira-nos o “senso de realidade”. Acreditamos mais naquilo que pensamos sobre o mundo e as pessoas do que naquilo que são realmente.
  • 24. A arrogância voltada para o passado, quando há uma fixação em mágoas decorrentes da incitação de ocorrências que na sua excessiva autovalorização, o arrogante acredita não merecê-las. O outro tipo é a arrogância dirigida ao futuro, quando a criatura vive de ideais, no mundo das ideias, acreditando-se mais capaz e valorosa que realmente o é.
  • 25. Interessante observar que uma das propriedades psicológicas doentias mais presentes na estrutura rebelde da arrogância é a incapacidade para percebê-la. O efeito mais habitual de sua ação na mente humana. Basta destacar que dificilmente aceitamos ser adjetivados de arrogantes. Entretanto, um estudo minucioso nos levará a concluir que, raríssimas vezes na Terra, encontraremos condutas livres dessa velha patologia moral.
  • 26. Relacionemos outros efeitos dessa doença: 01.Perda do autodomínio. 02. Apego a convicções pessoais. 03. Gosto por julgar e rotular a conduta alheia. 04. Necessidade de exercício do poder. 05. Rejeição a críticas ou questionamentos. 06. Negação de sentimentos. 07. Ter resposta para tudo. 08. Desprezo aos esforços alheios. 09. Imponência nas expressões corporais. 10. Personalismo.
  • 27. 11. Autossuficiência nas decisões. 12. Bloqueio na habilidade na empatia. 13. Acredita que pode mais do que realmente é capaz. 14. Buscar mais do que necessita. 15. Querer ir além de seus limites. 16. Exigir mais do que consegue. 17. Sentir que somos especiais pelo bem que fazemos. 18. Supor que temos a capacidade de dizer o que é certo e errado para os outros.
  • 28. 19. Sentir-se com direitos e qualidades em função do tempo de doutrina e da folha de serviços. 20. Acreditar que temos a melhor percepção sobre as responsabilidades que nos são entregues em nome do Cristo. 21. Julgar-se apto a conhecer o que se passa no íntimo de nosso próximo. 22. Desprezar o valor alheio.

Notas do Editor

  1. Introdução: No tema de hoje vamos abordar três questões bem espinhosa, egoísmo, a paixão e a arrogância.
  2. Pensar com benevolência: é quando eu tenho consciência de que algo será bom para mim quando não passo por cima de ninguém e que o eu acolho não beneficia apenas a mim
  3. O primeiro ponto a ser notado é que Kardec indaga acerca do princípio originário das paixões, procura esclarecimento sobre a origem, a fonte de onde promanam as paixões. A segunda observação importante é que há, na pergunta, uma afirmação categórica: esse princípio do qual provêm as paixões está na Natureza, isto é, faz parte da ordem natural das coisas.
  4. Vamos lembrar
  5. O pensamento kardequiano propõe que as paixões más são de duas ordens: as humanas e as espirituais. as paixões humanas decorrem da influência do corpo e, portanto, são inerentes à corporeidade, enquanto as paixões espirituais acompanham o Espírito onde ele se encontre, pois são ínsitas a ele mesmo.
  6. Instinto é algo que vem pronto, acabado, que não é construído e nem escolhido, ou seja, um impulso automático, como o instinto de defesa, o instinto reprodutivo etc. Natureza, por sua vez, é algo que não é produto do homem, que o homem já encontra pronto, portanto, refere-se ao corpo, à biologia, aos genes. Assim, podemos considerar como paixões materiais aquelas que nascem da influência do corpo e do instinto de conservação inerente à matéria.
  7. Hegemonia: autoridade de supremacia
  8. Megalomania: mania de grandeza