O autor argumenta que (1) o pensamento de Aristóteles continua influenciando a sociedade e alguns cientistas sobre hereditariedade, genética e evolução, (2) a noção aristotélica de que "a natureza não faz nada em vão" ainda leva a explicações teleológicas, e (3) o paradigma evolucionista baseado na seleção natural ainda tem um viés aristotélico que é criticado por Gould e Lewontin como um "paradigma panglossiano".