A EXPLORAÇÃO DO E-LAB NO ENSINO
Sérgio C. Leal1,2
1 Departamento de Química e Bioquímica, FCUL, 1749-016 Lisboa, Portugal
2 Escola Secundária de Albufeira
E-mail: sergioleal20@gmail.com
20-11-2010 1
Laboratório virtual e-lab: plataforma de ensino das ciências
FARO, 1 DE JULHO 2009
A exploração do e-lab no ensino
Importa questionar
• Será vantajosa a implementação?
• Quando implementar?
• É motivador para os alunos?
• É motivador para os professores?
• Poderá servir de desafio?
20-11-2010 2
A exploração do e-lab no ensino
Introdução
• Diminuição da questionação ao longo do percurso
académico.
• Falta de gosto pela Ciência?
• A situação anterior atenta:
- Numa pedagogia transmissiva;
- Abordagem descontextualizada.
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A exploração do e-lab no ensino
Introdução
• Pilares da mistificação e desmotivação de alunos e
professores para o ensino das ciências:
- A não contextualização do ensino;
- O facto de não tornar claro a alunos e professores a
importância da Ciência no dia-a-dia;
- Falta de formação de professores nas novas
tecnologias;
- A dificuldade de generalizar práticas laboratoriais nas
nossas escolas.
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A exploração do e-lab no ensino
Objectivos
• Inverter o estigma criado da dificuldade de disciplinas
científicas, como a Física e a Química.
• Promover a motivação, o interesse e o gosto pela
aprendizagem da Ciência.
• Através de dois canais:
- Tecnologias de informação e comunicação (TIC);
- Trabalho laboratorial (TL).
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A exploração do e-lab no ensino
Descrição
• Crescimento generalizado na utilização do
computador e da Internet pela comunidade escolar.
• Plano Tecnológico da Educação (PTE).
• Actualmente estudos confirmam a importância do
recurso às novas tecnologias (TIC) no processo de
ensino/aprendizagem (com moderação) de disciplinas
científicas, numa vertente CTSA.
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A exploração do e-lab no ensino
Descrição
• A plataforma de ensino e-lab preconiza todos os
aspectos referenciados (TIC, TL e método CTSA).
• Laboratório virtual que permite a aquisição de dados
reais, na sala de aula ou noutro local.
• A segurança, o risco e o custo são salvaguardadas.
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A exploração do e-lab no ensino
Descrição
• A formação de professores no portal e-lab será uma
mais-valia indispensável para a correcta utilização
deste recurso e pretende:
- O conhecimento e a utilização da interface e-lab;
- Ajudar o professor na planificação e preparação das
Actividades Laboratoriais (ALs);
- Testar, previamente, as ALs, promovendo auto-
-aprendizagens;
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A exploração do e-lab no ensino
Descrição
- Realizar ALs já testadas, minimizando erros de
operação;
- Conhecer e explorar materiais de apoio dispersos
pela Internet;
- Incentivar o estudo e a preparação, pelos alunos, das
ALs;
- Orientar o estudo dos alunos;
- Apoiar, individualmente caso seja possível, alunos
com dificuldades de aprendizagem.
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A exploração do e-lab no ensino
Enquadramento curricular
• No portal e-lab existem actualmente as seguintes ALs:
- Aceleração da gravidade (g);
- Variação da pressão em função do volume (PV);
- Velocidade do som (Som);
- Variação da pressão em função da profundidade
(P Vs h);
- Lançamento de dados (Dados);
- Refracção (RFR).
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A exploração do e-lab no ensino
Matriz de enquadramento curricular
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A exploração do e-lab no ensino
Conteúdo e-lab
• No portal e-lab estarão disponíveis:
- Protocolos experimentais versão aluno;
- Relatório orientado;
- Miniquizz avaliativo;
- Protocolos experimentais versão professor com
resultados.
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A exploração do e-lab no ensino
Organização das ALs
• Cada AL estará prevista para 2 tempos de 45 minutos
para o 3º ciclo e 90+45 (aula laboratorial) para o
ensino secundário.
• Recurso necessário: PC com ligação à Internet.
• Organização das ALs:
- Questões prévias;
- Objectivo;
- Planeamento e execução da AL (protocolo);
- Análise e discussão (relatório e miniquizz).20-11-2010 13
A exploração do e-lab no ensino
Conclusão
• O estudo de fenómenos naturais do que nos rodeia
(Física) e das características e transformações dos
materiais (Química) deveriam despertar interesse.
• Urge a necessidade de mudar métodos de ensino,
com recurso às novas tecnologias e trabalho
laboratorial (que o e-lab proporciona).
• O e-lab pretende contribuir para a formação contínua
de professores de ciências (bastante reduzida).
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A exploração do e-lab no ensino
E agora?
• Será vantajosa a implementação?
PTE, utilização de PC e Internet
• Quando implementar?
Ensino básico? Ensino secundário? – Em ambos
• É motivador para os alunos? Sim
• É motivador para os professores? Sim
• Poderá servir de desafio? Sem dúvida
Permite ir para além do currículo…
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A exploração do e-lab no ensino
Referências
Leal, S. C. (2006) A química orgânica no ensino secundário:
percepções e propostas. MsC. Thesis. Aveiro: Universidade
de Aveiro.
Ministério da Educação, Departamento do Ensino Básico.
(2001). Programa de ciências físicas e naturais:
Orientações curriculares para o 3.º ciclo. Lisboa: Autor.
Leite, L. (2001). Contributos para uma utilização mais
fundamentada do trabalho laboratorial no ensino das
ciências. In DES (Ed.), Cadernos Didácticos das Ciências, 1,
78-97. Lisboa: ME, DES.
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A exploração do e-lab no ensino
Referências
Marques, M. (2004). Formação contínua de professores de
ciências: Um contributo para uma melhor planificação e
desenvolvimento. Porto: ASA Editores.
Martins, A., Malaquias, I., Martins, D. R., Campos, A. C.,
Lopes, J. M., Fiúza, E. M., da Silva, M. M. F., Neves, M., &
Soares, R. (2002). Livro branco da física e da química
(1.ª ed.). Aveiro: Minerva Central.
Paiva, J. (2007). O fascínio de ser professor. Lisboa: Texto
Editores.
SEPUP. Science Education for Public Understanding Program.
Recuperado em 21 de Agosto de 2008, de
http://www.lhs.berkeley.edu/SEPUP.20-11-2010 17

Apresentação tic@algarve09 (Faro)

  • 1.
    A EXPLORAÇÃO DOE-LAB NO ENSINO Sérgio C. Leal1,2 1 Departamento de Química e Bioquímica, FCUL, 1749-016 Lisboa, Portugal 2 Escola Secundária de Albufeira E-mail: sergioleal20@gmail.com 20-11-2010 1 Laboratório virtual e-lab: plataforma de ensino das ciências FARO, 1 DE JULHO 2009
  • 2.
    A exploração doe-lab no ensino Importa questionar • Será vantajosa a implementação? • Quando implementar? • É motivador para os alunos? • É motivador para os professores? • Poderá servir de desafio? 20-11-2010 2
  • 3.
    A exploração doe-lab no ensino Introdução • Diminuição da questionação ao longo do percurso académico. • Falta de gosto pela Ciência? • A situação anterior atenta: - Numa pedagogia transmissiva; - Abordagem descontextualizada. 20-11-2010 3
  • 4.
    A exploração doe-lab no ensino Introdução • Pilares da mistificação e desmotivação de alunos e professores para o ensino das ciências: - A não contextualização do ensino; - O facto de não tornar claro a alunos e professores a importância da Ciência no dia-a-dia; - Falta de formação de professores nas novas tecnologias; - A dificuldade de generalizar práticas laboratoriais nas nossas escolas. 20-11-2010 4
  • 5.
    A exploração doe-lab no ensino Objectivos • Inverter o estigma criado da dificuldade de disciplinas científicas, como a Física e a Química. • Promover a motivação, o interesse e o gosto pela aprendizagem da Ciência. • Através de dois canais: - Tecnologias de informação e comunicação (TIC); - Trabalho laboratorial (TL). 20-11-2010 5
  • 6.
    A exploração doe-lab no ensino Descrição • Crescimento generalizado na utilização do computador e da Internet pela comunidade escolar. • Plano Tecnológico da Educação (PTE). • Actualmente estudos confirmam a importância do recurso às novas tecnologias (TIC) no processo de ensino/aprendizagem (com moderação) de disciplinas científicas, numa vertente CTSA. 20-11-2010 6
  • 7.
    A exploração doe-lab no ensino Descrição • A plataforma de ensino e-lab preconiza todos os aspectos referenciados (TIC, TL e método CTSA). • Laboratório virtual que permite a aquisição de dados reais, na sala de aula ou noutro local. • A segurança, o risco e o custo são salvaguardadas. 20-11-2010 7
  • 8.
    A exploração doe-lab no ensino Descrição • A formação de professores no portal e-lab será uma mais-valia indispensável para a correcta utilização deste recurso e pretende: - O conhecimento e a utilização da interface e-lab; - Ajudar o professor na planificação e preparação das Actividades Laboratoriais (ALs); - Testar, previamente, as ALs, promovendo auto- -aprendizagens; 20-11-2010 8
  • 9.
    A exploração doe-lab no ensino Descrição - Realizar ALs já testadas, minimizando erros de operação; - Conhecer e explorar materiais de apoio dispersos pela Internet; - Incentivar o estudo e a preparação, pelos alunos, das ALs; - Orientar o estudo dos alunos; - Apoiar, individualmente caso seja possível, alunos com dificuldades de aprendizagem. 20-11-2010 9
  • 10.
    A exploração doe-lab no ensino Enquadramento curricular • No portal e-lab existem actualmente as seguintes ALs: - Aceleração da gravidade (g); - Variação da pressão em função do volume (PV); - Velocidade do som (Som); - Variação da pressão em função da profundidade (P Vs h); - Lançamento de dados (Dados); - Refracção (RFR). 20-11-2010 10
  • 11.
    A exploração doe-lab no ensino Matriz de enquadramento curricular 20-11-2010 11
  • 12.
    A exploração doe-lab no ensino Conteúdo e-lab • No portal e-lab estarão disponíveis: - Protocolos experimentais versão aluno; - Relatório orientado; - Miniquizz avaliativo; - Protocolos experimentais versão professor com resultados. 20-11-2010 12
  • 13.
    A exploração doe-lab no ensino Organização das ALs • Cada AL estará prevista para 2 tempos de 45 minutos para o 3º ciclo e 90+45 (aula laboratorial) para o ensino secundário. • Recurso necessário: PC com ligação à Internet. • Organização das ALs: - Questões prévias; - Objectivo; - Planeamento e execução da AL (protocolo); - Análise e discussão (relatório e miniquizz).20-11-2010 13
  • 14.
    A exploração doe-lab no ensino Conclusão • O estudo de fenómenos naturais do que nos rodeia (Física) e das características e transformações dos materiais (Química) deveriam despertar interesse. • Urge a necessidade de mudar métodos de ensino, com recurso às novas tecnologias e trabalho laboratorial (que o e-lab proporciona). • O e-lab pretende contribuir para a formação contínua de professores de ciências (bastante reduzida). 20-11-2010 14
  • 15.
    A exploração doe-lab no ensino E agora? • Será vantajosa a implementação? PTE, utilização de PC e Internet • Quando implementar? Ensino básico? Ensino secundário? – Em ambos • É motivador para os alunos? Sim • É motivador para os professores? Sim • Poderá servir de desafio? Sem dúvida Permite ir para além do currículo… 20-11-2010 15
  • 16.
    A exploração doe-lab no ensino Referências Leal, S. C. (2006) A química orgânica no ensino secundário: percepções e propostas. MsC. Thesis. Aveiro: Universidade de Aveiro. Ministério da Educação, Departamento do Ensino Básico. (2001). Programa de ciências físicas e naturais: Orientações curriculares para o 3.º ciclo. Lisboa: Autor. Leite, L. (2001). Contributos para uma utilização mais fundamentada do trabalho laboratorial no ensino das ciências. In DES (Ed.), Cadernos Didácticos das Ciências, 1, 78-97. Lisboa: ME, DES. 20-11-2010 16
  • 17.
    A exploração doe-lab no ensino Referências Marques, M. (2004). Formação contínua de professores de ciências: Um contributo para uma melhor planificação e desenvolvimento. Porto: ASA Editores. Martins, A., Malaquias, I., Martins, D. R., Campos, A. C., Lopes, J. M., Fiúza, E. M., da Silva, M. M. F., Neves, M., & Soares, R. (2002). Livro branco da física e da química (1.ª ed.). Aveiro: Minerva Central. Paiva, J. (2007). O fascínio de ser professor. Lisboa: Texto Editores. SEPUP. Science Education for Public Understanding Program. Recuperado em 21 de Agosto de 2008, de http://www.lhs.berkeley.edu/SEPUP.20-11-2010 17