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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ORÓS
AULÃO 01 - 5º ANO
LEIA O TEXTO.
Minions
Seres amarelos unicelulares e milenares, os minions têm uma missão:
servir os maiores vilões. Em depressão desde a morte de seu antigo mestre,
eles tentam encontrar um novo chefe. Três voluntários, Kevin, Stuart e Bob, vão
até uma convenção de vilões nos Estados Unidos e lá se encantam com
Scarlet Overkill, que ambiciona ser a primeira mulher a dominar o mundo.
Eu sou apaixonada pelos dois primeiros filmes da franquia Meu malvado
favorito, então quando soube que ia ser lançado um filme só com os minions eu
surtei e aguardei ansiosa para que junho finalmente chegasse e eu pudesse
conferir no cinema esses serzinhos amarelos mais fofos [...].
O filme se passa antes de Meu Malvado Favorito e nele nós conhecemos
especialmente os minions Kevin, Bob e Stuart. [...] Eu particularmente gostei
bastante do filme, a história é interessante, divertida e perfeita para ver com os
amigos ou com a família. [...] A única coisa que eu acho que poderia ser
melhorada são os efeitos em 3D [...].
Acho que nesse filme em particular não fez muita diferença assistir em 3D
ou não.
Recomendo muito esse filme para vocês. [...] É engraçado, fofo e muito
divertido.
Disponível em: . Acesso em: 1 mar. 2016. Fragmento. (P050343H6_SUP)
QUESTÃO 01.(D15)
No trecho “... eu surtei e aguardei
ansiosa...”, a palavra destacada tem o
mesmo sentido de
(A) estar preocupado.
(B) ficar bastante doente.
(C) ficar muito animado.
(D) perder o equilíbrio.
RESPOSTA: C
LEIA O TEXTO.
Um dia de professor
“Vá num pé e volte no outro”.
Certo dia, um aluno me pediu para ir ao banheiro. Preocupada com
o andamento das atividades, respondi a ele: “Vá num pé e volte no
outro”. O aluno levantou-se da carteira e saiu saltando em um pé só:
“Vou ter que virar saci, vou ter que virar saci”. Gargalhada geral na sala
de aula. E não ficou só nisso!
No meio do caminho, ele encontrou com a diretora, que perguntou
o que significava aquilo. Ele respondeu: “Tenho que me transformar em
saci porque a professora me mandou ir num pé e voltar no outro”. Dito
isso, continuou pulando com um pé só, repetindo a frase, como se
tentasse se transformar num saci de verdade.
SILVA, Ana Tereza M. Bernardino da. Um dia de professor: vá num pé e volte no outro.
Nova Escola. São Paulo: abril, ano XX, n. 184, p. 18, ago. 2005. (P050323C2_SUP)
QUESTÃO 02. (D15)
Nesse texto, qual é o sentido da
expressão “Vá num pé e volte no outro”
dita pela professora?
(A) Andar depressa.
(B) Andar saltando.
(C) Imitar um personagem folclórico.
(D) Ir e voltar pelo mesmo caminho.
RESPOSTA: A
LEIA O TEXTO.
Pulgas
As
alimentar,
pulgas
sugam
são insetos
o sangue
que, para se
quente dos
vertebrados. Sua picada provoca coceira.
Há, muitas espécies de pulgas: “pulga do
homem”, pulga do rato”, “pulga do cão” e “ bicho
de pé”. Isso não quer dizer que a pulga de rato só
ataque ratos, pois quaisquer das espécies
infestam outros animais e também o homem.
QUESTÃO 03. (D15)
No trecho” ... pois quaisquer das espécies
infestam outros animais e também o
homem.”, a palavra grifada significa:
(A) pulam
(B) inflamam
(C) atacam
(D) assustam
RESPOSTA: C
LEIA O TEXTO.
O rato do mato e o rato da cidade
Um ratinho da cidade foi uma vez convidado para ir à casa de um
rato do campo. Vendo que seu companheiro vivia pobremente de raízes e
ervas, o rato da cidade convidou-o a ir morar com ele:
— Tenho muita pena da pobreza em que você vive — disse.
— Venha morar comigo na cidade e você verá como lá a vida é mais
fácil.
Lá se foram os dois para a cidade, onde se acomodaram numa casa
rica e bonita. Foram logo à despensa e estavam muito bem, se
empanturrando de comidas fartas e gostosas, quando entrou uma pessoa
com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo. Os dois
ratos correram espavoridos para se esconder.
— Eu vou para o meu campo — disse o rato do campo quando o perigo
passou.
— Prefiro minhas raízes e ervas na calma, às suas comidas gostosas
com todo esse susto. Mais vale magro no mato que gordo na boca do
gato.
Alfabetização: livro do aluno 2ª ed. rev. e atual. / Ana Rosa Abreu... [et al.]
QUESTÃO 04. (D23)
O problema do rato do mato terminou
quando ele:
(A) descobriu a despensa da casa.
(B) se empanturrou de comida.
(C) se escondeu dos ratos.
(D) decidiu voltar para o mato.
RESPOSTA: D
LEIA O TEXTO.
OS SONHOS DE JOSAFÁ
Josafá gostava muito de dormir. Dormia a toda hora e em todos os lugares. Debaixo da
lua, debaixo do sol, tanto fazia. E, quanto mais dormia, mais sonhava.
Um dia, Josafá resolveu, depois de cada despertar, contar seus sonhos à primeira pessoa
que encontrasse. [...]
Então, contou o primeiro sonho...
Antoninho passava pela estradinha de terra que ia dar no Córrego de Areia, quando
ouviu um grito. Era Josafá, acabando de acordar:
—Êi! Êi! Eu sonhei com um peixe. Você conhece o peixe que morava debaixo da ponte
do rio Jaguaribe? Não?
Ele tem um telefone celular, sabia? (Isso não estava no sonho, mas Josafá achou por
bem inventar) Ele me disse que um velho danado queria fazer dele seu almoço.
E sabe o que o peixe fez? Nadou, nadou e nadou para bem longe...
O garotinho, que não era bobo, olhou de um jeito engraçado para Josafá e respondeu:
—Nadou para bem longe, foi? Pois seu sonho não salvou o peixinho...
—Por quê? ─espantou-se Josafá.
—Ora, porque meu nome é Antoninho Velho. Se ele nadou, não sei. Sei que acabei de
almoçar um peixinho.... ─e saiu correndo, deixando o sonhador vendo bolhas de sonho
explodindo no ar.
Pieiro, Jorge. Os sonhos de Josafá, Fortaleza
QUESTÃO 05. (D23)
O que fez com que essa história acontecesse?
(A) A informação inventada sobre o peixe.
(B) A resposta inesperada do Antoninho.
(C) O encontro de Josafá com Antoninho.
(D) O relato do sonho com o peixe.
RESPOSTA: C
LEIA O TEXTO.
O galo que logrou a raposa
Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-
se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: “…Deixa estar, seu
malandro, que já te curo!…” E em voz alta:
-Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os
animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinha, todos
os bichos andam agora aos beijos, como namorados. Desça desses poleiros e
venha receber o meu abraço de paz e amor.
-Muito bem! –exclamou o galo. Não imagina como tal notícia me alegra!
Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições! Vou já
descer para abraçar a amiga raposa, mas… como lá vem vindo três cachorros,
acho bom esperá-los, para que eles também tomem parte da confraternização.
Ao ouvir falar em cachorros, dona raposa não quis saber de histórias, e tratou de
pôr-se a fresco, dizendo:
– Infelizmente, amigos Có-ri-có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos
amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? Até logo.
E rapou-se.
Com esperteza, – esperteza e meia.
QUESTÃO 06. (D23)
O que deu origem aos fatos narrados nesse texto?
(A) A esperteza da raposa.
(B) A esperteza do galo.
(C) A esperteza na floresta.
(D) A esperteza do galo e da raposa.
RESPOSTA: A
LEIA O TEXTO.
.
O desperdício da água
A maioria das pessoas tem o costume de desperdiçar
água, mas isso tem de mudar, porque o consumo de água vem
aumentando muito e está cada vez mais difícil captar água de
boa qualidade. Por causa do desperdício, a água tem de ser
buscada cada vez mais longe, o que encarece o processo e
consome dinheiro que poderia ser investido para proporcionar
a todas as pessoas condições mais dignas de higiene.
Soluções inviáveis e caras já foram cogitadas, mas estão
longe de se tornar realidade. São elas: retirar o sal da água do
mar, transportar geleiras para derretê-las, etc.
Fonte: http://www.tvcultura.com.br/aloescola/ciencias/aguanaboca/index.htm
QUESTÃO 07. (D19)
A alternativa que contempla a opinião do autor é:
(A)“Por causa do desperdício, a água tem de ser
buscada cada vez mais longe(...).”
(B) “São elas: retirar o sal da água do mar,
transportar geleiras para derretê-las, etc.”
(C)“A maioria das pessoas têm o costume de
desperdiçar água, mas isso tem de mudar, porque o
consumo de água vem aumentando muito(...).”
(D)“A maioria das pessoas não têm o costume de
desperdiçar água(...).”
RESPOSTA: C
LEIA O TEXTO.
Chiquinha Mota Pereira
Era uma menina que tinha uma grande amiga.
Sempre que estava com vontade de brincar, era só
chamar e a Chiquinha aparecia.
Tá certo que Chiquinha só aparecia pra ela e pra mais
ninguém. Mas isso não fazia a menor diferença, uma vez
que a amiga não era de mais ninguém, era só dela.
A menina não ficava nem um pouco chateada, porque
as pessoas não viam a Chiquinha.
E até apresentava a amiga pros outros, ou pra se
divertir, ou porque se esquecia desse pequeno detalhe.
– Esta aqui é a Chiquinha Mota Pereira, minha melhor
amiga.
As pessoas ficavam meio desconfiadas, olhando pra
cara da menina. Uns diziam: “Cadê?”. Outros, querendo
ser bonzinhos, comentavam: “Como ela é bonita!” E
havia ainda uns que falavam: “Tá doida, menina? Não
tem ninguém aí!”.
A menina morria de rir. Que falta de imaginação! Ela
sabia que as pessoas eram muito limitadas.
FALCÃO, Adriana. Chiquinha Mota Pereira. In: Sete histórias para contar. São
Paulo: Moderna, 2008. p. 42-4. Fragmento.
QUESTÃO 08. (D19)
A frase que mostra uma opinião sobre
Chiquinha Mota Pereira é:
(A)“... estava com vontade de brincar,...”. (2°
parágrafo)
(B)“... e a Chiquinha aparecia.”. (2°
parágrafo)
(C)“‘Como ela é bonita!’”. (7° parágrafo)
(D)“A menina morria de rir.”. (8° parágrafo)
RESPOSTA: C
LEIA O TEXTO.
ENTENDA MELHOR ESSE FENÔMENO
Primeiro o céu fica bem escuro e começa a chover. Aí vem um
clarão bem forte, seguido de um barulho enorme. E a gente toma o
maior susto! O nome desse fenômeno, poderoso e às vezes
assustador, é raio. O raio nasce em nuvens grandes e escuras, que
têm a parte de baixo lisa. Elas são conhecidas como cúmulos-
nimbos e ficam bem altas, entre 2 e 18 quilômetros do chão.
Quando estão cheias de gotículas de água e pequenos pedaços de
gelo, caem grandes tempestades. Com o vento as pedrinhas de
gelo batem umas nas outras. Essa agitação cria partículas de
eletricidade na nuvem.
Se uma nuvem com muitas partículas elétricas negativas
encontra outra com muitas partículas positivas, elas trocam essas
partículas, formando uma corrente elétrica poderosa.
Também pode acontecer de se formar uma corrente elétrica entre
uma nuvem e o solo. Nos dois casos, o resultado final é o raio.
(MOIÓLI, Júlia. Revista Recreio n.411. Janeiro/2008)
QUESTÃO 09. (D19)
A opinião do autor a respeito dos raios é
que
(A) nascem em grandes nuvens escuras.
(B)sãofenômenos poderosos e
assustadores.
(C) são formados por corrente elétrica.
(D)surgem num clarão seguido de um
barulho.
RESPOSTA: B
GABARITO
01 02 03 04 05 06 07 08 09
C A C D C A C C B

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apresentação de slides para simulados de portugues 5º ano do ensino fundamental

  • 1. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ORÓS AULÃO 01 - 5º ANO
  • 2. LEIA O TEXTO. Minions Seres amarelos unicelulares e milenares, os minions têm uma missão: servir os maiores vilões. Em depressão desde a morte de seu antigo mestre, eles tentam encontrar um novo chefe. Três voluntários, Kevin, Stuart e Bob, vão até uma convenção de vilões nos Estados Unidos e lá se encantam com Scarlet Overkill, que ambiciona ser a primeira mulher a dominar o mundo. Eu sou apaixonada pelos dois primeiros filmes da franquia Meu malvado favorito, então quando soube que ia ser lançado um filme só com os minions eu surtei e aguardei ansiosa para que junho finalmente chegasse e eu pudesse conferir no cinema esses serzinhos amarelos mais fofos [...]. O filme se passa antes de Meu Malvado Favorito e nele nós conhecemos especialmente os minions Kevin, Bob e Stuart. [...] Eu particularmente gostei bastante do filme, a história é interessante, divertida e perfeita para ver com os amigos ou com a família. [...] A única coisa que eu acho que poderia ser melhorada são os efeitos em 3D [...]. Acho que nesse filme em particular não fez muita diferença assistir em 3D ou não. Recomendo muito esse filme para vocês. [...] É engraçado, fofo e muito divertido. Disponível em: . Acesso em: 1 mar. 2016. Fragmento. (P050343H6_SUP)
  • 3. QUESTÃO 01.(D15) No trecho “... eu surtei e aguardei ansiosa...”, a palavra destacada tem o mesmo sentido de (A) estar preocupado. (B) ficar bastante doente. (C) ficar muito animado. (D) perder o equilíbrio. RESPOSTA: C
  • 4. LEIA O TEXTO. Um dia de professor “Vá num pé e volte no outro”. Certo dia, um aluno me pediu para ir ao banheiro. Preocupada com o andamento das atividades, respondi a ele: “Vá num pé e volte no outro”. O aluno levantou-se da carteira e saiu saltando em um pé só: “Vou ter que virar saci, vou ter que virar saci”. Gargalhada geral na sala de aula. E não ficou só nisso! No meio do caminho, ele encontrou com a diretora, que perguntou o que significava aquilo. Ele respondeu: “Tenho que me transformar em saci porque a professora me mandou ir num pé e voltar no outro”. Dito isso, continuou pulando com um pé só, repetindo a frase, como se tentasse se transformar num saci de verdade. SILVA, Ana Tereza M. Bernardino da. Um dia de professor: vá num pé e volte no outro. Nova Escola. São Paulo: abril, ano XX, n. 184, p. 18, ago. 2005. (P050323C2_SUP)
  • 5. QUESTÃO 02. (D15) Nesse texto, qual é o sentido da expressão “Vá num pé e volte no outro” dita pela professora? (A) Andar depressa. (B) Andar saltando. (C) Imitar um personagem folclórico. (D) Ir e voltar pelo mesmo caminho. RESPOSTA: A
  • 6. LEIA O TEXTO. Pulgas As alimentar, pulgas sugam são insetos o sangue que, para se quente dos vertebrados. Sua picada provoca coceira. Há, muitas espécies de pulgas: “pulga do homem”, pulga do rato”, “pulga do cão” e “ bicho de pé”. Isso não quer dizer que a pulga de rato só ataque ratos, pois quaisquer das espécies infestam outros animais e também o homem.
  • 7. QUESTÃO 03. (D15) No trecho” ... pois quaisquer das espécies infestam outros animais e também o homem.”, a palavra grifada significa: (A) pulam (B) inflamam (C) atacam (D) assustam RESPOSTA: C
  • 8. LEIA O TEXTO. O rato do mato e o rato da cidade Um ratinho da cidade foi uma vez convidado para ir à casa de um rato do campo. Vendo que seu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a ir morar com ele: — Tenho muita pena da pobreza em que você vive — disse. — Venha morar comigo na cidade e você verá como lá a vida é mais fácil. Lá se foram os dois para a cidade, onde se acomodaram numa casa rica e bonita. Foram logo à despensa e estavam muito bem, se empanturrando de comidas fartas e gostosas, quando entrou uma pessoa com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo. Os dois ratos correram espavoridos para se esconder. — Eu vou para o meu campo — disse o rato do campo quando o perigo passou. — Prefiro minhas raízes e ervas na calma, às suas comidas gostosas com todo esse susto. Mais vale magro no mato que gordo na boca do gato. Alfabetização: livro do aluno 2ª ed. rev. e atual. / Ana Rosa Abreu... [et al.]
  • 9. QUESTÃO 04. (D23) O problema do rato do mato terminou quando ele: (A) descobriu a despensa da casa. (B) se empanturrou de comida. (C) se escondeu dos ratos. (D) decidiu voltar para o mato. RESPOSTA: D
  • 10. LEIA O TEXTO. OS SONHOS DE JOSAFÁ Josafá gostava muito de dormir. Dormia a toda hora e em todos os lugares. Debaixo da lua, debaixo do sol, tanto fazia. E, quanto mais dormia, mais sonhava. Um dia, Josafá resolveu, depois de cada despertar, contar seus sonhos à primeira pessoa que encontrasse. [...] Então, contou o primeiro sonho... Antoninho passava pela estradinha de terra que ia dar no Córrego de Areia, quando ouviu um grito. Era Josafá, acabando de acordar: —Êi! Êi! Eu sonhei com um peixe. Você conhece o peixe que morava debaixo da ponte do rio Jaguaribe? Não? Ele tem um telefone celular, sabia? (Isso não estava no sonho, mas Josafá achou por bem inventar) Ele me disse que um velho danado queria fazer dele seu almoço. E sabe o que o peixe fez? Nadou, nadou e nadou para bem longe... O garotinho, que não era bobo, olhou de um jeito engraçado para Josafá e respondeu: —Nadou para bem longe, foi? Pois seu sonho não salvou o peixinho... —Por quê? ─espantou-se Josafá. —Ora, porque meu nome é Antoninho Velho. Se ele nadou, não sei. Sei que acabei de almoçar um peixinho.... ─e saiu correndo, deixando o sonhador vendo bolhas de sonho explodindo no ar. Pieiro, Jorge. Os sonhos de Josafá, Fortaleza
  • 11. QUESTÃO 05. (D23) O que fez com que essa história acontecesse? (A) A informação inventada sobre o peixe. (B) A resposta inesperada do Antoninho. (C) O encontro de Josafá com Antoninho. (D) O relato do sonho com o peixe. RESPOSTA: C
  • 12. LEIA O TEXTO. O galo que logrou a raposa Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou- se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: “…Deixa estar, seu malandro, que já te curo!…” E em voz alta: -Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinha, todos os bichos andam agora aos beijos, como namorados. Desça desses poleiros e venha receber o meu abraço de paz e amor. -Muito bem! –exclamou o galo. Não imagina como tal notícia me alegra! Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas… como lá vem vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que eles também tomem parte da confraternização. Ao ouvir falar em cachorros, dona raposa não quis saber de histórias, e tratou de pôr-se a fresco, dizendo: – Infelizmente, amigos Có-ri-có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? Até logo. E rapou-se. Com esperteza, – esperteza e meia.
  • 13. QUESTÃO 06. (D23) O que deu origem aos fatos narrados nesse texto? (A) A esperteza da raposa. (B) A esperteza do galo. (C) A esperteza na floresta. (D) A esperteza do galo e da raposa. RESPOSTA: A
  • 14. LEIA O TEXTO. . O desperdício da água A maioria das pessoas tem o costume de desperdiçar água, mas isso tem de mudar, porque o consumo de água vem aumentando muito e está cada vez mais difícil captar água de boa qualidade. Por causa do desperdício, a água tem de ser buscada cada vez mais longe, o que encarece o processo e consome dinheiro que poderia ser investido para proporcionar a todas as pessoas condições mais dignas de higiene. Soluções inviáveis e caras já foram cogitadas, mas estão longe de se tornar realidade. São elas: retirar o sal da água do mar, transportar geleiras para derretê-las, etc. Fonte: http://www.tvcultura.com.br/aloescola/ciencias/aguanaboca/index.htm
  • 15. QUESTÃO 07. (D19) A alternativa que contempla a opinião do autor é: (A)“Por causa do desperdício, a água tem de ser buscada cada vez mais longe(...).” (B) “São elas: retirar o sal da água do mar, transportar geleiras para derretê-las, etc.” (C)“A maioria das pessoas têm o costume de desperdiçar água, mas isso tem de mudar, porque o consumo de água vem aumentando muito(...).” (D)“A maioria das pessoas não têm o costume de desperdiçar água(...).” RESPOSTA: C
  • 16. LEIA O TEXTO. Chiquinha Mota Pereira Era uma menina que tinha uma grande amiga. Sempre que estava com vontade de brincar, era só chamar e a Chiquinha aparecia. Tá certo que Chiquinha só aparecia pra ela e pra mais ninguém. Mas isso não fazia a menor diferença, uma vez que a amiga não era de mais ninguém, era só dela. A menina não ficava nem um pouco chateada, porque as pessoas não viam a Chiquinha. E até apresentava a amiga pros outros, ou pra se divertir, ou porque se esquecia desse pequeno detalhe. – Esta aqui é a Chiquinha Mota Pereira, minha melhor amiga.
  • 17. As pessoas ficavam meio desconfiadas, olhando pra cara da menina. Uns diziam: “Cadê?”. Outros, querendo ser bonzinhos, comentavam: “Como ela é bonita!” E havia ainda uns que falavam: “Tá doida, menina? Não tem ninguém aí!”. A menina morria de rir. Que falta de imaginação! Ela sabia que as pessoas eram muito limitadas. FALCÃO, Adriana. Chiquinha Mota Pereira. In: Sete histórias para contar. São Paulo: Moderna, 2008. p. 42-4. Fragmento.
  • 18. QUESTÃO 08. (D19) A frase que mostra uma opinião sobre Chiquinha Mota Pereira é: (A)“... estava com vontade de brincar,...”. (2° parágrafo) (B)“... e a Chiquinha aparecia.”. (2° parágrafo) (C)“‘Como ela é bonita!’”. (7° parágrafo) (D)“A menina morria de rir.”. (8° parágrafo) RESPOSTA: C
  • 19. LEIA O TEXTO. ENTENDA MELHOR ESSE FENÔMENO Primeiro o céu fica bem escuro e começa a chover. Aí vem um clarão bem forte, seguido de um barulho enorme. E a gente toma o maior susto! O nome desse fenômeno, poderoso e às vezes assustador, é raio. O raio nasce em nuvens grandes e escuras, que têm a parte de baixo lisa. Elas são conhecidas como cúmulos- nimbos e ficam bem altas, entre 2 e 18 quilômetros do chão. Quando estão cheias de gotículas de água e pequenos pedaços de gelo, caem grandes tempestades. Com o vento as pedrinhas de gelo batem umas nas outras. Essa agitação cria partículas de eletricidade na nuvem. Se uma nuvem com muitas partículas elétricas negativas encontra outra com muitas partículas positivas, elas trocam essas partículas, formando uma corrente elétrica poderosa. Também pode acontecer de se formar uma corrente elétrica entre uma nuvem e o solo. Nos dois casos, o resultado final é o raio. (MOIÓLI, Júlia. Revista Recreio n.411. Janeiro/2008)
  • 20. QUESTÃO 09. (D19) A opinião do autor a respeito dos raios é que (A) nascem em grandes nuvens escuras. (B)sãofenômenos poderosos e assustadores. (C) são formados por corrente elétrica. (D)surgem num clarão seguido de um barulho. RESPOSTA: B
  • 21.
  • 22. GABARITO 01 02 03 04 05 06 07 08 09 C A C D C A C C B