Caracterização do cluster e dos desafios que enfrenta
Isabel Soares
FEP/CEFUP
Apresentação
I. Uma nova via de desenvolvimento para a EU: alteração de modelo.
Envolventes macro e micro.
II. O papel central do cluster da energia entre o potencial de inovação e o
contexto empresarial . O papel das PME no novo modelo.
III. O setor elétrico europeu entre 4 situações extremas
IV. Análise SWOT
V. Considerações finais.
Crise financeira redução drástica do PIB
 Se a UE mantiver o mesmo modelo de desenvolvimento, nem
sequer conseguirá recuperar a taxa de crescimento pré-crise!
 Alteração do modelo macroeconómico, mais atento aos
aspectos micro e comportamentais/ Alteração dos
pressupostos
Estratégia de crescimento inteligente, sustentável e inclusivo
Setor Energético: um dos pilares da mudança
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Os investimentos dependem de
expectativas subjetivas
Investimentos maiores acionam mais
“learning-by-doing” reduzindo os
custos unitários de produção
RESULTADO
Existência de diferentes pontos de
equilíbrio com diferentes vias de
crescimento económico.
A envolvente macroeconómica: algumas das medidas
necessárias
 Utilização de parte dos rendimentos dos leilões do ETS e de fundos
estruturais para suporte do esforço de redução de emissões nos países do
leste europeu.
 Incentivo ao investimento empresarial através de benefícios fiscais
conjugados com aumentos da taxa marginal de T s/ rendimentos de
capital destinado a outros fins.
 Introdução de expectativas de crescimento de baixo carbono em
Contratos Públicos.
 Gestão das expectativas de crescimento económico de modo idêntico ao
usado pelos bancos centrais na gestão das expectativas de inflação.
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Envolvente microeconómica: algumas das medidas necessárias
 Reforço das normas de construção para fomentar o investimento em
eficiência energética
 Reforço das normas de eficiência energética nos transportes
 Uso de parte do rendimento dos leilões do ETS para fomento da eficiência
energética e das ER
 Normalização das infraestruturas de smart grid e de equipamentos
domésticos inteligentes
 Desenvolvimento de redes de aprendizagem de soluções empresariais
inovadoras a nível europeu.
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II. O papel central do cluster da energia entre o potencial de
inovação e o contexto empresarial . O papel das PME
Energia: pilar do novo modelo de desenvolvimento
e central na política europeia
• Objetivo: estabelecer redes de PME produtoras e fornecedoras
Objetivo: oportunidades de negócio com
companhias de maior dimensão do cluster e
integração na sua cadeia de valor.
• Meta-clusters?
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Estratégia de crescimento inteligente, sustentável e inclusivo:
nada pode funcionar sem a participação, em rede, das PME
europeias
 Representam 99.8% do tecido empresarial não-financeiro (2012)
 A maioria (92.2%) são micro-empresas (< 10 empregados)
 6.5% das PME da EU são Pequenas Empresas ( 10 - 49 empregados )
 Apenas 1.1% são Médias Empresas (50-249 empregados)
 Apenas 0.2% são grandes empresas não-financeiras (>250 empregados)
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Estratégia Europeia para impulsionar as PME de acordo com as
prioridades estratégicas
Isabel Soares ( isoares@fep.up.pt) 9
EU
Strategy
Resource Efficiency
Green Markets
Green Jobs
O setor energético europeu entre 4 situações extremas
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O setor energético europeu entre 4 situações extremas
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IV. Análise SWOT do setor energético da UE
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Considerações finais sobre os drivers do setor elétrico europeu
 Liberalização e criação de um mercado interno de energia
 A questão climática e o que é necessário fazer
para baixar as emissões de CO2
 O aumento sustentado da D
 Investimentos em infraestruturas
 Inovação e I&D
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Obrigada!
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Apresentação Prof. Isabel Soares - EnergyIN Bruxelas

  • 1.
    Caracterização do clustere dos desafios que enfrenta Isabel Soares FEP/CEFUP
  • 2.
    Apresentação I. Uma novavia de desenvolvimento para a EU: alteração de modelo. Envolventes macro e micro. II. O papel central do cluster da energia entre o potencial de inovação e o contexto empresarial . O papel das PME no novo modelo. III. O setor elétrico europeu entre 4 situações extremas IV. Análise SWOT V. Considerações finais.
  • 3.
    Crise financeira reduçãodrástica do PIB  Se a UE mantiver o mesmo modelo de desenvolvimento, nem sequer conseguirá recuperar a taxa de crescimento pré-crise!  Alteração do modelo macroeconómico, mais atento aos aspectos micro e comportamentais/ Alteração dos pressupostos Estratégia de crescimento inteligente, sustentável e inclusivo Setor Energético: um dos pilares da mudança I.Soares, isoares@fep.up.pt 3
  • 4.
    I.Soares, isoares@fep.up.pt 4 Osinvestimentos dependem de expectativas subjetivas Investimentos maiores acionam mais “learning-by-doing” reduzindo os custos unitários de produção RESULTADO Existência de diferentes pontos de equilíbrio com diferentes vias de crescimento económico.
  • 5.
    A envolvente macroeconómica:algumas das medidas necessárias  Utilização de parte dos rendimentos dos leilões do ETS e de fundos estruturais para suporte do esforço de redução de emissões nos países do leste europeu.  Incentivo ao investimento empresarial através de benefícios fiscais conjugados com aumentos da taxa marginal de T s/ rendimentos de capital destinado a outros fins.  Introdução de expectativas de crescimento de baixo carbono em Contratos Públicos.  Gestão das expectativas de crescimento económico de modo idêntico ao usado pelos bancos centrais na gestão das expectativas de inflação. I.Soares, isoares@fep.up.pt 5
  • 6.
    Envolvente microeconómica: algumasdas medidas necessárias  Reforço das normas de construção para fomentar o investimento em eficiência energética  Reforço das normas de eficiência energética nos transportes  Uso de parte do rendimento dos leilões do ETS para fomento da eficiência energética e das ER  Normalização das infraestruturas de smart grid e de equipamentos domésticos inteligentes  Desenvolvimento de redes de aprendizagem de soluções empresariais inovadoras a nível europeu. I.Soares, isoares@fep.up.pt 6
  • 7.
    II. O papelcentral do cluster da energia entre o potencial de inovação e o contexto empresarial . O papel das PME Energia: pilar do novo modelo de desenvolvimento e central na política europeia • Objetivo: estabelecer redes de PME produtoras e fornecedoras Objetivo: oportunidades de negócio com companhias de maior dimensão do cluster e integração na sua cadeia de valor. • Meta-clusters? I.Soares, isoares@fep.up.pt 7
  • 8.
    Estratégia de crescimentointeligente, sustentável e inclusivo: nada pode funcionar sem a participação, em rede, das PME europeias  Representam 99.8% do tecido empresarial não-financeiro (2012)  A maioria (92.2%) são micro-empresas (< 10 empregados)  6.5% das PME da EU são Pequenas Empresas ( 10 - 49 empregados )  Apenas 1.1% são Médias Empresas (50-249 empregados)  Apenas 0.2% são grandes empresas não-financeiras (>250 empregados) I.Soares, isoares@fep.up.pt 8
  • 9.
    Estratégia Europeia paraimpulsionar as PME de acordo com as prioridades estratégicas Isabel Soares ( isoares@fep.up.pt) 9 EU Strategy Resource Efficiency Green Markets Green Jobs
  • 10.
    O setor energéticoeuropeu entre 4 situações extremas I.Soares, isoares@fep.up.pt 10
  • 11.
    O setor energéticoeuropeu entre 4 situações extremas I.Soares, isoares@fep.up.pt 11
  • 12.
    IV. Análise SWOTdo setor energético da UE I.Soares, isoares@fep.up.pt 12
  • 13.
    Considerações finais sobreos drivers do setor elétrico europeu  Liberalização e criação de um mercado interno de energia  A questão climática e o que é necessário fazer para baixar as emissões de CO2  O aumento sustentado da D  Investimentos em infraestruturas  Inovação e I&D I.Soares, isoares@fep.up.pt 13
  • 14.