A geografia das
sociedades: População

     Cap.19, 20 e 21
Conceitos demográficos básicos
   Taxa de Natalidade (%o): nº de nascidos vivos para cada mil
    hab.
   Taxa de Mortalidade (%o):nº de óbitos para cada mil hab.
   Crescimento Vegetativo (CV)- (%):nat.-mort.
   População Absoluta / Populoso (milhões)
   População Relativa (Densidade demográfica / Povoado
    (hab/km²)
   Superpovoamento
   Taxa de fecundidade (%): nº médio de filhos por mulher.
Fases do crescimento demográfico:

  Fases do crescimento mundial:
  1ª fase :Crescimento Lento (primitivo)
  2ª fase:Crescimento rápido
  3ª fase:Explosão demográfica
  4ªfase:Desaceleração
•Thomas Robert Malthus – Pastor da
Igreja Anglicana, publivcou em 1798
o livro “ Um ensaio sobre o princípio
da população”
• Final do Sec.XVIII – Revolução
Industrial
•Sua teoria: o ritmo do crescimento
populacional mundial não seria
acompanhado pelo aumento da
produção de alimentos, ou seja,
haveria fome no planeta.
•Ele dizia que numa situação de
normalidade a população dobraria a
cada 25 anos.
•Esse crescimento se daria em
progressão geométrica
(1,2,4,8,16,32,64...) enquanto a
produção de alimento cresceria em
   Pós-Segunda Guerra Mundial, os índices de crescimento
    atingiram níveis elevados.
   Causa: Redução das taxas de mortalidade pela Revolução
    médico-sanitária.
   Resgatam-se as idéias de Malthus dando origem à Teoria
    Neomalthusiana.
   Segundo esta corrente, a fome e a miséria se explicam
    pela existência de uma população numerosa. Assim a
    solução seria o fim da pobreza através do rígido controle
    da natalidade nos países pobres. A causa então, do
    subdesenvolvimento era o crescimento populacional.
   O Brasil é prova contrária disto, reduziu o crescimento
    populacional     e    não   saiu    da    condição     de
    subdesenvolvimento.
   Em     contraposição    ao
    Neomalthusianos surgiu a
    Teoria Reformista.
   Essa    corrente   propõe
    exatamente o contrário: a
    causa da pobreza não
    está     no   contingente
    populacional e sim na má
    distribuição de renda, que
    não permite que estas
    nações     desfrutem    de
    melhores condições de
    vida.
1. Estrutura Ocupacional da População:

   População economicamente ativa (PEA) ou
    população ativa; compreende o potencial de
    mão-de-obra com que pode contar o setor produtivo, isto
    é, a população ocupada e a população desocupada.

   População economicamente inativa (PEI); pessoas
    incapacitadas para o trabalho ou que desistiram de
    buscar trabalho ou não querem mesmo trabalhar. Inclui
    os incapacitados, os estudantes e as pessoas que
    cuidam de afazeres domésticos
1. Estrutura Ocupacional da População:

   Subemprego: emprego de baixa remuneração
    em atividades não regulamentadas que
    constituem a economia informal.
   O grave problema do trabalho infantil;
   A globalização, as transformações no mercado
    de trabalho e o aumento do desemprego;
   Os paraísos fiscais;
3. Pirâmides etárias
  Principais elementos de uma pirâmide etária:
 Base – população jovem;
 Corpo – população adulta;
 Ápice ou topo – população idosa;
 Abscissa – quantidade de pessoas,

em valor absoluto ou porcentagem;
à direita estão as mulheres e
à esquerda os homens;
 Ordenada – faixas de idade;
1. Estrutura Ocupacional da População:
   População ativa por setores da atividade
    econômica:
   Países desenvolvidos: setores terciário e
    secundário;
   Países subdesenvolvidos: setor primário;
   Países subdesenvolvidos industrializados:
    setores primário, secundário e terciário;
2. Estrutura Populacional e divisão do
trabalho por sexos
   Na maior parte dos países, a população
    feminina representa 50% ou pouco mais da
    população total;
   O papel da mulher nas sociedades e a
    Geografia de Gênero;
   A participação feminina na PEA é elevada nos
    países desenvolvidos e baixa nos países
    subdesenvolvidos;
3. Pirâmides etárias
   Estrutura Etária: distribuição da população por
    idades;
País de velhos ou país de jovens?

País jovem:

   Elevados gastos
    assistenciais
    (educação, saúde e
    lazer)
   Grande oferta de
    mão de obra
   Desemprego
   Geração de
    empregos
País idoso:


 •Escassez de mão de obra
 •Elevados gastos assistenciais (saúde,
 aposentadorias, lazer)
 •Necessidade de incremento à imigração
 •Mão de obra especializada e experiente




                                           BUSH


Gordon Brown   Raul Castro
3. Pirâmides etárias
  Quanto à estrutura etária da população podemos
   classificar os países do mundo em três tipos principais
   de regimes demográficos:
1. Regime demográfico de população envelhecida. Ex:
   Alemanha e França.
3. Pirâmides etárias
2. Regime demográfico de população em fase de
   envelhecimento (madura ou intermediária):
   * Países desenvolvidos novos. Ex: Austrália e Estados
   Unidos;
   * Países subdesenvolvidos industrializados. Ex: Brasil e
   China;
3. Pirâmides etárias

3. Regime demográfico de população jovem. Ex: Chile e
   Tanzânia.
POPULAÇÃO ATIVA E SETORES DA ATIVIDADE
ECONÔMICA

   Setor primário: compreende a pecuária, agricultura e o
    extrativismo (primitivo).
    Setor secundário: compreende atividades industriais
    (transformação, mineradora e construção civil)
   Setor terciário: compreende as atividades de serviços
    (bancos, comércio, escolas, prestação de serviços,
    funcionalismo público, turismo, transportes, propagandas
    etc.)
   Setor quaternário: está relacionado com a revolução
    tecnocientífica, compreende as atividades de pesquisa
    de alto nível (biotecnologia, robótica, aeroespacial etc).
Tipos de movimentos
     migratórios:

a)   Migrações definitivas – o migrante
     permanece para sempre no local de
     destino.
b)   Migrações temporárias – período
     indefinido, mas com retorno ao local de
     origem.
Classificação das migrações

a) Migrações Internas (dentro do país):
 Êxodo Rural (campo-cidade)
 Pendular (diária)
 Transumância (sazonal)
 Migração rural-rural
 Migração urbana-urbana
 Migração urbana-rural
 Migração inter-regional
 Migração intra-regional
Campo de refugiados, Tanzânia, 1994.
b) Migrações Externas (internacionais):
   Espontâneas (vontade do migrante);
   Forçadas (contra a vontade do migrante).
   Observação:
    saída do país (emigração)
    entrada no país (imigração)
Causas das migrações:
 Política (desterritorialização);
 Religiosa (peregrinação);
 Conflitos étnico-raciais;
 Naturais (fenômenos naturais);
 Econômicos (fatores estruturais ou
  conjunturais)
Consequências das migrações:

   Contribui com o processo de ocupação;
   Contribui com o processo de miscigenação e
    difusão cultural;
   Contribui com o desenvolvimento, quando for
    de mão de obra qualificada (fuga de cérebro);
   Concorrência com a mão-de-obra local, gera o
    xenofobismo;
   Solução para problemas estruturais para o país
    de emigração.
Índice de Desenvolvimento Humano - IDH
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa da qualidade de vida de
diversos países do mundo.
Os critérios de avaliação são: renda per capita, alfabetismo e expectativa de vida
Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,499, é considerado baixo.
Quando o IDH de um país está entre 0,500 e 0,799, é considerado médio.
Quando o IDH de um país está entre 0,800 e 1, é considerado alto




                               ██ n/a           ██ 0.700-0.749   ██ 0.450-0.499
                               ██ 0.950 até 1   ██ 0.650-0.699   ██ 0.400-0.449
                               ██ 0.900-0.949   ██ 0.600-0.649   ██ 0.350-0.399
                               ██ 0.850-0.899   ██ 0.550-0.599   ██ 0.300-0.349
                               ██ 0.800-0.849   ██ 0.500-0.549   ██ abaixo de
                               ██ 0.750-0.799                    0.300

Apresentação 2 revisão provão 2 ano

  • 1.
    A geografia das sociedades:População Cap.19, 20 e 21
  • 2.
    Conceitos demográficos básicos  Taxa de Natalidade (%o): nº de nascidos vivos para cada mil hab.  Taxa de Mortalidade (%o):nº de óbitos para cada mil hab.  Crescimento Vegetativo (CV)- (%):nat.-mort.  População Absoluta / Populoso (milhões)  População Relativa (Densidade demográfica / Povoado (hab/km²)  Superpovoamento  Taxa de fecundidade (%): nº médio de filhos por mulher.
  • 3.
    Fases do crescimentodemográfico:  Fases do crescimento mundial:  1ª fase :Crescimento Lento (primitivo)  2ª fase:Crescimento rápido  3ª fase:Explosão demográfica  4ªfase:Desaceleração
  • 4.
    •Thomas Robert Malthus– Pastor da Igreja Anglicana, publivcou em 1798 o livro “ Um ensaio sobre o princípio da população” • Final do Sec.XVIII – Revolução Industrial •Sua teoria: o ritmo do crescimento populacional mundial não seria acompanhado pelo aumento da produção de alimentos, ou seja, haveria fome no planeta. •Ele dizia que numa situação de normalidade a população dobraria a cada 25 anos. •Esse crescimento se daria em progressão geométrica (1,2,4,8,16,32,64...) enquanto a produção de alimento cresceria em
  • 5.
    Pós-Segunda Guerra Mundial, os índices de crescimento atingiram níveis elevados.  Causa: Redução das taxas de mortalidade pela Revolução médico-sanitária.  Resgatam-se as idéias de Malthus dando origem à Teoria Neomalthusiana.  Segundo esta corrente, a fome e a miséria se explicam pela existência de uma população numerosa. Assim a solução seria o fim da pobreza através do rígido controle da natalidade nos países pobres. A causa então, do subdesenvolvimento era o crescimento populacional.  O Brasil é prova contrária disto, reduziu o crescimento populacional e não saiu da condição de subdesenvolvimento.
  • 6.
    Em contraposição ao Neomalthusianos surgiu a Teoria Reformista.  Essa corrente propõe exatamente o contrário: a causa da pobreza não está no contingente populacional e sim na má distribuição de renda, que não permite que estas nações desfrutem de melhores condições de vida.
  • 7.
    1. Estrutura Ocupacionalda População:  População economicamente ativa (PEA) ou população ativa; compreende o potencial de mão-de-obra com que pode contar o setor produtivo, isto é, a população ocupada e a população desocupada.  População economicamente inativa (PEI); pessoas incapacitadas para o trabalho ou que desistiram de buscar trabalho ou não querem mesmo trabalhar. Inclui os incapacitados, os estudantes e as pessoas que cuidam de afazeres domésticos
  • 8.
    1. Estrutura Ocupacionalda População:  Subemprego: emprego de baixa remuneração em atividades não regulamentadas que constituem a economia informal.  O grave problema do trabalho infantil;  A globalização, as transformações no mercado de trabalho e o aumento do desemprego;  Os paraísos fiscais;
  • 9.
    3. Pirâmides etárias  Principais elementos de uma pirâmide etária:  Base – população jovem;  Corpo – população adulta;  Ápice ou topo – população idosa;  Abscissa – quantidade de pessoas, em valor absoluto ou porcentagem; à direita estão as mulheres e à esquerda os homens;  Ordenada – faixas de idade;
  • 10.
    1. Estrutura Ocupacionalda População:  População ativa por setores da atividade econômica:  Países desenvolvidos: setores terciário e secundário;  Países subdesenvolvidos: setor primário;  Países subdesenvolvidos industrializados: setores primário, secundário e terciário;
  • 11.
    2. Estrutura Populacionale divisão do trabalho por sexos  Na maior parte dos países, a população feminina representa 50% ou pouco mais da população total;  O papel da mulher nas sociedades e a Geografia de Gênero;  A participação feminina na PEA é elevada nos países desenvolvidos e baixa nos países subdesenvolvidos;
  • 12.
    3. Pirâmides etárias  Estrutura Etária: distribuição da população por idades;
  • 13.
    País de velhosou país de jovens? País jovem:  Elevados gastos assistenciais (educação, saúde e lazer)  Grande oferta de mão de obra  Desemprego  Geração de empregos
  • 14.
    País idoso: •Escassezde mão de obra •Elevados gastos assistenciais (saúde, aposentadorias, lazer) •Necessidade de incremento à imigração •Mão de obra especializada e experiente BUSH Gordon Brown Raul Castro
  • 15.
    3. Pirâmides etárias  Quanto à estrutura etária da população podemos classificar os países do mundo em três tipos principais de regimes demográficos: 1. Regime demográfico de população envelhecida. Ex: Alemanha e França.
  • 16.
    3. Pirâmides etárias 2.Regime demográfico de população em fase de envelhecimento (madura ou intermediária): * Países desenvolvidos novos. Ex: Austrália e Estados Unidos; * Países subdesenvolvidos industrializados. Ex: Brasil e China;
  • 17.
    3. Pirâmides etárias 3.Regime demográfico de população jovem. Ex: Chile e Tanzânia.
  • 18.
    POPULAÇÃO ATIVA ESETORES DA ATIVIDADE ECONÔMICA  Setor primário: compreende a pecuária, agricultura e o extrativismo (primitivo).  Setor secundário: compreende atividades industriais (transformação, mineradora e construção civil)  Setor terciário: compreende as atividades de serviços (bancos, comércio, escolas, prestação de serviços, funcionalismo público, turismo, transportes, propagandas etc.)  Setor quaternário: está relacionado com a revolução tecnocientífica, compreende as atividades de pesquisa de alto nível (biotecnologia, robótica, aeroespacial etc).
  • 19.
    Tipos de movimentos migratórios: a) Migrações definitivas – o migrante permanece para sempre no local de destino. b) Migrações temporárias – período indefinido, mas com retorno ao local de origem.
  • 20.
    Classificação das migrações a)Migrações Internas (dentro do país):  Êxodo Rural (campo-cidade)  Pendular (diária)  Transumância (sazonal)  Migração rural-rural  Migração urbana-urbana  Migração urbana-rural  Migração inter-regional  Migração intra-regional
  • 21.
    Campo de refugiados,Tanzânia, 1994.
  • 22.
    b) Migrações Externas(internacionais):  Espontâneas (vontade do migrante);  Forçadas (contra a vontade do migrante).  Observação: saída do país (emigração) entrada no país (imigração)
  • 24.
    Causas das migrações: Política (desterritorialização);  Religiosa (peregrinação);  Conflitos étnico-raciais;  Naturais (fenômenos naturais);  Econômicos (fatores estruturais ou conjunturais)
  • 25.
    Consequências das migrações:  Contribui com o processo de ocupação;  Contribui com o processo de miscigenação e difusão cultural;  Contribui com o desenvolvimento, quando for de mão de obra qualificada (fuga de cérebro);  Concorrência com a mão-de-obra local, gera o xenofobismo;  Solução para problemas estruturais para o país de emigração.
  • 26.
    Índice de DesenvolvimentoHumano - IDH O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa da qualidade de vida de diversos países do mundo. Os critérios de avaliação são: renda per capita, alfabetismo e expectativa de vida Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,499, é considerado baixo. Quando o IDH de um país está entre 0,500 e 0,799, é considerado médio. Quando o IDH de um país está entre 0,800 e 1, é considerado alto ██ n/a ██ 0.700-0.749 ██ 0.450-0.499 ██ 0.950 até 1 ██ 0.650-0.699 ██ 0.400-0.449 ██ 0.900-0.949 ██ 0.600-0.649 ██ 0.350-0.399 ██ 0.850-0.899 ██ 0.550-0.599 ██ 0.300-0.349 ██ 0.800-0.849 ██ 0.500-0.549 ██ abaixo de ██ 0.750-0.799 0.300