Porque o outro se torna mais importante  que nós mesmos ? Porque certas atitudes ou mesmo a indiferença alheia nos incomoda tanto ? Onde erramos por sofrer assim ?
Vem  de  muito  longe,  quando ainda pequeninos, costumavam-nos falar:  “ Não  foi  nada! “- “Pare de chorar, não doeu tanto assim !”
Acaba  parecendo  que  a  nossa DOR não é realmente importante, ou  seja,  que  o  sentimos  nada significa!
Mais ainda:  quando o filho  se esforça e  tira  uma boa  nota e ouve: Não fez  mais  que a sua obrigação !
Ou  quando  com  raiva,  os baixinhos desabafam : “Vou me embora  desta  casa ! “  e  os insensíveis  adultos  revidam: - Quer que eu ajude a arrumar as malas?
É  preciso  ajudar  os  pequeninos desde cedo a desenvolverem a tão falada “auto-estima”,
É  preciso  identificar  aspectos positivos  em  sua  conduta, mostrar-lhe a importância de sua existência naquela família, apoiar os  seus  acertos  e  orienta-los calmamente  quando  nos  seus erros.
Devemos  estimular  a  esperança que é a vitamina de nossas vidas e a  solidariedade  que  lubrifica nossos sentimentos pela paz .
Os  erros,  os  sofrimentos,  a  indiferença ,  precisam  ser encarados como passageiros, ou melhor, como um remédio ruim que  precisamos  ingerir  para ficarmos melhores
Este  modo  de  encarar  as situações só se tornará  possível quando acreditarmos que temos VALOR e que a cada dia vamos aprendendo....,
As  vezes  ensinando,  as vezes chorando, as vezes sorrindo, mas quase  sempre  buscando  “estar feliz “, e isto depende muito mais de nós mesmos agora  que somos “ADULTOS! “.

Aprendendo A Gostar De Si Mesmo

  • 1.
    Porque o outrose torna mais importante que nós mesmos ? Porque certas atitudes ou mesmo a indiferença alheia nos incomoda tanto ? Onde erramos por sofrer assim ?
  • 2.
    Vem de muito longe, quando ainda pequeninos, costumavam-nos falar: “ Não foi nada! “- “Pare de chorar, não doeu tanto assim !”
  • 3.
    Acaba parecendo que a nossa DOR não é realmente importante, ou seja, que o sentimos nada significa!
  • 4.
    Mais ainda: quando o filho se esforça e tira uma boa nota e ouve: Não fez mais que a sua obrigação !
  • 5.
    Ou quando com raiva, os baixinhos desabafam : “Vou me embora desta casa ! “ e os insensíveis adultos revidam: - Quer que eu ajude a arrumar as malas?
  • 6.
    É preciso ajudar os pequeninos desde cedo a desenvolverem a tão falada “auto-estima”,
  • 7.
    É preciso identificar aspectos positivos em sua conduta, mostrar-lhe a importância de sua existência naquela família, apoiar os seus acertos e orienta-los calmamente quando nos seus erros.
  • 8.
    Devemos estimular a esperança que é a vitamina de nossas vidas e a solidariedade que lubrifica nossos sentimentos pela paz .
  • 9.
    Os erros, os sofrimentos, a indiferença , precisam ser encarados como passageiros, ou melhor, como um remédio ruim que precisamos ingerir para ficarmos melhores
  • 10.
    Este modo de encarar as situações só se tornará possível quando acreditarmos que temos VALOR e que a cada dia vamos aprendendo....,
  • 11.
    As vezes ensinando, as vezes chorando, as vezes sorrindo, mas quase sempre buscando “estar feliz “, e isto depende muito mais de nós mesmos agora que somos “ADULTOS! “.