Alterações Climáticas




     Maria João Cruz
   www.sim.ul.pt/cciam/
Resumo
 As Alterações Climáticas
 Impactos das Alterações Climáticas
Incertezas
Respostas às Alterações Climáticas
   Mitigação
   Adaptação
 Mais informação…
Variabilidade Climática
                                                    Natural

              Factores Externos
 Parâmetros Orbitais (excentricidade, inclinação
          do eixo, precessão do eixo)
               Actividade solar
                   Meteoritos




              Factores Internos
       Regimes de circulação atmosférica
        Regimes de circulação oceânica
                 Retroacções
   Composição Atmosfera (GEE, partículas)
A superfície da Terra erradia
                          energia (radiação IV) para o
                          espaço




Radiação solar (UV) aquece a
superfície da Terra




                                                  Ausência GEE
                                         Temperatura média à superfície:

                                                   -18ºC
A superfície da Terra erradia
                          energia (radiação IV) para o
                          espaço




                                                   Os GEE absorvem parte da
                                                   radiação emitida pela Terra
Radiação solar (UV) aquece a
superfície da Terra




                                                  Presença GEE
                                         Temperatura média à superfície:

                                                    15ºC
Evolução das concentrações de três dos principais GEE
– CO2, CH4 e N2O – nos últimos 1 000 anos.




                                          Fonte, IPCC
Fonte, EEA
Fonte, SIAM
Cenários de Alterações
Climáticas para o Futuro

 Modelos Climáticos
1970s
Modelos climáticos iniciais limitados. Apenas incluíam
CO2, radiação e precipitação mas sem nuvens.

1980s
+ Nuvens, cobertura terrestre e gelo. Desertos e gelo
reflectem mais radiação e florestas absorvem mais.


1990 – 1º relatório do IPCC
+ Modelo simplificado dos oceanos (apenas com a
camada superficial dos oceanos).

1996 – 2º relatório do IPCC
+ Modelos mais sofisticados dos oceanos;
+ Vulcões (erupções libertam partículas que podem
bloquear a luz solar temporariamente e reduzir
temperaturas globais).

2001 – 3º relatório do IPCC
+ Ciclo do carbono
+ Modelos mais sofisticados dos oceanos;

2007 – 4º relatório do IPCC
+ Reacções químicas na atmosfera.
 Os modelos são produzidos por computadores 256
vezes mais rápidos que os de 1970s.
Cenários de Alterações Climáticas

                               4
                                       CGCM2_A2
                                       CGCM2_B2
                                       CSIRO_A1
                                       CSIRO_A2
                               3       CSIRO_B1
                                       CSIRO_B2
   Anomalia Temperatura (ºC)
Change in temperature (ºC)


                                       ECHAM4_A2
                                       ECHAM4_B2
                                       GFDL_A2
                                       GFDL_B2
                               2       HADCM3_A2
                                       HADCM3_B2
                                       NCAR-CSM_A2
                                       NCAR-PCM_A2
                                       NCAR-PCM_B2
                               1




                               0



                               1960   1980    2000   2020   2040   2060   2080   2100
Cenários de emissões de GEE

                           1000
                                          A1B
                           900            A1T
Concentração CO2 (ppmv)


                                          A1FI
                                          A2
CO2 Concentration (ppmv)




                           800
                                          B1
                           700            B2

                           600

                           500

                           400

                           300
                                   2000      2020   2040   2060   2080   2100
As emissões anuais recentes de GEE são próximas dos
          cenários mais gravosos do IPCC




Journal reference: Proceedings of the National Academy of Sciences (DOI: 10.1073/pnas.0700609104)
Alterações Climáticas
Previsões para Portugal
       Projecto SIAM
Temperatura máxima JJA




Observações          GGa2 HadRM
 1961-1990          +4 a + 8ºC



                             Fonte: SIAM
Precipitação (média anual )



                               Os impactos não serão
                              iguais em todas as regiões
Clima ≠ Tempo
Clima ≠ Tempo
 Descrevem o mesmo sistema, utilizando as mesmas variáveis
(temperatura, precipitação, humidade, etc.)


 Diferentes escalas temporais
       tempo = evolução dia-a-dia do estado da atmosfera;
       clima = características médias da atmosfera num
determinado local para períodos de tempo na ordem das
dezenas de anos.


 As alterações climáticas são modificações significativas nos
padrões médios do clima.
Clima ≠ Tempo
 Modelos climáticos simulam o efeito do aumento dos
GEE no clima a longo prazo (décadas ou centenas de
anos)  não permitem fazer previsões meteorológicas
para o futuro, mas antes fazer previsões de como o clima
se irá alterar.


 Permitem prever que a temperatura será em média mais
elevada ou que em média choverá menos em determinada
região, mas não prever o tempo para um determinado dia
ou ano. Assim, não podemos atribuir um fenómeno isolado
(como uma cheia) às alterações climáticas.
Clima ≠ Tempo
           Warmest 12 quentes
           12 anos mais years:
    1998,2005,2003,2002,2004,2006,
    2001,1997,1995,1999,1990,2000
Alterações Climáticas
      Impactos
Impactos nos Recursos Hídricos


• Redução caudais dos rios

• Redução da quantidade de água nas albufeiras e nos
aquíferos

• Escassez de água no Verão

• Redução da qualidade da água
Impactos nas Zonas Costeiras


 Subida do Nível
Médio do Mar

 Rotação das ondas




                                   Foz do Douro, 9.10.2010
Evolução das praias


Redução dos areais

Guincho      -3% a -5%
R.Cascais    -47% a -78%
Conceição    -52% a -81%
Tamariz      -53% a -84%
S.Pedro      -40% a -67%
Carcavelos   -41% a -64%
Impactos na Saúde
Impactos no Turismo


•   Alterações na sazonalidade natural
•   Alterações na satisfação dos turistas (conforto e segurança)
•   Alterações nos produtos/ atracções na oferta
•   Efeitos nas operações de turismo
             • Abastecimento e qualidade da água
             • Custos de aquecimento/ arrefecimento
             • Necessidades de irrigação
             • Encerramentos temporários
Impactos na Agricultura

 ↑ Temperatura                      ↓Precipitação          ↑ CO2



∆ épocas e taxas
                                                      ↑ eficiência do uso
de crescimento
                                                      de água e nutrientes
                    favorecimento
                   novas espécies   ↓ humidade solo
Impactos nas Florestas


• Alteração dos tipos florestais
dominantes


• Aumento da incidência de pragas e
doenças


• Aumento drástico do risco
meteorológico de incêndio;
prolongamento da época de incêndio

                                             Fonte, SIAM
Eucalipto - Produtividade Primária Líquida



                                              Forte redução da
                                             produtividade no
                                             Centro e Sul, redução
                                             moderada no Norte


                                              Provável declínio
                                             da cultura do eucalipto
                                             e da industria da
                                             celulose




                                                      Fonte, SIAM
Sobreiro - Produtividade Primária Líquida




                                             Forte redução da
                                            produtividade no Sul,
                                            possível aumento no
                                            Norte


                                             Deslocamento para
                                            norte das áreas
                                            produtivas




                                                     Fonte, SIAM
Biodiversidade Biodiversidade
      Impactos na

 Redução substancial dos ecossistemas húmidos


 Aumento da fragmentação da paisagem


 Aumento da susceptibilidade a invasões por espécies
   exóticas

 Deslocação de espécies para norte; desaparecimento
   das populações que se encontram nos limites sul de
   distribuição das espécies
Impactos indirectos
Alterações Climáticas
    Como comunicar?

• Como lidar com a incerteza?
• Quais os temas relevantes?
• Que escalas focar?
Cenários de Alterações Climáticas

                               4

                                   Incerteza elevada
                                      CGCM2_A2
                                      CGCM2_B2
                                      CSIRO_A1
                                   quanto à magnitude
                                      CSIRO_A2
                                      CSIRO_B1
                               3
                                       CSIRO_B2
                                   Mas há certezas:
   Anomalia Temperatura (ºC)
Change in temperature (ºC)


                                       ECHAM4_A2
                                       ECHAM4_B2

                                   . Aumento da
                                       GFDL_A2
                                       GFDL_B2
                               2       HADCM3_A2
                                   temperatura;
                                       HADCM3_B2
                                       NCAR-CSM_A2
                                   . Redução da
                                       NCAR-PCM_A2
                                       NCAR-PCM_B2
                               1
                                   precipitação

                               0



                               1960   1980    2000   2020   2040   2060   2080   2100
Alterações Climáticas
      Respostas
GEE                      Impactos

            Alterações
            Climáticas



             Respostas
Mitigação                   Adaptação
Efeito global                   Efeito local

Acção global e local               Acção local




                       Respostas
 Mitigação                                Adaptação
+ 2ºC
Mitigação




            Plantar Florestas
            Reduzir Desflorestação
            Sequestro geológico
Adaptar os edifícios
ENAAC - Estratégia Nacional de Adaptação às
Alterações Climáticas

Aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros nº 24/2010

Objectivos:
1. Informação e conhecimento,
2. Redução da vulnerabilidade e aumento da capacidade de
   resposta,
3. Promoção da participação, sensibilização e divulgação e
4. Desenvolvimento da cooperação internacional.
ENAAC - Metodologia
ENNAC
Medidas de adaptação - Exemplos...


 Melhorar o uso eficiente da água e reduzir desperdícios
 Diminuição das perdas de água na distribuição
 Eliminar os focos de poluição dos corpos de água
 Operacionalização do Plano de combate a fogos
Promoção de produtos agrícolas regionais
…
valiar? Planear? Implementar? Exemplo Europeu...




ortesia revista CHANGE e projecto CIRCLE ERA-Net, 2009)
Plano estratégico de Cascais face às Alterações Climáticas

                                                             Cenários Sócio-
          Cenários
                                                           Económicos Globais
      Climáticos Globais
                                                                 (IPCC)




                                                             Cenários Sócio-
      Cenários Climáticos
                                                              Económicos
        Regionalizados
                                     CASCAIS                 Regionalizados



                            AVALIAÇÃO DE IMPACTOS
                            Saúde; Recursos Hídricos;
                            Biodiversidade; Agricultura;
                             Zonas Costeiras; Turismo




                      ESTRATÉGIAS DE ACÇÃO

                      MITIGAÇÃO            ADAPTAÇÃO                            PECAC, 2010
Plano estratégico de Cascais face às Alterações Climáticas

             AVALIAÇÃO DE IMPACTOS

     Recursos Hídricos           Biodiversidade



      Zonas Costeiras               Saúde



        Agricultura                Turismo
Recursos Hídricos
Biodiversidade - Habitats
Menos vulneráveis
Florestas mediterrânicas
Matos mediterrânicos
Habitats Dunares
Arribas

                           Mais vulneráveis
                           Povoamentos florestais
                           Charcos temporários
                           Galerias Ripícolas
                           Ribeiras
                           Intertidal
Conclusões
•   Apesar de múltiplas incertezas, há um consenso
    generalizado de que há alterações climáticas
    antropogénicas e de que estas se irão agravar durante o
    século XXI.

•   Estas alterações climáticas terão impactos sobre os
    sistemas naturais e sociais.

•   As respostas às alterações climáticas passam pela
    mitigação e pela adaptação.

•   As respostas têm aplicação a nível local e efeitos a nível
    local ou global.
Para saber mais…

 CCIAM - http://www.sim.ul.pt/cciam/
 IPCC: http://www.ipcc.ch/
 European Environmental Agency: http://www.eea.europa.eu
 MISP - Climate Change: Mitigation Strategies in Portugal:
  http://www.siam.fc.ul.pt/MISP_Relatorio/
 SIAM - http://www.siam.fc.ul.pt/
 ENAAC: http://adaptacao.clima.pt/
Obrigada pela atenção




      Maria João Cruz
  www.sim.ul.pt/cciam/

Alterações climáticas

  • 1.
    Alterações Climáticas Maria João Cruz www.sim.ul.pt/cciam/
  • 2.
    Resumo  As AlteraçõesClimáticas  Impactos das Alterações Climáticas Incertezas Respostas às Alterações Climáticas Mitigação Adaptação  Mais informação…
  • 3.
    Variabilidade Climática Natural Factores Externos  Parâmetros Orbitais (excentricidade, inclinação do eixo, precessão do eixo) Actividade solar  Meteoritos Factores Internos  Regimes de circulação atmosférica  Regimes de circulação oceânica Retroacções Composição Atmosfera (GEE, partículas)
  • 4.
    A superfície daTerra erradia energia (radiação IV) para o espaço Radiação solar (UV) aquece a superfície da Terra Ausência GEE Temperatura média à superfície: -18ºC
  • 5.
    A superfície daTerra erradia energia (radiação IV) para o espaço Os GEE absorvem parte da radiação emitida pela Terra Radiação solar (UV) aquece a superfície da Terra Presença GEE Temperatura média à superfície: 15ºC
  • 6.
    Evolução das concentraçõesde três dos principais GEE – CO2, CH4 e N2O – nos últimos 1 000 anos. Fonte, IPCC
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    Cenários de Alterações Climáticaspara o Futuro  Modelos Climáticos
  • 10.
    1970s Modelos climáticos iniciaislimitados. Apenas incluíam CO2, radiação e precipitação mas sem nuvens. 1980s + Nuvens, cobertura terrestre e gelo. Desertos e gelo reflectem mais radiação e florestas absorvem mais. 1990 – 1º relatório do IPCC + Modelo simplificado dos oceanos (apenas com a camada superficial dos oceanos). 1996 – 2º relatório do IPCC + Modelos mais sofisticados dos oceanos; + Vulcões (erupções libertam partículas que podem bloquear a luz solar temporariamente e reduzir temperaturas globais). 2001 – 3º relatório do IPCC + Ciclo do carbono + Modelos mais sofisticados dos oceanos; 2007 – 4º relatório do IPCC + Reacções químicas na atmosfera.  Os modelos são produzidos por computadores 256 vezes mais rápidos que os de 1970s.
  • 11.
    Cenários de AlteraçõesClimáticas 4 CGCM2_A2 CGCM2_B2 CSIRO_A1 CSIRO_A2 3 CSIRO_B1 CSIRO_B2 Anomalia Temperatura (ºC) Change in temperature (ºC) ECHAM4_A2 ECHAM4_B2 GFDL_A2 GFDL_B2 2 HADCM3_A2 HADCM3_B2 NCAR-CSM_A2 NCAR-PCM_A2 NCAR-PCM_B2 1 0 1960 1980 2000 2020 2040 2060 2080 2100
  • 12.
    Cenários de emissõesde GEE 1000 A1B 900 A1T Concentração CO2 (ppmv) A1FI A2 CO2 Concentration (ppmv) 800 B1 700 B2 600 500 400 300 2000 2020 2040 2060 2080 2100
  • 13.
    As emissões anuaisrecentes de GEE são próximas dos cenários mais gravosos do IPCC Journal reference: Proceedings of the National Academy of Sciences (DOI: 10.1073/pnas.0700609104)
  • 14.
  • 15.
    Temperatura máxima JJA Observações GGa2 HadRM 1961-1990 +4 a + 8ºC Fonte: SIAM
  • 16.
    Precipitação (média anual)  Os impactos não serão iguais em todas as regiões
  • 17.
  • 18.
    Clima ≠ Tempo Descrevem o mesmo sistema, utilizando as mesmas variáveis (temperatura, precipitação, humidade, etc.)  Diferentes escalas temporais tempo = evolução dia-a-dia do estado da atmosfera; clima = características médias da atmosfera num determinado local para períodos de tempo na ordem das dezenas de anos.  As alterações climáticas são modificações significativas nos padrões médios do clima.
  • 19.
    Clima ≠ Tempo Modelos climáticos simulam o efeito do aumento dos GEE no clima a longo prazo (décadas ou centenas de anos)  não permitem fazer previsões meteorológicas para o futuro, mas antes fazer previsões de como o clima se irá alterar.  Permitem prever que a temperatura será em média mais elevada ou que em média choverá menos em determinada região, mas não prever o tempo para um determinado dia ou ano. Assim, não podemos atribuir um fenómeno isolado (como uma cheia) às alterações climáticas.
  • 20.
    Clima ≠ Tempo Warmest 12 quentes 12 anos mais years: 1998,2005,2003,2002,2004,2006, 2001,1997,1995,1999,1990,2000
  • 21.
  • 22.
    Impactos nos RecursosHídricos • Redução caudais dos rios • Redução da quantidade de água nas albufeiras e nos aquíferos • Escassez de água no Verão • Redução da qualidade da água
  • 23.
    Impactos nas ZonasCosteiras  Subida do Nível Médio do Mar  Rotação das ondas Foz do Douro, 9.10.2010
  • 24.
    Evolução das praias Reduçãodos areais Guincho -3% a -5% R.Cascais -47% a -78% Conceição -52% a -81% Tamariz -53% a -84% S.Pedro -40% a -67% Carcavelos -41% a -64%
  • 25.
  • 26.
    Impactos no Turismo • Alterações na sazonalidade natural • Alterações na satisfação dos turistas (conforto e segurança) • Alterações nos produtos/ atracções na oferta • Efeitos nas operações de turismo • Abastecimento e qualidade da água • Custos de aquecimento/ arrefecimento • Necessidades de irrigação • Encerramentos temporários
  • 27.
    Impactos na Agricultura ↑ Temperatura ↓Precipitação ↑ CO2 ∆ épocas e taxas ↑ eficiência do uso de crescimento de água e nutrientes favorecimento novas espécies ↓ humidade solo
  • 28.
    Impactos nas Florestas •Alteração dos tipos florestais dominantes • Aumento da incidência de pragas e doenças • Aumento drástico do risco meteorológico de incêndio; prolongamento da época de incêndio Fonte, SIAM
  • 29.
    Eucalipto - ProdutividadePrimária Líquida  Forte redução da produtividade no Centro e Sul, redução moderada no Norte  Provável declínio da cultura do eucalipto e da industria da celulose Fonte, SIAM
  • 30.
    Sobreiro - ProdutividadePrimária Líquida  Forte redução da produtividade no Sul, possível aumento no Norte  Deslocamento para norte das áreas produtivas Fonte, SIAM
  • 31.
    Biodiversidade Biodiversidade Impactos na  Redução substancial dos ecossistemas húmidos  Aumento da fragmentação da paisagem  Aumento da susceptibilidade a invasões por espécies exóticas  Deslocação de espécies para norte; desaparecimento das populações que se encontram nos limites sul de distribuição das espécies
  • 33.
  • 34.
    Alterações Climáticas Como comunicar? • Como lidar com a incerteza? • Quais os temas relevantes? • Que escalas focar?
  • 35.
    Cenários de AlteraçõesClimáticas 4 Incerteza elevada CGCM2_A2 CGCM2_B2 CSIRO_A1 quanto à magnitude CSIRO_A2 CSIRO_B1 3 CSIRO_B2 Mas há certezas: Anomalia Temperatura (ºC) Change in temperature (ºC) ECHAM4_A2 ECHAM4_B2 . Aumento da GFDL_A2 GFDL_B2 2 HADCM3_A2 temperatura; HADCM3_B2 NCAR-CSM_A2 . Redução da NCAR-PCM_A2 NCAR-PCM_B2 1 precipitação 0 1960 1980 2000 2020 2040 2060 2080 2100
  • 36.
  • 37.
    GEE Impactos Alterações Climáticas Respostas Mitigação Adaptação
  • 38.
    Efeito global Efeito local Acção global e local Acção local Respostas Mitigação Adaptação
  • 39.
  • 41.
    Mitigação Plantar Florestas Reduzir Desflorestação Sequestro geológico
  • 42.
  • 44.
    ENAAC - EstratégiaNacional de Adaptação às Alterações Climáticas Aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros nº 24/2010 Objectivos: 1. Informação e conhecimento, 2. Redução da vulnerabilidade e aumento da capacidade de resposta, 3. Promoção da participação, sensibilização e divulgação e 4. Desenvolvimento da cooperação internacional.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
    Medidas de adaptação- Exemplos...  Melhorar o uso eficiente da água e reduzir desperdícios  Diminuição das perdas de água na distribuição  Eliminar os focos de poluição dos corpos de água  Operacionalização do Plano de combate a fogos Promoção de produtos agrícolas regionais …
  • 48.
    valiar? Planear? Implementar?Exemplo Europeu... ortesia revista CHANGE e projecto CIRCLE ERA-Net, 2009)
  • 49.
    Plano estratégico deCascais face às Alterações Climáticas Cenários Sócio- Cenários Económicos Globais Climáticos Globais (IPCC) Cenários Sócio- Cenários Climáticos Económicos Regionalizados CASCAIS Regionalizados AVALIAÇÃO DE IMPACTOS Saúde; Recursos Hídricos; Biodiversidade; Agricultura; Zonas Costeiras; Turismo ESTRATÉGIAS DE ACÇÃO MITIGAÇÃO ADAPTAÇÃO PECAC, 2010
  • 50.
    Plano estratégico deCascais face às Alterações Climáticas AVALIAÇÃO DE IMPACTOS Recursos Hídricos Biodiversidade Zonas Costeiras Saúde Agricultura Turismo
  • 51.
  • 52.
    Biodiversidade - Habitats Menosvulneráveis Florestas mediterrânicas Matos mediterrânicos Habitats Dunares Arribas Mais vulneráveis Povoamentos florestais Charcos temporários Galerias Ripícolas Ribeiras Intertidal
  • 56.
    Conclusões • Apesar de múltiplas incertezas, há um consenso generalizado de que há alterações climáticas antropogénicas e de que estas se irão agravar durante o século XXI. • Estas alterações climáticas terão impactos sobre os sistemas naturais e sociais. • As respostas às alterações climáticas passam pela mitigação e pela adaptação. • As respostas têm aplicação a nível local e efeitos a nível local ou global.
  • 57.
    Para saber mais… CCIAM - http://www.sim.ul.pt/cciam/  IPCC: http://www.ipcc.ch/  European Environmental Agency: http://www.eea.europa.eu  MISP - Climate Change: Mitigation Strategies in Portugal: http://www.siam.fc.ul.pt/MISP_Relatorio/  SIAM - http://www.siam.fc.ul.pt/  ENAAC: http://adaptacao.clima.pt/
  • 58.
    Obrigada pela atenção Maria João Cruz www.sim.ul.pt/cciam/

Notas do Editor

  • #7 Dados obtidos a partir de furos nos gelos da Antárctica e Gronelândia e de observações directas nas últimas décadas (indicada por uma linha no caso do CO2).