Voz aos poetas!

O poeta                           Da janela do meu quarto            Estações do ano

O poeta não tem limites           Da janela do meu quarto            O inverno traz frio
Para a imaginação.                Vejo tudo o que há para ver,       E há gelo também
É como uma andorinha              Desde a fresca alvorada,           Temos de acender a lareira
Encantando o verão.               Ao magnífico entardecer…           E agasalharmo-nos bem.

O poeta já foi às estrelas,       Vejo a neve a cair,                Atrás de uma margarida
Já foi ao Japão,                  De mansinho a escorregar.          Muito bem escondida
Na sua estrada                    No frio, em pleno inverno,         A primavera chega
Que se chama                      Onde me posso aconchegar…          Perfumada e colorida.
Imaginação.
                                  Outras vezes vejo as nuvens,       O verão traz calor
O poeta é uma caneta              Branquinhas e azuladas,            E com ele banhos no mar
Que não para de escrever.         Mas também as posso ver.           Todos os meninos se divertem
É um lápis mágico                 Cinzentas e zangadas!              A correr e a saltar.
Que nunca se vai perder!
                                  A primavera de alegria,            O outono chama o vento
O poeta é a consolação            É o que eu mais gosto de ver,      Para brincarem juntinhos
Da página por preencher,          Sentir a brisa perfumada,          Caem as folhas suavemente
É o nosso sentido de viver.       E o orvalho do amanhecer!          E entra o frio devagarinho.

O poeta é o sorriso de criança,   Quando fecho a janela,             Rafael Carvalho Dias – EB BALSA
Os olhos do João,                 Das estrelas me vou despedir,
O rosto de esperança,             E aguardo desejosa,
Um abraço quente                  Pelo dia que há de vir!
Do fundo do coração!

Beatriz Amaral – 5º A             Rita Soares de Sousa Leite - 6ºA
CAMINHO
                                                                                    LEITURA
Há sempre um caminho que nos guia.                 A tristeza e a felicidade
Seja ele pela água, pelo ar, ou pelo fogo.
Há sempre um caminho que nos une,                  Estou sozinha na solidão
Seja ele forte, fraco ou médio.                    Entristecida a chorar.
Há sempre um caminho que nos liberta,                                               Lindos são os livros
                                                   As lágrimas caem sobre o rosto
Seja ele da tristeza, do cansaço, ou da solidão.                                    Escondem sentimentos
                                                   Macio leve e rosado.
Há sempre um caminho que nos confunde,                                              Inventam palavras doces
                                                   Não faço nada com gosto
Seja ele para norte, para sul, ou para leste.      O mundo está acabado.            Tentam a paz!
                                                                                    Unidos e confiantes
Mas…uma coisa é certa… se há tantos caminho,       Passado um tempo,                Reunidos para sempre,
            Porquê escolher?                       Uma aluz apareceu.               À procura da felicidade.
             Porquê parar?                         A tristeza morreu,
                Porquê sonhar?                     Viva o som da risada!            Francisco Vieira – EB Balsa
 Porquê pensar qual o melhor caminho a seguir?

Esperanza de Almeida Montoya - 6ºA                 Maria Pinto 6º B

A voz dos poetas

  • 1.
    Voz aos poetas! Opoeta Da janela do meu quarto Estações do ano O poeta não tem limites Da janela do meu quarto O inverno traz frio Para a imaginação. Vejo tudo o que há para ver, E há gelo também É como uma andorinha Desde a fresca alvorada, Temos de acender a lareira Encantando o verão. Ao magnífico entardecer… E agasalharmo-nos bem. O poeta já foi às estrelas, Vejo a neve a cair, Atrás de uma margarida Já foi ao Japão, De mansinho a escorregar. Muito bem escondida Na sua estrada No frio, em pleno inverno, A primavera chega Que se chama Onde me posso aconchegar… Perfumada e colorida. Imaginação. Outras vezes vejo as nuvens, O verão traz calor O poeta é uma caneta Branquinhas e azuladas, E com ele banhos no mar Que não para de escrever. Mas também as posso ver. Todos os meninos se divertem É um lápis mágico Cinzentas e zangadas! A correr e a saltar. Que nunca se vai perder! A primavera de alegria, O outono chama o vento O poeta é a consolação É o que eu mais gosto de ver, Para brincarem juntinhos Da página por preencher, Sentir a brisa perfumada, Caem as folhas suavemente É o nosso sentido de viver. E o orvalho do amanhecer! E entra o frio devagarinho. O poeta é o sorriso de criança, Quando fecho a janela, Rafael Carvalho Dias – EB BALSA Os olhos do João, Das estrelas me vou despedir, O rosto de esperança, E aguardo desejosa, Um abraço quente Pelo dia que há de vir! Do fundo do coração! Beatriz Amaral – 5º A Rita Soares de Sousa Leite - 6ºA
  • 2.
    CAMINHO LEITURA Há sempre um caminho que nos guia. A tristeza e a felicidade Seja ele pela água, pelo ar, ou pelo fogo. Há sempre um caminho que nos une, Estou sozinha na solidão Seja ele forte, fraco ou médio. Entristecida a chorar. Há sempre um caminho que nos liberta, Lindos são os livros As lágrimas caem sobre o rosto Seja ele da tristeza, do cansaço, ou da solidão. Escondem sentimentos Macio leve e rosado. Há sempre um caminho que nos confunde, Inventam palavras doces Não faço nada com gosto Seja ele para norte, para sul, ou para leste. O mundo está acabado. Tentam a paz! Unidos e confiantes Mas…uma coisa é certa… se há tantos caminho, Passado um tempo, Reunidos para sempre, Porquê escolher? Uma aluz apareceu. À procura da felicidade. Porquê parar? A tristeza morreu, Porquê sonhar? Viva o som da risada! Francisco Vieira – EB Balsa Porquê pensar qual o melhor caminho a seguir? Esperanza de Almeida Montoya - 6ºA Maria Pinto 6º B