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Allan Jonnys Martins dos Anjos
João Quadros Ramos
Características imediata dos insetos é todos
apresentarem cabeça, tórax, abdome e 3 pares de
pernas articuladas. Pela maneira de viver podemos
dividir os insetos em solitários e sociais. Relacionado ao
ser humano, alguns insetos poderão ser considerados
úteis, e outros, prejudiciais. Numerosos, os insetos
podem ser vistos como primeiras vítimas dos danos
ambientais, tais como os mais comuns: desmatamento,
fogo e aplicação de inseticidas.
Há muitas divergências e diferenças quando se trata de
estudos científicos de insetos. Assim, podemos
considerar na ideia de melhor visualizar para
compreender se tomou abaixo a classificação de Costa
Lima, utilizada por vários autores, assim como outras
referências.
ORDEM
Odonata (Fabrício, 1792) libélulas
Orthoptera (Olivier,1811) grilos, gafanhotos, esperanças e
paquinhas
Phasmida (Leach, 1815) bicho-pau
Dermaptera (De Geer,1772) lacraias
Coleoptera (Lineu, 1758), Besouros / besouros /vaga-lumes
Diptera (Lineu, 1758) moscas e mosquitos
Hymenoptera (Lineu,1758) abelhas, formigas, vespas
Pertencem a esta ordem os chamados
besouros, facilmente distinguíveis dos
demais insetos pela forte esclerose do
exosqueleto e dos elítros, quase
sempre de consistência coriacea ou
cornea.
Os elítros, em repouso, cobrem
as asas membranosas que, via
de regra, ficam sob eles
dobradas e escondidas. No vôo,
enquanto as asas vibram, os
elítros se mantêm entreabertos
e imóveis.
Partenogênese. Viviparidade - Normalmente a
reprodução nos Coleópteros é sexuada (anfigonia,
gamogênese). Em alguns, porém, principalmente
em Curculionideos da subfamilia Otiorhynchinae e
em Crisomelideos, ocorre a partenogênese
telítoca.
Nos Crisomelideos ocorre, às vezes, a
oviviparidade: nos casos observados os ovos são
enormes, saindo, imediatamente após a postura,
as larvas.
Nos Estafilinídeos termitófilos dos gêneros
Corotoca e Spirachtha (S. eurymedusa) (v. fig.
153 no tomo I), segundo SCHIÖDTE (1854 e
1856), observa-se verdadeira viviparidade,
eclodindo os ovos dentro dos oviductos da
fêmea; as larvas aí passam os primeiros estados
do desenvolvimento e se alimentam da secreção
das glândulas anexas a essas vias genitais.
O plano do sistema traqueal é mais ou
menos semelhante ao dos outros insetos,
modificando-se, porém, mormente
quanto à posição dos espiraculos nas
espécies adaptadas a vida aquática.
Os espiráculos do tórax acham-se na sutura
que separa o tergito do pleurito
correspondente; os do abdômen, via de
regra, abrem-se na membrana pleural, entre
os urotergitos e urosternitos
correspondentes.
A importância econômica é enorme
devido, principalmente, ao grande
número de espécies consideradas pragas
agrícolas, além de muitas outras que
atacam grãos armazenados, livros e até
mesmo cabos de chumbo de linhas
telefônicas. Podem também causar
danos diretos ao homem provocando
dermatoses como o potó.
Deve-se considerar, ainda, a
importância benéfica dos predadores
que auxiliam no controle de muitas
pragas e dos besouros coprófagos que
atuam na decomposição da matéria
orgânica, especialmente fezes bovinas
(GALLO et al, 2003).
A ordem Diptera engloba mais de noventa mil espécies.
Pertencem a este grupo as moscas e os mosquitos. A maior
parte dos dípteros distingue-se dos outros insetos por
apresentar apenas um par de asas, as anteriores, estando
as asas posteriores transformadas num par de órgãos de
equilíbrio, de pequenas dimensões, designados por
halteres ou balanceiros.
As peças bucais são fundamentalmente do tipo libador-
sugador, mas existe uma grande variabilidade no interior
desta ordem. A maioria dos indivíduos adultos alimenta-se
de fluidos animais ou vegetais, normalmente de néctar mas
também de sangue ou seiva. Na cabeça existe um par de
olhos compostos, relativamente grandes e, geralmente,
com três ocelos[1].
Relativamente ao seu desenvolvimento, estes artrópodes passam por uma metamorfose
completa. As larvas são designadas por vermiformes e ápodas. Muitas destas são
aquáticas, existindo algumas larvas herbívoras, predadoras e saprófagas[2]. Algumas
espécies desta ordem podem tornar-se pragas para o Homem, outros animais e também
para plantas cultivadas. Mas muitos dípteros são úteis. Realizam também a polinização
de plantas importantes Homem.
Podem também transportar doenças,
como a malária. Larvas de dípteros
(Tachinidae) parasitam lagartas de
borboletas e mariposas destruidoras de
plantas cultivadas e os saprófagos, que
são predadores ou parasitas de outros
insetos prejudiciais
Há dípteros que perfuram as
folhas e frutos de plantas
cultivadas, sendo considerados
como pragas; no entanto, são de
grande importância para o
ambiente, pois polinizam flores
possibilitando a troca gamética
das plantas.
A ordem Dermaptera consiste em quatro subordens:
Archidermaptera (fóssil do Período Jurássico), Arixenina,
Hemimerina (formas ápteras, vivíparas que vivem associadas
à morcegos na Ásia e ratos na África, respectivamente) e
Forficulina sendo a mais representativa por apresentar a
maioria das 1800 espécies da ordem.
Esses insetos são popularmente conhecidos como
“lacrainhas” ou “tesourinhas” devido ao seu característico par
de cercos.
São encontrados em quase todo o planeta (exceto regiões
polares). Desenvolvimento paurometabólico.
As tesourinhas são insetos pequenos ou médios
(variam de 4mm à 80mm), de corpo alongado e
achatado com um grande par de cercos em forma de
pinça no final do abdome. A maioria tem coloração
escura, que varia do preto ao marrom e algumas
espécies podem apresentar listras amareladas.
Possuem cabeça livre e prognata, peças bucais
mastigadoras, olhos grandes, pequenos ou mesmo
ausentes e antenas moderadamente longas,
normalmente filiformes ou moniliformes.
A ninfa é áptera e os adultos apresentam dois pares de asas,
sendo o anterior curto e coriáceo e o posterior amplo e
membranoso. Apesar disso, os dermapteros raramente voam.
O segundo par de asas, quando em repouso, fica dobrado em
forma de leque sob os élitros. As pernas são cursoriais (um
pouco mais robustos do que as ambulatoriais adaptadas para
correr) com tarsos trímeros apresentando duas garras e,
ocasionalmente, um arólio.
As tesourinhas habitam locais úmidos, quentes e escuros.
Têm hábito noturno e durante o dia se escondem debaixo de
rochas, troncos, folhas e frestas das casas. Podem ser fitófagos
(a maioria), predadores, parasitas ou se alimentar de materiais
em decomposição (frutas, outros insetos).
A fêmea põe os ovos em tocas no chão, e cuida
deles freqüentemente lambendo-os para evitar a
instalação de fungos e outros parasitas. Dos ovos
eclodem ninfas muito parecidas com os indivíduos
adultos (exceto pela ausência de asas), que se
desenvolvem a partir de sucessivas ecdises. A
fêmea cuida dos filhotes até o 3° ou 4° instar, a
partir daí ela pode canibalizar as formas jovens.
Conhecida popularmente por gafanhoto,
apresentando-se nas cores marrom claro (parda) e
verde que o ajudam a se manter disfarçado em
determinados ambientes, medindo
aproximadamente 3 a 4 cm (macho) e 6 a 8 cm
(fêmea) e pesando entorno de 10 a 30 gramas.
Insetos que costumam formar grupos em grandes
quantidades (nuvens de gafanhotos) para atacar
plantações. Alimentam-se de folhas de diversos
tipos de árvores ou plantas. As plantas gramíneas
são o alimento preferido, então são herbívoros.
Mas esse inseto é conhecido como sendo um dos
inimigos dos agricultores, por se juntarem em
espécie de nuvem (bando) que podem devorar
campos cultivados inteiros, provocando prejuízo
na agricultura.
Os gafanhotos têm três pares de patas e duas asas. As patas posteriores são
compridas, que servem para dar saltos que podem atingir mais de um metro.
As patas têm espinhos que utilizam para se defenderem dos inimigos.
Produz som esfregando as patas traseiras sobre as asas, fazendo-as vibrar.
O acasalamento dos gafanhotos ocorre durante o verão, onde a fêmea costuma
aproximadamente a expelir de 50 a 100 ovos de uma única vez, assim, são
ovíparos. Os gafanhotos quando nascem parecem pequenos adultos.
Nos textos estudados, não se pode encontrar com
visibilidade substancial a importância ecológica
(ambiental) dos gafanhotos. O mais referendado
foi quanto a sua importância econômica no
sentido do impacto do seu ataque a plantações
sejam do agronegócio como frutíferas. Porém,
Gutjahr aponta em 2008 que foi/é considerado
como controlador biológico da macrófita aquática
E. crassipes.
Vejamos o que aponta Gutjahr (2008, p.6)
O gafanhoto (semi-aquático) desenvolve seu
ciclo vital associado, principalmente, às
colônias da macrófita aquática E. crassipes.
Esse gafanhoto foi considerado por muito
tempo, um provável controlador biológico
dessa macrófita aquática (BENETT,1970;
SILVEIRA-GUIDO & PERKINS 1975) o que foi
confirmado mais recentemente por HILL &
CILLIERS (1999) e OBERHOLZER & HILL (2001).
Conhecida popularmente como libélulas e
libelinhas. As libélulas apresentam as asas
traseiras um pouco mais amplas do que as
dianteiras e, as libelinhas ambas as asas
regulam de tamanho, quanto suas patas,
apresentam seis pares.
Apresentam abdome alongado e seu corpo
revela variadas cores.
Voam bastante rápido, suas asas apresentam
uma envergadura de dois a vinte centímetros
aproximadamente, e se necessário podem
funcionar separadamente, obedecendo a
forma e velocidade do voo pretendido.
Segundo Mariana Araguaia, bióloga, esses
insetos “podem bater suas asas até 50 vezes
por segundo e atingir cerca de 90 km/h, com
condições de se manterem no ar por
aproximadamente 5 horas diárias”.
O comprimento corporal pode variar entre 15 a 120 milímetros, e geralmente podem ser
avistados sobrevoando ao cair do dia, em riachos de água doce (rios, córrego e lagos- Mata
Ciliar), mas também podem ser encontradas em habitat de águas salgadas, bem como, em
jardins (um pouco distante da água propriamente dita). Segundo o site que aborda sobre
Insectes and their allies , este tipo de inseto segue rotas de voo regulares todos os dias.
O macho possui pênis e, quando acasala a fêmea, ambos retorcem o
corpo formando uma espécie de coração. Antes da cópula, algumas
espécies realizam cortejo.
Quando precisam da presença da água para reprodução.
Conhecido popularmente como bicho-pau
por se parecer muito com um graveto. Há
muitas espécies de bichos-pau distribuídas
em muitas partes do mundo, mas são
bastante numerosos nos trópicos e são os
maiores em tamanho. Apresentam asas, mas
não voam. Longos e finos podem medir no
seu comprimento aproximadamente 30 cm.
Caminham de forma bastante lenta e com
movimento oscilante, dando a impressão de
ser um graveto sendo levado pela brisa ou
vento. Segundo Santana apresentam uma
incrível similaridade com fragmentos de
madeira. [...] se adapta de forma brilhante
ao universo da Natureza, utilizando o
instrumento da camuflagem. Sua defesa é
esta, permanecer muito tempo imobilizado,
para não ser percebido e não ser pego pelos
seus caçadores, especialmente as aves.
A reprodução entre eles é sexuada ou assexuada, através da partenogênese – um embrião
é gerado sem que se recorra à fertilização. São ovíparos, e é a fêmea quem lança os ovos
em várias direções, assim os recém-nascidos podem se disseminar nas mais vastas regiões
longe da mãe. Os insetos do gênero masculino vivem aproximadamente 18 meses,
enquanto que os do sexo feminino sobrevivem por mais ou menos 30 meses.
Não foi encontrado visivelmente indícios da
importância ambiental desse inseto, porém, estudos
portugueses revelam algumas pistas, vejamos:
“só se encontram fêmeas o que significa que existe
uma reprodução assexuada, o que é raro”, explica o
entomólogo José Alberto Quartau . Além disso, “outro
fato fascinante” é o de, quando está em fase de
crescimento (estado em que assume o nome de ninfa),
o bicho-pau se auto-regenerar. “Se perder uma perna
durante esse período, ela cresce de novo, esse
fenômeno regenerador é interessante do ponto de
vista da biologia animal”, esclarece o estudioso. Sem
esquecer a capacidade de camuflagem, característica
rara entre as espécies animais, lembra Quartau. O
pesquisador lamenta o fato de os invertebrados serem
das espécies mais esquecidas. Porém, relembra sua
importância nos ecossistemas: “para existirem
vertebrados é muito importante o papel dos
invertebrados.
Por exemplo, não existiriam algumas aves se não
existissem insetos”.
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A Classe dos Insetos - Biologia

  • 1. Alunos: Allan Jonnys Martins dos Anjos João Quadros Ramos
  • 2. Características imediata dos insetos é todos apresentarem cabeça, tórax, abdome e 3 pares de pernas articuladas. Pela maneira de viver podemos dividir os insetos em solitários e sociais. Relacionado ao ser humano, alguns insetos poderão ser considerados úteis, e outros, prejudiciais. Numerosos, os insetos podem ser vistos como primeiras vítimas dos danos ambientais, tais como os mais comuns: desmatamento, fogo e aplicação de inseticidas. Há muitas divergências e diferenças quando se trata de estudos científicos de insetos. Assim, podemos considerar na ideia de melhor visualizar para compreender se tomou abaixo a classificação de Costa Lima, utilizada por vários autores, assim como outras referências. ORDEM Odonata (Fabrício, 1792) libélulas Orthoptera (Olivier,1811) grilos, gafanhotos, esperanças e paquinhas Phasmida (Leach, 1815) bicho-pau Dermaptera (De Geer,1772) lacraias Coleoptera (Lineu, 1758), Besouros / besouros /vaga-lumes Diptera (Lineu, 1758) moscas e mosquitos Hymenoptera (Lineu,1758) abelhas, formigas, vespas
  • 3. Pertencem a esta ordem os chamados besouros, facilmente distinguíveis dos demais insetos pela forte esclerose do exosqueleto e dos elítros, quase sempre de consistência coriacea ou cornea. Os elítros, em repouso, cobrem as asas membranosas que, via de regra, ficam sob eles dobradas e escondidas. No vôo, enquanto as asas vibram, os elítros se mantêm entreabertos e imóveis.
  • 4. Partenogênese. Viviparidade - Normalmente a reprodução nos Coleópteros é sexuada (anfigonia, gamogênese). Em alguns, porém, principalmente em Curculionideos da subfamilia Otiorhynchinae e em Crisomelideos, ocorre a partenogênese telítoca. Nos Crisomelideos ocorre, às vezes, a oviviparidade: nos casos observados os ovos são enormes, saindo, imediatamente após a postura, as larvas. Nos Estafilinídeos termitófilos dos gêneros Corotoca e Spirachtha (S. eurymedusa) (v. fig. 153 no tomo I), segundo SCHIÖDTE (1854 e 1856), observa-se verdadeira viviparidade, eclodindo os ovos dentro dos oviductos da fêmea; as larvas aí passam os primeiros estados do desenvolvimento e se alimentam da secreção das glândulas anexas a essas vias genitais.
  • 5. O plano do sistema traqueal é mais ou menos semelhante ao dos outros insetos, modificando-se, porém, mormente quanto à posição dos espiraculos nas espécies adaptadas a vida aquática. Os espiráculos do tórax acham-se na sutura que separa o tergito do pleurito correspondente; os do abdômen, via de regra, abrem-se na membrana pleural, entre os urotergitos e urosternitos correspondentes.
  • 6. A importância econômica é enorme devido, principalmente, ao grande número de espécies consideradas pragas agrícolas, além de muitas outras que atacam grãos armazenados, livros e até mesmo cabos de chumbo de linhas telefônicas. Podem também causar danos diretos ao homem provocando dermatoses como o potó. Deve-se considerar, ainda, a importância benéfica dos predadores que auxiliam no controle de muitas pragas e dos besouros coprófagos que atuam na decomposição da matéria orgânica, especialmente fezes bovinas (GALLO et al, 2003).
  • 7. A ordem Diptera engloba mais de noventa mil espécies. Pertencem a este grupo as moscas e os mosquitos. A maior parte dos dípteros distingue-se dos outros insetos por apresentar apenas um par de asas, as anteriores, estando as asas posteriores transformadas num par de órgãos de equilíbrio, de pequenas dimensões, designados por halteres ou balanceiros. As peças bucais são fundamentalmente do tipo libador- sugador, mas existe uma grande variabilidade no interior desta ordem. A maioria dos indivíduos adultos alimenta-se de fluidos animais ou vegetais, normalmente de néctar mas também de sangue ou seiva. Na cabeça existe um par de olhos compostos, relativamente grandes e, geralmente, com três ocelos[1]. Relativamente ao seu desenvolvimento, estes artrópodes passam por uma metamorfose completa. As larvas são designadas por vermiformes e ápodas. Muitas destas são aquáticas, existindo algumas larvas herbívoras, predadoras e saprófagas[2]. Algumas espécies desta ordem podem tornar-se pragas para o Homem, outros animais e também para plantas cultivadas. Mas muitos dípteros são úteis. Realizam também a polinização de plantas importantes Homem.
  • 8. Podem também transportar doenças, como a malária. Larvas de dípteros (Tachinidae) parasitam lagartas de borboletas e mariposas destruidoras de plantas cultivadas e os saprófagos, que são predadores ou parasitas de outros insetos prejudiciais Há dípteros que perfuram as folhas e frutos de plantas cultivadas, sendo considerados como pragas; no entanto, são de grande importância para o ambiente, pois polinizam flores possibilitando a troca gamética das plantas.
  • 9. A ordem Dermaptera consiste em quatro subordens: Archidermaptera (fóssil do Período Jurássico), Arixenina, Hemimerina (formas ápteras, vivíparas que vivem associadas à morcegos na Ásia e ratos na África, respectivamente) e Forficulina sendo a mais representativa por apresentar a maioria das 1800 espécies da ordem. Esses insetos são popularmente conhecidos como “lacrainhas” ou “tesourinhas” devido ao seu característico par de cercos. São encontrados em quase todo o planeta (exceto regiões polares). Desenvolvimento paurometabólico. As tesourinhas são insetos pequenos ou médios (variam de 4mm à 80mm), de corpo alongado e achatado com um grande par de cercos em forma de pinça no final do abdome. A maioria tem coloração escura, que varia do preto ao marrom e algumas espécies podem apresentar listras amareladas. Possuem cabeça livre e prognata, peças bucais mastigadoras, olhos grandes, pequenos ou mesmo ausentes e antenas moderadamente longas, normalmente filiformes ou moniliformes.
  • 10. A ninfa é áptera e os adultos apresentam dois pares de asas, sendo o anterior curto e coriáceo e o posterior amplo e membranoso. Apesar disso, os dermapteros raramente voam. O segundo par de asas, quando em repouso, fica dobrado em forma de leque sob os élitros. As pernas são cursoriais (um pouco mais robustos do que as ambulatoriais adaptadas para correr) com tarsos trímeros apresentando duas garras e, ocasionalmente, um arólio. As tesourinhas habitam locais úmidos, quentes e escuros. Têm hábito noturno e durante o dia se escondem debaixo de rochas, troncos, folhas e frestas das casas. Podem ser fitófagos (a maioria), predadores, parasitas ou se alimentar de materiais em decomposição (frutas, outros insetos). A fêmea põe os ovos em tocas no chão, e cuida deles freqüentemente lambendo-os para evitar a instalação de fungos e outros parasitas. Dos ovos eclodem ninfas muito parecidas com os indivíduos adultos (exceto pela ausência de asas), que se desenvolvem a partir de sucessivas ecdises. A fêmea cuida dos filhotes até o 3° ou 4° instar, a partir daí ela pode canibalizar as formas jovens.
  • 11. Conhecida popularmente por gafanhoto, apresentando-se nas cores marrom claro (parda) e verde que o ajudam a se manter disfarçado em determinados ambientes, medindo aproximadamente 3 a 4 cm (macho) e 6 a 8 cm (fêmea) e pesando entorno de 10 a 30 gramas. Insetos que costumam formar grupos em grandes quantidades (nuvens de gafanhotos) para atacar plantações. Alimentam-se de folhas de diversos tipos de árvores ou plantas. As plantas gramíneas são o alimento preferido, então são herbívoros. Mas esse inseto é conhecido como sendo um dos inimigos dos agricultores, por se juntarem em espécie de nuvem (bando) que podem devorar campos cultivados inteiros, provocando prejuízo na agricultura.
  • 12. Os gafanhotos têm três pares de patas e duas asas. As patas posteriores são compridas, que servem para dar saltos que podem atingir mais de um metro. As patas têm espinhos que utilizam para se defenderem dos inimigos. Produz som esfregando as patas traseiras sobre as asas, fazendo-as vibrar.
  • 13. O acasalamento dos gafanhotos ocorre durante o verão, onde a fêmea costuma aproximadamente a expelir de 50 a 100 ovos de uma única vez, assim, são ovíparos. Os gafanhotos quando nascem parecem pequenos adultos.
  • 14. Nos textos estudados, não se pode encontrar com visibilidade substancial a importância ecológica (ambiental) dos gafanhotos. O mais referendado foi quanto a sua importância econômica no sentido do impacto do seu ataque a plantações sejam do agronegócio como frutíferas. Porém, Gutjahr aponta em 2008 que foi/é considerado como controlador biológico da macrófita aquática E. crassipes. Vejamos o que aponta Gutjahr (2008, p.6) O gafanhoto (semi-aquático) desenvolve seu ciclo vital associado, principalmente, às colônias da macrófita aquática E. crassipes. Esse gafanhoto foi considerado por muito tempo, um provável controlador biológico dessa macrófita aquática (BENETT,1970; SILVEIRA-GUIDO & PERKINS 1975) o que foi confirmado mais recentemente por HILL & CILLIERS (1999) e OBERHOLZER & HILL (2001).
  • 15. Conhecida popularmente como libélulas e libelinhas. As libélulas apresentam as asas traseiras um pouco mais amplas do que as dianteiras e, as libelinhas ambas as asas regulam de tamanho, quanto suas patas, apresentam seis pares. Apresentam abdome alongado e seu corpo revela variadas cores. Voam bastante rápido, suas asas apresentam uma envergadura de dois a vinte centímetros aproximadamente, e se necessário podem funcionar separadamente, obedecendo a forma e velocidade do voo pretendido. Segundo Mariana Araguaia, bióloga, esses insetos “podem bater suas asas até 50 vezes por segundo e atingir cerca de 90 km/h, com condições de se manterem no ar por aproximadamente 5 horas diárias”.
  • 16. O comprimento corporal pode variar entre 15 a 120 milímetros, e geralmente podem ser avistados sobrevoando ao cair do dia, em riachos de água doce (rios, córrego e lagos- Mata Ciliar), mas também podem ser encontradas em habitat de águas salgadas, bem como, em jardins (um pouco distante da água propriamente dita). Segundo o site que aborda sobre Insectes and their allies , este tipo de inseto segue rotas de voo regulares todos os dias.
  • 17. O macho possui pênis e, quando acasala a fêmea, ambos retorcem o corpo formando uma espécie de coração. Antes da cópula, algumas espécies realizam cortejo. Quando precisam da presença da água para reprodução.
  • 18. Conhecido popularmente como bicho-pau por se parecer muito com um graveto. Há muitas espécies de bichos-pau distribuídas em muitas partes do mundo, mas são bastante numerosos nos trópicos e são os maiores em tamanho. Apresentam asas, mas não voam. Longos e finos podem medir no seu comprimento aproximadamente 30 cm. Caminham de forma bastante lenta e com movimento oscilante, dando a impressão de ser um graveto sendo levado pela brisa ou vento. Segundo Santana apresentam uma incrível similaridade com fragmentos de madeira. [...] se adapta de forma brilhante ao universo da Natureza, utilizando o instrumento da camuflagem. Sua defesa é esta, permanecer muito tempo imobilizado, para não ser percebido e não ser pego pelos seus caçadores, especialmente as aves.
  • 19. A reprodução entre eles é sexuada ou assexuada, através da partenogênese – um embrião é gerado sem que se recorra à fertilização. São ovíparos, e é a fêmea quem lança os ovos em várias direções, assim os recém-nascidos podem se disseminar nas mais vastas regiões longe da mãe. Os insetos do gênero masculino vivem aproximadamente 18 meses, enquanto que os do sexo feminino sobrevivem por mais ou menos 30 meses.
  • 20. Não foi encontrado visivelmente indícios da importância ambiental desse inseto, porém, estudos portugueses revelam algumas pistas, vejamos: “só se encontram fêmeas o que significa que existe uma reprodução assexuada, o que é raro”, explica o entomólogo José Alberto Quartau . Além disso, “outro fato fascinante” é o de, quando está em fase de crescimento (estado em que assume o nome de ninfa), o bicho-pau se auto-regenerar. “Se perder uma perna durante esse período, ela cresce de novo, esse fenômeno regenerador é interessante do ponto de vista da biologia animal”, esclarece o estudioso. Sem esquecer a capacidade de camuflagem, característica rara entre as espécies animais, lembra Quartau. O pesquisador lamenta o fato de os invertebrados serem das espécies mais esquecidas. Porém, relembra sua importância nos ecossistemas: “para existirem vertebrados é muito importante o papel dos invertebrados. Por exemplo, não existiriam algumas aves se não existissem insetos”.