O documento analisa a incorporação de anglicismos no português brasileiro, apresentando resultados de pesquisa sobre modos de adaptação e frequência de uso. A maioria das palavras inglesas (52%) são usadas apenas na forma original, porém adaptadas ao sistema fonético português. Quando há concorrência entre formas, a versão aportuguesada predomina amplamente (96%). Anglicismos incorporados referem-se muitas vezes a nomes de produtos e técnicas modernas.