O documento discute a falta de dados sobre violência e bullying nas escolas brasileiras. Especialistas afirmam que a ausência de estudos abrangentes dificulta o diagnóstico e intervenção no problema. Uma pesquisa de 2015 mostrou que 40% dos estudantes sofreram violência física ou verbal na escola no último ano, sendo os agressores majoritariamente colegas. Escolas têm dificuldade em lidar com esses desafios sem uma sistematização dos problemas.