Síria:
• Incluída no conjunto de levantes conhecido como
“Primavera Árabe”.
• Mais de quatro décadas de ditadura militar.
• Desde março de 2011 o país vive ondas de
manifestações por parte da população, exigindo
mais democracia.
• O Levante popular exige a saída do ditador
Bashar Al Assad.
• Março de 2011: Protesto em Deraa, no sul do país, foi duramente reprimido pelo
governo.
• Segundo a ONU mais de 110 mil pessoas morreram no conflito
• Outubro de 2011: Conselho Nacional Sírio; Comitê de Coordenação Nacional;
Exército Livre Sírio (ELN)
• Governo acusa haver terroristas infiltrados nos grupos de manifestantes. Assad
encerrou o estado de sítio (48 anos) e promoveu eleições parlamentares.
• Coalização Nacional Síria: fundada em 11 de novembro com inspiração no Egito. O
grupo pede armamento e reconhecimento à comunidade internacional.
• Refugiados: Segundo a ONU, 2 milhões de pessoas já deixaram o país, com
principais destinos na Jordânia, Líbano, Turquia e Iraque.
Armamentos
Químicos:

• Em 21 de agosto de
2013 grupos opositores
a Bashar Al Assad
acusam o ditador de
usar armamentos
químicos contra a
população civil na
Periferia de Damasco,
deixando 650 mortos,
dentre eles centenas de
crianças. O governo
nega o ataque.
• O uso de armamentos
químicos é proibido
pela ONU, sendo
considerado desumano.
Ocidente X Oriente:
• O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, afirma que
foram encontrados resíduos químicos sarín em
amostras de sangue e cabelo, retiradas dos mortos no
ataque de 21/08/2013.
• Os Estados Unidos, juntamente com a OTAN e outros
países ocidentais ameaçam uma represália militar à
Síria, por conta da “inegável utilização de armamentos
químicos contra a população.
• Rússia – principal aliada da Síria - é contra a decisão de
uma intervenção direta, alegando que não há provas
suficientes para uma intervenção militar direta, e que o
ato traria “consequências catastróficas”.
Problema:
Até que ponto uma intervenção militar
seria a solução para os conflitos?
• Direito de intervir ou não
• EUA: ‘polícia’ do mundo? Até que ponto não há
interesses próprios em uma intervenção militar?
(questão Iraque)
• 31/08/2013: Barack Obama diz que a intervenção
militar é inevitável, mas aguardará a aprovação do
Congresso.
• Parlamento Britânico votou na semana passada o
‘não’, a intervenção militar.
• O que se esperar da Rússia?

5 síria

  • 2.
    Síria: • Incluída noconjunto de levantes conhecido como “Primavera Árabe”. • Mais de quatro décadas de ditadura militar. • Desde março de 2011 o país vive ondas de manifestações por parte da população, exigindo mais democracia. • O Levante popular exige a saída do ditador Bashar Al Assad.
  • 3.
    • Março de2011: Protesto em Deraa, no sul do país, foi duramente reprimido pelo governo. • Segundo a ONU mais de 110 mil pessoas morreram no conflito • Outubro de 2011: Conselho Nacional Sírio; Comitê de Coordenação Nacional; Exército Livre Sírio (ELN) • Governo acusa haver terroristas infiltrados nos grupos de manifestantes. Assad encerrou o estado de sítio (48 anos) e promoveu eleições parlamentares. • Coalização Nacional Síria: fundada em 11 de novembro com inspiração no Egito. O grupo pede armamento e reconhecimento à comunidade internacional. • Refugiados: Segundo a ONU, 2 milhões de pessoas já deixaram o país, com principais destinos na Jordânia, Líbano, Turquia e Iraque.
  • 4.
    Armamentos Químicos: • Em 21de agosto de 2013 grupos opositores a Bashar Al Assad acusam o ditador de usar armamentos químicos contra a população civil na Periferia de Damasco, deixando 650 mortos, dentre eles centenas de crianças. O governo nega o ataque. • O uso de armamentos químicos é proibido pela ONU, sendo considerado desumano.
  • 5.
    Ocidente X Oriente: •O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, afirma que foram encontrados resíduos químicos sarín em amostras de sangue e cabelo, retiradas dos mortos no ataque de 21/08/2013. • Os Estados Unidos, juntamente com a OTAN e outros países ocidentais ameaçam uma represália militar à Síria, por conta da “inegável utilização de armamentos químicos contra a população. • Rússia – principal aliada da Síria - é contra a decisão de uma intervenção direta, alegando que não há provas suficientes para uma intervenção militar direta, e que o ato traria “consequências catastróficas”.
  • 6.
    Problema: Até que pontouma intervenção militar seria a solução para os conflitos? • Direito de intervir ou não • EUA: ‘polícia’ do mundo? Até que ponto não há interesses próprios em uma intervenção militar? (questão Iraque) • 31/08/2013: Barack Obama diz que a intervenção militar é inevitável, mas aguardará a aprovação do Congresso. • Parlamento Britânico votou na semana passada o ‘não’, a intervenção militar. • O que se esperar da Rússia?