Estratégias de
Reprodução Assexuada




                   Prof. Ana Rita Rainho
Bipartição
 O progenitor divide-se em duas partes com
 dimensões semelhantes.




      Amiba                     Paramécia
Gemulação
 No progenitor destaca-se uma pequena porção que
  irá originar um descendente de dimensões menores.
 O descendente pode separar-se e ter vida livre ou
  permanecer anexado ao progenitor e originar uma
  colónia.




Hidra de água doce                      Leveduras
Fragmentação
 Um fragmento do progenitor pode separar-se e
 regenerar-se até originar um novo indivíduo.




      Estrela do mar               Planárias
Esporulação
 Formação de estruturas reprodutoras
 especializadas (esporos) que germinam e
 originam o novo indivíduo.




 Esporos de Penicillum         Estruturas produtoras de
                                   esporos em fetos
Multiplicação vegetativa
 Diferenciação de órgãos especializados da planta
 que irão desenvolver-se e dar origem a um novo
 indivíduo.




 Plântulas na margem das
     folhas de Briófilo        Estolhos de morangueiro
Bolbos (caules)




Tubérculos de orquídea
Multiplicação Vegetativa Artificial
Estaca
 Porção de
 caule, folha ou raíz é
 cultivada num
 substrato de
 germinação para que
 enraize e origine uma
 nova planta.
Mergulhia
 Dobra-se um ramo da       Quando a nova planta
 planta e enterra-se no     tem tamanho
 solo para criar raízes.    suficiente, corta-se a
                            ligação à planta inicial.
Enxertia

 Juntam-se as
  superfícies cortadas de
  duas plantas de
  espécies afins.
 Permite aproveitar as
  características
  vantajosas de duas
  plantas (qualidade do
  enxerto e resistência do
  porta-enxerto).
Alporquia
 Envolve-se uma porção
 de um ramo em terra
 húmida para que crie
 raízes.
 Quando está
 pronto, transplanta-se
 para o local apropriado.
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BioGeo11-reprodução assexuada