O documento discute o dom bíblico de falar em línguas e o Espírito Santo. Ele explica que falar em línguas é mencionado no Novo Testamento, mas não no Antigo, e analisa os poucos casos em que ocorre no Novo Testamento. Também discute o que Paulo ensinou sobre falar em línguas em 1 Coríntios, concluindo que se referia a línguas humanas reais, e não celestiais ou extáticas, com o propósito de comunicação e edificação da igreja.