O documento discute se é lícito falar em línguas sem interpretação durante o culto. Analisa 1 Coríntios 14 e conclui que Paulo não condenava o uso de dons espirituais, mas sim ocupar a tribuna apenas para falar em línguas sem interpretação, o que não edificava a igreja. Contudo, falar em línguas de forma alternada ou em momentos de adoração coletiva não era problema, desde que não tomasse todo o culto.