, DIESEL
MANUAL DE OFICIN A
o226
MWM MOTORES DIESEL LTDA.,..,
SA O PAULO
INTRODUÇAO
o presente manual contém as necessárias intruções para conserto dos motores da linha
O 226 para os encarregados e mecânicos das oficinas.
E imprescindível que estas oficinas possuam o equipamento necessário bem como todas as
ferramentas especiais constantes no apêndice deste manual e possuir sobretudo uma equipe
de mecânicos treinados pela própria fábrica.
Como existe uma vasta gama de motores em execuções especiais, não é poss (vel detalhar
também as mesmas ou as instalações individuais; consequentemente este manual contém
apenas as instruções sobre os trabalhos de conserto referente ao próprio motor.
No início deste manual encontra-se o índice dos diversos grupos de que se compõe o
motor, identificando este índice as diversas operações de controle e conserto nos vários
tipos de motores.
NC? DO TEXTO
4.1.4
4.1.5
4.1.6
4.1.7
• GRUPO 5
5.1.1
5.1.2
5.1.3
5.1.4
5.2
5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.3
5.3.1
5.3.2
5.4
5.4.1
5.4.2
5.4.3
5.4.4
5.4.5
•
5.4.6
5.4.7
5.4.8
5.4.9
5.4.10
5.4.11
5.4.12
5.4.13
5.4.14
5.4.15
5.4.16
5.4.17
5.4.18
5.4.19
5.4.20
5.5
5.5.1
5.5.2
5.5.3
5.5.4
5.5.5
•
5.5.6
5.5.7
5.5.8
5.5.9
5.6
5.6.1
5.6.2
5.6,3
5.6.4
INDICE DOS TEXTOS
DENOMINAÇÃO pAGINA
Remoção e instalação do cabeçote do fil tro de óleo lubrificante ...................... 36
Controle da pressão de óleo .............................................................................. 36
Troca de óleo .................................................................................................... 37
Oleo lubrificante ............................................................................................... 37
SISTEMA DE COMBUSTIVEL 37
Sistema de combustível - Motor industrial ....................................................... 37
Sistema de combustível - Motor veicular ......................................................... 38
Sangria do sistema de combustível - Motor industrial ..................................... 38
Sangria do sistema de combust ível - Motor veicul ar ......................................... 39
Fíltros de combustrvel ...................................................................................... 39
Remoção e lavagem do elemento do filtro de combustível BOSCH .................. 39
Limpeza do pré filtro sedimentador CAV (opcional) ........................................ 40
Limpeza e substituição do elemento do f ilt ro aglomerador de combustível -
Motor veicu lar .................................................................................................. 41
Porta injetores .................................................................................................. 41
Composição do porta bico injet or BOSCH - motor industrial........................... 41
Composição do porta bico injetor CAV - motor veicular ................................. 41
Bomba alimentadora ......................................................................................... 42
Composição da bomba alimentadora BOSCH sem copo - motor industrial....... 42
Composição da bomba alimentadora BOSCH com copo - motor industrial...... 42
Composição da bomba alimentadora SOLE X - motor industrial...................... 42
Composição da bomba alimentadora SOLEX - motor veicular......................... 42
Remoção e instalação da bomba alimentadora BOSCH .. .................................. 43
Desmontagem e montagem da bomba alimentadora BOSCH - sem copo.......... 43
Desmontagem e montagem da bomba alimentadora BOSCH - com copo ......... 43
Remoção e limpeza do filtro de tela da bomba alimentadora BOSCH -
sem copo .......................................................................................................... 44
Remoção e limpeza do filtro da bomba alimentadora BOSCH - com copo....... 44
Remoção e controle das válvulas da bomba al imentadora BOSCH .................... 44
Remoção e controle do êmbolo da bomba al imentadora - BOSCH................... 44
Remoção e controle do tucho de roletes da bomba alimentadora - BOSCH ..... 45
Remoção e instalação da bomba alimentadora SO LEX - motor industrial ....... 45
Remoção e instalação da bomba alimentadora 50 LEX - motor veicular.......... 45
Remoção do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor industrial.... 45
Remoção do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor veicular ....... 46
Teste do disco da válvula das bombas alimentadoras SO LEX ........................... 46
Montagem do diafragma da bomba alimentadora SO LE X - motor industrial.... 46
Montagem do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor veicular ...... 46
Limpeza dos filtros de tela das bombas alimentadoras SOLEX ........................ 47
Bomba injetora ................................................................................................ 47
Corte transversal da bomba injetora BOSCH ..................................................... 47
Corte transversal da bomba injetora CA V ......................................................... 47
Regulador de rotação RSV - BOSCH ............................................................... 47
Remoção e instalação da bomba injetora BOSCH com tampa dianteira
montada ........................................................................................................... 49
Remoção e instalação da bomba injetora BOSCH com avanço automático
e com tampa dianteira montada .................;...................................................... 49
Remoção da bomba injetora CAV com tampa dianteira montada ..................... 50
Instalação da bom ba injetora CAV com tampa dianteira montada .................... 50
Remoção e instalação da engrenagem da bomba injetora BOSCH - motor
industrial e avanço automático em motores veicul ares ...................................... 51
Remoção e instalação da engrenagem da bomba injetora CAV - motor
veicular..................,........................................................................................... 51
Ajustagem do inicio de injeção - Bomba injetora BOSCH ................................ 51
Remoção da válvul a de pressão............. ............................................................. 51
Regulagem do início de injeção mediante indicador de pré-clJrso e in(cio de
injeção .. ...... " ....,.................................................................................,............. 51
Regulagem do início de injeção sem instrumento de teste ................................ 52
Regulagem do in ício de injeção mediante a engrenagem de acionamento da
bomba injetora .................... .............................................................................. 52
N? DO TEXTO
5.6.5
5.6.6
5.6.7
5.7
5.7.1
5.7.2
5.7.3
5.7.4
5.8
5.8.1
5.8.2
GRUPO 6
6.1
6.1. 1
6.1.2
6. 1.3
6.1.4
6.1.5
6. 1.6
6.1.7
6.1 .8
6.1 .9
6.1.1 O
6.1.11
6.2
6.2.1
6.3
6.3.1
6.3.2
6.3.4
6.3.5
6.3.6
GRUPO 7
7. 1
7.1.1
7.1 .2
7.1.3
7.2
7.2.1
7.2.2
7.2.3
7.2.4
7.2.5
7.2.6
GR UPO 8
8.1
8.1.1
8.1.2
8.1.3
8.2
fNDICE DOS TEXTOS
DENOM INAÇÃO PÁGINA
Regulagem da marcha lenta no regulador de rotação RSV..................... ............ 53
Ajuste das marchas lentas e nominal da bom ba injetora CAV - motor
veicular ............................................................................................................ 53
Tabela de valores do início de injeção ............................................................... 53
Porta bico injetor .............................................................................................. 54
Teste do biGO injetor ......................................................................................... 54
Ajuste da pressão de injeção - motor industrial................................................ 54
Ajuste da pressão de in jeção - motor veicular .................................................. 54
Li mpeza do bico injetor .................................................................................... 55
Dispositivo regulador de precisão ...................................................................... 55
Remove r e instalar o regulador de segmento de velocidade de rotação - motor
industrial e marítimo ........................................................................................ 55
Remover e instalar o dispositivo de micro-regulagem - grupo geradores -
geradores de bordo ............................................................................................ 56
SISTEMA DE ARREFECIMENTO 56
Sistema de arrefecimento por circulação interna.. ............................................. 56
Remoção e instalação do radiador........ ............................................................. 56
Controle do radiador. .............................. .. ........................................................ 57
Remoção e instalação do ventilador e da polia da bomba de água ..................... 57
Remoção e instalação da correia ....................................................................... 57
Controle da tensão da correia.. .......................................................................... 57
Remoção e instalação da válvula termostática ..................... .............................. 58
Remoção e instalação da bomba de água centrífuga .......................................... 58
Componentes da bom ba de água centrífuga ...................................................... 58
Desmontagem da bomba de água centrífuga...................................................... 58
Controle dos componentes da bomba de água centrífuga .................................. 59
Montagem da bomba de água centrífuga ........................................................... 59
Válvula termostética ......................................................................................... 60
Controle da válvu la termostática ....................................................................... 60
Arrefecimento indireto ............. ........................................................................ 60
Remoção e instalação da bomba au to-aspirante ................................................ 61
Composição da bomba auto·aspirante ............................................................... 61
Desmontagem e montagem da bomba au to·aspirante ........................................ 61
Remoção e instalação do intercambiador de calor ............................................ 61
Desmontagem e montagem da colmeia .............................................................. 62
SISTEMA DE AD MISSÃO DE AR 62
Filtro de ar seco - motor veicular ..................................................................... 62
Remoção e instalação do filtro de ar seco............................. ............................. 62
Lim peza do elemento do filtro de ar seco.. ........................................................ 63
Controle do elemento........................................................................................ 63
Filtro de ar em banho de óleo - motor industrial ............................................ 64
Remoção e instalação do filtro de ar em banho de ó leo ..................................... 64
Remoção do ciclone, respectivamente do protetor contra chuva ....................... 64
Etemoção do reservatório de óleo .............. .. ..................................................... 64
Desmontagem e lavagem do elemento do fi ltro ................................................. 64
Lavagem do reservatório de óleo ....................................................................... 65
Abastecimento do reservatório de óleo................... .................................. ......... 65
EQUIPAMENTO E L ~T R I CO 65
Motor de arranque ........................................................................................... 65
Remoção e instalação do motor de arranque ..................................................... 65
Substituição das escovas de carvão .................................................................... 65
Limpeza do coletor .............................. ............................................................ 66
Alternador ....................... ................................................................................. 66
VI
NC? DO TEXTO
4.1.4
4.1.5
4.1.6
•
4.1.7
GR UPO 5
5.1.1
5.1.2
5.1.3
5.1.4
5.2
5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.3
5.3.1
5.3.2
5.4
5.4.1
5.4.2
5.4.3
5.4.4
5.4.5
5.4.6
5.4.7
. 1 5.4.8
5.4.9
5.4.10
5.4.11
5.4.12
5.4.13
5.4.14
5.4.15
5.4.16
5.4.17
5.4.18
5.4.19
5.4.20
5.5
5.5.1
5.5.2
5.5.3
5.5.4
5.5.5
•
5.5.6
5.5.7
5.5.8
5.5.9
5.6
5.6.1
5.6.2
5.6.3
5.6.4
IN DICE DOS TEXTOS
DE NOM INAÇÃO PÁGINA
Remoção e instalação do cabeçote do f iltro de óleo lubrificante ...................... 36
Controle da pressão de óleo .............................................................................. 36
Troca de óleo .................................................................................................... 37
Óleo lubrificante ............................................................................................... 37
SISTE MA DE COMB USTIVEL 37
Sistema de combustível - Motor industrial....................................................... 37
Sistema de combust ível - Motor veicular ......................................................... 38
Sangria do sistema de combustível - Motor industrial ..................................... 38
Sangria do sistema de combust ível - Motor veicul ar ......................................... 39
Filtros de combusdvel ...................................................................................... 39
Remoção e lavagem do elemento do filtro de combust ível BOSCH .................. 39
Limpeza do pré filtro sedimentador CAV (opcional) ........................................ 40
Limpeza e substituição do elemento do f iltro aglomerador de combustrvel -
Motor veicular .................................................................................................. 41
Porta injetores ............. ..................................................................................... 41
Composição do porta bico injetor BOSCH - motor industrial........................... 41
Composição do porta bico injetor CAV - motor veicular ................................. 41
Bomba allmentadora ........................... .............................................................. 42
Composição da bomba alimentadora BOSCH sem copo - motor industrial....... 42
Composição da bomba alimentadora BOSCH com copo - motor industrial...... 42
Composição da bomba alimentadora SOLEX - motor industrial ...................... 42
Composição da bomba alimentadora SO LEX - motor veicular......................... 42
Remoção e instalação da bom ba alimentadora BOSCH .................................... 43
Desmontagem e montagem da bomba alimentadora BOSCH - sem copo.......... 43
Desmontagem e montagem da bomba alimentadora BOSCH - com copo ......... 43
Remoção e limpeza do filtro de tela da bomba alimentadora BOSCH -
sem copo ......... ........................ ........ ................................................................. 44
Remoção e limpeza do filtro da bomba alimentadora BOSCH - com copo....... 44
Remoção e controle das válvulas da bomba ali mentadora BOSCH .................... 44
Remoção e controle do êmbolo da bomba alimentadora - BOSCH................... 44
Remoção e controle do tucho de roletes da bomba alimentadora - BOSCH..... 45
Remoção e instalação da bomba alimentadora SO LEX - motor industrial....... 45
Remoção e instalação da bom ba alimentadora SO LEX - motor veicular.......... 45
Remoção do diafragma da bom ba alimentadora SO LEX - motor industrial .... 45
Remoção do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor veicular ....... 46
Teste do disco da válvul a das bombas alimentadoras SO LEX ........................... 46
Montagem do diafragma da bom ba alimentadora SOLEX - motor industrial.... 46
Montagem do diafragma da bomba alimentadora SO LEX - motor veicular ...... 46
Limpeza dos filtros de tela das bom bas alimentadoras SOLEX ........................ 47
Bomba injetora ................................................................................................ 47
Corte transversal da bomba injetora BOSCH ..................................................... 47
Corte transversal da bom ba injetora CA V ......................................................... 47
Regulador de rotação RSV - BOSCH ............................................................... 47
Remoção e instalação da bomba injetora BOSCH com tampa dianteira
montada ........................................................................................................... 49
Remoção e instalação da bomba injetora BOSCH com avanço automático
e com tampa dianteira montada ........................................................................ 49
Remoção da bomba injetora CAV com tampa diantei ra montada ..................... 50
Instalação da bomba injetora CAV com tampa dianteira montada .................... 50
Remoção e instalação da engrenagem da bomba injetora BOSCH - motor
industrial e avanço automático em motores veiculares ...................................... 51
Remoção e instalação da engrenagem da bomba injetora CAV - motor
veicu lar.........................................;.................................................................... 51
Ajustagem do inrcio de injeção - Bomba injetora BOSCH ................................ 51
Remoção da válvula de pressão .......................................................................... 51
Regulagem do início de injeção mediante indicador de pré-curso e início de
injeção ...... ........................................................................................................ 51
Regulagem do início de injeção sem instrumento de teste ................................ 52
Regulagem do in(cio de injeção mediante a engrenagem de acionamento da
bomba injetora.................................................................................................. 52
N<? DO TEXTO
5.6.5
5.6.6
5.6.7
5.7
5.7. 1
5.7.2
5. 7.3
5.7.4
5.8
5.8.1
5.8.2
GRUPO 6
6. 1
6.1 .1
6.1.2
6. 1.3
6.1.4
6.1 .5
6.1.6
6. 1.7
6.1.8
6.1.9
6. 1.10
6. 1.1 1
6.2
6.2.1
6.3
6.3.1
6.3.2
6.3.4
6.3.5
6.3.6
GR UPO 7
7.1
7.1.1
7.1.2
7.1.3
7.2
7.2.1
7.2.2
7.2.3
7.2.4
7.2.5
7.2.6
GRUPO B
8. 1
8.1. 1
8.1.2
8.1.3
fN DICE DOS TEXTOS
DENOMINAÇÃO PÁGINA
Regulagem da marcha lenta no regulador de rotação RSV................................. 53
Ajuste das marchas lentas e nominal da bomba injetora CAV - motor
veicu lar ............................................................................................................ 53
Tabela de valores do início de injeção ............................................................... 53
Porta bico injetor .............................................................................................. 54
Teste do bico injetor ......................................................................................... 54
Ajuste da pressão de injeção - motor industrial ................................................ 54
Ajuste da pressão de injeção - motor veicular .................................................. 54
Limpeza do bico injetor .................................................................................... 55
Dispositivo regulador de precisão ...................................................................... 55
Remover e instalar o regulador de segmento de velocidade de rotação - motor
industrial e marítimo ........................................................................................ 55
Remover e instalar o dispositivo de micro·regulagem - grupo geradores -
geradores de bordo ............................ .... ............................................................ 56
SISTEMA DE ARREFECIMENTO 56
Sistema de arrefecimento por circulação interna ............................................... 56
Remoção e instalação do radiador .. .................................................................. . 56
Controle do radiador ......................... ............................................ .................... 57
Remoção e instalação do ventilador e da polia da bomba de água ..................... 57
Remoção e instalação da correia ....................................................................... 57
Controle da tensão da correia ............................................................... ............. 57
Remoção e instalação da válvula termostática ..... .............................................. 58
Remoção e instalação da bomba de água centrífuga.......................................... 58
Componentes da bomba de água centrífuga....................................................... 58
Desmontagem da bomba de água centrífuga...................................................... 58
Controle dos componentes da bomba de água centrífuga .................................. 59
Montagem da bomba de água centr ífu ga ........................................................... 59
Válvula termostática ..... .............................................. ...................................... 60
Controle da válvula termostática ....................................................................... 60
Arrefecimento indi reto ..... ........ ........................................................................ 60
Remoção e instalação da bomba auto·aspirante ................................................ 61
Composição da bom ba auto·aspirante ............................................................... 61
Desmontagem e montagem da bomba auto·aspirante ........................................ 61
Remoção e instalação do intercambiador de calor ............................................ 61
Desmontagem e montagem da colmeia .............................................................. 62
SISTE MA DE ADMISSÃO DE AR 62
Filtro de ar seco - motor veicular ..................................................................... 62
Remoção e instalação do filtro de ar seco.......................................................... 62
Limpeza do elemento do filtro de ar seco.......................................................... 63
Controle do elemento. .................. ......... ............................................................ 63
Filtro de ar em banho de óleo _. motor industrial ............................................ 64
Remoção e instalação do filtro de ar em banho de óleo..................................... 64
Remoção do ciclone, respectivamente do protetor contra chuva ....................... 64
Ilemoção do reservatório de óleo ..................................................................... 64
Desmontagem e lavagem do elemento do filtro ................................................. 64
Lavagem do reservatório de óleo ....................................................................... 65
Abastecimento do reservatório de óleo.............................................................. 65
EQUI PAMENTO EL~TRI CO 65
Motor de arranque ................................................................. .......................... 65
Remoção e instalação do motor de arranque ...................... ............................... 65
Substituição das escovas de carvão .................................................................... 65
Limpeza do coletor ........................................ .................................................. 66
8.2 Alternador ..... .............................................................. ..................................... 66
VI
•
N ~ DO TEXTO
8.2. 1
8.2.2
8. 2.3
8.3
8.3 .1
8.4
8.4.1
8.4.2
8.4.3
GRUPO 9
9.1
9.2
9.3
9.4
9.5
GRUPO 10
10.1
10.1 .1
10.1.2
GRUPO 11
11.1
11.2
11.3
INDICE DOS T EXTOS
DENOMINAÇÃO
Remoção e instalação do alternador ..................................................................
Remoção e instalação da polia do alternadot............... ......................................
Limpeza do coletor ........... ................................................................................
Regulador de voltagem ... .. .. ...............................................................................
Remoção e instalação do regulador de voltagem ...............................................
Bateria ... .. .........................................................................................................
Manutenção da bateria ......................................................................................
Estado de carga da bateria ................................... .. ........... ................................
Tabela de carregamento..................... .... ...................................... ......................
LUVA ELÁSTICA
Substituição do acoplamento de borracha ....................................................... .
Manutenção da luva elástica........... .................................................... ................
Substituição da luva elástica, flange e carcaça ....... .. .........................................
Controle do esquadro da luva elástica .......................................................... .. ..
Controle do alinhamento da luva elástica .........................................................
MANUTENÇÃO
Cronograma de prazos para execução dos serviços periódicos de manutenção
El - E3 - Motor industrial ..............................................................................
Plano de manutenção - motor industrial ..........................................................
Plano de manutenção - motor veicular .............................................................
TABELA DE POSSIVEIS DEFEITOS DE SERViÇO, SUAS CAUSAS E
CORREÇÕES
Generalidades ............... ........................................ .. ..........................................
Na partida ..................................................... .. .... .. ................ ...........................
Em serviço........................................... .. ............................................................
PÁGINA
66
66
67
67
67
67
67
67
67
68
68
68
68
69
69
70
70
70
71
72
72
72
73
N<! DA FIGURA
GRUPO
1-'
1·2
1·3
1·4
GRUPO 2
2·'
2-2
2-3
GR UPO 3
3·'
3-2
3-3
3·4
3-5
3-6
3-7
3-8
3·9
3-10
3·11
3·12
3·13
3·14
3·15
3·16
3·17
3·18
3·19
3·20
3·21
3·22
3·23
3·24
3·25
3·26
3·27
3·28
3·29
3·30
3-31
3-32
3·33
3·34
3·35
3·36
3·37
3-38
3-39
3·40
3-41
3-42
3·43
3-44
3-45
3-46
3-47
3-48
3-49
fNDICE DAS ILUSTRAÇOES
DENOMIN AÇÃO
Motores 0226-4 IND USTRI AIS .. .....................................................................
Moto res 0226-4 VEiCULA RES ........................................................................
Motor em corte D226-4 ...................................................................................
Diagrama para fi xação dos parafusos do ca beçote ............................................
Placa do motor.......... .. ........... ............................................... ..... .......................
Número do motor no bloco...............................................................................
Numeração dos cilindros ................. .. ........... .. ...................................................
Remoção dos coletores de admissão e escape .............................................. ......
Remoção das tampas das válvulas ......................................................................
Remoção do cabeçote ......................... ................. .............................................
Instalação do cabeçote ...................................................... ...............................
Aperto dos parafusos do cabeçote ....................................................................
Remoção do porta injetor ............................................................. .. ................
Porta injetor .....................................................................................................
Remoção do suporte do balancim ....................... ................ ............................ ..
Remoção do balancim .......................................................................................
Remoção das válvulas ................. .. ....................................................................
Retificação do assento da válvula com freza manual ........................................ .
Remoção do assento da válvula ,...................... ..................................................
Quebra do assento da válvula mediante talhadeira ............................................
Retificação do cone da válvula .........................................................................
Esmirilhamento da válvula .......... ................. .....................................................
Controle da vedação da válvula ..........................................................................
Medição da profundidade da válvula ...... .. .. ......... ....................... .......................
Regulagem da folga das válvulas ........................................................................
Controle da distância entre êmbolo e cabeçote..................................................
Determinação do PMS com cabeçote removido .................................................
Determinação do PMS com cabeçote instalado .................................................
Determinação do PMS mediante polia da árvore de manivelas ou amortecedor
de vi brações ......................................................................................................
Teste de pressão de compressão ........................................................................
Remoção das bielas e êmbolos ..........................................................................
Instalação das bielas e êmbolos .........................................................................
Substituição da bucha expansora da tampa da biela ..........................................
Remoção do pino do êmbolo .. ... ...... .................................................................
Tabela de controle do êmbolo ...........................................................................
Remoção dos anéis do êmbolo ..........................................................................
Controle da folga dos anéis ................................................................................
Disposição dos anéis do êmbolo - Motor industrial...........................................
Disposição dos anéis do êmbolo - Motor veicular .............................................
Controle da biela ...............................................................................................
Remoção da bucha do pino do êmbolo .............................................................
Remoção da tampa dianteira .............................................................................
Remoção da tampa trasei ra................................................................................
Controle da marcação do PMS da engrenagem da árvore de comando das
válvu las e da árvore de manivelas .......................................................................
Remoção das engrenagens intermediária e da árvore de comando das válvulas...
Remoção da árvore de comando das válvulas ....................................................
Remoção dos tuchos ........................................................................................
Remoção da polia da árvore de manivelas .........................................................
Remoção da polia da árvore de manivelas com amortecedor de vi brações..........
Remoção do tubo de respiro .............................................................................
Remoção dos vedadores da árvore de manivelas ................................................
Remoção do volante .........................................................................................
Remoção da cremalheira ..................................................................................
Controle da oscilação lateral do volante ............................................................
Controle do paralelismo da flange da carcaça do volante ...................................
Controle da concentricidade do encaixe da carcaça do volante ..........................
PÁGINA
1
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3
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22
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23
23
23
24
24
24
VIII
fNDICE DAS ILUSTRAÇOES
N9 DA FI GUR A DENOMIN AÇÃO PÁGINA
3-50 Remoção da carcaça do volante ....................................................................... 24
3-51 Remoção da engrenagem da árvore de manivelas ............................................... 25
3-52 Aquecimento da engrenagem da árvore de manivelas ....................................... . 25
3-53 Instalação da engrenagem da árvore de manivelas. ............... ... ............. ............ .. . 25
3-54 Remoção dos contra pesos da árvore de manivelas .. .......................................... 25
3-55 Remoção da árvore de manivelas .......... ............................................................ 26
3-56 Controle da folga axial da árvore de manivel as ..... ............. ................. ...... ......... 26
3-57 Controle da árvore de manivelas com leite de cal ......... ..................................... 26
3-58 Controle dos munhões da árvore de manivelas ............... ..... .............................. 27
3·59 Tabela para sobre·medidas .................................. .............................................. 27
3-60 Desenho da árvore de manivelas ..... .............................................. ............. .. ... .. . 27
3-61 Casquilho novo..................... " ., ... ...... ..... .......................... ..................... ........... . 28
3-62 Casquilho novo........... ... ............... ................... .................. ........... ...... ............... 28
3-63 Controle do desgaste dos casqu ilhos ............ ..... ..... ..................................... ...... .. 28
3-64 Sub·medidas dos casquilhos da árvore de manivelas e bielas .............................. 29
3-65 Raio de transição .... ... .......... ..,..... ....... ........ ...................... .............. .... .............. 29
3-66 Tabela de medidas dos munhões .................... ........ .......................................... 29
3-67 Pré-tensão dos casqu iIhos da árvore de mani velas e das bielas ............................ 30
3-68 Instalação da camisa do cilindro ........ .. ..................... ....... ................................. 30
3-71 Controle da saliência da camisa ........ ...... ......................................................... . 31
3-72 Medição da camisa ...... ............ ............................. ...... ...... ,................................ 31
3-73 Tabela para medição da camisa .. .... .................. ..................... ........................... 31
3-74 Remoção do compensador de massas .... ........................................................... 31
3-75 Ajustagem da folga de engrenagem do compensador de massas ..... ................. . 32
3-76 Sincronização das engrenagens do compensador de massas e controle do
paralelismo da engrenagem de acionamento...... .. ...... .... ..................................... 32
3-77 Desmontagem do compensador de massas .. ................................................... .. 32
3-78 Eixo do compensador de massas com engrenagens .. ...... .. ................. ................. 32
3-79 Distância das buchas do compensador de massas ............................ .............. .." 33
3-80 Marcação das engrenagens frontais do compensador de massas ......................... 33
3-81 Controle da folga axial do eixo do compensador de massas .. ............................ 33
3-82 Remoção da cremalheira de acionamento do compensador de massas ............... 33
3-83 Remoção do cárter ........................ ............,......................... .. .................... ........ 34
3·84 Substituição do bloco ...... .... ...... ...... ............... ... ...... ........ ...... ..................... .... . 34
GRUPO 4
4-' Sistema de ci rcu lação do óleo lu brificante ........................................................ 34
4-2 Remoção da tubulação de pressão ................... ................................................. . 35
4-3 Remoção da tubulação de sucção ............. .. ........ .......... .......... .... .................. .. .. 35
4-4 Remoção da bomba de óleo lubrificante ... ....... ............................... .............. .. .. 35
4·5 Válvula de segurança ..... ... ...... ........ .,.... .... ....... ........... .... ................................... 36
4-6 Remoção do elemento selado do filtro de óleo lubrificante............................... 36
4-7 Remoção do cabeçote do filtro de óleo lubrificante................................... ........ 36
4-8 Controle da pressão de óleo .............................................................................. 36
4-9 Tabela de óleo lubrificante................................................................................. 37
GRUPO 5
5-1 Sistema de combustível - motor industrial ............................................ ........... 37
5-2 Sistema de combustível - motor veicular .......................................................... 38
5-3 Localização do parafuso de sangria da bom ba injetora BOSCH ....................... 38
5-4 Localização da alavanca manual da bomba alimentadora SO LE X .................... 38
5-5 Localização do parafuso de sangria do filtro de combustível BOSCH .... ......... 38
5-6 Localização da bomba manual da bomba alimentadora BOSCH ...................... 39
5-7 Sistema de sangria - motor veicular ................ ................................................. 39
5-8 Localização do parafuso de fixação do elemento do filtro BOSCH ................. 39
5-9 Dispositivo de limpeza do elemento ................................................................. 40
5-10 Limpeza do elemento .. ...... ............................................................................... 40
5-11 Pré filtro sedimentador CAV.................. .......... .......... ........................................ 40
5-12 Filtro aglomerador - CAV.............. ...... ............................................................. 41
5-13 Porta bico injetor BOSCH .. .............................................................................. 41
5·14 Porta bico injetor CAv...................................................................................... 41
5-1 5 Bomba alimentadora BOSCH sem copo .......................................................... 42
5-16 Bomba alimentadora BOSCH com copo .......................................................... 42
5-1 7 Bomba alimentadora SOLEX - motor industrial ............................................. 42
IX
N~ DA FIGURA
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GRUPO 6
6·1
6·2
6-3
6·4
6·5
6-6
INDICE DAS ILUSTRAÇOES
DENOMINAÇÃO
Bomba alimentadora SOLEX - motor veicular .................................................
Remoção da bomba alimentadora BOSCH.........................................................
Desmontagem da bomba alimentadora BOSCH sem copo .................................
Desmont agem da bomba alimentadora BOSCH com copo.................................
Limpeza do filtro de tela - bomba alimentadora sem copo ..............................
Limpeza do f iltro de tela - bomba alimentadora com copo .............................
Remoção das válvulas ........................................................................................
Remoção do êmbolo..........................................................................................
Remoção do tucho de roletes ...........................................................................
Remoção da bomba alimentadora SOLEX - motor indust rial...........................
Remoção da bomba alimentadora SO LE X - motor veicular..............................
Diafragma da bomba alimentadora SO LEX - motor industri al .........................
Diafragma da bomba alimentadora SO LE X - motor veicu lar............................
Controle do disco da válvul a.................. ......... ................................................ .. .
Montagem do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor industrial....
Montagem do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor veicul ar ......
Limpeza do f iltro de tela da bomba alimentadora SOLE X ...............................
Corte transversal da bomba injetora BOSCH .....................................................
Corte transversal da bomba injetora CA V ..........................................................
Regulador de rotação RSV (BOSCH) ................................................................
Regu lador de rotação RSV na posição de partida ..............................................
Regulador de rotação RSV na posição de débito máximo à rotação máxima.....
Regulador de rotação RSV na posição de débito máximo com o corte de óleo..
Regulador de rotação RSV na posição de marcha lenta ....................................
Regulador de rotação RSV na posição STOP .. ..................................................
Remoção da bomba injetora BOSCH.................................................................
Fixação da engrenagem de acionamento na bomba injetora BOSCH -
motor industrial ...............................................................................................
Fixação do avanço automático da bomba injetora BOSCH - motor veicular.....
Remoção da bomba injetora CAV - motor veicular .................................... .....
Fixação da engrenagem de acionamento da bomba injetora CAV - motor
veicul at..............................................................................................................
Encaixe do pino guia da engrenagem no cubo da bomba injetora CAV -
motor veicular ...................................................................................................
Marca do flange da bomba injetora CAV - motor veicular em relação a
carcaça de distribu ição ......................... ............ .................................................
Remoção da engrenagem ou avanço automático da bom ba injetora BOSCH......
Remoção da engrenagem da bomba injetora CAV - motor veicular..................
Remoção da válvula de pressão .........................................................................
Regu lagem do iníci o de injeção por pré·curso com dispositi vo de control e .......
Regulagem do in ício de injeção sem dispositivo de controle .............................
Regulagem do início de injeção pela engrenagem de acionamento da bomba
injetora ......... '" ............................................................................ .....................
Engrenagem da árvore de comando das válvulas(fu ros oblongos) ......................
Regulagem da marcha lenta no regu lador de rotação BOSCH - RSV ................
Ajuste da marcha lenta e nomi nal da bomba injetora CAV - motor veicular..
Tabela de val ores do in ício de injeção ...............................................................
Aparel ho de teste de bicos injetores BOSCH ....................................................
Aparelho de teste de bico injetores CAV ..........................................................
A juste de pressão injeção _. motor industrial ...................................................
Ajuste de pressão injeção - motor veicular .......................................................
Estojo de limpeza BOSCH .................................................................................
Estojo de limpeza CAV .....................................................................................
Bico injetor com agulha ....................................................................................
Remoção do regulador de segmento da velocidade de rotação - motor
marít imo e industrial .......................................................................................
Remoção do disposit ivo de micro regulagem, grupo gerador e geradores
de bordo ..........................................................................................................
Sistema de arrefecimento por circulação interna ..............................................
Remoção do radiador............................ .............................................................
Controle do radiador..........................................................................................
Remoção do ventilador e polia da bomba de água .............................................
Remoção da correi a ..........................................................................................
Controle da tensão da correia ..........................................................................
PÁGINA
42
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55
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56
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57
57
57
x
N<? DA FIGURA
6-7
6·8
6-9
6·10
6·11
6-1 2
6·1 3
6·14
6-1 5
6·16
6-1 7
6·18
6·19
GRUPO 7
7·1
7·2
7·3
7·4
7·5
7·6
7·7
7·8
7·9
7·10
7-1 1
GRUPO 8
8-1
8·2
8·3
8-4
8·5
8-7
8·8
GRUPO 9
9·1
9·2
rNDICE DAS ILUSTRAÇOES
DENOMINAÇÃO PÁG INA
Remoção da válvula termostática .................................................................... 58
Remoção da bomba de água ....................... ............................ ........................... 58
Componentes da bomba de água centrífuga ...................................................... 58
.................................................................... 58
Desmontagem da bomba de água .................................................................... 59
{.................. ......................................... ...... ... 59
Montagem da bomba de água ........................ ...... ............... .... ........................... 59
Controle da válvula termostática .... .................... ............................................... 60
Arrefecimento indireto .... ........ ...................................................................... .. .. 60
Remoção da bomba auto·aspirante ........................ ........................................... 61
Composição da bomba auto·aspirante.. ..... ................ ........................... ............ .. 61
Remoção do intercambiador de calor .............. ........................... .. ............... ...... 61
Desmontagem da colmeia .................................................................. .............. .. 62
Remoção do filtro de ar seco ..... .. ...... ............................................. .................. 62
Limpeza do filtro de ar seco .......... .. ....... ... ......... ............................................. .. 63
Limpeza do filtro de ar seco ............................................ ................. ................ 63
Limpeza do filtro de ar seco ............................................................................. 63
Controle do elemento .................. ... .......................... .......... .... .. ..................... .. 63
Remoção do filtro de ar em banho de óleo .... ............. .. .................................... 64
Remoção do ciclone respectivo contra chuva ..................... .......... ... ........ ....... .. . 64
Remoção do reservatório de óleo .................................. ......... .... .................... .. 64
Desmontagem e lavagem do elemento do filtro .............................................. .. 64
Lavagem do reservatório de óleo .. ............................. ......... ...................... .. ...... . 65
Abastecimento de óleo .............. .. ..... .. ... ...... .... ................................................ .. 65
Remoção do motor de arranque .... .. .......... ..... .................................... ............ .. 65
Substituição das escovas de carvão .................................................. .... .............. 65
Limpeza do coletor ... .............. ..................... .............. ....................................... 66
Remoção do alternador .. .............. ... ................................. ...... .......................... 66
Remoção da polia do alternador .... ...... ............................................................ . 66
Remoção do regulador de voltagem .... .. ............ .. .. ............................................ 67
Bateria ......................................................... .. ..... .. ................. ....... .. ............... .. 67
Luva elástica ......................... .. .................................. .... .. .. .... ........................ .... 68
Controle da luva elástica ................................... ........ ....... ............... ................. 69
XI
3
1. DADOS T~CN ICOS
1.1 IDENTIFICAÇÃO DOS DIVERSOS TIPOS
D 226 - 4
, - - I_ _ _ _
-
I'------ -
Tipo do motor
Números de cilindros
Códigos da série
Motor Diesel
1.2 DADOS DE CONSTRUÇÃO
Tipo ...............................................................................
Tipo da construção ..........................................................
Número de cilindros.........................................................
Sistema de combustão .................................................... ..
Diâmetro do êmbolo.................................................. mm
Curso do êmbolo ....................................................... mm
Cili ndrada unitária ..:............................................... . dm3
Cilindrada total ........................................................ dm3
Taxa de compressão .........................................................
Pressão de compressão do motor frio em estado nov~
medido como MOTOMETER ............................ . kgf/cm
Pressão de compressão valor mínimo.................. kgf/cm 2
Pressão de ignição............................................... kgf/cm 2
Sequência de ignição no sentido de rotação anti·horário
visto contra o volante .......................................................
Lubrificação do motor................ .................... ............ ......
Tipo do fi ltro de óleo lubrificante ....................................
Sistema de arrefecimento .................................................
Potência conforme DI N 70020 ........................................
Potência conforme DI N 6270...........................................
Rotação do motor ..... .......................................................
1.3 DADOS DE AJUSTE
Folga das válvul as clilm motor frio ............................. mm
Válvula de admissão abre ............................. graus a PMS
Válvula de admissão fecha ............................ graus d PM I
Válvula de escape abre ............ ..................... graus d PMI
Válvu la de escape fecha ................................ graus a PMS
Valor do ajuste do in ício de injeção ........................ graus}
Início de injeção, curso do êmbolo............................ mm
Pressão de óleo com motor quente:
na rotação nominal, mínimo ... ........................... kgf/cm 2
na marcha lenta, mínimo.................................... kgf/cm 2
Pressão de injeção............................................... kgf/cm 2
1.4 CAPACIDADE DE ABASTECIMENTO
Capacidade de água no motor (sem radiador) ................ I
Capacidade de óleo no carter (até a marca superior da va·
reta medidora do n(vel de óleo) ..................................... I
Capacidade de óleo no carter (até a marca inferior da va·
reta medidora do n(vel de óleo) ..................................... ...
1.5 SISTEMA DE INJEÇÃO
T ipo da bomba injetora ...................................... BOSCH
Tipo da bomba injetora ........................................... CAV
Tipo do regulador de rotação............................... BOSCH
Bom ba alimentadora ........................................... BOSCH
Bomba alimentadora ....................................:...... SO LE X
Filt ro de combust {vel SimPleS} .................. CAV
Filt ro de combustível simples opcionais .............. BOSCH
Filtro de combustível duplo ................................ BOSCH
D 226·4
Cilindros em linha, 4 tempoS,efeito simples
4
Injeção direta
105
120
1,040
4,160
1:17.8
26 - 27
20
80
1-3·4·2
Circulação forçada por meio de bomba com
!
engrenagem
Micro filtro no circuito principal
Por radiador ou circulação indireta
. 4Vide placa de identificação
0,25
O
30
30
O
Vide capítulo 5:6
3
0,5 - 0,8
180 - 185
5,6
9,5
4,5
PES 4A80 D
DPA
EP/ RSV
FP/ KS 22 AO
PE
FS
FJ/DF 5/3
FJ/DF 11IA
Filtro aglomerador em motores veiculares ................ CAV
Pré filtro sedimentar.....................•........................... CAV
Tipo do bico injetor............................................. BOSCH
Tipo do bico injetor em motores veiculares .............. CAV
1.6 POSiÇÕES DE INCLINAÇÃO
Inclinação máxima longitudinal do motor na instalação
Inclinação máxima longitudinal do motor em serviço
Inclinação máxima transversal do motor na instalação
Inclinação máxima transversal do motor na instalação
1.7 TEMPERATURAS DE SERViÇO
Oleo lubrificante ........................................................... C
Água de arrefecimento .................................................. C
Quantidade de calor a ser dissipada pela água de arrefeci·
mento ....... ....................................................... kcal/CVh
1.8 EaUIPAMENTO El~TRICO
Motor de arranque .............................. WAPSA e BOSCH
Alternador .......................................... WAPSA e BOSCH
Bateria ......... .............................................................. Ah
1.9 TORQUE DE APERTO DOS PARAFUSOS E PORCAS
EM mkgf
Parafusos respectivamente porcas para:
Parafusos da capa à biela..................................................
Parafusos da capa à biela ..................................................
Parafusos do cont ra peso à árvore de manivelas ................
Parafusos da capa do mancai ao bloco do motor ..............
Parafusos da polia respectivamente cu bo à árvore de ma·
nivelas....................................................... .......................
Parafusos do volante à árvore de manivelas ......................
Parafusos do cabeçote ao bloco do motor.........................
Porcas da bomba injetora ao prisioneiro do bloco do mo-
tor ....................................................................................
Porca da bom ba injetora ao prisioneiro do bloco do mo-
tor (motor veicular) ..........................................................
Porcas dos tu bos de alta pressão à bomba injetora............
Porcas do porta injetor ao prisioneiro do cabeçote
Porca da engrenagem de acionamento da bomba injetora
à árvore de comando da bomba injetora ..........................
Parafusos da engrenagem à árvore de comando das válvu-
las....................................................................................
Parafusos do carter ao bloco do motor .............................
ParafLJsos da carcaça do volante ao bloco do motor
Parafusos da carcaça do volante ao bloco do motor
Parafusos do suporte do balancim ao cabeçote .................
Parafusos do compensador de massas à capa do mancai
(sómente motor de 4 cil indros - opcional).......................
Parafuso da tampa das válvul as .........................................
Porcas da polia V p/ alternador Bosch EWV·15 ................
Parafusos para polia de correia ao cubo ............................
Porcas dos parafusos de ajustagem dos balancins ..............
Parafusos de fixação da bomba de óleo lubrificante
Parafusos de fi xação das engrenagens frontais da árvore
de comando das válvulas e acionamento da bba. injetora
Bujão do carter (veicular) .................................................
Parafuso de segmento da árvore de comando ...................
0226·4
FASV
SSV
DLL 150/4 furos
RD L L 4 furos
De 900 a 1100
De 71 0 a 850
550
K 1 14V 20 a 23
135
Dimensão Torque
M12xl,5-10.9 7,5 - 8,0
M12x1,5·12.9 9,5 - 10,0
M14 -12.9 14,0 - 15,0
M14 - 10.9 13,0 - 14,0
M12xl,5-10.9 12,0 - 12,5
M 12x1 ,5-10.9 12,0 -1 2,5
M14 - 10.9 17,0 --17,5
M 10 4,5 -3,8
M8 2,0 - 2,5
M 12 x 1,5 3,5 - 3,8
M8 1,0 - 1,5
M 12 5,0 - 6,0
M 8 - 10.9 3,0 - 3,5
M8 2,5 - 3,0
M12-10.9 9,0 - 10,0
M 10 - 10.9 6,0 - 6,5
M 10 3,5 - 4,0
M 10 5,0 - 6,0
M 10 1,0 - 1,5
M14x1,5 3,5 - 4,5
8.8 4,5 - 5,0
M8 2,0 - 2,5
M8 - 8.8 2,0 - 2,5
Ml0 - 10.9 3,0 - 3,5
R 1/2" DIN 910 6,0 - 6,5
M8 - 8.8 2,0 - 2,5
5
PRESCRiÇÃO PARA O APf:RTO DOS PARAFUSOS
DO CABEÇOTE COM MOTOR FRIO
Passar óleo lubrificante na base da rôsca e na rôsca dos
parafusos, inserindo manualmente os parafusos, depois
apertá·los em 3 etapas com 6, '2 e '7 '± 0,5 Kgfm, após
o teste, soltar (' /4 de volta) e apertar individualmente os
parafusos com torque de 17 ±. 0,5 Kgfm.
O apêrto deve ser em forma de cruz, como indicado na
figu ra.
1.10 FOLGA DOS MANCAIS
Mancai principal ...............................................................
Máxima admissível ...........................................................
Mancai de ajuste............................................,................. .
Máxima admissível ...........................................................
Mancai da biela ................................................................
Máxima admissível ...........................................................
Bucha da biela / pino do êmbol o......................................
Máxi ma admissível ........... ............................ .................. ..
Mancai da árvore de comando das válvulas .......................
Máxi ma admiss i'vel...........................................................
1.11 DADOS DE TOLERÂNCIA E DESGASTE
1.11.1 CABEÇOTE
Profu ndidade das válvulas, medida da base do cabeçote
até a superfície do prato da válvula...................................
Medida limite em caso de recuperação .............................
Diâmetro do alojamento para a montagem dos assentos
de válvula:
Adm issão ........................................................ NOR MA L
,~ REPARO
Escape .......................................... .................. NO RMA L
,~ RE PA RO
Diâmetro externo dos anéis de assento das válvulas:
Admissão ........................................................ NO RMAL
,~ REPARO
Escape .......................................................... .. NO RMA L
1<? REPARO
Diâmetro do alojamento para a montagem das guias de
válvu la adm issão e escape ................................ NORMAL
,~ REPA RO
Diâmetro externo das guias de válvula admissão e esca·
pe ............................. .. .............................. ...... NOR MAL
19 REPARO
Ângulo de assento do prato da vál vula .............................
Diâmetro do prato da válvula de admissão .................... ..
Diâmetro do prato da válvula de escape............................
Largura do assento da sede ..............................................
Diâmetro da haste da válvula de admissão e escape
Folga da haste da válvula de admissão e escape.................
Diâmetro interno da guia de válvula antes da montagem
Diâmetro interno da guia de válvula após a montagem
Curso da válvula ...............................................................
Mola da válvula:
Diâmetro do arame de aço ...............................................
Número total das espirais (n) ..........................................
Comprimento sem carga ..................................................
Diâmetro médio das espirais .............................................
Pressão de prova da mola (kgf) ........................................
1.11.2 BALANCIM
Folga dos balancins no eixo (motor frio ) escape e admis·
são: ................................................................... RAD IA L
AXIAL
fig 1- 4
Radial (mm )
0,08 - 0,11
0,20
0,09 - 0,12
0,20
0,07 - 0,'0
0,30
0,03 - 0,08
0,12
0,04 - 0,08
0,20
1,05 - 1,45
2,0
43,070-43,086
43,170-43,1 86
39,000- 39,016
39,100-39,116
43,152-43,168
43,252-43,268
39,080- 39,096
39,180- 39,196
15,010-' 5,021
15,1 10- 15,121
15,028- 15,039
15,128- 15,139
45 graus
40,900-41,100
37,900-38,100
1,5
8,955- 8,970
0,028- 0,043
9,01 3- 9,028
8,992- 8,998
10,05
3,8
6,25
48
29,750-30,250
39,5
0,018
0,450- 0,50
Axial (mm)
0,12 - 0,21
0,40
0,30 - 0,50
0,90
0,050 - 0,340
0,40
2
6
1.11.3 CAMISA DO CI LI NDRO
Diâmetro interno da camisa do cilindro............................
Desgaste ...........................................................................
Saliência da camisa ...........................................................
Saliência da camisa (motor veicular) ................................
1.11.4 ~MBOLO
Diâmetro normal ..............................................................
Folga do êmbolo no PMI ..................................................
Distância entre o ponto superior do êmbolo até o canto
superior do colar da camisa do cili ndre ............................
Distância entre êmbolo e cabeçote....................................
Diferença do peso admissivel para um êmbolo com biela,
para um motor ........... .... .... .......................................... ....
Volume de concavidade (cm3 ) .........................................
Espessu ra da junta do cabeçote .. ......................................
1.11.5 ANÉIS DO EMBOLO (motor industrial)
Folga dos anéis .... ............................................................
Disposição dos anéis:
1~ canaleta
2~ canaleta
3~ canaleta
4~ canaleta
Altura das canaletas dos anéis:
1~ canaleta
2~ e 3~ canaleta
4~ canaleta
Altura dos anéis :
1~ canaleta
2~ e 3~ canaleta
4~ canaleta
Folga vertical dos anéis:
1i;'I à 3~ canaleta
4~ canaleta
1.11.6 ANÉ 15 DO ÊMBOLO (motor veicular)
Folga dos anéis .................................................................
Disposição dos anéis:
1~ canaleta
2~ canaleta
3~ canaleta
Altura das canaletas dos anéis:
1~ canaleta
2a canaleta
3~ canaleta
Altu ra dos anéis:
1~ canaleta
2~ canaleta
3~ canaleta
Folga vertical dos anéis:
1~ e 2~ canaleta
3~ canaleta
1.11.7 PINO DO ÊMBOLO
Nominal (mm) Máx. Adm issível (mm)
105,000-105,022
0,3
0,02 - 0,07
0,80 - 1,0
104,96
0,94
0,13 - 0,50
0,90 - 1,20
20 gr
48,5 - 50,5
.9.t6 5
0,35 - 0,55 1,40
105/96x3 FCRPT DIN 24914
105/96x2 FTP DIN 24911
105/96x2 FPT DIN 24930
105/96x4 CRS
2,660-2,690
1.920-2,060
4,050-4,070
2,575-2,595
1,978-1 ,990
3,978-3,990
0,080-0,082
0,078-0,080
0,35 - 0,55
105/96x3 FCRBPT DIN 70914
105/96x2 FPT DIN 2491 1
105/96x4 CRS
2,660-2,690
1,920-2,060
4,050-4,070
2,575-2,595
1,978-1,990
3 ,978-3,990
0,080-0,082
0,078-0,080
Diâmetro ......................................................................... 31,995-32,000
Folga da biela em estado novo.......................................... 0,03 - 0,07 0,12
7
1.11.8 PESOS DAS BIELAS - CLASSIFICAÇÃO E CORES
Para motores de todas as execuções até fins de 1973
CLASSE PESO (gr) CORES
I 1341 1360 Amarelo - Amarelo
II 1361 1380 Amarelo - Vermelho
111 1381 1400 Amarelo - Verde
IV 1401 1420 Vermelho - Vermel ho
V 1421 1440 Vermel ho - Verde
VI 1441 1460 Verde - Verde
VII 1461 1480 Branco - Branco
VIII 1481 1500 Azul - Azul
Para motores de todas as execuções a partir de princ ípios de 1974
CLASSE PESO (gr) CORES
I 1401 1420 Vermel ho - Vermelho
11 1421 1440 Vermelho - Verde
111 14'41 1460 Verde - Verde
IV 1461 1480 Branco - Branco
V 1481 1500 Azu l - Azu l
VI 1501 1520 Azu l - Amarelo
VII 1521 1540 Azul - Branco
VIII 1541 1560 Azu l - Verde
Partindo-se do princípio que a biela não é uma peça de desgaste e raramente é substituída e visando também
o problema de estocagem para a reposição, ficou determinado q ue em caso de uma substituição deve-se usar
exclusivamente a peça nova sob NC? 9.225.0.150.001_7 da seguinte maneira:
a) Para motores fabricados até fins de 1.973 deve-se usar a nova biela com dois pontos vermel hos
(peso 1401 a 1420 gr)
b) Para motores fabricados a partir de 1.974 deve-se usar a nova biela com do is pontos brancos
(peso 146 1 a 1480 gr)
1.11.9 CASQUILHO DA BIELA
Nominal (mm) Máx.Admissível (mm)
Diâmetro do munhão
NORMAL 57,951 - 57,970
19 REPARO 57,701- 57,720
29 REPARO 57,451-57,470
39 REPAR O 57,201- 57,220
49 REPARO 56,951-56.970
Largura do munhão ......................... ........ ... ._.._.......... ....... 35,000-35,100
Raio do munhão ... ....... .......... .................0- 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Ovalização .... ..... .... ......... ..... .... .... ...... .............. ....... ... ....... 0,10
Diâmetro do alojamento para a montagem dos casquilhos 6 2,OOO~ 2,019
Diâmetro interno dos casquilhos
NORMAL 58,016-58,059
19 REPA RO 57,766- 57,809
29 REPARO 57,516-57,559
39 RE PA RO 57,226 - 57,309
49 RE PAR O 57,Q16 - 57,059
Largura dos casquilhos... ......... ..... .. ............................... .. .. 26,900- 27,100
Folga radial ........................... .. .... ...... ............................... 0,07 - 0,1 0 0,30
Folga axial ........................... ............ ........... .................... . 0,30 - 0,50 0,90
Comprimento da biela entre centros........ ............. ....... ..... 206,950-207,050
Diâmetro do alojamento para a montagem da bucha da
biela ............................ ........ .... ............ .......... ................ .. 36,000-36,016
Diâmetro da bucha do pino do êmbolo após a montagem
na biela ........................................ ..... .... ...... .......... ....... ... . 32,020- 32,056
1.11.10 BLOCO DO MOTOR
Diâmetro interno dos alojamentos dos tuchos .................. 18,000- 18,021
Diâmetro interno das capas dos mancais......... ............... ... 71,000- 71,019
Pré·tensão das capas dos mancais com casquilhos monta-
dos, isto é folga admissível com aperto unilateral ............ 0,035--0,060
Diâmetro do al ojamento das camisas de cilindro .............. 108,0 - 108,022
Diâmetro do alojamento da árvore de comando das vál·
vulas ................................................. ............................... 43,0 - 43,025 47,0 - 47,025
Duas sub·medidas das buchas dos mancais para árvore de
comando das válvulas ......... ... ......................................... .. 0,25 - 0,50
8
1.11.11 CAsaUI LHOS DE ENCOSTO
Diâmetro do munhão
NORMAL
1,?REPARO
2'? REPARO
3'? REPARO
4'? REPARO
Diâmetro externo do casquilho .............. ............... ...........
Largura do munhão
NORMAL
1'?a04,?REPARO
Diâmetro interno do casquilho
NORMAL
1,?REPARO
2'? REPARO
3'? REPARO
4'? REPARO
Largura do casquilho
NORMAL
1'? ao 4'? REPA RO
Ovalização do munhão ............................................ .........
Folga radial ........ .............................. ................ .. ..............
Folga axial. ...... ...... .................. ...... ...................... .. ...........
1.11.12 CAsaUILHOS PRINCIPAIS
Diâmetro do munhão
NORMAL
1'? REPARO
2'? REPARO
3'? REPARO
40 REPARO
Diâmetro externo do casqu iIho .................. .......... ........ .. ..
Diâmetro interno do casquilho
NORMAL
1'? REPARO
2'? REPARO
3'? REPARO
4'? REPARO
Ovalização do munhão .....................................................
Folga radial .....................................................................
1.11.13 ÁRVOR E DE COMANDO DAS VÁLVULAS
Diâmetro dos munhões da árvore de comando das vál-
vulas
NORMAL
1,?REPARO
Largura da canaleta de limitação da folga axial da árvore
de comando das válvulas .................... ...............................
Espessura do segmento limitador da árvore de comando
das válvulas ................................ .. ................ ........ ............ .
1.11.14 VOLANTE
Oscilação lateral ..... .......... ........ ...................... .............. .. ..
1.12 ENGRENAGEM DA BOMBA DE ÓLEO
Número de dentes (n) ............................ ..........................
Diâmetro do furo ......................................... ....................
Folga entre os dentes da engrenagem da bomba e da ár-
vore de manivelas ............. .. ..............................................
Nominal (mm) Máx.Admiss {veí (mm)
64,951-64,970
64,701-64,720
64,451-64,470
64,201-64,220
63,951-64,970
71,090 (controlável somente com
dispositivo especial)
36,0 - 36,050
Retificar, lateralmente os munhões até que
a superfície estiver limpa.
Ajustar os casquilhos com folga de 0,10 a
0,20 mm.
65,026-65,069
64,776-64,819
64,526 -64,569
64,276-64,319
64,026-64,069
35,84 -35,88
Retificar, lateralmente os munhões até que
a superHcie estiver limpa.
Ajustar os casquilhos com folga de 0,10 a
0,20 mm.
0,08
0,09 0,12 0,20
0,12 - 0,21 0,40
64,951-64,970
64,701-64,720
64,451-64,4 70
64,201-64,220
63,951-64,970
71,090 (Controlável somente com
dispositivo especial)
65,026-65,069
64,776-64,819
64,526-64,569
64,276 -64 ,319
64,026 -64,069
0,08
0,08 - 0,11
42,940-42,960
42,690-42,710
7,10-7,19
6,85 - 7,05
0,30
30
12,930-12,941
0,20 - 0,30
9
1.13 ENG RENAGEM DA ÁRVORE DE COMANDO DAS
VÁLVULAS
Número de dentes (nn) ...... .. .... .............. ...................... .....
Diâmetro do fu ro ....................... .... .. ...... ..........................
Diâmetro do assento da árvore de coma ndo das válvu las.
Folga entre os dentes da engrenagem da árvore de co·
mando de válvulas e da árvore de man ivelas.... ... .... ...........
1.14 ENGRENAGEM DA ÁRVORE DE MANIVELAS
Número de dentes (n} .... ... .. .. .. .. ...... .. .. .................. .. ........ ..
Diâmetro do furo ...... .. ....... ....... .... ........ ........ .... ..... ......... .
Diâmetro do assento da árvore de manivelas..... ................
1.15 ENGRENAGEM INTERMEDIÁR IA
Número de dentes (n) ,........ ............... ..... ..... ,.. .... .. .. .........
Diâmetro do furo .............................. .. .. ........ .... .. .............
Diâmentro de assento da árvore de comando das válvulas
1.16 ENGR ENAG EM DE ACIONAMENTO DA BOMBA
INJETORA BOSCH
Número de dentes (n} ...... .. .. ............ ............................... ..
Diâmetro do furo .............................................................
Folga entre os dentes da engrenagem de acionamento e
engrenagem intermediária ... ......... ... .... .... .... .. .......... ........ ..
1.17 ENG RENAGEM DE ACIONAMENTO DA BOMBA
INJETORA CAV
Número de dentes (n) ............... ............ .. ... ...... .. ....... ...... ..
Diâmetro do furo................................... .. .. .. ............. ........
Diâmetro da flange ................................. ................... .......
Fo lga entre os dentes da engrenagem de acionamento e
engrenagem intermediária ............ ............... .... ... ..... ....... .. .
1.18 CR EMALHEIRA COMPENSADOR DE MASSAS
(4 CILINDROS - OPCIONA L)
Número de dentes (n} .................................. ..... ...... .. ........ .
Diâmetro do furo ........... .................. .. ........... ........ ......... ..
Diâmetro do assento da cremalheira do compensador na
árvore de manivelas .... .. ... ..... .... .............................. .. ...... ..
1.19 ENGR ENAGEM DO COMPENSADOR DE MASSAS
(4 CI LI NDROS - OPCIONAL)
Número de dentes (n} .......................................................
Diâmetro do furo ... .. .. .. ... ... .................................. ..... .. .. ...
Folga entre as engrenagens motriz e acionada......... ..........
Folga entre a engrenagem motriz e a cremalheira .... .........
.~ C
Nominal (mm) Máx.Admiss(vel (mm)
68
43,025
42,975-4 2,997
0,11 - 0,27
34
58,000-58,019
58,020-58,039
45
43,025
42,975-42,991
45
0,12 - 0,28
45
44,430-44,450
44,400-44,420
0,12 - 0,28
72
160,0-160,025
160,20-160,225
36
34,0 -34,016
0,20 0,30
0,12 - 0,28
10
2 REMOçA0 E INSTALAÇAo DO MOTOR
FERRAMENTAS
De acordo com a aplicação
ATENÇÃO!
Devido as diversas aplicações não se pode sempre remo-
ver o motor e neste caso, só se pode remover bombas de
água, dínamo respect. alternador, motor de partida e co-
letores de admissão e escape.
LOCALIZAÇÃO DO NÚMERO DO MOTOR
Na placa do motor
figo 2-'
f ig 2-1
o
 0.226.04. 01006
I ("',
fig 2- 2
LADO DO VOLANTE
6 , 4321
No bloco do motor
figo 2-2
NUMERAÇÃO DOS CILINDROS
4 cilindros
figo 2-3
LADO DO VE NTILADOR
- fig2-3
3 DESMONTAGEM, MONTAGEM E RECONDICIONA-
MENTO
FERRAMENTAS
Vi de cada operação de serviço
LI MPEZA
Lavar bem o motor bem como as peças desmontadas.
Afim de lavar utilizar sempre produ tos qu ímicos apro·
priados.
Para lavagem a frio recomendamos o uso de um deter·
gente com eficiente poder desengraxante.
Adicionar a cada solução nova 2% de óleo lubrificante.
Desta maneira as peças lavadas receberão uma camada fi·
na de óleo de proteção contra eventual corrosão.
3.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DOS COLETORES DE
ADMISSÃO E ESCAPE
FE RRAM ENTAS
, chave de boca de 17 mm.
1 chave de fenda.
Remover os filtros de ar
Remover o silencioso
Soltar as porcas sextavadas e remover os coletores
figo 3-1
AT ENÇÃO!
Trocar sempre as juntas.
3.1 .1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DA TAMPA DAS
VÁLVULAS
FERRAMENTAS
, chave estrela de 17 mm.
Soltar os para fusos de fi xação e remover a tampa.
figo 3·2
ATE NÇÃO !
Trocar sempre os anéis de vedação e as juntas.
Instalar na ordem inversa.
3.1.2 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE
FE RRAME NTAS
1 soquete de 22 mm de extensão
, Torqu ímetro
, . Drenar a água de arrefecimento
2- Remover tubulação de água de arrefecimento
3· Soltar e remover os parafusos de fixação dos cabeço-
tes em cruz
4· Remover o cabeçote
5· Remover a junta do cabeçote e li mpar os assentos do
cabeçote e do bloco do motor
figo 3-3
Operações anteriores vide cap ítulos 3.1 e 3.'.1.
f ig3- 3
12
fi g 3- 4
f ig3-5
fig 3- 6
fi g 3- 7
PRESCR IÇAO DE INSTALAÇÃO
Os ca beçotes deverão ser alinhados com uma régua de a-
ço, nas superfícies de encosto dos coletores de escape e
de admissão.
A prescrição de aperto dos parafusos de fixação do cabe-
çote deve obedecer a seguinte norma:
Passar óleo lubrificante na base da rôsca e na rôsca dos
parafusos, inserindo manualmente os parafusos, depois
apertá·los em 3 etapas com 6, 12 e 17 ±0,5 Kgfm, após
o teste, soltar (1 /4 de volta) e apertar individualmente os
parafusos com torque de 17 ±0,5 Kgfm.
figs. 3-4 e 3·5
ATENÇÃO : Trocar sempre as juntas dos cabeçotes
3.2 DESMONTAG EM E MONTAGEM DO CABEÇOTE
3.2.1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DO PORTA INJETOR
FERRAMENTAS
, Chave estrela de 13 mm.
1- Soltar as porcas do flange de fixação e remover o
mesmo.
ATE NÇÃO: Sob as porcas estão arruelas semi·esféricas
de ajuste.
fig o 3-6
2- Remover o fl ange de fixação
3- Remover o porta injetor
figo 3-7
Instalar na ordem inversa.
13
3.2.2 REMOçA0 E INSTAÇAo DO SUPORTE DOS
BALANCINS
FERRAME NTAS
1- Soquete de 17 mm com extensão
, - Soltar os parafusos de fixação
figo 3-8
ATENÇÃO; Trocar as arruelas de pressão
2- Remover o supfrte do balancim
Operações anteriores vide capitulo 3.1.1
3.2.3 REMOÇÃO E INSTALAÇAo DOS BALANCINS
FERRAMENTAS
1 Alicate de pontas
1- Com alicate de pontas, remover as arruelas de segu-
rança, bem como as arruelas.
2- Remover os balancins
figo 3-9
Instalar na ordem inversa
Operações anteriores vide capitulo 3.1.1
3.2.4 REMOÇÃO E INSTALAÇAo DAS VÁLVULAS
FERRAMENTA
1 Dispositivo de remoção e instalação de válvulas.
Fixar o dispositivo de remoção e instalação de válvulas,
no respectivo orifício do cabeçote, comprimir a mola da
válvula, rernover o cone bi-partido, o prato, a mola e em
seguida a válvu la.
Instalar na ordem inversa, observando sempre o assento
correto do cone bi-partido.
Operações anteriores vide capitulo 3.2.2
figo 3-10
3.2.5 RETIFICAÇAo DO ASSENTO DA VÁLVULA COM
FRESA MANUAL
FE RR AMENTAS
1 Gui·a-piloto, 1 fresa assento 450 , 1 fresa corretora de
750 e 1 de 150 .
1- Fresar o assento de válvula
ATENÇÃO: Largura máxima 1,5 mm.
Não deixar marca de vibrações na superfície do assen-
to.
2- Executar as concordâncias superior e inferior e fresar
o assento novamente, a fim de eliminar os cantos vi-
vos su rgidos na execução das concordâncias.
figo 3-11
Operação anterior vide cap itulo 3.2.4 fi g3 - 11
14
fig3- 12
3.2.6 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO ASSENTO DE
VÁLVULAS
FER RAMENTAS
1 Martelo
, Talhadeira
, Punção
, Furadeira elétrica
, Broca de 2 mm
, - Entalhar o assento de válvulas em dois lados opostos
2- Puncionar e furar 4 furos de 2 mm
ATENÇÃO: A superflcie do assento no cabeçote não
poderá ser danificado.
figo 3-12
3- Quebrar o assento da válvula mediante uma talhadei-
ra
4 - Limpar devidamente a superf(cie de alojamento
ATENÇÃO: Na instalação do assento de válvulas aque·
cer o cabeçote até 2000 C e prensar o as-
sento.
f igo 3·13
Operações adicionais vide cap(tulo 3.2.8
fig3-1 3
fig 3 - 14
3.2.7 RETIF ICAÇÃO DO CONE DA VÁLVULA
, Retífica de válvulas
,- Fi xar a válvula na pinça
2- Ajustar o suporte para o ângulo de assento
3- Retificar o cone da válvula com uma leve pressão.
figo 3-14
ATE NÇÃO: O cone da válvula não pode apresentar
marcas de vibração. Deixar sempre o
rebolo parar.
Sempre utiliar válvulas novas.
..
3.2.8 ESMERILHAMENTO DA VÁLVULA
FER RAMENTAS
Esmeril manual ou máquina de esmerilhar elétrica,
pasta de esmerilhar
1- Colocar uma mola sob o cone da válvula
2- Colocar sugador sobre o prato da válvula
3- Esmerilhar a válvula até que a mesma apresente um
perfeito assentamento.
O cone não pode apresentar canais ou riscos de esme-
rilhamento.
figo 3-15
15
4- contro lar a perfeita vedação da válvula, colocando
traços de lápis ou giz na circunferência do cone e gi-
rando a mesma lentamente na sede, verificando o con-
tacto uniforme da mesma.
figo 3- 16
3.2.9 MEDiÇÃO DA PROFUNDIDADE DA VÁLVULA
F ERRAMENTAS
1 Medidor de profundidade com abas estreitas ou régua
de precisão com cálibre de folga.
1- Colocar as abas do medidor de profundidade ou a ré-
gua de precisão na superfície do cabeçote.
2- Medir a distância entre o cabeçote e a superf(cie do
prato da válvula.
figo 3-17
ATENÇÃO : A profundidade é da ordem de 1,05-1,45
mm, sendo o máximo admisslvell,80mm .
Operações anteriores vide capitulo 3 .1.2
3..2.10 REGULAGEM DA FOLGA DAS VÁLVULAS
(Somente com motor fr io)
FERRAMENTAS
1 Chave Estrela 13 mm , 1 Chave de fenda, 1 cálibre de
folgas.
1- Colocar o pistão no PMS
2- Soltar a contra porca do parafuso de regulagem
3- Ajustar o parafuso de regulagem, deixando passar
justo o cálibre de folgas de 0,25 mm.
4- Apertar a contra porca
figo 3 -1 8
Operações anteriores vide cap itulo 3 .1.1
fi g3- 16
3.2.11 CONTROLE DA DISTÂNCIA ENTRE ~MBOLO E
CABEÇOTE
FERRAMENTAS
1 Fio de chumbo de 0 2mm, 1 micrômetro
1- Introduzir o fio de chum bo pelo oritlcio do porta in·
jetor na câmara de combustão.
2- Girar o volante lentamente, a fim de que o êmbolo
chegue ao seu PMS
3- Retirar o fio de chumbo com cuidado
4- Medir o fio de chumbo achatado com o micrômetro
figo 3-1 9
ATEN ÇÃO: A distância entre o cabeçote e o êmbolo é
da ordem de 0,9 a 1,2 mm.
fig 3 - 19
Operação anterior vide capitulo 3.2.1
~
16
o
o fi g3 - 20
fi g3 - 21
fig3- 23
3.2.12
3.2.13
3.2.14
3.2.15
DETERMINAR O PMS COM O CABEÇOTE
REMOVIDO
FERRAMENTAS
1 Relógio comparador com apoio magnético ou cálibre
de profu ndidade, 1 chave est rela 22 mm.
1- Remover o cabeçote
2- Levar o pistão para cima e determinar o ponto mais
alto.
A TE NçÃO: A distância do êmbolo ao canto superior
da camisa é de 0,13 a 0,50 mm.
figo 3-20
Operação anterior vide capítulo 3.1.2
DETE RMINAR O PMS COM CABEÇOTE INSTALADO
FERRAMENTAS
1 Chave estrela 13 mm, 1 de 17 mm, 1 dispositico de re-
moção e instalação de válvulas, 1 relógio comparador
com prisma ou cálibre de profundidade.
1- Remover a tampa das válvulas
2- Colocar o êmbolo no PMS
3· Remover o suporte dos balancins e remover a mola de
uma válvula.
4- Colocar um anel de borracha na haste da válvula, a
fim de evitar que a válvula caia dentro do cili ndro.
5- Instalar o relógio comparador ou cálibre de profu ndi-
dade, e girar a árvore de mani velas alguns graus para
direita ou a esquerda até que a válvula alcance o pon-
to mais alto.
figo 3·21
Operação anterior vide capítulo 3.2.2
DETERMINAR O PMS MEDIANTE A POLIA DA AR-
VORE DE MANIVELAS OU A MORTECEDOR DE VI-
BR AÇÕES
Na parte interna da polia da árvore de manivelas e na
parte externa do amortecedor de vibração (m otores veio
culares) encontra-se a marcação (vide fi cha), esta deverá
ser posta
PMS .
no mesmo alinhamento do pino indicador do
ATEN ÇÃO: Gire a árvore de manivelas somente no
sentido de rotação do motor e NUNCA
AO CONT RÁ RIO.
figo 3·22
TESrAR PRESSÃO DE COMPRESSÃO
FERRA MENTA
1 Chave de boca de 17 mm
1 Medidor de pressão de compressão (Motometer)
1- Remover o porta injetor
2· Instalar o medidor de pressão de compressão.
ResuItados :
Bom 27 . 26 kgf/cm
Admissível 22 · 20 kgf/cm
Deficiente, inferior a 20 kgf/cm
Necessário recondicionar o motor
figo 3·23
Operação anterior vide capítulo 3.2.1
,
17
3.3 ~MBOLOS E BI ELAS
3.3.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DAS BI ELAS E
EMBOLOS
FE RRA MENTAS
1 Soquete de 22 mm com extensão, , Torqu (metro
1- Soltar os parafusos da biela
figo 3-24
2- Remover a tampa da biela com os casqui lhos pela par-
te inferior do motor e êmbolo com biela pela parte
superior.
PR ESCRiÇÃO PARA A INSTALAÇÃO
Olear bem os êmbolos, desl ocar entre si as aberturas dos
aneis. Usar sem a cinta de montagem-do êmbolo. Olear
bem os casquilhos da biela e fix ar os parafusos da biela
com To rqu (metro com o torque de aperto prescrito por
igual. Árvore de manivelas deve gi rar livre_
fig o 3 -25
Operações anterior e adicionais vide cap(tulos 3.1.2 e
3.6 .1
ATENÇÃO: Usar sempre parafusos de biela novos em
caso de engripamento de êmbolo.
3.3.2 SUBSTI TUi ÇÃO DA BUCHA EXPANSORA DA TAM-
PA DA BIELA
FE RRA MENTAS
, Punção cilindrico, , martelo e' alicate
,- Bucha de expansão deformada bater para fora (vide
seta)
2- Bater a nova bucha para dentro até que a mesma a-
presente a saliência de , ,3 a 1,5 mm dentro da biela
conforme indicado no detalhe e
figo 3-26
Operações anteriores vide cap itulo 3.3.1
3.3.3 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO PINO DO ~MBOLO
FERRAMENTAS
1 Alicate de pontas, 1 dispositivo de aquecimento e 1
Punção guia especial.
, - Remover as travas
2- Aquecer o êmbolo até Booe
3- Empurrar o pino do êmbolo com o punção guia e
remover o mesmo
INSTR UÇÃO DE INSTALAÇÃO:
A cavidade na ca beça do êmbolo, lateralmente deslocada
do centro, deve ser montada para o lado do bico injetor.
. figo 3-27
Operações anteriores vide cap itulo 3.3 .1
cJ
O
f ig3-24
fi g3 -26
fi g3-27
18
i
VA LOR
L OHG.
CIL 1
TR A N SV.
L ON G.
CI L 2.
TR ANS V.
LONG.
CIL J
TRAN SV
L ONG.
CI L lo
TRA N SV.
LO NG
>
C L 5
LON
"'
TR ANSV
z
.. L ONG .
O< C IL 6
~
TRANSV.
TABEL A DE MEDi ÇÃO
fig3-28
fi g 3- 29
fig3-30
fig 3- 31
3.3.4 CONTROLE DO t:MBOLO
FERRAMENTA
1 Micrômetro externo
1- Limpar o êmbolo e executar a medição do diâmetro
do mesmo em 3 posições, longitudinalmente e verti-
calmente com o micrômetro.
f igo 3-28
ATENÇÃO : Caso o êmbolo tiver formação de estrias
o mesmo pode ser polido mediante pedra
de carborundum. As canaletas poderão
ser limpas com um pedaço de anel que-
brado sem todavia danificar o alojamento
dos anéis.
2- Anotar os resultados na tabela.
3.3.5 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DOS AN ~ IS DO
t:MBOLO
FERRAMENTA
1 Alicate para aneis
1- Abrir cuidadosamente os aneis mediante o alicate até
que os mesmos se deixem remover ou instalar sobre a
cabeça do êmbolo.
figo 3-29
ATEN çÃO: A marcação "TOP" deve f icar sempre pa-
ra cima.
As aberturas dos aneis sempre deverão ser
montadas opostas entre si .
Operação anterior vide capítulo 3.3.3
3.3.6 CONTROLE DA FOLGA DOS AN t:IS
FERRAMENTA
1 Cálibre de folgas
1- Colocar o anel bem paralelo à fase da camisa de ciUn-
dros e medir a folga.
ATENÇÃO : Folga vide dados técnicos.
Operação anterior vide capítulo 3.3. 5
figo 3-30
3.3.7 DISPOSiÇÃO DOS ANEIS DO t:MBOLO
(MOTOR INDUSTRIAL)
Canaleta I - Anel de compressão trapezoidal
105/96x3 FCRPT DI N 24914
Canaleta II - Anel de compressão
105/96x2 FPT DIN 24911
Canaleta III - Anel de compressão
105/96x2 FPT DIN 24930
Canaleta VI - Anel raspador de óleo
105/96x4 CRS
figo 3-31
19
3.3.8 DISPOSiÇÃO DOS ANEIS DO ~MBOLO
(MOTOR VEICULAR)
Canaleta I· Anel de compressão trapezoidal
105/96x3 FCR 8 PT DIN 70914
Canaleta II - Anel de compressão
105/96x2 FPT DlN 24911
Canaleta II I - Anel raspador de óleo
105/96x4 CRS
fi go 3-32
fi g3- 32
3.3.9 CONTROLE DA BIELA
Com êmbolo removido
FER RAMENTAS
1 Dispositivo de controle do paralelismo e torsão da biela.
1- Colocar a biela no dispositivo
2- Controlar a biela quanto ao seu paralelismo e torsão
3- A justar os discos de controle no comprimento " A"
do pino do êmbolo. Os discos deverão encostar no pi-
no do êmbolo de modo que a medida " C" resulte em
zero.
Operação anterior vide cap ítulo 3.3.3
figo 3-33
ATENÇÃO: Na instalação de bielas novas observar nos-
sa recomendação descrimi nada sob capí-
tulo 1.11 .8 dos dados técnicos. fi g3-33
fig 3 -34
3.3.10 REMOVER E INSTALAR A BUCHA DO PINO DO
~MBOLO
1 Prensa, 1 calço cil índrico de remoção e instalação.
1- Prensar mediante o calço cilíndrico a bucha do pino
do pistão da biela para fora ou para dentro do aloja-
mento.
ATE NÇÃO: Na instalação o orifício de óleo da bucha
deverá coincidir sempre com o da biela.
Operação anterior vide cap ítulo 3.3.3
figo 3-34
3.4 ARVORE DE COMANDO DAS VALVULAS
3.4.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA TAMPA DIANTE IRA
FERRAMENTAS
1 Chave fixa de 13 mm. 1 de 17 mm. 1 chave estrela de
10 mm, 1 de 13 mm. 1 de 22 mm e 1 chave de fenda.
1- Remover a tampa de abastecimento (flecha)
2- Desaparafusar todos os parafusos de fixação da tampa
3- Destacar a tampa dianteira mediante chave de fenda
figo 3-35
ATE NÇÃO: Trocar sempre a junta e vedador dianteiro
da árvore de manivelas
Operações anteriores vide cap ítulos 3.5 ou 3.5.2, 3.5.3,
3.6.1, 8.2.1
fi g3 -37
3.4.2 REMOçA0 E INSTALAÇAo DA TAMPA TRASEIRA
F ERRAM ENTAS
1 Soquete de 13 mm com extensão, 1 chave de fenda
, . Soltar todos os parafusos de fixação
2- Destacar a tampa traseira mediante uma chave de
fenda
fig o 3·36
ATE NÇÃO: Trocar sempre a junta e as arruelas de
pressão.
Operação anterior vide capítulo 3.5.6 e 3.5.7
3.4.3 CONTROL E DA MARCAÇAo DO PMS DA ENGRE·
NAGEM DA Á RVORE DE COMANDO DAS VÁlVU·
LAS E DA Á RVORE DE MANIVELAS
A engrenagem da árvore de manivelas tem um dente com
a marca "O" e a da árvore de comando das válvu las tem
dois dentes com a marca "00" . A marca "O" da engrena·
gem da árvore de manivelas deverá ficar entre a marca
"00" dos dentes da engrenagem da árvore de comando
das válvulas.
figo 3·37
Operação anterior vide capítu lo 3.4.1
fi g 3- 38
3.4.4 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DAS ENGRENAGENS
INTERME DIÁRIA E DA ÁRVORE DE COMANDO
DAS VÁLVULAS
FERRAMENTA
1 Soquete de 13 mm com extensão
1- Soltar os parafusos de fixação
2· Remover as engrenagens intermediária e da árvore de
comando das válvu las.
figo 3·38 (Execução Veicu lar)
ATE NçÃO: Na instalação sempre trocar as arruelas de
pressão e observar as marcas nos dentE!5.
Operação anterior vide capítulo 3 .4.1
3.4.5 REMOçA0 E INSTALAÇAo DA Á RVOR E DE CO-
MANDO DAS VÁLVULAS
FER RAM ENTA
1 Chave fixa de 13 mm
1· Inverter o bloco do motor 1800 a fim de qu e os tu·
chos permaneçam no seu al ojamento e não caiam no
motor.
2· Soltar os parafusos de fixação do segmento de fi xação
da árvore de comando e retirar o segme nto.
NOTA: MOTO RES VEICULAR ES NÃO SÃO EQUI·
PADOS COM ESTA PE ÇA.
3· Remover cuidadosamente a árvore de comando das
válvulas.
figo 3·39
Instalar em ordem inversa
OperaçõE!5 anteriores vi de cap ítu los 3.5.1 ou 3 .5.2,
3.5.3, 3.5.4,3.6.1 e 3 .4.1
21
3.4.6 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DOS TUCHOS
1· Remover os acionamentos das válvulas
2· Remover as hastes de comando
3· Remover a árvore de comando das válvulas
4· Remover os t uchos
ATENÇÃO: Os tuchos podem apresentar pequenos sul-
cos, porém quando apresentarem um des-
gaste maior (PITTING ), os mesmos de-
vem ser substitu(dos. (Vide flecha).
figo 3-40
Operações anteriores vide cap(tulos 3.2.2 e 3.4.5
f ig 3 - 40
3.5 ÁRVORE DE MANIVELAS
3.5.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA POLIA DA ARVORE
DE MANIVELAS
Com correias removidas
FERRAME NTA
1 Chave tubular de 17 mm
Soltar os parafusos de fi xação e remover a polia da árvo-
re de manivelas.
figo 3-41
ATEN ÇÃO: Controlar os parafusos e na instalação ob-
servar o torque de aperto por escrito.
rt'f:'c ri o fig 3- 41
3.5.2 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA POLIA DA ARVORE
DE MANIVELAS COM AMORTECEDOR DE VIBRA-
çÃO EM MOTORES VEICULARES.
Com correias removidas
FERR AMENTAS
1 Chave estrela de 17 mm e 1 tubu lar de 19 mm
1- Soltar os parafusos de fi xação e remover a polia da ár-
vore de manivelas com o amortecedor de vibrações.
2- Soltar os parafusos de fi xação e remover a polia da ár-
vore de ma nivelas e destaca r o amortecedor.
Ao instalar, sempre trocar as arruelas de pressão.
fi go 3-42
Instalar na ordem inversa.
3.5.3 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO TUBO DE RESPIRO
FERRAM ENTAS
1 Chave de boca de lO mm, 1 chave de fenda, 1 soquete
de 10 mm com extensão
1- Soltar os parafusos de fixação e remover a carcaça do
respiro.
2· Soltar as braçadeiras e remover O tubo de respiro.
figo 3-43
A carcaça do respiro é vedado com anel de borracha re-
donda, observar a sua montagem correta.
Ao instalar, trocar sempre o anel de borracha.
instalação na ordem inversa.
f ig3- 42
22
3.5.4 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO VEDADORES DA
ÁRVORE DE MANIVELAS
FE RRAMENTAS
1 saca vedador e 1 prensa.
, - Sacar o vedador sem danificar o alojamento.
.2- Montar o novo vedador com suas estrias no sentido
anti-horário (quando tiver marca com tinta, deve es-
ta ficar para cima e para o lado externo),
3- Prensar o vedador no seu alojamento, até o mesmo
ficar paralelo com a tampa.
figo 3-44
Operações anteriores vide cap(tulo 3.5.1 ou 3.5.2.
fig3-L. L.
3.5.5 INSTRUÇOES PARA A INSTALAÇÃO DOS VEDA-
DORES DA ÁRVORE DE MANIVELAS
Antes da montagem, os vedadores deverão ser engraxa-
dos na sua parte interna, e deve-se aplicar uma camada
de cola na sua parte externa. A lu brificação necessária a
fim de evitar o funcionamento a seco nos primeiros ins-
tantes após a partida.
fig 3- 46
3.5.7 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO VOLANTE
FE RRAMENTAS
1 Soquete de 22 mm com cabo de força e 1 alavanca de
montagem.
,- Fixar o volante na cremal heira com a alavanca de
montagem, introduzida no espaço entre cremalheira
e a flange da carcaça do volante, a fim de travar o vo-
lante.
2- Soltar e remover os parafusos de fixação do volante
figo 3-45
ATE NÇÃO: Controlar os parafusos contra tri ncas e
rupturas com Magnaflux. Montar na or-
dem inversa, e observar o torque de aper-
to prescrito.
3.5.8 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA CREMALHEIRA DO
VOLANTE
FERRAMENTAS
1 Talhadeira
1 Martelo
Aquecer rapidamente a cremalheira em toda a sua cir-
cunferência por igual e sacar mediante a talhadeira com
batidas leves.
(Cremalheira é montada a quente)
ATE NÇÃO: Na montagem a cremalheira deverá ser a-
quecida aprox. a 1000 C por igual e ser co-
locada rapidamente no volante.
figo 3-46
Operação anterior vide cap(tulo 3.5.1
23
3.5.9 CONTROLE DA OSCILAÇÃO LATE RAL DO
VOLANTE
FERRAMENTAS
1 Relógio comparador com prisma magnético e suporte.
1· Colocar o prisma magnético na superfície da flange da
carcaça do volante e o manipulo do relógio compara·
dor na superfície do volante.
2· Girar lentamente o volante
fig o 347
Oscilação máxima lateral é da ordem de 0,20 mm
fí g3 - 47
3.5.10 CONTROLE DO PARALELISMO DA FLANGE DA
CARCAÇA DO VOLANTE
FERRAMENTAS
1 Relógi o comparador com prisma magnético e suporte
1· Colocar o prisma magnético na superficie do volante
e o manipulo do relógio comparador na flange da
carcaça do volante.
2· Girar o volante lentamente.
figo 3-48
3.5.11 CONTROLE DA CONCENTRICIDADE DO ENCAIXE
DA CARCAÇA DO VOLANTE
FERRAMENTAS
1 Relógio comparador com prisma magnético e suporte
Colocar o prisma magnético na superfície da flange da
árvore de manivelas e o man ipu lo do relógio comparador
verticalmente contra o encaixe da carcaça.
figo 3-49
fíg3- 49
3.5.12 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA CARCAÇA DO
VOLANTE
FERRAMENTAS
1 Chave estrela 22 mm, 1 soquete de 17 mm com exten·
são, 1 chave de fenda e 1 cabo de força.
NÃO ~ NECESSÁ RIO REMOVER A TAMPA TRASEI ·
RA PARA EFETUAR ESTA OPERAÇÃO.
1· Soltar os parafusos de fi xação e destacar a carcaça
mediante chave de fenda.
fig o 3·50
Instalar na ordem inversa, observando os pinos guias e o
torque de aperto dos parafusos.
Operação anterior vide capitulo 3.5.7 e 8.1.1
24
3.5.13 REMOçA0 E INSTALAÇAO DA ENGRENAGEM DA
ÁRVORE DE MANIVELAS
FERRAMENTA
1 Sacador
1- Aquecer por igual a engrenagem da árvore de manive-
las e sacar a mesma
2- Remover o pino guia
figo 3-51
Posição "O" marcar no moente da árvore de manivelas.
(vide flecha!.
fig3 - 51
3.5.14 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DOS CONTRA-P~SOS
DA ÁRVORE DE MANIVELAS
FERRAMENTAS
1 Soquete de 22 mm com extensão
Soltar os parafusos de fixação e remover os contra pesos.
figo 3-54
Instalar na ordem inversa
ATENÇÃO: Partindo da tampa diantei ra os contra
pesos são numerados com nC?s 1,2,3 etc .
fi g 3-5 2
fi g 3- 53
INSTRUÇÃO DE INSTALAÇÃO :
Aquecer os dois lados da engrenagem até aproxim ada-
mente 1200 C a 1800 C e manter a mesma no moente da
árvore de manivelas.
fig o 3-52
ATENÇÃO:
Instalar a engrenagem de tal maneira que a marcação "O"
da engrenagem coincida com a marca efetuada na árvore
de manivelas e a posição do pino guia.
fig o 3-53
Operação anterior vide capitulo 3.4.2
Não misturar.
flg 3-54 Operação anterior vide capítulo 3 .6 .1
25
I~ti g3-55
3.5.15 REMOÇÃO E INSTALAÇAO DA ÁRVORE DE
MAN IVELAS
F ERRAME NTAS
1 Soquete de 22 mm com extensão.
1- Soltar os parafusos de fixação da capa dos mancais e
remover os mesmos
2- Retirar cuidadosamente a árvore de manivelas do alo-
jamento dos casquilhos.
fig_ 3-55
ATEN ÇÃO: Controlar os parafusos de fixação quanto
ao seu com primento e quanto a rupturas
ou trincas.
Operações anteriores vide capítul os 3-1. 5, 3.3.1. 3.4.1 ,
3.4.2 e 3.6.1
3- Na instalação controlar a folga axial da árvore de ma-
nivelas. Para isto fixar o prisma magnético no bloco
do motor e o manípulo do relógi o comparador na su-
perfície do moente da árvore de manivelas.
figo 3 -56
Valores vide cap ítu lo 3.5.19
3.5.16 CONTROLE E RETfFICA DA ÁRVORE DE
MANIVE LAS
Controlar a árvore de manivelas quanto a eventuais da-
nos. Medir todos os munhões anotando os desgastes e
ovalizações. Munhões superaquecidos devido casquilhos
defeituosos apresentam muitas. vezes trincas as quais po-
dem provocar rupturas da árvore de manivelas. As trincas
poderão ser constatadas mediante a utilização de um
aparelho de teste " MAG NAFLU X" ou pelo sistema imo
provisado com leite de cal.
3.5.17 CONTROLE DA ARVORE DE MANIVELAS COM
LEITE DE CAL
1- Lavar a árvore de manivelas deixando-a isenta de óleo
e graxa.
2- Aquecer a mesma em um banho de óleo de aproxima-
damente 700 C.
3· Lavar novamente.
4- Pulverizar a árvore de manivelas com leite de calou
aplicá-lo com pincel.
ATE NÇÃO: Lei te de cal é uma mistura de 1/10 de giz
e 9/10 de volume de água.
A posição e a extensão das eventuais trin-
cas oferecem uma base de referência so-
bre a profundidade das mesmas.
figo 3-57
t ig 3- 56
26
MLl NHÃO DA BIELA
"U MLlNH ÃO DA ARV ORE
If """"""""~-~ ~ /-ltL.l .J:.l ~; ;=. "-. . 1-. -
f- ... 1 LA DO DO
VO LANTE
MLl NHAO DA ARVORE no rm a l 1 2 3 4 5 6
D~ME TR O d mm
OVALIDADE mm
L ARG URA mm
MUNH ÃO DA BIELA I 1111 I IV V VI
DIÂME TRO d mm
OVAL IDA DE mm
fi g3- 59
f ig 3 -60
3.5.18 CONTROLE DOS MUNHOES DA ÁRVORE DE
MANIV ELAS
FERRAMENTA
·1 Micrômetro
1- Colocar o micrômetro em esquadro no munhão.
2- O micrômetro deverá passar justo nas superf(cies do
munhão.
3- Efetuar alternadamente a medição deslocando 90°.
figo 3-58
ATENÇÃO:
Transcrever os resultados obtidos na tabela.
fig o 3-59
3.5.19 TOLERÂNCIAS ADMISSfvEIS DA ÁRVORE DE
MANIVelAS
PARALELISMO
O desparalelismo do munhão da biela no diâmetro "b"
ádmisslvel é de 0,05 mm.
CONCENTRICIDADE
A ovalização e a conicidade admissivel nos pontos de
apoio é de 0,01 mm.
CENTRICIDADE
O desvio da centricidade dos diâmetros "a" e "b" admis-
sivel é da ordem de 0,02 mm .
FO LGA AXIAL
A folga axial é da ordem de 0,1 2 a 0,21 mm, sendo a má-
xima admissível 0,4 mm.
FOLGA RADIAL
A folga radial é da ordem de 0,09 a 0,12 mm, sendo a
máxima admissivel 0,2 mm .
Os munhões e moentes deverão ser retificados com uma
rugosidade de 2,5jJ
figo -3-60
3.5.20 lIMPESA DA ARVORE DE MANIVELAS APÓS A
RETfFICA
Todos os canais de óleo deverão ser devidamente lavados
após a retífica, bem como a própria árvore de manivelas
antes da montagem. Não poderão existir quaisquer res(·
duas de impureza.
27
3.5.21 TIPO E ESTADO DOS CASOUILHOS
, . Os casqu.ilhos são trimetálicos.
2- Em estado novo deverão ser lisos e altamente polidos.
figo 3-61
3- Após algumas horas de serviço a coloração torna-se
azul-cinzenta. ~ admiss ível que sua superfície de des-
lize apresente estrias finíssimas.
figo 3-62
3.5.22 CONTROLE DO DESGASTE DOS CASQUILHOS
FE RRAMENTAS
1 Relógio comparador interno com manipulador
1 Micrômetro comparador
1- Apertar os parafusos de fixação da capa dos mancais
ao bloco com o torque prescrito.
(vide dados técnicos) .
2- Ajustar o micrômetro comparador na respectiva medi-
da.
3- Ajustar o manipulador do relógio comparador de acor-
do com a medida do micrômetro comparador e ajustar
o relógio. Medir em cruz.
4- Anotar devidamente o desgaste.
figo 3-63
ATEN ÇÃO: Havendo grandes desgastes, retificar os
munhões da árvore de manivelas e montar
casquilhos de su b medida.
3.5.23 SUBSTITUiÇÃO DOS CASOUILHOS DA ÁRVORE DE
MANIVELAS
Os casquilhos são bi-partidos e adquiríveis em quatro
sub-medidas para efeito de reposição.
(vide cap (tulo 3.5.24 ).
Montar os casquilhos cuidadosamente e alinhar com uma
leve pressão com o dedo polegar.
A condição prévia para a montagem de casquilhos de re-
posição novos é um alinhamento perfeito dos apoios dos
mancais do bloco do motor. Deve trocar apenas em casos
de emergência casquilhos parcialmente.
fig3 - 61
fi g3- 62
fig3 - 63
28
o controle de alinhamento deverá proceder-se com aux (-
lio da própria árvore de manivelas, para isto , deve-se mar-
car os munhões com tinta de marcação e colocar os cas-
qui lhos nos respectivos suportes. Entre os munhões e os
casquilhos não deve aparecer qualquer espaço de medi-
ção. Para melhor certeza girar a árvore de manivelas e re-
tirar a mesma, a fim de controlar a im pressão da t inta
nos casquilhos. Caso a mesma não apresentar desalinha-
mento, o bloco poderá continuar a ser utilizado.
As capas dos mancais deverão ser montadas de acordo
com sua marca de identificação e os parafusos de fi xação
deverão ser apertados de acordo com o torque de aperto
prescrito (vide dados técnicos) .
._.-t-._.
I
ATENÇÃO: Na reutilização dos casquilhos os mesmos
deverão ser numerados de acordo com o
número correspondente inscrito na capa
do manual com lápis de cera.
3_5_24 SUB-MEDIDAS DOS CASQUILHOS DA ÁRVO RE DE
MANIVELAS E BIELAS
(W em mm)
Caso se apresentem sulcos profundos ou os casqui lhos es-
DA BIELA tejam ovalizados, deverão ser montados casquilhos de
sub-medida, e os munhões da árvore de-manivelas deve-
2,105 - 2,11 7
rão ser retificados para a próxima sub-medida.
(vide dados técnicos) .
2.230 - 2)1.2
figo 3-64
2.355 - 2,367
2.1.80 - 2,1.92
fig3-64
O RAIO
RETIFICADO I.mm
fig3- 65
3.5_25 RETIFICAÇÃO DOS MUNHÕES PRI NC IPAIS E DA
BIELA
Havendo profundas ranhuras ou ovalização nos munhões
(ovalidade máxima de 0,08 mm), os mesmos deverão ser
retificados numa retífica apropriada para a próxima sub-
medida. Simultaneamente deverão ser montados os cas-
quilhos com a respectiva sub-medida.
ATENÇÃO : Ao retificar os munhões deverá ser obser-
vado, se os raios de transição são executa-
dos sem interrupções e sem riscos ou ra-
nhuras. A execução imprópria dos raios
poderá ocasionar a diminuição da resis-
tência contra choque de entalhe e conse-
quentemente, a ruptu ra da árvore de ma-
nivelas.
O raio de transição deverá ser de 4 mm
polido.
fig o 3-65 e 3-66
CASQUllHO
SUB - MEDIDA
DA ARVORE
1~ 0,25 3,100 - 3,112
3,225 - 3,2370,502~
3~ 0,75 3,350 - 3,362
I.~ 1,00 3,1. 75 - 3,1.87
MUNHÃO
PRiNCiPAL
mm
MUNH ÃO
DA BIELA
mm
NORMAt 65.026 - 65.069 57,951 - 57,970
1~
sub-medida 64,776 - 64,819 57,701 - 57, 72 0
2~
sub-medida 64,526 - 64,569 57, 451 - 57, 470
3~
su b-medid a
64, 276 - 64,319 57,201 - 57, 220
4~
sub -medida
61., 02 6 - 64,069 56, 951 - 56,970
fíg3-66
29
A pré-tensão dos casquilhos principais deverão ser con-
trolados mediante um dispositivo especial. Quando um
lado do casquilho encostar na batente do dispositivo na
linha de centro horizontal com o diâmetro Q igual a
71,019 mm e do outro lado sendo testado com uma
pressão de P igual a 750 mkgf, deve o lado oposto do
batente desviar da medida R de 35,5055 em 0,035 a
0,06 mm (medida Al.
A pré-tensão dos casquilhos da biela deverão ser igual-
mente testados por um dispositivo especial.
Quando um lado do casqui lho encostar na batente do
dispositivo na linha de centro horizontal com o diâme-
t ro Q igual a 62,019 mm e do outro lado sendo testado
com uma pressão de 470 mkgf deve o lado oposto do
batente desviar da medida R de 31,0095 em 0,07 a 0,1 0
mm. (medida A )
figo 3-67
3.5.26 REMOçA0 E INSTALAÇAO DA CAMISA 0 0 CI-
LINDRO.
FERRAMENTAS
1 Disco guia
1 Prensa hidráulica ou de fuso
As cam isas dos cili ndros são montadas no bloco do mo-
tor sob pressão, não podem ser retificadas quando alcan-
çam a tolerância máxima perm it ida do desgaste e/ou ova·
lização (1 05,16 mm) mas sim devem ser subst ituídas por
novas, com o diâmet ro int erno, semi acabado (103,85 a
104,15 mm) como se segue:
a) REMOÇÃO DA CAMISA:
Colocar o motor numa prensa hidráulica ou de fuso e
remover a camisa de ci li ndro cuidadosamente median-
te um disco guia.
b) INSTA LAÇÃO DA CAMISA:
Eliminar as impurezas de qualquer espécie dos aloja-
mentos das camisa$ do ci li ndro no bloco do motor,
bem como as próprias camisas de cilindro. Pulverizar
com 2cm3 de librif icante MOS2 (MOLl KOTE G.
RAPI D-SPRAY) em toda a circu nferência e aprpxi -
madamente 80 mm de altura, tanto na borda superior
como na inferior as camisas de ci lindro e respectivos
alojamentos. Montar corretamente a camisa do cilin-
dro sobre o alojamento do bloco do motor (controlar
com um esquadro em quatro pontos em cruz a posi-
ção correta da camisa de ci lindro) e prensar cuidado·
samente mediante o disco guia e prensa hidráulica ou
de fuso.
f igo 3-68
c) MA NDRILHAR E BRUNIR AS CA MISAS SEMI·
. ACABA DAS
Após prensar as camisas de cili ndro mandrilhar até al-
cançar um diâmetro interno de 104,96 a 105,022 mm,
diâmetro mínimo e máximo respectivamente.
AT EN ÇÃO: Os traços cruzados do brunimento devem
possuir um ângulo de 90 a 120 graus e a
rugosidade da superfície brunida deve ser
de 4 a 6 ]i.
Recomendamos para a obtenção dos re-
sultados de brunimento acima citado uma
pedra de 1/2"xl /2 " x4" tipo S referência
E 015-72 marca ABAASIPA.
Operações anteriores vide cap ítilos 3.1.5, 3.5.1 4
fi g 3- 57
fig3 - 58
3.5.27 CONTROLE DA SALI~NCI A DA CAMISA DO BLOCO
DO MOTOR
FERRAMENTA
1 Cálibre de profundidade ou de folga.
Medida " A" controlar em quatro pontos em cruz.
ATENÇÃO : Medida "A" para motores industriais e
veiculares é de 0,02 a 0,07 mm.
fig o 3-71
Operação anterior vide capítulo 3.1 .5.
3.5.28 MEDiÇÃO DA CAMISA DE CILINDRO
FERRAMENTA
1 Relógio comparador interno com manipulador.
Medir a camisa de cilindro internamente em quatro pon-
tos diferentes longitudinalmente e verticalmente.
figo 3-72
fig3-72
-VALOR DA PONTO DA MEDIC O
MEDiÇÃO 1 2 3 t.
- -
RJ NORMAL X
Y
CIL 1
X
Y
CIL 2
X
Y
CIL. 3
X
Y
CIL t.
X
Y
fig3-73
Anotar os valores obtidos na tabela de medição.
fig o 3-73
3.5.29 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO COMPENSADOR DE
MASSAS (OPCIONAL)
FERRAMENTAS
1 Soquete de 17 mm com prolongador
1 Chave fixa de 14 mm .e 1 de 17 mm
1- Remover a porca de capa da tubulação de pressão de
óleo do canal principal de óleo do compensador de
massas, bem como o parafuso oco da tubu lação de
pressão de óleo lu brificante no compensador de mas-
sas e remover a tu bu lação.
ATENÇÃO: Trocaras arruelas de cobre.
2- Soltar os parafusos de fi xação e remover o compensa-
dor de massas.
ATENÇÃO: Notar os calços sob o compensador de
massas.
figo 3-74
Instalar em ordem inversa .
Operação anterior vide capítulo 3.6 .1.
31
3.5.30 AJUSTAGEM DA FOLGA DE ENGR ENAGEM DO
COMPENSADOR DE MASSAS
FERRAMENTAS
1 Soquete de 17 mm com prolongador
1 Base magnética, relógio comparador e dispositivo
nC? 9.0690.73.2.9315
1- A folga dos flancos dos dentes deve ser ajustada por
meio de calço de chapa de 0,10 mm (vide flecha).
2- Esta fol ga deverá ser ajustada com o motor de cabeça
para baixo e deverá estar entre 0,2 a 0,3 mm.
3- A folga deverá ser medida após a montagem final do
compensador de massas.
Até 0,06 mm são necessários 3 calços de chapa
De 0,07 a 0,12 são necessários 2 calços de chapa
De 0,13 a 0,19 mm apenas um calço de chapa.
figo 3-75
3.5.31 SI NCRONIZAÇAO DAS ENGRENAGENS DO COM-
PENSADOR DE MASSAS E CONTROLE DO PARAL E-
LISMO DA ENGRENAGEM DE ACIONAME NTO.
FERRAMENTAS
1 Cavalete giratório
1 Dispositivo de controle de paralelismo.
1- A marcação "O" do dente da engrenagem de aciona-
mento do compensador de massas deverá engrenar
ent re a marcação "O-O" dos dentes da cremalhei ra na
árvore de manivelas.
2- Verificar o paralelismo dos flancos dos dentes da engre-
nagem por meio do dispositivo N9 9.0690.73.2.9315
com o motor virado 1800 .
figo 3-76
3.5.32 DESMO NTAGEM E MONTAG EM DO COMPENSA-
DOR DE MASSAS
FERR AMENTAS
Pu nção ci It'ndrico de montagem e desmontagem
Prensa, 1 martelo, 1 chave estrela de 13 mm e 1 de
17mm . --
1· Soltar os parafusos de fixação da tampa.
2· Sacar os pinos cônicos da tampa, bem como da carca-
ça com aux(lio de uma porca M8 e remover a tampa.
ATE NÇÃO: Na montagem, apertar levemente os para-
fusos de fi xação da tampa, fixar os pinos
cônicos e apertá-los.
figo 3·77
3- Remover os eixos, as engrenagens frontais bem como
os anéis de encosto.
ATE NÇAo: Lavar todas peças e canais de lubrificação
com óleo combust(vel. Soprar os canais
com ar comprimido. Na montagem, todos
os moentes dos eixos deverão ser lubrifi-
cados com MO LI KOTE G.
Escolher os aneis axiais conforme necessi-
dade.
A ajustagem é prescrita no item 3.5.34.
fi9,. 3-78
f ig3 -7 5
fig3- 77
fi93-7 8
32
di stan cia da
bu ch a 1 mm
fig3-79
fig3- BO
4- Remover as buchas do mancai na prensa mediante
pu nção cilíndrico.
ATE Nç ÃO: Antes de montar as buchas, estas deverão
ser congeladas e deverão ser prensadas de
fora para dentro. Deverá ser observado
para que o orifício de óleo das buchas
coincida com O da carcaça, bem como a
face da bucha fique a um miJ(metro da
face interna da carcaça.
figo 3-79
3.5.33 CONTROLE DA MARCAÇÃO DAS ENGRENAGENS
FRONTAIS DO COMPE NSADOR DE MASSAS
A marcação da engrenagem de acionamento deverá en-
grenar entre a marca dos dentes da engrenagem acionada.
fig o 3·80
3_5.34 CONTROLE DA FOLGA AX IAL DO COMPENSADOR
DE MASSAS
FERRAMENTAS
1 Cálibre de folgas.
A folga axial deve ser regulada por meio de aneis de en-
costo (seta). A folga normal é de 0,15 a 0,25 mm.
ATE NÇÃO: Montar o compensador de massa~ e aper-
tar os parafusos de fixação da tampa.
Com o cálibre de folgas verificar e deter-
minar o respectivo número de aneis. Efe-
tuar a distribuição por igual nas duas ex-
tremidades do eixo,
fig3- 8 1 fig o 3-81
~--~~~~--~~~~--------~
3.5.35 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA CREMALHEIRA DE
ACIONAMENTO DO COMPE NSADOR DE MASSAS
1- Marcar a posição do assento da cremalheira na árvore
de manivelas.
2- Aquecer rapidamente a cremalheira em toda a sua
circunferência e sacar a mesma.
ATE NÇÃO: Ao sacar a cremalheira, não danificar o
mun hão da árvore de manivelas, e em
especial não deixar cair a mesma no
munhão.
3- Marcar a nova cremalheira, aquecer a mesma até
~ e montá-Ia no assento pré-marcado, na árvore
de manivelas.
figo 3-82
33
3.6
3.6.1
3.6.2
4.
BLOCO DO MOTOR
REMOçA0 E INSTALAÇAo DO CARTE R
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de 14 mm
1- Drenar o óleo
2- Soltar os parafusos de fi xação do carter
figo 3·83
ATE NÇÃO: Renovar sempre a junta ao instalar, bem
como observar O torque de aperto.
SUBSTITUIÇAO DO BLOCO DO MOTOR
Todas as peças já foram removidas, respectivamente des-
montadas.
1- Lavar o bloco do motor.
2- Controlar todos os prisioneiros eventualmente substi-
tuir.
3- Controlar os casquilhos da árvore de manivelas, even-
tualmente substituir.
4- Controlar a bucha da árvore de comando das válvulas
eventualmente substituir.
5- Controlar os casquilhos da biela, eventualmente subs-
t ituir.
6 - Controlar a árvore de manivelas, eventualmente retifi-
cando, se necessário, usando casquilhos com respecti-
va su b-medida, ou trocar a árvore de manivelas e mon-
tar casqui lhos novos.
7- Controlar a vedação dos tampões de proteção do blo-
co.
8- Usar sempre juntos, aneis de vedação e vedadores ra-
diais novos.
ATENÇÃO: Verificar se o bloco do motor está racha-
do ou trincado, batendo em vários pontos
com uma ferramenta metálica, cuidado
para não danificar as superfícies usinadas;
se houver trincas ou rachaduras o som das
batidas será ôco e grave.
figo 3-84
SISTEMA DE CIRCULAÇAO DO ÓLEO LUBR IFI-
CANTE
1- Carter
2· Bomba de óleo lubrificante
3- Tubulação de sucção
4- Válvu la de segurança
5- Filtro selado de óleo lubrificante
6- Árvore de manivelas
7· Árvore de comando de válvulas
8- Tuchos das válvulas
9- Haste dos balancins
10- Balancins
11 - Embolos
figo 4-1 4 3
f ig3-83
fi g3-84
fig4 -1
34
figL.- 2
4.1.1 REMOçA0 E INSTALAÇAo DA BOMBA DE ÓLEO
LUBR IFICANTE
FE RRA MENTAS
Chave de boca de 17 mm
Soquete de 13 mm com extensão
,- Soltar as porcas de capa da tubulação de pressão e re·
mover a tubulação (seta).
figo 4-2
NOTA: SO MENTE EM MOTORES DE 4 CI LlNDROS
EQU IPADOS COM COMPENSADOR DE MAS-
SAS.
i 11- "


2- Soltar os parafusos e porcas de fixação do suporte (1 )
ATE NÇÃO: Trocar sempre o anel de borracha redon-
da (4) entre a tubulação de sucção e a caro
caça da bomba de óleo lu brificante.
figo 4-3
fi g 4- 3
3- Remover os parafusos de fi xação da carcaça da bom-
ba de óleo.
ATEN ÇÃO: Trocar a bomba de óleo que estiver total-
mente desgastada.
figo 4-4
Instalar na ordem inversa.
Operações anteriores vide capítulos 3.4.1 e 3.6.1
4.1.2 REMOçA0, INSTALAÇÃO, DESMONTAGEM, CON·
TROL E E MONTAGEM DA VÁLVULA DE SEG U·
RANÇA.
FE RR AMENTAS
1 Chave de boca de 17 mm
A válvulá de segurança evita pressões excessivas, o que
poderá acontecer quando o motor estiver frio. Quando
o ajuste da pressão pré-estabelecida é excedida, a válvula
desvia parte do óleo para o cárter. Isto continua até que
o óleo se aqueça e flua a pressão desejada. Então a válvu-
la se fecha.
A válvula de segurança está localizada' no cabeçote do fil -
tro de óleo lu brificante.
35
,- Remover a válvu la de segurança.
2- Remover a sede da vál vula, mola e esfera.
3· Lavar todas as peças em óleo Diesel.
4- Passar ar comprimido nos canais e na sede da válvula,
no cabeçote.
5- Controlar sede e esfera quanto ao desgaste.
figo 4·5
ATE NÇÃO: Caso a esf era e a sede estiverem danif ica-
das, trocar a válvula completa.
Não obtendo resu ltado satisfatório, subs-
t ituir o f ilt ro completo.
4.1.3 REMOÇA0 E INSTALAÇÃO DO ELEMENTO SELA·
DO DO FILTRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE
,- Desenroscar manualmente o elemento selado, ou com
chave adequada.
ATE NÇÃO: ESSE ELE ME NTO NÃOPODESER LA-
VADO E DEVE SER SUBST ITU(DO OBRIGATO-
RI AMENTE EM MOTO RES INDUST RIA IS CADA
250 HORAS E EM MOTORES VEICULARES CADA
5.000 KM PERCORRIDOS.
2- Limpar a superfl'cie de vedação do cabeçote com um
pano sem fi apos.
3· A junta de vedação que acompanha cada elemento ori·
ginal, antes de aparafusar deve ser oleada.
4· Aparafusar manualmente até que a junta encoste.
Após esta operação, reapertar manualmente por mais
meia volta.
5- Dar parti da ao motor e verificar quanto a sua vedação
no fil tro, bem como demais pontos de ligação.
figo 4·6
4.1.4 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE DO FIL-
TRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE.
FERR AMENTAS
1 Chave fixa de 17 mm
Não alcançando a bomba de óleo à pressão mínima de
61eo lubrificante (vide dados técnicos) soltar os para fu-
sos de fixação docabeçote do filtro de óleo lubrificante,
e remover o mesmo, lavar e cont rolar a válvula de segu-
rança conforme presc ri to no cap ítulo 4.1.2.
Ao reinstalar o cabeçote, trocar a junta bem como enros·
car um elemento selado novo.
figo 4·7
@)
fig L.- S
figL.-6 I
fi g L. - 7
4.1.5 CONTROLE DA PRESSÃO DE ÓLEO
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de 27 mm
1 Manômetro de óleo com tubo f lexível.
,- Li gar o manômetro no lugar do interruptor de pressão
de óleo.
2- Colocar o motor em funcionamento
figo 4-8
ATENÇÃO: Após aproximadamente 20 minutos de
plena rotação e carga e com uma temperatura externa de
200 C, a pressão de óleo deve atingir 3 a 4 kgf/cm2 em al -
ta rotação e 0,8 kgf/cm2 em marcha lenta. Caso não for
alcançada esta pressão ou quando oscila dentro de um
determinado regime de rotação, isto é, quando a pressão
desce ou sobe com a aceleração do motor, consulte en- f ig 4-8
tão o cap(tulo 11.
--
36
4.1.6 TROCA DE ÓLEO
A troca de óleo deverá ser sempre executada cada 125
horas em motores industriais e cada 5.000 km percorri-
dos em motores veiculares_
As horas ou km prescritos relacionam-se para o tempo
integral, quer em marcha-lenta ou em rotação nominal.
1- Drenar o óleo com motor quente.
2- Remover o cabeçote do filtro de óleo lubrificante e
remover a eventual borra.
A TE Nç ÃO : A bastecer sempre com óleo novo.
Quantidades vide dados técnicos.
Operações anteriores vide cap {tulos 3.6.1,4.1 .1,4.1.4
4.1.7 ÓLEO LUBRIFICANTE
Classificação API - CO (Antiga Série 3)
Conforme MI L 2104C e MI L. L. 45199B
Viscosidade SAE 30
MARCAS RECOMENDADAS VIDE FIG URA 4.9
INDI CAÇÃO DE OLEOS LUBR IFICAN TE S
ATLANTIC
BA ROAHL
PRO MAX
CASTROl E SS O IPIRANGA MOB ll P ETROBRAS SHELL TEXACO VALVOLINE
ULTRA MO
HO
SERIE 3
SAE 30
M AXLUB
SO 3
SAE 30
CAST ROL
CRO
SAE 30
BRINOILlA
O 3
SAE 30
IPILUBE
SO
SAE 30
OELVAC
1330
SAE 30
LUBR A X
MO-400
SAE 30
RI MULA
C T
SAE 30
URSA OI L
L A 3
SAE 30
SUP ER
VAlVOLlNE
1000-S3
SAE 30
fi 9 4 - 9
3
7
9
2 6
fig 5-1
5 SISTEMA DE COMBUSTIVEL
5.1.1 SISTEMA DE COMBUSTIVEL-MOTORES INDU$-
TRIAIS.
1- Bomba injetora BOSCH
2- Bomba alimentadora BOSCH opcional e Bomba ali-
mentadora SO LE X.
3- Filtro de combust{vel
4- Bico injetor
5- Tubos de alta pressão
6- Tubul ação do tanque à bomba alimentadora
7- Tubulação da bomba alimentadora ao filtro de com-
bustlvel
8- Tubulação do filtro de combustlvel à bomba injetora
9- Tubulação de retorno dos porta injetores.
10- Tubulação da bomba injetora ao t anque
11- Avanço automático
figo 5-'
37
5.1.2 SISTEMA DE COMBUSTIVEL - MOTORES VEICU·
LARES
, - Bomba injetora CAV
2- Bom ba ali mentadora SO LE X
3 · Filt ro de combustível
4- Bico injetor
5- Tubos de alta pressão
6- Tu bul ação do tanque à bomba alimentadora
7- Tubulação da bomba alimentadora ao filtro de com-
bustível
8- Tubulação do filtro de combustível à bomba injetora
9- Tubulação de retorno do porta bicos injetores_
figo 5·2
5.1.3 SANGRIA DO SISTEMA DE COMBUSTlVEL - MOTO-
RES INDUSTRIAIS
,- Em motores equipados com bomba alimentadora SO-
LEX, deve-se proceder da seguinte maneira:
a) O parafuso de sangria da bomba injetora deverá ser
desaparafusado aproximadamente em 3 a 4 voltas.
(Vide flecha)
figo 5·3
7
fig5-2
f ig 5- 3
fi g 5- 4
b) Acionar a bomba alimentadora até que o combus-
tlvel saia na bomba injetora sem bolhas de ar e nes-
ta ocasião reapertar o parafuso de sangria da bom-
ba injetora.
figo 5-4
c) Não é necessário sangrar os tu bos de alta pressão,
caso se tenha esvaziado o tanque de combustível
du rante o serviço, apenas quando os tubos forem
desm ontados e co nsequentemente terem sido es-
vaziados completamente.
d) Para reencher os tubos de pressão, basta girar o
motor por intermédio do motor de arranque.
2- Em motores industriais equipados com bomba ali-
mentadora BOSCH
a) Soltar o parafuso de sangria do filtro de combustí-
ve l (desde que exista) aproximadamente 3 a 4 vol-
tas_ (flecha).
figo 5·5
f ig5-S
b) Acionar a bomba ma nual até que o combustível
saia no filtro de combust(vel sem bolha de ar e nes-
ta ocasião reapertar o parafuso de sangria do filtro
de com bustível.
c) Em caso da não existência do parafuso de sangria
no filtro de com bust ível, desconectar em um ou
dois tu bos de al ta pressão as porcas de fixação nos
porta injetores e acione a bom ba manual até que o
combustível saia sem bolhas de ar e nesta ocasião
reaperte as porcas.
figo 5·6
fig 5- 6
5.1.4 SANGRIA DO SISTEMA DE COMBUSTIVEL -
MOTOR ES V EICULARES
Para se sangrar o sistema de combustível, deve-se proce-
der conforme discrimi nado em seguida:
a) Certificar-se se todas as conexões das tu bu lações de
combustível estão devidamente apertadas.
b) Afrouxar a válvula de cont role
3- Afrou xar em segui da os sangradores pelas 2 e 3 da
bomba injetora respectivamente os do cabeçote hi-
dráu Iico e da tampa do regulador e novamente operar
manualmente a bomba ali me ntadora até que saia o
com bustível sem bolhas pel o sangrador 2, e apertan-
do-o em seguida. Dando sequência ao bom beamento
do combust(vel manualmente até que o mesmo acon-
teça no sangrador 3 , apertando-o em seguida.
figo 5-7
Quando a bomba injetora estiver livre de ar, nunca se de-
ve dar partida no motor antes de eliminar o ar contido
nos tubos de alta pressão e injetores, e para eli mi nar o
mesmo, deve-se proceder da seguinte maneira:
,- Afrouxar a porca de fixação em um ou dois tubos de
alta pressão nos porta in jetores.
2· Por o acelerador em posição de "rotação máxima" as-
segu rando·se antes que o estrangu lador esteja aberto e
dê partida no motor.
fig5-7 3- Deixe ligado o motor suficientemente até que o co m·
bustível saia sem bol has de ar, em seguida aperte as
porcas afrou xadas e deixe o motor funcionar em mar-
cha lenta.
5.2 FILTROS DE COMBUSTIVEL
5.2.1 REMOÇÃO E LAVAGEM DO ELEMENTO DO FIL-
TRO DE COMBUSTlVEL BOSCH
FERRAMENTAS
, Chave de boca de 13 mm
, Dispositivo especial de limpeza (BOSCH)
,- Soltar o parafuso de fixação (vide seta) e remover a
carcaça com elemento.
figo 5·8fi g5 -8
2- Tampar os dois lados do elemento com o dispositivo
de limpeza.
figo 5-9
f ig 5 - 9
3- Escovar o elemento do filtro de combustível em óleo
Diesel. Enxaguar em seguida o elemento em óleo com-
bustl'vel Diesel limpo. O grau de eficiência desta lim-
peza corresponde a cerca de 40 a 50%.
figo 5-10
ATENÇÃO: Durante a lavagem, não deixar entrar com-
bustrvel através dos orifícios do dispositi-
vo, mas sim através do próprio elemento.
Para se obter uma limpeza quase 100%,
deve-se mergulhar o elemento em óleo
combustível Diesel li mpo, até sua total
saturação, aplicando-se em seguida bas-
tante ar comprimido pela ponta da man-
guei ra do dispositivo. Remover a forma-
ção da espuma do elemento. Repetir esta
lavagem 4 a 5 vezes. l avar e secar a carca-
ça. A pressão de ar comprimido não deve
ul trapassar a 1 kgf/cm2. Após no máximo
5 aplicações de lavagem, substi tuir o ele-
mento.
ATENÇÃO : Ao colocar o elemento, su bstitua sempre
a junta da tampa e verifi que sua correta
posição.
fíg 5-10
5.2.2 LIMPEZA DO PR~-FILTRO SEDIM ENTADOR
(OPCIONAL) - CAV
Recomenda-se que este filtro seja drenado sempre que
aparecer água no recipiente de vidro, cujo nível não deve
ficar a menos de 15 mm da borda superior do recipiente
de vidro, soltando-se para esta finalidade o bujão de dre-
no (Peça 1).
O pré-filtro sedimentador deve ser desmontado após ca-
da 125 horas de serviço, a fim de que seja lavado o reci-
piente de vidro e a placa separadora de água em óleo Die-
sel limpo e para isto basta soltar o parafuso de fixação
(Peça 2) e na montagem do recipiente, substituir sempre
a respectiva junta de vedação e efetuar a sangria do siste-
ma de combustível.
figo 5-11
Operações adicionais vide capítulos 5.2.1 ou 5.2.2.
CA BEÇOT E
S AlDA DO E N TR A DA DE
COM B U 5 T~IV~E:.:L:1ê~~~ 1~=1í'''Z~5 TIV E L
RECIPIENTE
DE VIDRO
PLACA
SEPARADORA
D E AGUA
CAM ARA DA
DEC AN TAGE M
fig5 - 11
40
OECANTADOR
SA íDA DE
CDMBUSTIVEL
JUN TA DE
VEDACÃO
2- O
2-----0
fi gS -1 2
, 8
o:>
;
o:>
~ 9
i 6
J-s
~ 7
fi gS -13
yF-- - -8
o:>
""~
=• 9
...
5.2.3 LIMPEZA E SUBSTITUIÇAo DO ELEMENTO DO
FILTRO AGLOMERADOR DE COMBUSTlVEL - MO-
TOR VEICULAR
FER RA MENTAS
1 Chave de boca de 13 mm
Recomenda-se que este filtro seja drenado cada 125 ho-
ras ou 5.000 km percorridos, soltando-se para esta fina-
lidade o bujão de dreno (Peça n91).
Dada a impossibilidade de se limpar o elemento do fi ltro
aglomerador, o mesmo deverá ser substitu(do cada 750
horas ou 35.000 km percorridos e para tal deve-se proce-
der da seguinte maneira:
1· Desaparafusar e remover o parafuso de fi xação (Peça
n<? 2).
2· Deixar o recipiente aglomerador sair na mão e remo-
ver o elemento selado.
3- Antes de colocar o elemento selado, lavar o recipiente
aglomerador e substituir as respectivas juntas de veda-
ção.
4· Após a remontagem do filtro, torna-se necessário san-
grar o sistema de combustível.
fig o 5-1 2
Operações adicionais vide capítulo 5.2.2.
5.3 PORTA INJETORES
5.3.1 COMPOSIÇAO DO PORTA BICO INJETOR BOSCH -
MOTORES INDUSTRIAIS
1- Porta bico injetor
2- Agulha do bico injetor
3- Porca de capa do bico
4- Bico injetor
5- Pino de pressão
6- Mola
7- Conexão
8- Parafuso oco
9. Arruelas de compensação.
fig o 5-13
5.3.2 COMPOSiÇÃO DO PORTA BICO INJETOR CAV
MOTOR ES V EICULARES
1- Porta bico injetor
2- Agulha do bico injetor
3- Porca de capa do bico
4· Bico injetor
5- Pi no de pressão
6- Mola
7- Conexão
8- Parafuso oco
9- Porca de regulagem da mola
figo 5-14
figS-l"
41
5.4 BOMBA ALlMENTADORA
5.4.1 COMPOSiÇÃO DA BOMBA ALlMENTADORA BOSCH - - -- 2
SEM COPO - MOTOR INDUSTRIAL
, - Carcaça da bom ba 9- ~mbolo
2- Bomba manual 10- Pino de pressão
-..-
1I!--
~"'~~~----"
- -- -3
3- Mola da válvula 11 - Trava
4- Válvula 12- Tucho de roletes
5- Parafuso oco 13- Mola do tucho 13
6- Niple de redução 14- Peça corrediça 11
7- Tampão 15- Filtro de tela
8- Mola do êmbolo
15- ·- -
5-- -
figo 5-16
fi g5 -1 5
--__.
- - -
5.4.2 COMPOSIÇÃO DA BOMBA ALlMENTADORA BOSCH
COM COPO - MOTOR INDUSTRIAL
1- Carcaça da bom ba 10- Trava
2- Bomba manual 11- Tucho de roletes
3· Mola da válvula 12- Mola do tucho
4· Válvula 13· Peça corrediça
5· Niple de redução 14- Filtro de tela
6- Tampão 15· Copo
7· Mola do êmbolo 16- Mola
8· Pino de pressão 17- Anel de vedação
9- ~mbolo 18- Presilha
19- Porca serrilhada
figo 5-16
5.4.3 COMPOSiÇÃO DA BOMBA ALlMENTADORA SOLEX
- MOTOR ES INDUSTRIAIS
1- Tampa 7- Mola do diafragma
2· Filtro de tela 8- Retentor
3- Carcaça superior 9- Vedador
4- Diafragma 10- Mola da alavanca de a-
5- Carcaça inferior cionamento
6· Alavanca manual 11- Alavanca de acionamen-
to.
figo 5·17
5
13 ~
r.;--
~
2
3"~ ~~ ~'-..I
12 ~ ~ 8 97 6
;~ ;i ~J~
16 ~15 1ZJ18- -- - -;;
19
fi g5- 16a
y
c:>
f ig 5-17
5.4.4 COMPOSiÇÃO DA BOMBA ALlMENTADORA SOLEX y
- MOTORES V EICULARES
1 8
c::>
1· Tampa 2-----@) ,
2- Filtro de tela
3- Carcaça superior
4· Diafragma
5- Carcaça inferior
6- Alavanca manual
7- Mola do diafragma
8· Prato da mola
figo 5·18
3
"
5
7---.g
fig 5 - 18
42
(((
fig5-19
5.4.5 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DA BOMBA ALIMENTA-
DORA - BOSCH
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de 14 mm e 1 de 19 mm.
1· Remover as tubulações de combustrvel do tanque à
bomba alimentadora e da bomba alimentadora ao
filtro.
2· Soltar as porcas de fi xação e retirar a bomba.
figo 5-19
Instalar na ordem inversa substituindo a junta
5.4.6 DESMONTAGEM E MONTAGEM DA BOMBA ALI-
MENTADORA BOSCH - SEM COPO
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de 10 mm, 1 de 17 mm, 1 de 19mm,
1 de 30 mm, 1 Chave de fenda, 1 martelo e 1 punção.
6 2
12
7
5
1- Remover a bomba manual (2) da carcaça (1)
2- Remover a mola da válvula (3) e a válvula (4)
3- Soltar o parafuso oco (5) e remover o fil tro de tela
(1 5) da carcaça (1)
4- Soltar o niple rosqueado (6) e remover a mola da vál-
vu la (3) e a válvula (4)
5- Soltar o tampão roscado (7) e remover a mola do êm-
bolo (8) e o êm bolo (9)
6- Remover o pi no de pressão (10)
7- Rem over a t rava (11)
8- Rem over o tucho de rolete (12) com a mola (13) e a
peça corrediça (14)
figo 5·20
ATEN ÇÃO : Na rem ontagem sempre substitui r as ar-
ruelas de cobre sob a bomba manual, sob
o parafuso oco e sob o niple de redução e
fig5-20 o anel de borracha do tampão rosqueado.
5.4.7 DESMONTAGEM E MONTAGEM DA BOMBA ALI·
MENTADORA BOSCH - COM COPO
FERR A MENTAS
1 Chave de boca de 10 mm, 1 de 17 mm, 1 de 19 mm,
1 de 30mm, 1 chave de fenda, 1 martelo e 1 punção
1- Remover a bomba manual (2) da carcaça (1)
2- Remover a mola da válvula (3) e a válvula (4)
3· Soltar a porca serrilhada (19), soltar a presi lha (18),
retirar o copo (15) a mola (16), o fi ltro de tela (14)
e anel de vedação (17).
4- Soltar o niple rosqueado (6 ) e remover a mola da vál·
vula (3) e a válvula (4)
5· Soltar o tampão rosqueado (7) e remover a mola do
êmbolo (8) e o êmbolo (9)
6· Remover o pino de pressão (10)
7· Remover a trava (11 )
8· Remover o tucho de rolete (12) com a mola (13) e a
peça corrediça (14)
figo 5-21
ATEN ÇÃO: Na remontagem su bstitui r sempreas arrue-
las de cobre sob a bomba manual sob o ni-
pie de redução bem como o anel de borra-
cha do tampão rosqueado e do copo.
6---r'-~
12
11----15
2
7
fig 5-21
43
5.4.8 REMOç A0 E LIMPEZA DO FILTRO DE TELA DA
BOMBA ALIMENTADORA BOSCH - SEM COPO
FERRAMENTA
1 Chave de boca de 19 mm
Soltar o parafuso oco (5) e limpar em óleo combustl'vel
limpo o filtro de tela (1 5)
15 - - 1i1
fig o 5·22
5.4.9 REMOÇÃO E LIMPEZA DO FILTRO DA BOMBA ALI-
MENTADORA BOSCH - COM COPO
1- Soltar a porca serri Ihada (19) e a presi lha (1 8) remo-
ver o copo (15) e retirar o filtro de tela (14) em óleo
combustível limpo.
fig o 5-23
Instalar na ordem inversa, substituindo sempre o anel de
vedação. (1 7)
5.4.10 REMOÇÃO E CONTROLE DAS VÁLVULAS DA BOM-
BA ALlME NTADORA - BOSCH
FER RAMENTA
1 Chave de boca de 19 mm
Desaparafusar a bomba manual. (2) , e o niple de redução
(6 ), remover as molas das válvulas (3) e as válvulas (4) e
controlar as mesmas quanto ao eventual desgaste, em ca-
so afirmativo, substituir as mesmas.
figo 5-24
ATENÇÃO : As válvulas não podem apresentar marca-
ções de desgaste em sua supe rfície de ve-
dação.
5.4.11 REMOÇÃO E CONTROL E DO f:MBOLO DA BOMBA
ALlMENTADORA - BOSCH
FERRAMENTA
, Chave de boca de 30 mm
Remover o tampão roscado e remover o êmbolo.
figo 5-25
ATEN ÇÃO: O êmbolo é lapidado com a carcaça,
quando apresentar riscos, trocar o conjun-
to sem a bomba manual.
Na recolocação do tampão roscado, subs-
tituir o anel de borracha_
fi g5-22
J~'---- 17
~1.W---14
18
- ~:
: ª
~ j
0=~--19
fig 5-23
"'----i--2
fig5 - 24
fi g 5- 25
44
5.4.12 REMOçA0 E CONTROLE DO TUCHO DE ROLETES
DA BOMBA ALlMENTADO RA - BOSCH
FERRAMENTA
1 Chave de fen da
Remover com chave de fenda o tucho de rolete.
figo 5-26
ATE NçAo : Quando as peças corrediças ou o tucho de
rolete apresentarem desgastes, trocar o
conjunto com a carcaça sem a bomba ali-
mentadora.
fig 5-26
fig 5- 27
5.4.13 REMOçA0 E INSTALAÇAo DA BOMBA ALlMENTA-
DORA SOLEX - MOTOR INDUSTR IA L
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de 10 mm e 1 de 19 m m
1- Remover as tubulações de com bustivel do tanque à
bomba alimentadora e desta ao filtro.
2- Soltar as porcas de fixação e remover a bomba.
fig o 5-27
ATEN ç ÃO: Na instalação, trocar sempre a junta.
5.4.14 REMOÇÃO E INSTALAÇAo DA BOMBA ALlM ENTA-
DORA SOLEX - MOTOR VEICULAR
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de 10 mm e 1 de 19 m m
1- Remover as tubulações de com bustivel do tanque à
bomba alimentadora e desta ao filtro_
2- Soltar as porcas de fixação e remover a bom ba
fig o 5-28
Instalar na ordem inversa, substituindo sempre as juntas
e não esquecer de instalar o isolador térmico.
f i g 5-28
fi g5 -29
5.4.15 REMOÇÃO 00 DIAF RAGMA DA BOMBA ALlMEN-
TADORA - SOLEX - MOTOR INDUSTRIAL
FERRAMENTAS
1 Punção, 1 martelo, 1 alicate de pontas, 1 chave de fen-
da.
, - Soltar em forma de cruz os parafusos de fixação da
carcaça superior na inferior e remover a carcaça supe-
rior.
2- Remover a alavanca manual
3- Remover a alavanca de acionamento
4- Remover o diafragma completo.
figo 5-29
ATENÇÃO : O diafragma somente é substituível com-
pleto.
45
5.4.16 REMOÇÃO DO DIAFRAGMA DA BOMBA ALIMEN-
TADORA SOLEX - MOTOR VEICULAR
FERRAMENTAS
, Chave de fenda e , alicate de pontas.
,- Soltar em cruz os parafusos de fixação da carcaça su-
perior na inferior e remover a carcaça superior.
2- Remover a alavanca manual.
3- Remover o diafragma.
figo 5-30
5.4.17 TESTE DE DISCO DA VÁLVULA DAS BOMBAS ALI-
ME NTADORASSOLEX
O teste é efetuado por meio de sopro.
figo 5-3 1
ATEN ÇÃO: Constatando vazamento, efetuar a substi-
tuição do disco.
5.4.18 MONTAG EM DO DIAFRAGMA DA BOMBA ALlMEN-
TADORA SOLEX - MOTOR INDUSTRIAL
,- Colocar o diafragma na carcaça inferior.
2- A alavanca de acionamento deverá ser mantida na sua
posição inferior, para que o diafragma possa ficar a-
poiado paralelamente na superfície da flange.
3- Montar a carcaça superior na inferior fi xando os para-
fusos de fixação em forma de cruz.
figo 5-32
f ig5-32
5.4.19 MONTAGEM DO DIAFRAGMA DA BOMBA ALlMEN-
TADORA SOLEX - MOTOR VEICULAR
Antes de aparafusar a carcaça superior na inferior, de-
ve-se comprimir o diafragma na carcaça inferior de tal
maneira que as fu rações da flange do diafragma coinci-
dam perfeitamente com as da carcaça inferior e então
poderá se proceder o devido aparafusamento.
ATENÇÃO : Esta medida é necessária para se obter um
perfeito flu xo e pressão de óleo combus-
tível na bomba alimentadora.
figo 5-33
f ig 5- 33
46
11
'0
9
f ig5 - 37
5.4.20 LIMPEZA DO FILTRO DE TELA DAS BOMBAS ALI·
MENTADORAS - SOLEX
FERRAMENTA
1 Chave de boca de 1Omm
,. Soltar o parafuso de fi xação da tampa e remover a
mesma.
2- Remover o filtro de tela pelo moente e lavá-lo cuida-
dosamente em óleo combust ível limpo.
fi go 5-34
Instalar em ordem inversa substi tuindo sempre a cortiça
entre a tampa e fi ltro.
fig5-34
5.5 BOMBA INJETORA
5.5.1 CORTE TRANSVERSAL DA BOMBA INJETORA
BOSCH
, . Carcaça da bomba 6 Mola da válvula
2- Tucho de rolete 7- Câmara de combustível
3- Cremalheira 8- Câmara de óleo
4- Elemento da bomba 9- Tu bo de alta pressão
5- Válvula de pressão
figo 5-35
2
5.5.2 CORTE TRANSVERSAL BOMBA INJETORA - CAV
f i g5- 3 5
, - Contr·a peso centrifugais 5- Salda de combustível
2- Disco de arraste 6- Chapas deslizadoras
3- Anel de cames 7- Tampa f inal
4- Porta rolete 8· Bomba de transferênci a
figo 5-36
5.5.3 REGULADOR DE ROTAÇÃO RSV - BOSCH
MOTOR INDUSTR IA L
, - Carcaça 14- Encosto STOP ou mar-
2- Árvore de coman do da cha lenta
bomba injetora 15- A lavanca de regul agem
3- Flange de comando 16- A lavanca intermediária
4 - Contra peso centrifugo 17- Lubrificador
5- A lavanca de estrangu - 18- Alavanca regu ladora
fig5 - 36 lamento , 9- Mola de partida
6- Dispositivo de estran- 20- Tala
gulamento 21 - Cremalheira
7- Pino de regu lagem 22- A lavanca de comando
8- Encosto de débito má- ou aceleração
ximo 23- A lavanca basculante
9- Discos de compensação 24- Balancim
10- Mola de aproximação 25- Cubo
ou marcha lenta 26- Encosto da rotação má-
1'- Mola auxiliar da mar- xi ma
cha lenta
, 2- Tampa do regul ador
figo 5·37
O regulador ASV é regu lador de marcha lenta e de mar-
cha nominal. Ele regula a marcha lenta bem como a mar-
cha nominal. A rotação entre a marcha lenta e a marcha
nominal é determi nada através da haste de aceleração a
qual está acoplada a alavanca de aceleração do regu lador.
47
o campo de rotação pode ser alterado através do regula-
dor RSV fácil e simplesmente pela conservação da folga
das molas. O ajuste da mola pode ser efetuado pela re-
moção do tampão e pelo parafuso de regulagem. A ala-
vanca de aceleração deve estar na posição STOP,
REG ULADOR NA POSi ÇÃO DE PART IDA
, - Débito máximo 8- Mola de aproximação
la Débito máximo (fim 9- Mola au xiliar marcha
da aproximação) lenta
2- Cremalheira 10- Alavanca de regulagem
3- Mola reguladora bas- 11- Alavanca intermediária
culante 12- Alavanca reguladora
4· Alavanca basculante 13- Alavanca de comando
com balancim 14- Mola de partida
5- Contra peso 15- Marcha lenta
6- Pino de regulagem 16- Marcha lenta (carga nu -
com flange de co- la)
mando 17- Carga nula (marcha len-
7- Encosto do débito ta)
máximo 18- Encosto STOP
19- Balancim
20- Aproximação do início
figo 5-38
REGU LADOR NA POSiÇÃ O DE D~BITO MÁXI MO À
ROTAÇÃO MÁXIMA.
A mola de aproximação ou marcha lenta (10) iguala na
rotação máxima do motor a necessidade de óleo combus-
tível em relação a quantidade de ar fresco no cilindro do
motor e é somente instalada caso necessário. A mola é
acess ível através do tampão de vedação na carcaça do re-
gulador e ajustada através de discos de compensação Hig.
5-37) ,
figo 5-39
REGU LADO R NA POSi ÇÃO DE DtBITO MÁXIMO
COM CORTE DE ÓLEO
figo 5-40
REGU LADOR NA POSi ÇÃO DE MAR CHA LE NTA
figo 5-41
12
11
10
5 6 7 fig5 - 38
5 6 7 fig 5- 39
5 6 7
12
11
1--:--10
'JA.r.a-_ 9
f ig5-4 0
12
9
stop
/ °0
/
Tl·~'it---11
+-'--10
5 6 7 f ig5 - 41
48
f ig 5-42
REGULADOR EM POSiÇÃO STOP
figo 5-42
ATENÇÃO: Para o recondicionamento de bombas in-
jetoras, alimentadoras e porta injetores,
deve-se encaminhar aos postos autoriza-
dos BOSCH ou CAV, exceto bombas ali-
mentadoras SO LEX que deverão ser en-
caminhadas a MWM.
5.5.4 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA BOMBA INJETORA
BOSCH
COM TAMPA DIANTEIRA MONTADA
FE RR AMENTAS
1 Disposit ivo de fixação da engrenagem de acionamento
da bomba injetora ou avanço automático.
1 Chave tubular de 17 mm e 1 chave de boca de 19 mm.
1· Remover todas as tubulações de combust(vel bem co-
mo as de alta pressão.
2· Remover a haste de acoplamento do regulador
3· Soltar e remover a porca de f ixação da engrenagem da
bomba injetora.
4· Instalar o disposit ivo de fi xação da engrenagem de a-
cionamento da bomba injetora ou avanço automático
com a peça "A".
figo 5-43
fi g 5- 43
f ig 5- 44
5- Soltar as porcas de f ixação da bomba injetora.
6- Remover a bomba injetora cuidadosamente.
figo 5-44
Instalar na ordem inversa substituindo a junta.
5.5.5 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DA BOMBA INJETORA
BOSCH COM AVANÇO AUTOMÁTICO
CO M TAMPA DIANT EI RA MONTADA
FE RRAMENTAS
As mesmas aplicadas no cap(tulo 5.4.4
OPERAÇÕES
Na mesma seqüência como citadas no caprtulo 5.4.4 to-
davia subst ituindo no dispositivo de fixação da engrena-
gem de acionamento ou avanço automático a peça " A"
pela peça "8".
f igo 5-45
f ig 5- 45
49
5.5.6 REMOçA0 DA BOMBA INJETORA CAV
COM TAMPA DI A NTE IRA MONTADA
FER RAMENTAS
1 Dispositivo de fixação da engrenagem de acionamento,
1 chave de boca de 10 mm e ' de 14 mm.
,- Girar a árvore de manivelas até que no êmbolo nC? 4
esteja no seu ponto de in ício de injeção (o ponteiro
indicador do PMS deverá coinci dir com a respect iva
marca de graus instalada no amortecedor de vi brações.
2- Desconectar e remover os tu bos de alta pressão, bem
como as demais tubulações de combustível.
3- Desl igar as alavancas de aceleração e de entrangula-
mento.
4- Desaparafusar as três porcas de fi xação do fla nge da
bomba injetora.
figo 5-46
5- Desaparafusar a engrenagem de acionamento da bom-
ba injetora e mont ar o dispositivo guia da engrenagem.
6- Remover cuidadosamente a bomba injetora apertan-
do-se simultaneamente o parafuso guia do dispositivo.
figo 5-47
AT ENÇÃO:
a) TAM PA R DE V IDAME NTE TODOS OS ORIFlt lOS
DA BOMBA INJETORA, A FIM DE EV IT AR A PE -
NET RAÇÃ O DE IMPUR EZAS PREJUDICI A IS À
MESMA .
b) APÓS A REMOÇÃO DA BO MBA INJETORA CON-
FORME A CIMA CITA DO NÃO MA IS DE VE RÁ SER
GIR A DA A Á RVORE DE MANIVELAS.
5.5.7 INSTALAÇAO DA BOMBA INJETORA CAV
COM TAMPA DIANTEIRA MONTADA
FE RRAMENTAS
As mesmas aplicadas no capitulo anterior.
1- Na instalação da bom ba injetora, observar o encai xe
corret o do pino guia da engrenagem na estria do cubo
da bomba injetora.
figo 5-48
2- Remover o dispositivo guia da engrenagem e fixar a
mesma com o torque prescrito (vide dados técnicos).
3- A linhar a marca do flange da bomba injetora para
com a da carcaça de distribuição e fixar as porcas.
figo 5-49
4- Ligar as alavancas de aceleração e de estrangulamento.
5- Instalar os tubos de alta pressão bem como as demais
tu bu lações.
6- Sangrar o sistema de combust ível conforme explicado
no cap itulo 5.2.2

fig5- t. 7
fi g5- 48
f ig 5-4 9
fi 9 5- 45
O
.'
5.5.8 REMOçA0 E INSTALAÇAO DA ENGRENAGEM DA
BOMBA INJETORA BOSCH ~ MOTOR INDUSTRIAL
OU AVANÇO AUTOMÁTICO - MOTOR VEICULAR
FERRAMENTAS
1 Chave tubular de 17 mm .
1· Remover a porca de fixação.
2· Remover a engrenagem da bomba injetora ou o avan-
ço automático.
f ig. 5·50
Instalar na ordem inversa.
Operações anteriores vide capítul os 3.4.1, 3.4.4
fig5-5 0
5.5.9 REMOçA0 E INSTALAÇAo DA ENGRENAGEM DA
BOMBA INJETORA CAV
MOTOR VEICULAR
, - Remover os parafusos de fi xação
2- Remover a engrenagem do cu bo do eixo da bomba in·
jetora,
figo 5·51
Instalar na ordem inversa observando sempre o perfei to
assentamento do pino guia da engrenagem na estria do
cubo.
Operação anterior vide cap ítul os 3.4.1, 3.4.4
fig 5- 51
5.6 AJUSTAGEM DO INICIO DE INJEÇAO - BOMBA IN-
JETORA - BOSCH
4~
5.6.1 REMOçA0 DA VÁLVULA DE PRESSÃO
FE RRA MENTA
3-1 , Chave de boca de 22 mm
, . Remover a tubulação de alta pressão
2- Remover a válvula de pressão (vi de seta)
2-1 figo 5-52
1- Válvula de pressão
2· Mola da válvula
3- Conexão do tubo de alta pressão
fig 5- 52'-4 4- Tubo de alta pressão
5.6.2 REGULAG EM DO INICIO DE INJEÇAO MEDIANTE
INDICADOR OE PRÉ·CURSO E INICIO DE INJEÇÃO
, - Girar o volante 1/4 de volta para direita.
2- Colocar o indicador de pré-curso e início de injeção
sem relógio e fi xar.
3· Montar o relógio e girar o ponteiro uma volta, e f ixar
o relógio.
4- Com a bomba de combustível, bombear levemente e
regularmente até que o combustrvel escorra sem mui-
ta pressão.
5- Girar o motor lentamente até que o combustível pare
de sair pelo tubo ladrão (seta).
f igo 5-53
fi g5 - 53
51
5.6.3 REGULAGEM DO INICIO DE INJEÇÃO SEM INS-
TRUMENTO DE TESTE
1- Remover a tubu lação de entrada de combustível da
bomba injetora_
2- Remover o porta válvula do ci lindro 4_
3 · Remover a válvula de pressão E respectiva mola.
4- Remover o porta válvula vazio.
5· Medir o pré-curso mediante cálibre de profundidade
através do oriUcio do porta vál vula.
6- Remontar a tubulação de entrada de combustível da
bomba injetora.
7- Colocar a alavanca de regulagem em posição de meio
débit o.
8- Girar o volante à direita até que o porta válvula fique
cheio de combustível e soprar continuamente o com-
bustível no porta válvula; girando o volante para a es'
querda até que o n ível de combust ível pare de trans-
bordar, permanecendo no mesmo nível que a borda
do bocal do porta válvula. Com isto fica determinado
o início de injeção.
figo 5-54
5.6.4 REGULAGEM DO INICIO DE INJEÇÃO MEDIANTE
A ENGRENAGEM DE ACIONAMENTO DA BOMBA
INJETORA
1- Se o início de injeção inicia cedo demais (valor exces-
sivo medido na polia) ou avançado dem ais (valo r pe-
queno demais medido na polia) o seu início deverá ser
ajustado da seguinte maneira:
a) Remover a tampa dianteira.
b) Regule a engrenagem de acionamento da bomba
injetora na árvore de comando das válvu las em re-
lação a engrenagem da bomba injetora, solte para
isto os parafusos de fixação.
fig o 5-55
2- A engrenagem da árvore de comando das válvu las tem
furos oblongos (vide seta).
fig o 5-56
3- Os motores industriais são fornecidos sem engrena-
gem e os veiculares com avanço automático. Para cer-
tificar-se do que aci ma citamos, basta remover o bu-
jão de abastecimento de óleo. Notando-se no fundo
do furo uma superfície plana, então trata-se de um
motor "equipado com avanço automático ou seja vei-
cular, e em caso contrário vêm-se parafusos de fi xação
da engrenagem . O início da injeção é regulado pela fá-
brica e serve como referência para afinação da bom ba
injetora em relação ao motor.
4 - O in ício de injeção é determinado, colocando-se o êm·
bolo N9 4 no seu PMS, no seu curso de compressão.
As válvulas de escape e admissão, deste modo estarão
fechadas, e as hastes de comando dos balancins dei-
xam-se virar com facilidade. Girar devagar 1/4 de vol-
ta o volante. Colocar a alavanca reguladora da bomba
injetora aproximadamente 10 mm em direção do dé-
bito, após prévia remoção do tubo de alta pressão do
cilindro 4 e da tampa da bomba injetora.
fi g5 - 54
fi g 5- 56
52
f ig 5
o tucho de roletes deverá correr no d iâmetro base do
cames, isto é, o mesmo deverá estar no seu PMI . Abrir
o combustível. Montar o indicador no controle do
inicio de injeção (com tu bo de vidro) e gi rar a árvore
de manivelas lentamente para frente até que o tucho
suba no seu pré-cu rso aproximadamente 2,45 a 2,55
mm, nesta posição deverá subir o combust (ve l no tu-
bo de v~dro do indicador. O pré-curso poderá ser esta-
belecido no valor aci ma com ajuda do parafuso do
tucho.
5.6.5 REGUlAGEM DA MARCHA LENTA NO REGULA-
DOR DE ROr AÇÃO RSV
A alavanca de aceleção deverá ser regulado a tal pon to
- 57 que o motor funcione com 650 rpm. O curso da mesm a
em plena carga é limitado por meio do parafuso de en-
costo (vide seta).
fig o 5-57
NOTA: UMA EVENTUAL A LTE RAÇÃO NA REGU·
LAG EM. DEVE RÁ SER EXECUTADA EX-
CLUSIVAMENTE NOS POSTOS AUTORI ZA-
DOS BOSCH.
5.6.6 AJUST ES DA MARCHA LENTA E NOMINAL DA
BOMBA INJETORA CAV - MOTOR VEICULAR.
,- O ajuste da marcha lenta const ante (míni mo 600-650
rpm) em um motor que apresente oscil ações ou vibra-
ções, basta uma pequena correção do parafuso de re·
gulagem da marcha lenta.
2- O ajuste da marcha nomi nal deverá ser executado por
revendedor ou posto autorizado CAV, me diante o pa-
rafuso regu lador da rotação máxima.
fig o 5-58
,- Parafuso de regulagem da marcha lenta.
2- Parafuso de regulagem da rotação máxima.
5.6.7 TABELA DE VALORES DO INfclO DE INJEÇÃO - figo 5·59
BOM BA INJETORA BOSCH BOMBA INJETORA CAV
MOTOR INDUSTRIAL
S/AVANC O AU TOMÁTICO
MOTOR VEI CUL AR
C/AVAN CO AUTOM ÁTI CO
MOfOR VEI CULAR
ROTA CAO DO MOTOR
(rpm)
1500 -1800 1.801- 2.4 00 2.800 - 3,000 3.0 00
INic IO DE IN JECÃO
EM GR AU S ANT ES
00 PONTO MORTO
SU PERIO R
24 - 26 27 - 28
--'
27 25
I
RECU O EM MILI -
MET ROS 00 ÊMBQ
LO NO INíCIO DE
INJE CÃO ANT ES
00 PONTO MORT O
SUP ER IO R
7,74-6,63 9,56 - 8,3 3 7,74 7,18
fig5 - 59
53
5.7 PORTA BICO INJETOR
5.7.1 TESTE DO BICO INJETOR
, - Remover o porta bico injetor.
2- Montar o porta injetor no dispositivo.
ATENÇÃO: Para motores industriais recomendamos o
uso do aparelho de teste de bicos injeto-
res BOSCH N<? EFEP 060 F.
figo 5-61
Para motores VEI CU LAR ES, recomendamos o uso do a-
parelho de teste de bicos injetores CAV N9 LUCAS HH
551 .
figo 5-62
IMPORTANTE: O combustível deve sar pulverizado pe·
lo bico. A pressão de pulverização de·
verá ser de 180 a 185 kgf/cm 2.
fi g 5-61
fig 5-62
5.7.2 AJUSTE DA PRESSÃO DE INJEÇÃO
(MOTOR INDUSTRIAL)
Remover a porca de capa e a força da mala deverá ser au·
mentada com acréscimo de arruelas de compensação ca-
so a pressão não for atingida, conforme prescrição, ou se
a pressão for acima diminuir a número de arruelas.
figo 5-63
, . Porca de capa
2- Arruelas de compensação
fig5-63
5.7.3 AJUSTE DA PR ESSÃO DE INJEÇÃO
(MOTOR VE ICU LAR) 2
Soltar a porca de capa e aparafusar ou desaparafusar a
porca de capa da mola até que seja atingida a pressão
prescrita. Aparafusando à direita aumenta a pressão e ã
esquerda diminui a pressão.
figo 5-64
,- Porca de capa
2- Porca de capa de mola.
fig 5- 64
54
fig5-65
5.7.4 LIMPEZA DO BICO INJETO R
FERRAMENTAS
Para motores industriais, estojo de limpeza BOSCH -
NC? 9.0690.64.6.0201.
figo 5-65
Para motores veiculares, estojo de li mpeza CAV -
NC? 9.0690.64.6.9201.
figo 5-66
o jato de injeção ou a pulverização do bico depende do
fig5- 66
assento da válvula de agulha e da forma do o rifíc io de
sa ída do com bust ível. Uma má vedação do assento da
válvula de agulha poderá ocasionar o acúmul o de com-
bust(vel. Pela limpeza ou po li mento, esta deficiência po-
derá ser fac ilmente eliminada. Para a execução deste ser-
viço o recinto de trabalho deverá estar com pletamente
isento de limalhas de metal, sujeira ou areia, pois tais im-
purezas podem ocasionar a inutilizaçãoda sede.
Também o uso de panos de limpeza com fiapos podem
ocasionar desarranjos. Por isso a li mpeza do bico deverá
ser feita mediante o uso de escovas, pincéis, óleo com-
bustívellimpo e ar comprimido.
A parte interna do porta injetor pode ser limpa por inter-
médio de um palito de madeira ou óleo combustíve l li m-
po, ao passo que a agulha do injetor deve ser li mpa co m
um pano bem limpo. Peças carbonizadas devem ser fi xa-
das em um torno e serem limpas com um pedaço de ma-
deira previamente impregnado de óleo.
NOTA: NUNCA USAR LI XAS, RASQU ETES OU A-
PETRECHOS SI MILARES.
A fim da evitar a corrosão da agulha, esta somente pode-
rá ser pega pelo pino superior de pressão.
fig o 5-67
Tanto a agulha como o corpo não poderão ser substituí-
dos entre si e nem serem trocados entre si, po is consti-
tuem uma só unidade, ambos levados com a máxima pre-
cisão.
Na ocasião da montagem da agu lha, o bse rvar em pos ição
vertical, o livre desl ize da agulha para dentro do corpo.
f ig 5- 67 5.8 DISPOSITIVO REGULADO R DE PR ECISÃO
5.8.1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DO REGULADOR DE
SEGMENTO DA VELOC IDA DE DE ROTAÇÃO
(MOTOR INDUSTRIAL E MARI'rI MO )
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de 10 mm
1- Soltar o parafuso de fixação (1) e remover a alavanca
(2) e o trinco da alavanca (3),
2- Soltar as porcas de fixação do segmento dentado (5) e
remova o segmento (6) .
fig o 5-68
Instalar na ordem inversa substituindo sem pre o anel de
f ig5 -6 B borracha (7) .
55
5.8.2 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO DISPOSITIVO DE
MICRO REGULAGEM (GRUPOS GERADORES E GE·
RADORES, DE BORDO)
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de , Omm.
, - Soltar o parafuso de fixação (') e remover a alavanca
(2).
2- Soltar as porcas de fi xação (3) do suporte (4) e remo-
ver o mesmo.
fig_ 5-69
Instalar na ordem inversa substituindo sempre o anel de
borracha redondo (5).
6. SISTEMA DE ARREFECIMENTO
6.1 SISTEMA DE ARR EFECIMENTO POR CIRCULAÇÃO
INTERNA
As camisas de cilindro e os cabeçotes são arrefecidos por
água, a qual é circulada através do radiador (') e motor
pela bomba de água (4) . Entre o motor e o radiador está
instalada uma válvula termostática (2), a qual conduz a
água ao radiador, quando esta atingir a temperatura pres-
crita. Até a água atingir este ponto, ela corre da válvula
termostática de volta a bomba de água e assim sendo ela
esquenta mais rápido. O ventilador (3) montado na poli a
da bomba de água, serve para dar maior eficiência à dissi-
pação do radiador.
figo 6-1
,- Radiador
2- Válvula termostática
3- Ventilador
4- Bomba de água
5- Galeria de desvio
6- Coletor de água
7- Tubo de curto circuito.
6.1.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO RADIADOR
FER RAMENTAS
Chave de boca de 10 mm e , de ' 7 mm
Chave de fenda
, - Drenar a água de arrefecimento
2- Soltar as braçadeiras das mangueiras do radiador.
3- Soltar os parafusos de fixação dos coxins do radiador
no suporte.
4- Remover o radiador.
fi go 6-2
5- Remover tubulação de curto circuito.
6- Remover válvula termostática.
7- Remover tubulação de sucção.
Instalar na ordem inversa_
fig 5- 69
fíg6 -'
fig6 -2
56
f ig6- 4
6.1.2 CONTROLE DO RADIADOR
1- Instalar um tampão de borracha no gargalo de abaste-
cimento e um na conexão superior para mangueira.
2- Ligar uma manguei ra de ar comprimido na conexão
inferior.
3- Imergir o radiador em um tanque de água e testá·lo
com 0,5 kgf/cm2 de pressão_
fig o 6-3
AT ENÇÃO : Caso apareçam pequenas bolhas de ar na
superf(cie da água, provenientes de algu-
ma parte do radiador, o mesmo deverá ser
enviado a uma oficina especializada em
radiadores para o devido recondiciona-
menta.
fi g6 -3
6.1.3 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO VENTILADOR E DA
POLIA DA BOMBA DE ÁGUA
FERRAMENTA
1 Chave estrela de 13 mm.
1- Soltar os pa rafusos de fixação
2- Remover as chapas de segurança
3- Rem over o ventilador
4- Remover a polia.
figo 6-4
Instalar na ordem inversa
Operações anteriores vide cap (tulo 61.1 e 6 .1.4
6.1.4 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA CORREIA
FE RRA MENTAS
1 Chave de boca de 13 mm e 1 de 17 mm
1- Soltar os parafusos de fixação do suporte e do estica-
dor do alternador. (flechas) _
2- Apertar o alternador em direção do motor e remover
a correia.
figo 6-5
Instalar na ordem inversa_
Operação anterior vide capítulo 6.1 .1
fig6-5
6.1.5 CONTROLE DA TENSÃO DA CORREIA
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de 13 mm e 1 de 17 mm.
,- Afrouxar os parafusos do esticador e do suporte do
d(namo, respec. alternador.
2- Apertar o alternador para fora do motor.
3· Apertar a correia obliquamente no ponto central en-
tre bomba de água e polia da árvore de manivelas.
ATENçÃO : A tensão da correia deve ser ajustada, de
modo que, pressionando-a no ponto indi-
cado a mesma ceda cerca de 20 mm.
figo 6 -6
57
fig6 -7
6.1.6 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA VÁLVULA TER-
MOSTÁTICA
FERRAME NTA
1 Chave de fenda
Após soltar as braçadeiras, remover as mesmas e reti rar a
válvula termostática.
figo 6-7
6.1.7 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA BOMBA DE ÁGUA
CENTRfFUGA
FERRAMENTA
1 Soquete de 13 mm com extensão
1- Drenar a água de arrefecimento.
2- Soltar os parafusos de fixação (1) do ventilador
3 - Remover as chapas de segurança (2)
4- Remover o ventilador (3)
5- Remover a polia (5)
6 - Soltar e remover os parafusos de fixação (6) da bom-
ba.
7- Remover em sentido frontal a bomba de água (7)
Instalar na ordem inversa trocando sempre a junta (8)
figo 6-8
l ---::i'-"iU
--Il-l:
::)..'Q. .:'.
f ig 6 - 8
2 -
3
Operações anteriores vide capítulo 6.1.4
6.1.8 COMPONENTES DA BOMBA DE ÁGUA CENTR rFUGA
1- Carcaça da bomba
2- Eixo
3- Gaxeta
4- Rotor
5- Cubo para polia
figo 6-9
fig 6-9
6.1.9 DESMONTAGEM DA BOMBA DE ÁGUA CENTRr-
FUGA
FERRAMENTAS
Punção
Prensa
Alicate universal
1- Remover o cubo da polia (5) com um auxílio de um
suporte adequado que deverá ser calçado e mediante
um punção e prensar, sacar o cubo do eixo da bomba.
figo 6-10
fi g6 -10
58
2· Remover o arame de segura nça e calçar a carcaça da
bomba ~ 1) por intermédio de um anel e empurrar pa·
ra fora da carcaça do eixo (2), a gaxeta (3) e o rotor
(4).
figo 6·"
3- Apoiar o rotor 4 e removê·lo do eixo (2)
figo 6- 12
6.1.10 CONTROLE DOS COMPONENTES DA BOMBA DE
I ~
.. I'! ' ,
I 1 I
I I
I I
fig 6 -1 1
l~
ILf'
111 / 4
t:::r:Y1 I ~ ,
~
I
fig6-12
ÁGUA CENTRfFUGA
A bomba de água centrífuga desmontada deverá ser lava-
da em gasolina ou 61eo combustível com exceção do ei·
xo, dado que o mesmo tem lu brificação permanente.
Testar o giro concêntrico do eixo manualmente e deva-
gar. Caso se apresentem dificuldades de giro, como por
exemplo, pontos em que o gi ro se apresenta forçado ou
com barulho de atri to ou ainda uma folga radial excessi·
va, deve ser substitu ído o eixo com o rolamento.
ATEN ÇÃO: O recondicionamento da bomba de água
centrífuga se torna necessário quando a·
presentar vazamento na gaxeta ou rola·
mento estiver defeituoso.
6.1.11 MONTAGEM DA BOMBA DE ÁGUA CENTR(FUGA
,. Prensar o eixo da bomba centrífuga (2) mediante uma
luva de compressão por cima do anel externo do mano
cal na carcaça da bomba (1) até que o anel externo do
mancai se assente paralelamente na carcaça e montar
o cubo da pol ia (5).
ATEN ÇÃO: USAR SE MPR E CUBO NOVO.
2- Prensar a gaxeta (3 ) nova na carcaça da bomba (' ).
Em casos de emergência, poderão ser eventualmente
reutilizados os anéis de material sintético das gaxetas.
3- Aquecer o rotor (4) a uma temperatura de 2300 C e
montar o mesmo no eixo (2) até que o rotor fique pa·
raleio com a superfície da carcaça.
figo 6-13
fig 6 -13
59
6.2 VÁLVULA TERMOSTÁTICA
Para o controle da temperatura da água de arrefecimen-
to, é instalada uma válvu la termostática na tu bu lação. O
elemento termostático é um conjunto trocável, o qual
comanda a circulação de água pelo radiador e do desvio.
At6 que seja atingida a temperatura de serviço, a válvula
permanecerá fechada para a circulação do radiador. Isto
quer dizer, a água de arrefecimento corre através do tubo
desvio, diretamente volta a bomba de água. Após uma pe-
quena elevação da temperatura da água, a válvula começa
se abrir lentamente, onde uma parte da água inicia sua
circulação pelo radiador e o restante continua a voltar
pelo tubo de desvio. Em alta temperatura, o tubo de des-
vio ficará totalmente fechado.
6.2.1 CONTROLE DA VÁLVULA TERMOSTÁTICA
FE RRAM ENTA
1 Recipiente com água.
Mergulhar a válvula termostática em recipiente com água
com uma temperatura de 65 a 71 0 C com a ligação de
desvio voltada para cima. Mexer sempre a águ a, a fim de
que a mesma circule sempre com a mesma temperatura.
Deixar a válvula termostática du rante 10 minutos no re-
cipiente e verificar após se a abertura de desvio ficou fe-
chada pelo elemento da válvula.
figo 6-14
6.3 ARREFECIMENTO INDIRETO
o arrefecimento indi reto é organicamente montado no
motor, possuindo dois circuitos separados de arrefeci-
mento. A água limpa circu la por meio de uma bomba
centr ífuga e é arrefecida no intercambiador de calor,
montado no motor por água bruta. A válvula termostáti-
ca mantém a temperatura constante.
A água bruta é aspirada por meio de uma bomba auto as-
pirante e conduzida através do intercambiador de calor.
Este sistema de arrefecimento deve ser abstecido com á-
gua limpa, através do gargalo de abastecimento (1) do re-
servatório (2) até que a água saia pelo tubo ladrão (3).
figo 6-15
, - Gargalo de abastecimento
2- Reservatório de água
3- Tubo ladrão
4- Bomba centr(fuga
5- Galeria distri buidora de água no bloco
6 - Tubo coletor de água de saída
7· Intercambiador de calor
8- Bomba auto-aspi rante
9- Tubo de sarda de água bru ta
10- Válvula termostática
11 - Tubo de curto-circuito
12- Registro
13- Tubo de sucção para água bruta.
fig6 - 1'
8 12
fi g6 -15
6 10 11 7 1 3 2 9
60
12
-r-
I
t. 11
fig 6- 17
~
6.3.1 REMOÇÃO E INSTALAÇAo DA BOMBA AUTO-AS-
PI RANTE
FERRAMENTAS
Chave de boca de 14 mm
Chave de fenda
1· Drenar a água de arrefecimento
2· Soltar e remover as braçadei ras
3· Soltar os parafusos de fixação da bomba
4· Remover a bomba para frente.
fig o 6·16
Instalar na ordem inversa.
fig6-16
6.3.2 COMPOSiÇÃO DA BOMBA AUTO·ASPIRANTE
1· Corpo da bomba
2· Carcaça de rolamentos
3· Flange intermediária
4· Anel de borracha redondo
5· Árvore do rotor
6· Rotor
7· Rolamento de esferas
8· Anel distanciador
9· Vedador
1Q. Anel centrifugador
11· Tampa da bomba
12· Engrenagem de acionamento
figo 6·17
6.3.4 DESMONTAGEM E MONTAGEM DA BOMBA AUTO-
ASPIRANTE
1· Remover a engrenagem de acionamento
2· Remover a tampa da bomba
3· Remover o corpo da bomba
4· Remover os anéis de borracha redondo
5· Remover a flange intermediária
6· Remover a carcaça de rolamentos
7· Remover o rotor
8· Remover os vedadores
9· Remover o anél centrifugador
1Q. Remover os rolamentos
11· Remover os anéis distanciadores
figo 6·17
Montar em ordem inversa
fig 6-18
6.3.5 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO INTERCAMBIADOR
DE CALOR
2
FERRAMENTAS
1 Chave de fenda, 1 Chave estrela de 17 mm e , de
22mm.
1· Drenar a água de arrefeci mento
2· Remover a tampa do gargalo de abastecimento (1)
3- Remover a tubulação ladrão (2)
4- Remover a válvula termostática (4)
5· Remover as tubulações de água de arrefecimento que
ligam o intercambiador ao motor.
6· Soltar os parafusos de fixação (5) e remover o inter·
cambiador.
figo 6-18
61
ATENÇÃO: Antes de reinstalar o intercambiador, o
mesmo deverá ser limpo internamente.Ca-
so se constatar a formação de incrustação
recomendamos que se abasteça o inter-
cambiador com uma substância qu(mica
que tem o poder de dissolver o calcário a-
cumulado que, porém, não ataque o co-
bre, latão, alum(nio e estanho (por exem-
plo P3T 11 66) e em seguida enxague bem
o intercambiador.
Instalar em ordem inversa.
Renovar sempre as juntas do intercambiador.
6.3.6 DESMONTAGEM E MONTAGEM DA COLMEIA
FERR AMENTAS
Chave de boca de 17 mm
Chave quadrada de 8 mm
1- Remover as tampas laterais.
2- Empurrar para fora a colmeia
3· lavar a colmeia
4- Controlar os pontos de solda da colmeia
ATENÇÃO : Renovar sempre todas as juntas, aneis de
borracha e protetor de zi nco.
Instalar na ordem inversa.
figo 6-19
1- Carcaça
2- Colmeia fig6- 19
3- Anel de borracha redondo
4- Tampa lateral traseira
5- Anel de borracha redondo
6 - Tampa lateral dianteira
7- Anel de borracha redondo
8- Protetor de zinco
7. SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR
7.1 FILTRO DE AR SECO - MOTOR VEICULAR
7.1.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO FILTRO DE AR
SECO
FERRAMENTA
1 Chave de boca de 13 mm
, - Soltar as presilhas e remover a tampa
2- Retirar o elemento da carcaça
3- Desaparafusar a carcaça e remover a mesma
figo 7-1
ATENÇÃO: Tomar o devido cuidado, de não descarre-
gar o pó acumulado para dentro do orifí-
cio do coletor de admissão.
Instalar na ordem inversa, substituindo as juntas.
f ig 7- 1
62
7.1.2 LIMPEZA DO ELEMENTO DO FILTRO DE AR SECO
fí g 7- 2
,- Bater levemente para que a poeira se desprenda.
Bater cuidadosamente a fim de se evi tar a danificação
do elemento.
f igo 7·2
2- Dirigir um jato de ar comprimido a seco, com uma
pressão não superior a 5 kgf/cm 2 em sentido longitu-
dinal, inclinando o bico de ar contra as superfíci es in-
ternas do elemento.
figo 7-3
Caso a limpeza conforme acima descrita não der resulta-
do satisfatório, o elemento poderá ser lavado conforme
descrito no parágrafo 3.
f ig 7- 3
fig7-5
3- Limpar o elemento conforme já citado sob o parágra-
fo 2, mergulhar em seguida em água morna na qual se
deve adicionar um detergente de uso· caseiro Agitar
bem. Enxaguar bem em água limpa e em seguida sacu-
dir bem e deixar secar o elemento.
figo 7-4
NOTA: Não obtendo resultado satisfatório com esta
limpeza, o elemento deverá ser substituído.
Operação anterior vide capítulo 7.2.1.
7.1.3 CONTROLE DO ELEMENTO
Inspecionar visualmente o elemento contra a luz ou com
au x ílio de uma lâmpada, a fim de localizar eventuais fu-
ros ou rupturas do papel.
figo 7-5
Operação anterior vide capítulo 7.2.2
NOTA: Elementos que acusarem estes defeitos deverão
ser su bstitu idos imediatamente.
AT ENÇÃO : NA REPOSi ÇÃO DE UM FI LT RO OU
ELEMENTO, USE SOMENTE AQUELES
APR OVADOS PELA FÁBR ICA.
63
7.2 FILTRO DE AR EM BANHO DE ÓLEO
7.2.1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DO FILTRO DE AR EM
BANHO DE ÓLEO
FERRAMENTAS
Chave de boca de 13 mm e 1 de 17 mm
Chave de fenda
, . Rem over a braçadeira
2· Remover a mangueira
3- Remover o filtro de ar em banho de óleo.
figo H3
fi g7-6
7.2.2 REMOçA0 DO CICLONE, RESPECTIVAMENTE PRO-
TETOR CONTRA CHUVA.
FE RRAMENTAS
Chave de boca de 10 mm
Chave de fenda
1· Soltar a braçadeira (vide flecha)
2· Remover o ciclone ou protetor contra a chuva
3- Lavar o ciclone ou protetor contra a chuva em óleo
combustível DI ESE L limpo e secar os mesmos com
ar comprimido.
4· Limpar o depósito separador de pó do ciclone.
figo 7·7
fig 7- 7
7.2.3 REMOÇÃO DO RESERVATÓRIO DE ÓLEO
Soltar as presi lhas (seta) e remover o reservatório de óleo.
figo 7·8
ATEN ÇÃO : Não remover o reservatório de óleo com o
motor em funcionamento.
fi g 7- 8
7.2.4 DESMONTAGEM E LAVAGEM DO ELEMENTO DO
FILTRO
Retirar o elemento do filtro e lavar o mesmo em óleo
combus tível e secar com ar comprimido.
figo 7·9
ATENÇÃO: Na falta de ar comprimido, deixar escoro
rer o óleo combustível. Devido ao perigo
de explosão, não se deve lavar o elemento
com gasolina.
64
f ig 7-10
f ig 7-11
7.2.5 LAVAG EM DO RESERVATÓRIO DE ÓL EO
Lavar em óleo combustfvel limpo e enxugar bem o reser·
vatório de óleo. A limpeza deve rá ser peri6dica, trocando
sempre o ó leo.
Conforme as condições de trabalho, limpar o reservat6·
rio d iariamente, semanal mente ou mensal mente.
figo 7-10
f ig B- 1
7.2.6 ABASTECIMENTO DO RESERVATÓRIO DE ÓLEO
Para abastecer o reservatório de óleo do filtro, deve-se
usar o mesmo óleo empregado no motor.
fig o 7·11
ATENÇÃO : Abastecer somente até a marca inferior.
8. EQUIPAMENTO EL ~TRICO
8.1 MOTOR DE ARRANQUE
8.1 .1 REMOÇÃO E INSTA LAÇÃO
RANQU E
FER RA MENTAS
DO MOTOR DE AR·
1 Chave de boca de 14 mm
1- Desconectar os cabos elétricos.
2· Soltar os parafusos de fi xação (flecha )
3· Remover o motor de arranque
fig o 8·'
Instalar na ordem inversa
8.1.2 SUBST ITU IÇAo DAS ESCOVAS DE CARVÃO
FERRAMENTAS
Chave de fenda
Gancho de aço
, - Remover a tampa metálica
2- Solte as conexões dos enrolamentos do campo.
3· Soltar os parafusos de fi xação
4- Remova a chapa de apoio completa.
5· Desaparafusar os cabos das escovas.
6· Levante a mola das escovas
7· Coloque escovas novas
figo 8·2
65
8.1.3 LIMPEZA DO COLETOR
,- Polir o coletor com lixa fina.
ATENÇÃO: Não use lixa grossa.
Se o coletor estiver carbonizado ou avalizado retifi-
que-o em um torno.
2- limpe as ranhuras entre os segmentos (vide f lecha),
f igo 8-3
82 ALTERNADOR
8.2.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO ALTERNADOR
FE RRAMENTAS
1 Chave fixa ou estrela de 13 mm e 14 mm
,- Solte as conexões dos cabos.
2- Solte as porcas de fixação.
3- Remova o alternador.
figo 8-4
ATENÇÃO: Na instalação, observe o correto alinha-
mento das polias.
Montar na ordem inversa.
Operação anterior vide cap(tulo 6.1.4
/
fig8- 3
8.2.2 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA POLIA DO ALTER-
NADOR
FERRAMENTA
1 Chave de boca de 22 mm.
,. Soltar a porca e remove-Ia
2- Rem over a polia.
figo 8-5
Instalar na ordem inversa, substituindo sempre a arruela
de pressão.
flg 8-5
66
flg 8-7
8.2.3 LIMPEZA DO COLETOR
Vide parágrafo 8.1.3
8.3 R EGULADOR DE VO LTAGEM
8.3.1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO
VO LTAGEM
DO REGULADOR DE
FERRAMENTAS
1 Chave de boca de 8 mm e 1 de 22 mm.
1· Desconectar os cabos de ligação.
2· Remover as porcas de fi xação dos coxins.
3· Remover o regu lador de rotação.
4- Soltar os parafusos de fixação do suporte .
5- Remover o suporte.
Instalar na ordem inversa.
figo 8-7
8.4 BATERIA
8.4.1 MA NUTENÇÃO DA BATER IA
1- Manter a bateria sempre limpa e seca por fora.
2- Nas células não deve entrar sujeira.
3· Os oriHcios de respiro deverão ser mant idos abertos.
4- Proteger as partes metálicas com graxa especial, prin-
cipalmente as faces inferiores dos bornes dos cabos.
5- Verificar cada 4 semanas o nível da so lução (no verão
em intervalos menores), completando o nível com
água destilada.
6- Ácido derramado deve ser com pletado com sol ução
do mesmo peso especffico, própria para bateria.
7- Não usar funil metálico.
8- O nível do ácido deve ser de mais ou menos 15 m m
acima das placas.
9- As placas nunca devem sobressair do ácido.
fíg8-8
figo 8-8
8.4.2 ESTADO DE CA RGA DA BATERIA
Verificar periodicamente o estado de carga por meio de um densímetro. O peso específico do ácido deve re-
sultar em:
Bateria bem carregada l,285al,23
Bateria meia carregada 1,23 al,18
Bateria descarregada 1,185 a 1,10
A bateria deve ser carregada cada 6 a 8 semanas, quando em serviço esporádico ou totalmente fora de uso,
todavia, o carregamento deverá terminar assim que as células comecem a gaseificar.
OBS. : Nunca coloque ferramentas ou peças metálicas sobre a bateria.
8.4.3 TABELA DE CAR REGAMENTO
Capacidade em Ah com
20 HORAS DE
CARREGAMENTO
10HORASDE
DESCARREGA-
MENTO
FORÇA
DE CA RREGA-
MENTO NO 1<?
CAR REGAMENTO
A
FOR ÇA DE
CARREGAMENTO
AO RECARREGA R
A
FORÇA DE
CA RGA CO M
CARGA RÁPIDA
A
56 50 3,5 5 40
70 62,5 4,5 6 50
84 75 5 7,5 60
89 87,5 6 9 70
105 94,5 6,5 9,5 70
112 100 7 10 80
13 5 122 B 12 90
180 162 11 16 100
67
9. LUVA ELÁSTICA
9.1 SUBSTITUiÇÃO DO ACOPLAMENTO DE BORRACHA
FER RAMENTAS
Soquete de 13 mm e 1 de 19 mm
Chave de boca de 10 mm
Remover os chicotes elétricos do Gerador, Painel de co-
mando e do motor Diesel.
Solte os parafusos de fixação do gerador, bem como os
parafusos (15) que fixam a carcaça do acoplamento (1)
no volante (16).
Empurre em sentido frontal o gerador aproximadamente
120 mm. Remova os parafusos de fixação do elemento
de borracha interno e da tampa. Desencaixe a tampa. Pa-
ra tal, utilize-se das furações rosqueadas.
Remova os parafusos de fixação do acoplamento de bor-
racha interno.
Solte os parafusos de fixação de acoplamento de borra-
cha externo e remova a tampa frontal. Remova em segui-
da a carcaça do acoplamento e retire os acoplamentos de
borracha um de cada vez.
Após a remoção dos acoplamentos, monte os novos um
de cada vez e a peça intermediária (6) no cubo (2). A pe·
ça intermediária (6) tem que ser montada entre ambos os
acoplamentos de borracha e em seguida monte a carcaça
do acoplamento. Encaixe a tampa frontal e aperte-a leve-
mente. Monte em seguida a tampa com os pinos entalha-
dos de tal maneira que os mesmos encaixem perfeita-
mente nos furos da carcaça do acoplamento. Após esta
operação, aperte a tampa com uniformidade até que a
mesma encoste no cubo do acoplamento. Quanto mais
for resistente o aperto, menos será o curso, a fim de evi-
tar danos. Aperte em seguida os parafusos na tampa e fi-
xe os pinos, a ranhura dos pinos deverão ficar no sentido
da força .
figo 9-1
9.2 MANUTENÇÃO DA LUVA ELÁSTICA
Uma manutenção da luva elástica é desnecessária. Os
acoplamentos de borracha deverão ser protegidos contra
irradiação de calor e óleo, elementos de união bem como
o flange de acoplamento ou carcaça não poderão receber
mais de 650 C de calor.
9.3 SUBSTITUiÇÃO DA LUVA ELÁSTICA, FLANGE E
CARCAÇA
Em caso que se necessite trocar a luva elástica, não des-
montar a parte elástica no ato da montagem.
O acoplamento já é enviado pronto para despacho. Para
facilitar a montagem do acoplamento no eixo do gera-
dor, esquente o flange do acoplamento, ou seja, a parte
elástica na ordem de 60oC, porém não em banho de óleo
e monte-a no eixo. Em seguida fixe a carcaça de embrea-
gem no volante.
ATE Nç ÃO: Caso a carcaça do acoplamento bater con-
tra o cu bo do flange de acoplamento devi-
do uma fixação errônea ou por transporte
ou quaisquer outra causa, alinhe a instala-
ção do eixo do gerador através da fixação
da parte elástica com o volante.
Em um alinhamento radial ou axial, é exe-
cutado automaticamente o alinhamento
no esquadro da instalação.
1O-t--+_---
9-1--+---.....
14
f ig 9-1
1 - Carcaça
2 - Cu bo
3 - Acoplamento de borracha
4 - Tam pa frontal
5 - Fixação externa
6 - Anel intermediário
7 - Fixação interna
8 - Tampa
9 - Parafuso A LLEN
10 - Bucha de expansão
11 -Pino
12 - Porca de segurança
13 - Porca de segurança
14 - Chapa de segu rança
15 - Parafu so cabeça sextavada
16 - Volante
68
9.4 CONTROLE DO ESQUA DRO DA LUVA ELASTlCA
FERRAMENTAS
Suporte do relógio comparador
Relógio comparador
Fixe o suporte do relógio comparador (4) no cu bo (2)
lado do gerador, monte o relógio comparador (5) e regu-
le isto em relação à tampa frontal. Gire o volante uma
volta e verifique o desvio do ponteiro, desvio este que
não pode ultrapassar a marca dos 0,3 mm .
1 - Volante
2 - Cubo
3 - Anel externo
4 - Suporte
5 - Comparador
9.5 CONTROLE DO ALINHAMENTO DA LUVA
ELAsTICA
FERRAMENTAS
Suporte do relógio comparador
Relógio comparador
Monte o suporte do relógio comparador (4) e o relógio
comparador (5) lateralmente e paralelamente no eixo da
tampa frontal (3). Gire o volante em uma vo lt a e verifi-
que o desvio do ponteiro, desvio este que não deve ultra-
passar a marca de + 0,15 mm.
figo 9-2
69
10. MANUTENÇAo
A longevidade do motor depende unicamente de sua manutenção periódica. O cronograma indicado a seguir,
dita quando os diversos trabalhos de manutenção devem ser executados e qu ai s deverão ser executados pas-
sados diversos períodos (estágios de manutenção El a E3 ).
10.1 Cronograma dos trabalhos de manutenção nos estágios E1 a E3 a serem executados nos motores Diesel
MWM O 226 -4 INDUSTRIAL.
Os seguintes est ágios de manutenção deverão ser executados regu larmente:
Estági o/manutenção
Horas de serviços
Após terem sido atingidas 2.000 horas de serviço, executar novamente todos os t rabal hos de manutenção,
deste cronograma, até o motor necessitar de uma retífica ou revisão geral.
Se o motor permanecer fora de uso por muito tempo, deve-se executar uma ma rcha de ensaio qui nzenal-
mente, até que sejam atingidas as respectivas temperatu ras de serviço.
No caso de não terem sido ati ngidas as 125 horas de serviço, no prazo de um ano, é imprescindivel que se
execute uma troca de óleo.
10.1.1 CRONOGRAMA DOS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO
Executar 1 vez os
trabalhos após
horas de serviço
100e 250 60 30
x
x
x
(1 ~
x x x Reapertar os parafusos do cabeçote
x Reapertar todos os parafusos e porcas, especialmente dos coletores
Verificar o nível d'água do radiador
Veríficar o n{vel no tanque de combustivel
Verificar o n ivel de óleo no carter
Executar a troca de óleo (com motor quente)
Executar a pt'imei ra troca de óleo após 3 0 horas
Executar a segtHlda troca de óleo após 6 0 horas
Substituir o elemento selado do filtro de óleo lubrificamte
vez após 60 horas de servico)
Limpar o filtro de ar (se houver muita poeira diariamente)
de admissão e escape cárter
x x Verificar a tensão da correia
Verificar quanto a eventuais vazamentos de combust ível, água
ou óleo lubrificante
Verificar a testar bateria
Verificar fixação da bateria e conexões dos cabos
Controlar a folga das válvulas (0,2 mm - motor frio)
Verificar a passagem de combustivel no filtro de combustível, se
necessário trocar o elemento
Limpar o pré-filtro de combustivel
Drenar a água decantada do tanque de combustível
Verificar e lubrificar a articulado e liqacão do sistema de
aceleração e parada do m otor
Exami nar as escovas do motor de arranque
Engraxar a cremalheira do volante
Testar bico injetores
Controlar pressão de compressão
Controlar os rolamentos da bomba d'água
Lavar o sistema interno de arrefecimento (motor e radiador)
Limpar o filtro de respiro
Testar instrumentos de controle
Testar válvula termostática
Trocar elementos do filtro de combustivel
Lubrificar rolamentos da bom ba auto-aspirante
Regularmente após
horas de serviço
8-10 E1 E2 E3
x
x
x
x x x
x x
x x x
x x x
x x x
x x x
x x x
x x
xx x
x x
x x
x x
x x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
70
71
Regu larmente após 125 horas de serviço devem ser executados os trabalhos discrimi nados no estágio de
manu tenção E1.
Após cada 250 horas de serviço deverão ser executados os trabalhos discrimi nados no estágio de manuten-
ção E2.
Após terem sido at ingidas as 2..000 horas de serviço deverão ser executados os trabal hos discriminados no
estágio de manutenção E3, ou seja, incluindo os trabalhos mencionados nos estágios El e E2.
10.1.2 CRONOGRAMA DE MANUTENÇÃO MOTORES D 226-4 V EICULAR
FREQU~N C IA EM KM
'"c o
Q) o o o o o o o o o o o o o o o
8 o o o o
O P E R AÇÓ E S E
Lr>
o o o o o o o o o o o o o o o o o o
.'E N o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o
Ô <ri r..: ci N <ri r..: ci N <ri ,.... ci N <ri r..: ci N U"Í r..: ci
'" o ~ ~ ~ ~ N N N N M M M M '<t ~ ~
.., Il'l
o l!l
~
Verificar o n (vel de água no radiador
•Verificar o n (vel no tanque de com busti'vel
•Verificar o n (vel de óleo no càrter
•Executar a troca de óleo (cf motor quente) • • • • • • • • • •Su bstitui r O elemento selado do filtro de óleo
lubrificante • • • • • • • • • •Reapertar parafusos e porcas externos do motor • •Regu lar a folga das válvulas
• •Reapertar cabeçotes com mCot0r frio
• •Verificar tensão da correia •••••••• • • •• •• ••••••Drenar a água decantada do pré filtro sedimenta-
dor
••••••••••••••••••••Verificar o n (vel da(s) bateria(s) ••• •••••••••••••••••
Verificar e limpar o elemento do filtro de ar a •••••••• ••••• •••••••seco (em estradas poeirentas limpar com mais
frequenc ia)
Substitu ir o elemento do filtro de ar a seco
Motor D 2264 • • •Limpar o filtro de tela da bomba alimentadora • • •Lubrificar as articu laç ões do sistema de acelera - • • • • • • • • • •ção
Desmontar e lavar o pré-filtro sedimentador • • • • • • • • • •Desmontar e lavar o respiro do motor
• •Verificar o aperto da tubulação da bomba de
su b-pressão
••• ••• •• ••• •• •• • • • • •Su bstituir o elemento do filtro de combust(vel •Rem over e testar bico injetor •Reapertar parafusos do cárter • • •Controlar a pressão de compressão
•Lavar o sistema de arrefecimento (motor f radia-
•dor)
Testar o funcionamento da válvula termostática
•Verifica r as escovas e coletor do motor de partida
•Testar o fu ncionamento dos instrumentos de controle
•Lu brificar o motor de partida
•Verificar as escovas e coletor do alternador
•Controlar os rolamentos da bom ba de água.
•
•
11. DEFEITOS DE FUNCIONAMENTO - CAUSAS E CONSERTO
11.1 Generalidades
Este capitulo serve para facilitar os mecânicos e operadores encarregados do serviço e da manutenção do
motor, encontrar e remediar fa lhas que possam surgi r. A manutenção do motor e a remoção de falhas re-
querem um profundo conhecimento do funcionamento e de todas as peças vitais do motor.
Desarranjos em modo geral que possam surgir no motor DI ESE L, tem quase sempre uma causa faci lmente
reconhecivel. Por exemplo:
1. Motor não arranca.
(causa: quando a bateria estiver descarregada ou tiver desarranjos no sistema elétrico)
2. Motor tem pouco rendimento
(causa: bomba injetora mal regulada, o inicio de injeção é muito atrasado etc.).
o motor foi projetado de uma forma que não deve haver quaisquer desarranjos, desde que a sua manuten-
ção tenha sido efetuada conforme se faz constar neste livro e bem como ele for t ratado. Apresentando
qualquer irregularidade, é muito importante que se procure a causa e sane a mesma, mesmo que o motor
ainda não estiver completamente fora de serviço.
I: melhor pensar duas vezes do que agi r precipitadamente.
Sempre mantenha peças de reposição e ferramentas, material de vedação, tais como juntas a disposição para
poder remediar imediatamente qualquer falha sem perda de tempo.
11.2 Durante o arranque do motor
F A LHAS
1. O motor não arranca ou não
alcança a rotação nomi nal.
2. O motor alcança sua rotação
porém não ignição ou para
após algumas rotações.
3. O motor não dá rendimento.
C A US A
As baterias estão descarregadas
ou defeituosas.
Motor de arranque defeituoso.
Cabos elétricos ou uniões dos ca-
bos foram danificados.
Válvulas de admissão e escape es-
tão presas ou não há folga entre
o balancim e o cone da válvula.
A cremalheira não está livre (no
dispositivo de parada).
Falta de combust (vel, pois o tan-
que está vazio.
Torneira do tanque de combustí-
ve I está fechada .
Filtro de combustivel entupido.
Regulador de rotação não está
em posição de funcionamento.
Há ar no sistema de combustivel.
As bombas injetoras não funcio-
nam ou tem rendimentoisufi-
ciente devido ao seu êmbolo es-
tar danificado ou preso.
Bomba alimentadora defeituosa.
Um ou vários êmbolos da bomba
não funcionam, por ter-se que-
brado a mola do êmbolo.
CONSERTO
Recarregar as baterias ou então
su bst itu i-Ias.
Subst itui r o motor de arranque.
Substitua os cabos ou as uniões
defeitu osas.
Verifique quanto ao livre movi-
mento das válvulas. Ajuste sua
folga.
Livre a cremal heira.
Abasteça-o.
Abra a torneira.
Limpe o elemento.
Coloque-o em posição de serviço.
Sangre o sistema.
Su bstitua o elemento da bom ba
(só deve ser executado por ele-
mentos al tamente capaCitado ou
por revendedor autorizado
BOSCH).
Su bstitua ou conse rte a bomba.
Substitua a mola em revendedor
autorizado BOSCH.
72
FAL HA S
1'1.3 Durante o funcionamento
FA LHAS
3. Durante o funcionamento
73
CAUSA
Válvula de pressão está presa.
Um ou vários êmbolos da bomba
injetora estão presos.
Válvula de pressão defeituosa.
Há ar no sistema de injeção.
Bico injetor entupido.
Início de débito da bomba inje-
tora mal ajustado.
A compressão é baixa demais de-
vido que uma válvula de admis-
são e escape não veda.
CAUSA
A junta do cabeçote está vazan-
do.
Anéis do êmbolo engripados, da-
nificados ou desgastados.
Camisa do cilindro está com des-
gaste.
Combustível inadequado, com
teor calorífico inferior ao deter-
minado.
Se um ou mais cilindros apresen-
tam fuligem:
O bico injetor não está em or-
dem devido:
Soltar gotas devido ao vasamen-
to da agu Iha no corpo do bico
injetor.
Pressão de injeção muito baixa
devido uma má ajustagem, ou
mola quebrada.
Válvula de admissão ou escape
está presa.
A compressão é baixa demais
dados que os anéis do êmbolo
estão engripados, danificados ou
desgastados.
Quantidade de combustível, in-
jetado e mal ajustado em um ou
vários cilindros, causando um
débito demasiado.
O motor está com sobrecarga,
pois o débito da bomba injetora
foi alterado.
O turbo compressor está sujo.
Os coletores de escape estão com
seu diâmetro interno reduzido
devido ao acúmulo de impuere-
zas e fuligem.
CONSERTO
Limpe a válvula e a sua sede, ca-
so a válvula danificada, substi-
tua-a bem como seu suporte.
Remova os elementos da bomba
em serviço autorizado BOSCH.
Substitua a válvula.
Sangre o sistema.
Limpe o bico injetor.
Ajuste-o direito.
Retifique as válvulas.
CONSERTO
Aperte os parafusos do cabeçote.
ATE Nç ÃO: Si9a as prescrições
de aperto_ Se não
der resu ltado subs-
titua a junta.
Remova os êmbolos, lim pe os a-
néis e seus alojamentos e substi-
tua os anéis danificados ou des-
gastados.
Substitua a camisa.
Use combusHvel adequado de a-
cordo com a prescrição.
Substituir o bico injetor
Ajuste a pressão correta ou subs-
titua a mola quebrada.
Solte a válvula
Solte ou substitua os anéis e
substitua a camisa do ci lindro_
Remova a bomba in jetora e regu-
le-a no banco de teste.
Reduza a carga, diminuindo o
débito da bomba injetora.
Limpe-o.
Limpe os coletores.
•
•
FA LH AS
4. Se há detonações no motor
5. Os gases de escape estão
azu lados e produzem uma
névoa de óleo (Motor já
amaciado).
6 . Motor ap resenta uma es-
pessa fumaça pelo tubo de
respiro do motor
CAUSA
o motor não recebe ar em quan-
ti dade sufici ente, pois o filtro de
ar está entupido.
A quantidade de ar admitida é
insuficiente em relação ao com-
bustível injetado (nível do mar
etc.) .
O combustivel usado é inadequa-
do.
Se um ou vários cilindros falha-
rem
(causa e conserto conforme aci-
ma mencionado).
o injetor não está em boas con-
dições
(detonações ligeiras e constan-
tes)
Início de débito mal ajustado
(detonações ligeiras e constan-
tes)
Mancai do tu rbo-compressor de-
feituoso.
Um êmbolo aqueceu-se excessi-
vamente por falta de óleo ou
qualquer outro motivo.
Casquilhos soltos.
o pino do êmbolo tem excessi-
va folga em sua bucha.
Bomba alimentadora está defei-
tuosa.
o nível do óleo lubrificante ul-
trapassa a faixa prescrita.
As ranhuras nos anéis raspado-
res de óleo e os orifícios de óleo
do êmbolo, estão pa rcialmente
ou totalmente entupidos.
Anéis do êmbolo e camisas do
cilindro com forte desgaste.
As guias da válvula com forte
desgaste.
Anéis do êmbolo estão vazando
deixando passar gases de com-
bustão para o bloco do motor.
Um casquilho esquenta em de-
masia por falta de óleo, tratan-
do-se de casquilho de reparo,
cuja folga é insuficiente.
Um êmbolo se aquece em dema-
sia.
CONSERTO
Limpe o filtro de ar.
Alivie o motor.
Use combust(vel conforme pres-
crição.
Vi de capítulo "motor não dá
rendimento".
Ajust e o iníci o de injeção.
Desmonte o tur bo-compressor e
substitua o mancaI.
ATEN ÇÃO: Pare o motor ime-
diatamente.
Substitua os casquil hos danifica-
dos, determi ne a causa a fim de
saná·la.
Substitua a bucha do pino.
Remova-a e exami ne-a.
Acerte o n ível de óleo lubrifi-
cante.
Li mpe as ranhuras e os orif(-
cios.
Subst itua os anéis, êm bolos e
camisas em questão.
Su bstitua as guias.
ATENÇÃO: Pare imediatamen-
te o motor.
Remova o êmbolo. solte os anéis
e substitua-os.
Determine qual é o casquilho de-
feituoso. Exami ne o abasteci-
mento de óleo, remova o casqui-
lho, event ualmente substitua-o.
Determine qu al é o êmbolo que
se aqueceu, fazendo passar to-
dos pelo ponto morto de com-
p ressão. Substitua o êmbo lo com
os respect ivos anéis e a camisa de
cili ndro.
74
75
FAL HAS
7. O motor esquenta excessi-
vamente.
8. Mo tor opera com irregula-
ridade.
9. Pressão de óleo é insufici-
ente.
CAUSA
Falta de água de arrefecimento.
Bomba de água não funciona de-
vido: ar no circuito da água de
arrefecimento.
o eixo da bomba quebrou ou o
rolamento está defeituoso.
o intercambiador e os canais de
água do motor estão entupidos
com incrustações calcáreas ou
cheios de lama.
Bomba de água perde muita
água por vazamento.
Válvula termostática defeituosa.
Bomba de água auto-aspirante
perde água por vazamento,
rotor defeituoso.
Correia em V da bomba está
frouxa .
A torneira antes da bomba
está fechada .
A bomba auto-aspirante não
funciona devido:
CONSE RTO
Abasteça o sistema com água.
Sangre o circuito.
Examine e conserte a bomba.
Limpe o sistema de água.
Substitua as juntas axiais da
bomba.
Substitua a válvula termostática.
Examine a bomba.
Estique a correia.
Abra a torneira.
rotor com desgaste . Conserte a bomba.
A tu bulação de sucção está
suja e entupida.
Os elementos do intercambia-
dor estão enlamaçados e o tu-
bo de dreno sujo.
Filtro de combustlvel entupido.
Há ar no sistema de combustl-
vel.
O êmbolo da bomba injetora
fica preso de vez em quando:
A mola do êmbolo da bomba
injetora quebrou .
Válvula de pressão danificada.
Válvula de pressão fica presa
ou vaza.
Bico injetor com vazamento.
Quebrou mola no injetor.
Tubo de pressão apresentava
vazamento ou quebrou.
O regulador de rotação não
funciona direito.
Filtro de óleo lubrificante
sujo.
Válvula de segurança mal
ajustada, ou suja ou a esfera
está danificada.
Os tubos de óleo que condu-
zem o óleo ao turbo compres-
sor estão com vazamento.
Examine a tubulação e limpe-a.
Limpe os elementos e o tu bo.
Limpe o filtro.
Sangre o sistema.
Conserte a bomba em revende-
dor autorizado BOSCH.
Substitua a mola em reve nde-
dor.
Substitua a válvula e seu suporte.
Limpe a válvula.
Limpe-o em combustrvel limpo
ou su bstitua-o .
Substitua-a.
Fixe ou substitua o tu bo.
Mande examinar o regulador.
Remova os elementos e limpe-os
ou substitua.
Ajuste a válvula; se não der resul -
tado, limpe a válvula ou substi-
tua a esfera.
Controle quanto a sua vedação.
•
•
FALHAS
1Q. O motor tem a tendência de
disparar, aumentando cada
vez mais sua rotação.
11 . Motor pára.
12. Agua no óleo lubrificante.
13. Oleo na água de arrefeci-
mento.
14. Pressão de sobrealimenta-
ção diminui ou deixa de
existir.
CAUS A
A bomba de óleo lubrificante
não conduz o óleo devido:
Nível de óleo muito baixo.
Tubo de sucção da bomba de
óleo entupido.
Bomba de óleo com forte
desgaste.
Válvula de descarga no fi ltro
de óleo está mal ajustada ou
suja.
Manômetro de óleo defeituoso.
Folga demasiada dos casquilhos
principais e biela .
Regulador de rotação defeituo-
so.
A cremalheira da bomba injeto-
ra fica presa, por estar colada,
agarrada ou defeituosa .
A bomba injetora não debita
devido :
Falta de combustível, pois o
tanque está vazio.
A torneira do tanque está fe-
chada.
Filtro de combustível está
entupido.
Um êmbolo engripado.
Um casquilho engdpado.
o anel de borracha redondo
de uma camisa de cilindro no
bloco do motor, apresenta
vazamento.
Junta do cabeçote defeituosa.
Intercambiador de óleo apre-
senta vazamento.
o filtro de sucção de ar está
entupido.
A tubu lação de pressão de so-
brealimentação está vazando.
O coletor de sucção apresenta
vazamento.
CONSERTO
Abasteça o motor com 6leo.
limpe-o.
Conserte-a.
Ajuste direito a válvula ou lim-
pe-a.
Substitua-o.
Examine e cont role as folgas e
se for necessário use casquilhos
novos.
ATENÇÃO: Pare o motor ime-
diatamente.
Examine e mande consertar o
regulador.
Dê livre movimento a cremalhei-
ra e consulte o serviço autoriza-
do BOSCH a respeito.
Abasteça o tanque.
Abra a torneira.
Substitua o elemento.
Substi tua o êmbolo e a camisa.
Substitua o casquilho, contro-
lando a árvore de manivelas e re-
tifique-a caso for necessário.
Remova a camisa e coloque no-
vos anéis de borracha.
Substitua-a.
Examine o intercambiador, vede
o tu bo colocando um bujão no
local do vazamento_
Limpe o filtro de ar.
Controle os tubos e as juntas.
Controle os coletores e as juntas.
76
1 ~ Edição 9.226.0.006.7208 1000 - 5/77
77
266411558 mwm226-pdf

266411558 mwm226-pdf

  • 2.
    , DIESEL MANUAL DEOFICIN A o226 MWM MOTORES DIESEL LTDA.,.., SA O PAULO
  • 4.
    INTRODUÇAO o presente manualcontém as necessárias intruções para conserto dos motores da linha O 226 para os encarregados e mecânicos das oficinas. E imprescindível que estas oficinas possuam o equipamento necessário bem como todas as ferramentas especiais constantes no apêndice deste manual e possuir sobretudo uma equipe de mecânicos treinados pela própria fábrica. Como existe uma vasta gama de motores em execuções especiais, não é poss (vel detalhar também as mesmas ou as instalações individuais; consequentemente este manual contém apenas as instruções sobre os trabalhos de conserto referente ao próprio motor. No início deste manual encontra-se o índice dos diversos grupos de que se compõe o motor, identificando este índice as diversas operações de controle e conserto nos vários tipos de motores.
  • 6.
    NC? DO TEXTO 4.1.4 4.1.5 4.1.6 4.1.7 •GRUPO 5 5.1.1 5.1.2 5.1.3 5.1.4 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.3 5.3.1 5.3.2 5.4 5.4.1 5.4.2 5.4.3 5.4.4 5.4.5 • 5.4.6 5.4.7 5.4.8 5.4.9 5.4.10 5.4.11 5.4.12 5.4.13 5.4.14 5.4.15 5.4.16 5.4.17 5.4.18 5.4.19 5.4.20 5.5 5.5.1 5.5.2 5.5.3 5.5.4 5.5.5 • 5.5.6 5.5.7 5.5.8 5.5.9 5.6 5.6.1 5.6.2 5.6,3 5.6.4 INDICE DOS TEXTOS DENOMINAÇÃO pAGINA Remoção e instalação do cabeçote do fil tro de óleo lubrificante ...................... 36 Controle da pressão de óleo .............................................................................. 36 Troca de óleo .................................................................................................... 37 Oleo lubrificante ............................................................................................... 37 SISTEMA DE COMBUSTIVEL 37 Sistema de combustível - Motor industrial ....................................................... 37 Sistema de combustível - Motor veicular ......................................................... 38 Sangria do sistema de combustível - Motor industrial ..................................... 38 Sangria do sistema de combust ível - Motor veicul ar ......................................... 39 Fíltros de combustrvel ...................................................................................... 39 Remoção e lavagem do elemento do filtro de combustível BOSCH .................. 39 Limpeza do pré filtro sedimentador CAV (opcional) ........................................ 40 Limpeza e substituição do elemento do f ilt ro aglomerador de combustível - Motor veicu lar .................................................................................................. 41 Porta injetores .................................................................................................. 41 Composição do porta bico injet or BOSCH - motor industrial........................... 41 Composição do porta bico injetor CAV - motor veicular ................................. 41 Bomba alimentadora ......................................................................................... 42 Composição da bomba alimentadora BOSCH sem copo - motor industrial....... 42 Composição da bomba alimentadora BOSCH com copo - motor industrial...... 42 Composição da bomba alimentadora SOLE X - motor industrial...................... 42 Composição da bomba alimentadora SOLEX - motor veicular......................... 42 Remoção e instalação da bomba alimentadora BOSCH .. .................................. 43 Desmontagem e montagem da bomba alimentadora BOSCH - sem copo.......... 43 Desmontagem e montagem da bomba alimentadora BOSCH - com copo ......... 43 Remoção e limpeza do filtro de tela da bomba alimentadora BOSCH - sem copo .......................................................................................................... 44 Remoção e limpeza do filtro da bomba alimentadora BOSCH - com copo....... 44 Remoção e controle das válvulas da bomba al imentadora BOSCH .................... 44 Remoção e controle do êmbolo da bomba al imentadora - BOSCH................... 44 Remoção e controle do tucho de roletes da bomba alimentadora - BOSCH ..... 45 Remoção e instalação da bomba alimentadora SO LEX - motor industrial ....... 45 Remoção e instalação da bomba alimentadora 50 LEX - motor veicular.......... 45 Remoção do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor industrial.... 45 Remoção do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor veicular ....... 46 Teste do disco da válvula das bombas alimentadoras SO LEX ........................... 46 Montagem do diafragma da bomba alimentadora SO LE X - motor industrial.... 46 Montagem do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor veicular ...... 46 Limpeza dos filtros de tela das bombas alimentadoras SOLEX ........................ 47 Bomba injetora ................................................................................................ 47 Corte transversal da bomba injetora BOSCH ..................................................... 47 Corte transversal da bomba injetora CA V ......................................................... 47 Regulador de rotação RSV - BOSCH ............................................................... 47 Remoção e instalação da bomba injetora BOSCH com tampa dianteira montada ........................................................................................................... 49 Remoção e instalação da bomba injetora BOSCH com avanço automático e com tampa dianteira montada .................;...................................................... 49 Remoção da bomba injetora CAV com tampa dianteira montada ..................... 50 Instalação da bom ba injetora CAV com tampa dianteira montada .................... 50 Remoção e instalação da engrenagem da bomba injetora BOSCH - motor industrial e avanço automático em motores veicul ares ...................................... 51 Remoção e instalação da engrenagem da bomba injetora CAV - motor veicular..................,........................................................................................... 51 Ajustagem do inicio de injeção - Bomba injetora BOSCH ................................ 51 Remoção da válvul a de pressão............. ............................................................. 51 Regulagem do início de injeção mediante indicador de pré-clJrso e in(cio de injeção .. ...... " ....,.................................................................................,............. 51 Regulagem do início de injeção sem instrumento de teste ................................ 52 Regulagem do in ício de injeção mediante a engrenagem de acionamento da bomba injetora .................... .............................................................................. 52
  • 7.
    N? DO TEXTO 5.6.5 5.6.6 5.6.7 5.7 5.7.1 5.7.2 5.7.3 5.7.4 5.8 5.8.1 5.8.2 GRUPO6 6.1 6.1. 1 6.1.2 6. 1.3 6.1.4 6.1.5 6. 1.6 6.1.7 6.1 .8 6.1 .9 6.1.1 O 6.1.11 6.2 6.2.1 6.3 6.3.1 6.3.2 6.3.4 6.3.5 6.3.6 GRUPO 7 7. 1 7.1.1 7.1 .2 7.1.3 7.2 7.2.1 7.2.2 7.2.3 7.2.4 7.2.5 7.2.6 GR UPO 8 8.1 8.1.1 8.1.2 8.1.3 8.2 fNDICE DOS TEXTOS DENOM INAÇÃO PÁGINA Regulagem da marcha lenta no regulador de rotação RSV..................... ............ 53 Ajuste das marchas lentas e nominal da bom ba injetora CAV - motor veicular ............................................................................................................ 53 Tabela de valores do início de injeção ............................................................... 53 Porta bico injetor .............................................................................................. 54 Teste do biGO injetor ......................................................................................... 54 Ajuste da pressão de injeção - motor industrial................................................ 54 Ajuste da pressão de in jeção - motor veicular .................................................. 54 Li mpeza do bico injetor .................................................................................... 55 Dispositivo regulador de precisão ...................................................................... 55 Remove r e instalar o regulador de segmento de velocidade de rotação - motor industrial e marítimo ........................................................................................ 55 Remover e instalar o dispositivo de micro-regulagem - grupo geradores - geradores de bordo ............................................................................................ 56 SISTEMA DE ARREFECIMENTO 56 Sistema de arrefecimento por circulação interna.. ............................................. 56 Remoção e instalação do radiador........ ............................................................. 56 Controle do radiador. .............................. .. ........................................................ 57 Remoção e instalação do ventilador e da polia da bomba de água ..................... 57 Remoção e instalação da correia ....................................................................... 57 Controle da tensão da correia.. .......................................................................... 57 Remoção e instalação da válvula termostática ..................... .............................. 58 Remoção e instalação da bomba de água centrífuga .......................................... 58 Componentes da bom ba de água centrífuga ...................................................... 58 Desmontagem da bomba de água centrífuga...................................................... 58 Controle dos componentes da bomba de água centrífuga .................................. 59 Montagem da bomba de água centrífuga ........................................................... 59 Válvula termostética ......................................................................................... 60 Controle da válvu la termostática ....................................................................... 60 Arrefecimento indireto ............. ........................................................................ 60 Remoção e instalação da bomba au to-aspirante ................................................ 61 Composição da bomba auto·aspirante ............................................................... 61 Desmontagem e montagem da bomba au to·aspirante ........................................ 61 Remoção e instalação do intercambiador de calor ............................................ 61 Desmontagem e montagem da colmeia .............................................................. 62 SISTEMA DE AD MISSÃO DE AR 62 Filtro de ar seco - motor veicular ..................................................................... 62 Remoção e instalação do filtro de ar seco............................. ............................. 62 Lim peza do elemento do filtro de ar seco.. ........................................................ 63 Controle do elemento........................................................................................ 63 Filtro de ar em banho de óleo - motor industrial ............................................ 64 Remoção e instalação do filtro de ar em banho de ó leo ..................................... 64 Remoção do ciclone, respectivamente do protetor contra chuva ....................... 64 Etemoção do reservatório de óleo .............. .. ..................................................... 64 Desmontagem e lavagem do elemento do fi ltro ................................................. 64 Lavagem do reservatório de óleo ....................................................................... 65 Abastecimento do reservatório de óleo................... .................................. ......... 65 EQUIPAMENTO E L ~T R I CO 65 Motor de arranque ........................................................................................... 65 Remoção e instalação do motor de arranque ..................................................... 65 Substituição das escovas de carvão .................................................................... 65 Limpeza do coletor .............................. ............................................................ 66 Alternador ....................... ................................................................................. 66 VI
  • 8.
    NC? DO TEXTO 4.1.4 4.1.5 4.1.6 • 4.1.7 GRUPO 5 5.1.1 5.1.2 5.1.3 5.1.4 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.3 5.3.1 5.3.2 5.4 5.4.1 5.4.2 5.4.3 5.4.4 5.4.5 5.4.6 5.4.7 . 1 5.4.8 5.4.9 5.4.10 5.4.11 5.4.12 5.4.13 5.4.14 5.4.15 5.4.16 5.4.17 5.4.18 5.4.19 5.4.20 5.5 5.5.1 5.5.2 5.5.3 5.5.4 5.5.5 • 5.5.6 5.5.7 5.5.8 5.5.9 5.6 5.6.1 5.6.2 5.6.3 5.6.4 IN DICE DOS TEXTOS DE NOM INAÇÃO PÁGINA Remoção e instalação do cabeçote do f iltro de óleo lubrificante ...................... 36 Controle da pressão de óleo .............................................................................. 36 Troca de óleo .................................................................................................... 37 Óleo lubrificante ............................................................................................... 37 SISTE MA DE COMB USTIVEL 37 Sistema de combustível - Motor industrial....................................................... 37 Sistema de combust ível - Motor veicular ......................................................... 38 Sangria do sistema de combustível - Motor industrial ..................................... 38 Sangria do sistema de combust ível - Motor veicul ar ......................................... 39 Filtros de combusdvel ...................................................................................... 39 Remoção e lavagem do elemento do filtro de combust ível BOSCH .................. 39 Limpeza do pré filtro sedimentador CAV (opcional) ........................................ 40 Limpeza e substituição do elemento do f iltro aglomerador de combustrvel - Motor veicular .................................................................................................. 41 Porta injetores ............. ..................................................................................... 41 Composição do porta bico injetor BOSCH - motor industrial........................... 41 Composição do porta bico injetor CAV - motor veicular ................................. 41 Bomba allmentadora ........................... .............................................................. 42 Composição da bomba alimentadora BOSCH sem copo - motor industrial....... 42 Composição da bomba alimentadora BOSCH com copo - motor industrial...... 42 Composição da bomba alimentadora SOLEX - motor industrial ...................... 42 Composição da bomba alimentadora SO LEX - motor veicular......................... 42 Remoção e instalação da bom ba alimentadora BOSCH .................................... 43 Desmontagem e montagem da bomba alimentadora BOSCH - sem copo.......... 43 Desmontagem e montagem da bomba alimentadora BOSCH - com copo ......... 43 Remoção e limpeza do filtro de tela da bomba alimentadora BOSCH - sem copo ......... ........................ ........ ................................................................. 44 Remoção e limpeza do filtro da bomba alimentadora BOSCH - com copo....... 44 Remoção e controle das válvulas da bomba ali mentadora BOSCH .................... 44 Remoção e controle do êmbolo da bomba alimentadora - BOSCH................... 44 Remoção e controle do tucho de roletes da bomba alimentadora - BOSCH..... 45 Remoção e instalação da bomba alimentadora SO LEX - motor industrial....... 45 Remoção e instalação da bom ba alimentadora SO LEX - motor veicular.......... 45 Remoção do diafragma da bom ba alimentadora SO LEX - motor industrial .... 45 Remoção do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor veicular ....... 46 Teste do disco da válvul a das bombas alimentadoras SO LEX ........................... 46 Montagem do diafragma da bom ba alimentadora SOLEX - motor industrial.... 46 Montagem do diafragma da bomba alimentadora SO LEX - motor veicular ...... 46 Limpeza dos filtros de tela das bom bas alimentadoras SOLEX ........................ 47 Bomba injetora ................................................................................................ 47 Corte transversal da bomba injetora BOSCH ..................................................... 47 Corte transversal da bom ba injetora CA V ......................................................... 47 Regulador de rotação RSV - BOSCH ............................................................... 47 Remoção e instalação da bomba injetora BOSCH com tampa dianteira montada ........................................................................................................... 49 Remoção e instalação da bomba injetora BOSCH com avanço automático e com tampa dianteira montada ........................................................................ 49 Remoção da bomba injetora CAV com tampa diantei ra montada ..................... 50 Instalação da bomba injetora CAV com tampa dianteira montada .................... 50 Remoção e instalação da engrenagem da bomba injetora BOSCH - motor industrial e avanço automático em motores veiculares ...................................... 51 Remoção e instalação da engrenagem da bomba injetora CAV - motor veicu lar.........................................;.................................................................... 51 Ajustagem do inrcio de injeção - Bomba injetora BOSCH ................................ 51 Remoção da válvula de pressão .......................................................................... 51 Regulagem do início de injeção mediante indicador de pré-curso e início de injeção ...... ........................................................................................................ 51 Regulagem do início de injeção sem instrumento de teste ................................ 52 Regulagem do in(cio de injeção mediante a engrenagem de acionamento da bomba injetora.................................................................................................. 52
  • 9.
    N<? DO TEXTO 5.6.5 5.6.6 5.6.7 5.7 5.7.1 5.7.2 5. 7.3 5.7.4 5.8 5.8.1 5.8.2 GRUPO 6 6. 1 6.1 .1 6.1.2 6. 1.3 6.1.4 6.1 .5 6.1.6 6. 1.7 6.1.8 6.1.9 6. 1.10 6. 1.1 1 6.2 6.2.1 6.3 6.3.1 6.3.2 6.3.4 6.3.5 6.3.6 GR UPO 7 7.1 7.1.1 7.1.2 7.1.3 7.2 7.2.1 7.2.2 7.2.3 7.2.4 7.2.5 7.2.6 GRUPO B 8. 1 8.1. 1 8.1.2 8.1.3 fN DICE DOS TEXTOS DENOMINAÇÃO PÁGINA Regulagem da marcha lenta no regulador de rotação RSV................................. 53 Ajuste das marchas lentas e nominal da bomba injetora CAV - motor veicu lar ............................................................................................................ 53 Tabela de valores do início de injeção ............................................................... 53 Porta bico injetor .............................................................................................. 54 Teste do bico injetor ......................................................................................... 54 Ajuste da pressão de injeção - motor industrial ................................................ 54 Ajuste da pressão de injeção - motor veicular .................................................. 54 Limpeza do bico injetor .................................................................................... 55 Dispositivo regulador de precisão ...................................................................... 55 Remover e instalar o regulador de segmento de velocidade de rotação - motor industrial e marítimo ........................................................................................ 55 Remover e instalar o dispositivo de micro·regulagem - grupo geradores - geradores de bordo ............................ .... ............................................................ 56 SISTEMA DE ARREFECIMENTO 56 Sistema de arrefecimento por circulação interna ............................................... 56 Remoção e instalação do radiador .. .................................................................. . 56 Controle do radiador ......................... ............................................ .................... 57 Remoção e instalação do ventilador e da polia da bomba de água ..................... 57 Remoção e instalação da correia ....................................................................... 57 Controle da tensão da correia ............................................................... ............. 57 Remoção e instalação da válvula termostática ..... .............................................. 58 Remoção e instalação da bomba de água centrífuga.......................................... 58 Componentes da bomba de água centrífuga....................................................... 58 Desmontagem da bomba de água centrífuga...................................................... 58 Controle dos componentes da bomba de água centrífuga .................................. 59 Montagem da bomba de água centr ífu ga ........................................................... 59 Válvula termostática ..... .............................................. ...................................... 60 Controle da válvula termostática ....................................................................... 60 Arrefecimento indi reto ..... ........ ........................................................................ 60 Remoção e instalação da bomba auto·aspirante ................................................ 61 Composição da bom ba auto·aspirante ............................................................... 61 Desmontagem e montagem da bomba auto·aspirante ........................................ 61 Remoção e instalação do intercambiador de calor ............................................ 61 Desmontagem e montagem da colmeia .............................................................. 62 SISTE MA DE ADMISSÃO DE AR 62 Filtro de ar seco - motor veicular ..................................................................... 62 Remoção e instalação do filtro de ar seco.......................................................... 62 Limpeza do elemento do filtro de ar seco.......................................................... 63 Controle do elemento. .................. ......... ............................................................ 63 Filtro de ar em banho de óleo _. motor industrial ............................................ 64 Remoção e instalação do filtro de ar em banho de óleo..................................... 64 Remoção do ciclone, respectivamente do protetor contra chuva ....................... 64 Ilemoção do reservatório de óleo ..................................................................... 64 Desmontagem e lavagem do elemento do filtro ................................................. 64 Lavagem do reservatório de óleo ....................................................................... 65 Abastecimento do reservatório de óleo.............................................................. 65 EQUI PAMENTO EL~TRI CO 65 Motor de arranque ................................................................. .......................... 65 Remoção e instalação do motor de arranque ...................... ............................... 65 Substituição das escovas de carvão .................................................................... 65 Limpeza do coletor ........................................ .................................................. 66 8.2 Alternador ..... .............................................................. ..................................... 66 VI
  • 10.
    • N ~ DOTEXTO 8.2. 1 8.2.2 8. 2.3 8.3 8.3 .1 8.4 8.4.1 8.4.2 8.4.3 GRUPO 9 9.1 9.2 9.3 9.4 9.5 GRUPO 10 10.1 10.1 .1 10.1.2 GRUPO 11 11.1 11.2 11.3 INDICE DOS T EXTOS DENOMINAÇÃO Remoção e instalação do alternador .................................................................. Remoção e instalação da polia do alternadot............... ...................................... Limpeza do coletor ........... ................................................................................ Regulador de voltagem ... .. .. ............................................................................... Remoção e instalação do regulador de voltagem ............................................... Bateria ... .. ......................................................................................................... Manutenção da bateria ...................................................................................... Estado de carga da bateria ................................... .. ........... ................................ Tabela de carregamento..................... .... ...................................... ...................... LUVA ELÁSTICA Substituição do acoplamento de borracha ....................................................... . Manutenção da luva elástica........... .................................................... ................ Substituição da luva elástica, flange e carcaça ....... .. ......................................... Controle do esquadro da luva elástica .......................................................... .. .. Controle do alinhamento da luva elástica ......................................................... MANUTENÇÃO Cronograma de prazos para execução dos serviços periódicos de manutenção El - E3 - Motor industrial .............................................................................. Plano de manutenção - motor industrial .......................................................... Plano de manutenção - motor veicular ............................................................. TABELA DE POSSIVEIS DEFEITOS DE SERViÇO, SUAS CAUSAS E CORREÇÕES Generalidades ............... ........................................ .. .......................................... Na partida ..................................................... .. .... .. ................ ........................... Em serviço........................................... .. ............................................................ PÁGINA 66 66 67 67 67 67 67 67 67 68 68 68 68 69 69 70 70 70 71 72 72 72 73
  • 11.
    N<! DA FIGURA GRUPO 1-' 1·2 1·3 1·4 GRUPO2 2·' 2-2 2-3 GR UPO 3 3·' 3-2 3-3 3·4 3-5 3-6 3-7 3-8 3·9 3-10 3·11 3·12 3·13 3·14 3·15 3·16 3·17 3·18 3·19 3·20 3·21 3·22 3·23 3·24 3·25 3·26 3·27 3·28 3·29 3·30 3-31 3-32 3·33 3·34 3·35 3·36 3·37 3-38 3-39 3·40 3-41 3-42 3·43 3-44 3-45 3-46 3-47 3-48 3-49 fNDICE DAS ILUSTRAÇOES DENOMIN AÇÃO Motores 0226-4 IND USTRI AIS .. ..................................................................... Moto res 0226-4 VEiCULA RES ........................................................................ Motor em corte D226-4 ................................................................................... Diagrama para fi xação dos parafusos do ca beçote ............................................ Placa do motor.......... .. ........... ............................................... ..... ....................... Número do motor no bloco............................................................................... Numeração dos cilindros ................. .. ........... .. ................................................... Remoção dos coletores de admissão e escape .............................................. ...... Remoção das tampas das válvulas ...................................................................... Remoção do cabeçote ......................... ................. ............................................. Instalação do cabeçote ...................................................... ............................... Aperto dos parafusos do cabeçote .................................................................... Remoção do porta injetor ............................................................. .. ................ Porta injetor ..................................................................................................... Remoção do suporte do balancim ....................... ................ ............................ .. Remoção do balancim ....................................................................................... Remoção das válvulas ................. .. .................................................................... Retificação do assento da válvula com freza manual ........................................ . Remoção do assento da válvula ,...................... .................................................. Quebra do assento da válvula mediante talhadeira ............................................ Retificação do cone da válvula ......................................................................... Esmirilhamento da válvula .......... ................. ..................................................... Controle da vedação da válvula .......................................................................... Medição da profundidade da válvula ...... .. .. ......... ....................... ....................... Regulagem da folga das válvulas ........................................................................ Controle da distância entre êmbolo e cabeçote.................................................. Determinação do PMS com cabeçote removido ................................................. Determinação do PMS com cabeçote instalado ................................................. Determinação do PMS mediante polia da árvore de manivelas ou amortecedor de vi brações ...................................................................................................... Teste de pressão de compressão ........................................................................ Remoção das bielas e êmbolos .......................................................................... Instalação das bielas e êmbolos ......................................................................... Substituição da bucha expansora da tampa da biela .......................................... Remoção do pino do êmbolo .. ... ...... ................................................................. Tabela de controle do êmbolo ........................................................................... Remoção dos anéis do êmbolo .......................................................................... Controle da folga dos anéis ................................................................................ Disposição dos anéis do êmbolo - Motor industrial........................................... Disposição dos anéis do êmbolo - Motor veicular ............................................. Controle da biela ............................................................................................... Remoção da bucha do pino do êmbolo ............................................................. Remoção da tampa dianteira ............................................................................. Remoção da tampa trasei ra................................................................................ Controle da marcação do PMS da engrenagem da árvore de comando das válvu las e da árvore de manivelas ....................................................................... Remoção das engrenagens intermediária e da árvore de comando das válvulas... Remoção da árvore de comando das válvulas .................................................... Remoção dos tuchos ........................................................................................ Remoção da polia da árvore de manivelas ......................................................... Remoção da polia da árvore de manivelas com amortecedor de vi brações.......... Remoção do tubo de respiro ............................................................................. Remoção dos vedadores da árvore de manivelas ................................................ Remoção do volante ......................................................................................... Remoção da cremalheira .................................................................................. Controle da oscilação lateral do volante ............................................................ Controle do paralelismo da flange da carcaça do volante ................................... Controle da concentricidade do encaixe da carcaça do volante .......................... PÁGINA 1 2 3 6 11 11 11 12 12 12 13 13 13 13 14 14 14 14 15 15 15 15 16 16 16 16 17 17 17 17 18 18 18 18 19 19 19 19 20 20 20 20 21 21 21 21 22 22 22 22 23 23 23 24 24 24 VIII
  • 12.
    fNDICE DAS ILUSTRAÇOES N9DA FI GUR A DENOMIN AÇÃO PÁGINA 3-50 Remoção da carcaça do volante ....................................................................... 24 3-51 Remoção da engrenagem da árvore de manivelas ............................................... 25 3-52 Aquecimento da engrenagem da árvore de manivelas ....................................... . 25 3-53 Instalação da engrenagem da árvore de manivelas. ............... ... ............. ............ .. . 25 3-54 Remoção dos contra pesos da árvore de manivelas .. .......................................... 25 3-55 Remoção da árvore de manivelas .......... ............................................................ 26 3-56 Controle da folga axial da árvore de manivel as ..... ............. ................. ...... ......... 26 3-57 Controle da árvore de manivelas com leite de cal ......... ..................................... 26 3-58 Controle dos munhões da árvore de manivelas ............... ..... .............................. 27 3·59 Tabela para sobre·medidas .................................. .............................................. 27 3-60 Desenho da árvore de manivelas ..... .............................................. ............. .. ... .. . 27 3-61 Casquilho novo..................... " ., ... ...... ..... .......................... ..................... ........... . 28 3-62 Casquilho novo........... ... ............... ................... .................. ........... ...... ............... 28 3-63 Controle do desgaste dos casqu ilhos ............ ..... ..... ..................................... ...... .. 28 3-64 Sub·medidas dos casquilhos da árvore de manivelas e bielas .............................. 29 3-65 Raio de transição .... ... .......... ..,..... ....... ........ ...................... .............. .... .............. 29 3-66 Tabela de medidas dos munhões .................... ........ .......................................... 29 3-67 Pré-tensão dos casqu iIhos da árvore de mani velas e das bielas ............................ 30 3-68 Instalação da camisa do cilindro ........ .. ..................... ....... ................................. 30 3-71 Controle da saliência da camisa ........ ...... ......................................................... . 31 3-72 Medição da camisa ...... ............ ............................. ...... ...... ,................................ 31 3-73 Tabela para medição da camisa .. .... .................. ..................... ........................... 31 3-74 Remoção do compensador de massas .... ........................................................... 31 3-75 Ajustagem da folga de engrenagem do compensador de massas ..... ................. . 32 3-76 Sincronização das engrenagens do compensador de massas e controle do paralelismo da engrenagem de acionamento...... .. ...... .... ..................................... 32 3-77 Desmontagem do compensador de massas .. ................................................... .. 32 3-78 Eixo do compensador de massas com engrenagens .. ...... .. ................. ................. 32 3-79 Distância das buchas do compensador de massas ............................ .............. .." 33 3-80 Marcação das engrenagens frontais do compensador de massas ......................... 33 3-81 Controle da folga axial do eixo do compensador de massas .. ............................ 33 3-82 Remoção da cremalheira de acionamento do compensador de massas ............... 33 3-83 Remoção do cárter ........................ ............,......................... .. .................... ........ 34 3·84 Substituição do bloco ...... .... ...... ...... ............... ... ...... ........ ...... ..................... .... . 34 GRUPO 4 4-' Sistema de ci rcu lação do óleo lu brificante ........................................................ 34 4-2 Remoção da tubulação de pressão ................... ................................................. . 35 4-3 Remoção da tubulação de sucção ............. .. ........ .......... .......... .... .................. .. .. 35 4-4 Remoção da bomba de óleo lubrificante ... ....... ............................... .............. .. .. 35 4·5 Válvula de segurança ..... ... ...... ........ .,.... .... ....... ........... .... ................................... 36 4-6 Remoção do elemento selado do filtro de óleo lubrificante............................... 36 4-7 Remoção do cabeçote do filtro de óleo lubrificante................................... ........ 36 4-8 Controle da pressão de óleo .............................................................................. 36 4-9 Tabela de óleo lubrificante................................................................................. 37 GRUPO 5 5-1 Sistema de combustível - motor industrial ............................................ ........... 37 5-2 Sistema de combustível - motor veicular .......................................................... 38 5-3 Localização do parafuso de sangria da bom ba injetora BOSCH ....................... 38 5-4 Localização da alavanca manual da bomba alimentadora SO LE X .................... 38 5-5 Localização do parafuso de sangria do filtro de combustível BOSCH .... ......... 38 5-6 Localização da bomba manual da bomba alimentadora BOSCH ...................... 39 5-7 Sistema de sangria - motor veicular ................ ................................................. 39 5-8 Localização do parafuso de fixação do elemento do filtro BOSCH ................. 39 5-9 Dispositivo de limpeza do elemento ................................................................. 40 5-10 Limpeza do elemento .. ...... ............................................................................... 40 5-11 Pré filtro sedimentador CAV.................. .......... .......... ........................................ 40 5-12 Filtro aglomerador - CAV.............. ...... ............................................................. 41 5-13 Porta bico injetor BOSCH .. .............................................................................. 41 5·14 Porta bico injetor CAv...................................................................................... 41 5-1 5 Bomba alimentadora BOSCH sem copo .......................................................... 42 5-16 Bomba alimentadora BOSCH com copo .......................................................... 42 5-1 7 Bomba alimentadora SOLEX - motor industrial ............................................. 42 IX
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    N~ DA FIGURA 5·18 5·19 5-20 5-21 5·22 5·23 5·24 5-25 5-26 5-27 5-28 5-29 5-30 5-31 5-32 5-33 5·34 5-35 5·36 5·37 5-38 5-39 5·40 5·41 5·42 5·43 5-44 5·45 5·46 5·47 5-48 5-49 5·50 5·51 5-52 5-53 5·54 5·55 5·56 5·57 5·58 5-59 5-61 5-62 5·63 5-64 5·65 5·66 5·67 5-68 5-69 GRUPO6 6·1 6·2 6-3 6·4 6·5 6-6 INDICE DAS ILUSTRAÇOES DENOMINAÇÃO Bomba alimentadora SOLEX - motor veicular ................................................. Remoção da bomba alimentadora BOSCH......................................................... Desmontagem da bomba alimentadora BOSCH sem copo ................................. Desmont agem da bomba alimentadora BOSCH com copo................................. Limpeza do filtro de tela - bomba alimentadora sem copo .............................. Limpeza do f iltro de tela - bomba alimentadora com copo ............................. Remoção das válvulas ........................................................................................ Remoção do êmbolo.......................................................................................... Remoção do tucho de roletes ........................................................................... Remoção da bomba alimentadora SOLEX - motor indust rial........................... Remoção da bomba alimentadora SO LE X - motor veicular.............................. Diafragma da bomba alimentadora SO LEX - motor industri al ......................... Diafragma da bomba alimentadora SO LE X - motor veicu lar............................ Controle do disco da válvul a.................. ......... ................................................ .. . Montagem do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor industrial.... Montagem do diafragma da bomba alimentadora SOLEX - motor veicul ar ...... Limpeza do f iltro de tela da bomba alimentadora SOLE X ............................... Corte transversal da bomba injetora BOSCH ..................................................... Corte transversal da bomba injetora CA V .......................................................... Regulador de rotação RSV (BOSCH) ................................................................ Regu lador de rotação RSV na posição de partida .............................................. Regulador de rotação RSV na posição de débito máximo à rotação máxima..... Regulador de rotação RSV na posição de débito máximo com o corte de óleo.. Regulador de rotação RSV na posição de marcha lenta .................................... Regulador de rotação RSV na posição STOP .. .................................................. Remoção da bomba injetora BOSCH................................................................. Fixação da engrenagem de acionamento na bomba injetora BOSCH - motor industrial ............................................................................................... Fixação do avanço automático da bomba injetora BOSCH - motor veicular..... Remoção da bomba injetora CAV - motor veicular .................................... ..... Fixação da engrenagem de acionamento da bomba injetora CAV - motor veicul at.............................................................................................................. Encaixe do pino guia da engrenagem no cubo da bomba injetora CAV - motor veicular ................................................................................................... Marca do flange da bomba injetora CAV - motor veicular em relação a carcaça de distribu ição ......................... ............ ................................................. Remoção da engrenagem ou avanço automático da bom ba injetora BOSCH...... Remoção da engrenagem da bomba injetora CAV - motor veicular.................. Remoção da válvula de pressão ......................................................................... Regu lagem do iníci o de injeção por pré·curso com dispositi vo de control e ....... Regulagem do in ício de injeção sem dispositivo de controle ............................. Regulagem do início de injeção pela engrenagem de acionamento da bomba injetora ......... '" ............................................................................ ..................... Engrenagem da árvore de comando das válvulas(fu ros oblongos) ...................... Regulagem da marcha lenta no regu lador de rotação BOSCH - RSV ................ Ajuste da marcha lenta e nomi nal da bomba injetora CAV - motor veicular.. Tabela de val ores do in ício de injeção ............................................................... Aparel ho de teste de bicos injetores BOSCH .................................................... Aparelho de teste de bico injetores CAV .......................................................... A juste de pressão injeção _. motor industrial ................................................... Ajuste de pressão injeção - motor veicular ....................................................... Estojo de limpeza BOSCH ................................................................................. Estojo de limpeza CAV ..................................................................................... Bico injetor com agulha .................................................................................... Remoção do regulador de segmento da velocidade de rotação - motor marít imo e industrial ....................................................................................... Remoção do disposit ivo de micro regulagem, grupo gerador e geradores de bordo .......................................................................................................... Sistema de arrefecimento por circulação interna .............................................. Remoção do radiador............................ ............................................................. Controle do radiador.......................................................................................... Remoção do ventilador e polia da bomba de água ............................................. Remoção da correi a .......................................................................................... Controle da tensão da correia .......................................................................... PÁGINA 42 43 43 43 44 44 44 44 45 45 45 45 46 46 46 46 47 47 47 47 48 48 48 48 49 49 49 49 50 50 50 50 51 51 51 51 52 52 52 53 53 53 54 54 54 54 55 55 55 55 56 56 56 57 57 57 57 x
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    N<? DA FIGURA 6-7 6·8 6-9 6·10 6·11 6-12 6·1 3 6·14 6-1 5 6·16 6-1 7 6·18 6·19 GRUPO 7 7·1 7·2 7·3 7·4 7·5 7·6 7·7 7·8 7·9 7·10 7-1 1 GRUPO 8 8-1 8·2 8·3 8-4 8·5 8-7 8·8 GRUPO 9 9·1 9·2 rNDICE DAS ILUSTRAÇOES DENOMINAÇÃO PÁG INA Remoção da válvula termostática .................................................................... 58 Remoção da bomba de água ....................... ............................ ........................... 58 Componentes da bomba de água centrífuga ...................................................... 58 .................................................................... 58 Desmontagem da bomba de água .................................................................... 59 {.................. ......................................... ...... ... 59 Montagem da bomba de água ........................ ...... ............... .... ........................... 59 Controle da válvula termostática .... .................... ............................................... 60 Arrefecimento indireto .... ........ ...................................................................... .. .. 60 Remoção da bomba auto·aspirante ........................ ........................................... 61 Composição da bomba auto·aspirante.. ..... ................ ........................... ............ .. 61 Remoção do intercambiador de calor .............. ........................... .. ............... ...... 61 Desmontagem da colmeia .................................................................. .............. .. 62 Remoção do filtro de ar seco ..... .. ...... ............................................. .................. 62 Limpeza do filtro de ar seco .......... .. ....... ... ......... ............................................. .. 63 Limpeza do filtro de ar seco ............................................ ................. ................ 63 Limpeza do filtro de ar seco ............................................................................. 63 Controle do elemento .................. ... .......................... .......... .... .. ..................... .. 63 Remoção do filtro de ar em banho de óleo .... ............. .. .................................... 64 Remoção do ciclone respectivo contra chuva ..................... .......... ... ........ ....... .. . 64 Remoção do reservatório de óleo .................................. ......... .... .................... .. 64 Desmontagem e lavagem do elemento do filtro .............................................. .. 64 Lavagem do reservatório de óleo .. ............................. ......... ...................... .. ...... . 65 Abastecimento de óleo .............. .. ..... .. ... ...... .... ................................................ .. 65 Remoção do motor de arranque .... .. .......... ..... .................................... ............ .. 65 Substituição das escovas de carvão .................................................. .... .............. 65 Limpeza do coletor ... .............. ..................... .............. ....................................... 66 Remoção do alternador .. .............. ... ................................. ...... .......................... 66 Remoção da polia do alternador .... ...... ............................................................ . 66 Remoção do regulador de voltagem .... .. ............ .. .. ............................................ 67 Bateria ......................................................... .. ..... .. ................. ....... .. ............... .. 67 Luva elástica ......................... .. .................................. .... .. .. .... ........................ .... 68 Controle da luva elástica ................................... ........ ....... ............... ................. 69 XI
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    1. DADOS T~CNICOS 1.1 IDENTIFICAÇÃO DOS DIVERSOS TIPOS D 226 - 4 , - - I_ _ _ _ - I'------ - Tipo do motor Números de cilindros Códigos da série Motor Diesel 1.2 DADOS DE CONSTRUÇÃO Tipo ............................................................................... Tipo da construção .......................................................... Número de cilindros......................................................... Sistema de combustão .................................................... .. Diâmetro do êmbolo.................................................. mm Curso do êmbolo ....................................................... mm Cili ndrada unitária ..:............................................... . dm3 Cilindrada total ........................................................ dm3 Taxa de compressão ......................................................... Pressão de compressão do motor frio em estado nov~ medido como MOTOMETER ............................ . kgf/cm Pressão de compressão valor mínimo.................. kgf/cm 2 Pressão de ignição............................................... kgf/cm 2 Sequência de ignição no sentido de rotação anti·horário visto contra o volante ....................................................... Lubrificação do motor................ .................... ............ ...... Tipo do fi ltro de óleo lubrificante .................................... Sistema de arrefecimento ................................................. Potência conforme DI N 70020 ........................................ Potência conforme DI N 6270........................................... Rotação do motor ..... ....................................................... 1.3 DADOS DE AJUSTE Folga das válvul as clilm motor frio ............................. mm Válvula de admissão abre ............................. graus a PMS Válvula de admissão fecha ............................ graus d PM I Válvula de escape abre ............ ..................... graus d PMI Válvu la de escape fecha ................................ graus a PMS Valor do ajuste do in ício de injeção ........................ graus} Início de injeção, curso do êmbolo............................ mm Pressão de óleo com motor quente: na rotação nominal, mínimo ... ........................... kgf/cm 2 na marcha lenta, mínimo.................................... kgf/cm 2 Pressão de injeção............................................... kgf/cm 2 1.4 CAPACIDADE DE ABASTECIMENTO Capacidade de água no motor (sem radiador) ................ I Capacidade de óleo no carter (até a marca superior da va· reta medidora do n(vel de óleo) ..................................... I Capacidade de óleo no carter (até a marca inferior da va· reta medidora do n(vel de óleo) ..................................... ... 1.5 SISTEMA DE INJEÇÃO T ipo da bomba injetora ...................................... BOSCH Tipo da bomba injetora ........................................... CAV Tipo do regulador de rotação............................... BOSCH Bom ba alimentadora ........................................... BOSCH Bomba alimentadora ....................................:...... SO LE X Filt ro de combust {vel SimPleS} .................. CAV Filt ro de combustível simples opcionais .............. BOSCH Filtro de combustível duplo ................................ BOSCH D 226·4 Cilindros em linha, 4 tempoS,efeito simples 4 Injeção direta 105 120 1,040 4,160 1:17.8 26 - 27 20 80 1-3·4·2 Circulação forçada por meio de bomba com ! engrenagem Micro filtro no circuito principal Por radiador ou circulação indireta . 4Vide placa de identificação 0,25 O 30 30 O Vide capítulo 5:6 3 0,5 - 0,8 180 - 185 5,6 9,5 4,5 PES 4A80 D DPA EP/ RSV FP/ KS 22 AO PE FS FJ/DF 5/3 FJ/DF 11IA
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    Filtro aglomerador emmotores veiculares ................ CAV Pré filtro sedimentar.....................•........................... CAV Tipo do bico injetor............................................. BOSCH Tipo do bico injetor em motores veiculares .............. CAV 1.6 POSiÇÕES DE INCLINAÇÃO Inclinação máxima longitudinal do motor na instalação Inclinação máxima longitudinal do motor em serviço Inclinação máxima transversal do motor na instalação Inclinação máxima transversal do motor na instalação 1.7 TEMPERATURAS DE SERViÇO Oleo lubrificante ........................................................... C Água de arrefecimento .................................................. C Quantidade de calor a ser dissipada pela água de arrefeci· mento ....... ....................................................... kcal/CVh 1.8 EaUIPAMENTO El~TRICO Motor de arranque .............................. WAPSA e BOSCH Alternador .......................................... WAPSA e BOSCH Bateria ......... .............................................................. Ah 1.9 TORQUE DE APERTO DOS PARAFUSOS E PORCAS EM mkgf Parafusos respectivamente porcas para: Parafusos da capa à biela.................................................. Parafusos da capa à biela .................................................. Parafusos do cont ra peso à árvore de manivelas ................ Parafusos da capa do mancai ao bloco do motor .............. Parafusos da polia respectivamente cu bo à árvore de ma· nivelas....................................................... ....................... Parafusos do volante à árvore de manivelas ...................... Parafusos do cabeçote ao bloco do motor......................... Porcas da bomba injetora ao prisioneiro do bloco do mo- tor .................................................................................... Porca da bom ba injetora ao prisioneiro do bloco do mo- tor (motor veicular) .......................................................... Porcas dos tu bos de alta pressão à bomba injetora............ Porcas do porta injetor ao prisioneiro do cabeçote Porca da engrenagem de acionamento da bomba injetora à árvore de comando da bomba injetora .......................... Parafusos da engrenagem à árvore de comando das válvu- las.................................................................................... Parafusos do carter ao bloco do motor ............................. ParafLJsos da carcaça do volante ao bloco do motor Parafusos da carcaça do volante ao bloco do motor Parafusos do suporte do balancim ao cabeçote ................. Parafusos do compensador de massas à capa do mancai (sómente motor de 4 cil indros - opcional)....................... Parafuso da tampa das válvul as ......................................... Porcas da polia V p/ alternador Bosch EWV·15 ................ Parafusos para polia de correia ao cubo ............................ Porcas dos parafusos de ajustagem dos balancins .............. Parafusos de fixação da bomba de óleo lubrificante Parafusos de fi xação das engrenagens frontais da árvore de comando das válvulas e acionamento da bba. injetora Bujão do carter (veicular) ................................................. Parafuso de segmento da árvore de comando ................... 0226·4 FASV SSV DLL 150/4 furos RD L L 4 furos De 900 a 1100 De 71 0 a 850 550 K 1 14V 20 a 23 135 Dimensão Torque M12xl,5-10.9 7,5 - 8,0 M12x1,5·12.9 9,5 - 10,0 M14 -12.9 14,0 - 15,0 M14 - 10.9 13,0 - 14,0 M12xl,5-10.9 12,0 - 12,5 M 12x1 ,5-10.9 12,0 -1 2,5 M14 - 10.9 17,0 --17,5 M 10 4,5 -3,8 M8 2,0 - 2,5 M 12 x 1,5 3,5 - 3,8 M8 1,0 - 1,5 M 12 5,0 - 6,0 M 8 - 10.9 3,0 - 3,5 M8 2,5 - 3,0 M12-10.9 9,0 - 10,0 M 10 - 10.9 6,0 - 6,5 M 10 3,5 - 4,0 M 10 5,0 - 6,0 M 10 1,0 - 1,5 M14x1,5 3,5 - 4,5 8.8 4,5 - 5,0 M8 2,0 - 2,5 M8 - 8.8 2,0 - 2,5 Ml0 - 10.9 3,0 - 3,5 R 1/2" DIN 910 6,0 - 6,5 M8 - 8.8 2,0 - 2,5 5
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    PRESCRiÇÃO PARA OAPf:RTO DOS PARAFUSOS DO CABEÇOTE COM MOTOR FRIO Passar óleo lubrificante na base da rôsca e na rôsca dos parafusos, inserindo manualmente os parafusos, depois apertá·los em 3 etapas com 6, '2 e '7 '± 0,5 Kgfm, após o teste, soltar (' /4 de volta) e apertar individualmente os parafusos com torque de 17 ±. 0,5 Kgfm. O apêrto deve ser em forma de cruz, como indicado na figu ra. 1.10 FOLGA DOS MANCAIS Mancai principal ............................................................... Máxima admissível ........................................................... Mancai de ajuste............................................,................. . Máxima admissível ........................................................... Mancai da biela ................................................................ Máxima admissível ........................................................... Bucha da biela / pino do êmbol o...................................... Máxi ma admissível ........... ............................ .................. .. Mancai da árvore de comando das válvulas ....................... Máxi ma admiss i'vel........................................................... 1.11 DADOS DE TOLERÂNCIA E DESGASTE 1.11.1 CABEÇOTE Profu ndidade das válvulas, medida da base do cabeçote até a superfície do prato da válvula................................... Medida limite em caso de recuperação ............................. Diâmetro do alojamento para a montagem dos assentos de válvula: Adm issão ........................................................ NOR MA L ,~ REPARO Escape .......................................... .................. NO RMA L ,~ RE PA RO Diâmetro externo dos anéis de assento das válvulas: Admissão ........................................................ NO RMAL ,~ REPARO Escape .......................................................... .. NO RMA L 1<? REPARO Diâmetro do alojamento para a montagem das guias de válvu la adm issão e escape ................................ NORMAL ,~ REPA RO Diâmetro externo das guias de válvula admissão e esca· pe ............................. .. .............................. ...... NOR MAL 19 REPARO Ângulo de assento do prato da vál vula ............................. Diâmetro do prato da válvula de admissão .................... .. Diâmetro do prato da válvula de escape............................ Largura do assento da sede .............................................. Diâmetro da haste da válvula de admissão e escape Folga da haste da válvula de admissão e escape................. Diâmetro interno da guia de válvula antes da montagem Diâmetro interno da guia de válvula após a montagem Curso da válvula ............................................................... Mola da válvula: Diâmetro do arame de aço ............................................... Número total das espirais (n) .......................................... Comprimento sem carga .................................................. Diâmetro médio das espirais ............................................. Pressão de prova da mola (kgf) ........................................ 1.11.2 BALANCIM Folga dos balancins no eixo (motor frio ) escape e admis· são: ................................................................... RAD IA L AXIAL fig 1- 4 Radial (mm ) 0,08 - 0,11 0,20 0,09 - 0,12 0,20 0,07 - 0,'0 0,30 0,03 - 0,08 0,12 0,04 - 0,08 0,20 1,05 - 1,45 2,0 43,070-43,086 43,170-43,1 86 39,000- 39,016 39,100-39,116 43,152-43,168 43,252-43,268 39,080- 39,096 39,180- 39,196 15,010-' 5,021 15,1 10- 15,121 15,028- 15,039 15,128- 15,139 45 graus 40,900-41,100 37,900-38,100 1,5 8,955- 8,970 0,028- 0,043 9,01 3- 9,028 8,992- 8,998 10,05 3,8 6,25 48 29,750-30,250 39,5 0,018 0,450- 0,50 Axial (mm) 0,12 - 0,21 0,40 0,30 - 0,50 0,90 0,050 - 0,340 0,40 2 6
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    1.11.3 CAMISA DOCI LI NDRO Diâmetro interno da camisa do cilindro............................ Desgaste ........................................................................... Saliência da camisa ........................................................... Saliência da camisa (motor veicular) ................................ 1.11.4 ~MBOLO Diâmetro normal .............................................................. Folga do êmbolo no PMI .................................................. Distância entre o ponto superior do êmbolo até o canto superior do colar da camisa do cili ndre ............................ Distância entre êmbolo e cabeçote.................................... Diferença do peso admissivel para um êmbolo com biela, para um motor ........... .... .... .......................................... .... Volume de concavidade (cm3 ) ......................................... Espessu ra da junta do cabeçote .. ...................................... 1.11.5 ANÉIS DO EMBOLO (motor industrial) Folga dos anéis .... ............................................................ Disposição dos anéis: 1~ canaleta 2~ canaleta 3~ canaleta 4~ canaleta Altura das canaletas dos anéis: 1~ canaleta 2~ e 3~ canaleta 4~ canaleta Altura dos anéis : 1~ canaleta 2~ e 3~ canaleta 4~ canaleta Folga vertical dos anéis: 1i;'I à 3~ canaleta 4~ canaleta 1.11.6 ANÉ 15 DO ÊMBOLO (motor veicular) Folga dos anéis ................................................................. Disposição dos anéis: 1~ canaleta 2~ canaleta 3~ canaleta Altura das canaletas dos anéis: 1~ canaleta 2a canaleta 3~ canaleta Altu ra dos anéis: 1~ canaleta 2~ canaleta 3~ canaleta Folga vertical dos anéis: 1~ e 2~ canaleta 3~ canaleta 1.11.7 PINO DO ÊMBOLO Nominal (mm) Máx. Adm issível (mm) 105,000-105,022 0,3 0,02 - 0,07 0,80 - 1,0 104,96 0,94 0,13 - 0,50 0,90 - 1,20 20 gr 48,5 - 50,5 .9.t6 5 0,35 - 0,55 1,40 105/96x3 FCRPT DIN 24914 105/96x2 FTP DIN 24911 105/96x2 FPT DIN 24930 105/96x4 CRS 2,660-2,690 1.920-2,060 4,050-4,070 2,575-2,595 1,978-1 ,990 3,978-3,990 0,080-0,082 0,078-0,080 0,35 - 0,55 105/96x3 FCRBPT DIN 70914 105/96x2 FPT DIN 2491 1 105/96x4 CRS 2,660-2,690 1,920-2,060 4,050-4,070 2,575-2,595 1,978-1,990 3 ,978-3,990 0,080-0,082 0,078-0,080 Diâmetro ......................................................................... 31,995-32,000 Folga da biela em estado novo.......................................... 0,03 - 0,07 0,12 7
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    1.11.8 PESOS DASBIELAS - CLASSIFICAÇÃO E CORES Para motores de todas as execuções até fins de 1973 CLASSE PESO (gr) CORES I 1341 1360 Amarelo - Amarelo II 1361 1380 Amarelo - Vermelho 111 1381 1400 Amarelo - Verde IV 1401 1420 Vermelho - Vermel ho V 1421 1440 Vermel ho - Verde VI 1441 1460 Verde - Verde VII 1461 1480 Branco - Branco VIII 1481 1500 Azul - Azul Para motores de todas as execuções a partir de princ ípios de 1974 CLASSE PESO (gr) CORES I 1401 1420 Vermel ho - Vermelho 11 1421 1440 Vermelho - Verde 111 14'41 1460 Verde - Verde IV 1461 1480 Branco - Branco V 1481 1500 Azu l - Azu l VI 1501 1520 Azu l - Amarelo VII 1521 1540 Azul - Branco VIII 1541 1560 Azu l - Verde Partindo-se do princípio que a biela não é uma peça de desgaste e raramente é substituída e visando também o problema de estocagem para a reposição, ficou determinado q ue em caso de uma substituição deve-se usar exclusivamente a peça nova sob NC? 9.225.0.150.001_7 da seguinte maneira: a) Para motores fabricados até fins de 1.973 deve-se usar a nova biela com dois pontos vermel hos (peso 1401 a 1420 gr) b) Para motores fabricados a partir de 1.974 deve-se usar a nova biela com do is pontos brancos (peso 146 1 a 1480 gr) 1.11.9 CASQUILHO DA BIELA Nominal (mm) Máx.Admissível (mm) Diâmetro do munhão NORMAL 57,951 - 57,970 19 REPARO 57,701- 57,720 29 REPARO 57,451-57,470 39 REPAR O 57,201- 57,220 49 REPARO 56,951-56.970 Largura do munhão ......................... ........ ... ._.._.......... ....... 35,000-35,100 Raio do munhão ... ....... .......... .................0- 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ovalização .... ..... .... ......... ..... .... .... ...... .............. ....... ... ....... 0,10 Diâmetro do alojamento para a montagem dos casquilhos 6 2,OOO~ 2,019 Diâmetro interno dos casquilhos NORMAL 58,016-58,059 19 REPA RO 57,766- 57,809 29 REPARO 57,516-57,559 39 RE PA RO 57,226 - 57,309 49 RE PAR O 57,Q16 - 57,059 Largura dos casquilhos... ......... ..... .. ............................... .. .. 26,900- 27,100 Folga radial ........................... .. .... ...... ............................... 0,07 - 0,1 0 0,30 Folga axial ........................... ............ ........... .................... . 0,30 - 0,50 0,90 Comprimento da biela entre centros........ ............. ....... ..... 206,950-207,050 Diâmetro do alojamento para a montagem da bucha da biela ............................ ........ .... ............ .......... ................ .. 36,000-36,016 Diâmetro da bucha do pino do êmbolo após a montagem na biela ........................................ ..... .... ...... .......... ....... ... . 32,020- 32,056 1.11.10 BLOCO DO MOTOR Diâmetro interno dos alojamentos dos tuchos .................. 18,000- 18,021 Diâmetro interno das capas dos mancais......... ............... ... 71,000- 71,019 Pré·tensão das capas dos mancais com casquilhos monta- dos, isto é folga admissível com aperto unilateral ............ 0,035--0,060 Diâmetro do al ojamento das camisas de cilindro .............. 108,0 - 108,022 Diâmetro do alojamento da árvore de comando das vál· vulas ................................................. ............................... 43,0 - 43,025 47,0 - 47,025 Duas sub·medidas das buchas dos mancais para árvore de comando das válvulas ......... ... ......................................... .. 0,25 - 0,50 8
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    1.11.11 CAsaUI LHOSDE ENCOSTO Diâmetro do munhão NORMAL 1,?REPARO 2'? REPARO 3'? REPARO 4'? REPARO Diâmetro externo do casquilho .............. ............... ........... Largura do munhão NORMAL 1'?a04,?REPARO Diâmetro interno do casquilho NORMAL 1,?REPARO 2'? REPARO 3'? REPARO 4'? REPARO Largura do casquilho NORMAL 1'? ao 4'? REPA RO Ovalização do munhão ............................................ ......... Folga radial ........ .............................. ................ .. .............. Folga axial. ...... ...... .................. ...... ...................... .. ........... 1.11.12 CAsaUILHOS PRINCIPAIS Diâmetro do munhão NORMAL 1'? REPARO 2'? REPARO 3'? REPARO 40 REPARO Diâmetro externo do casqu iIho .................. .......... ........ .. .. Diâmetro interno do casquilho NORMAL 1'? REPARO 2'? REPARO 3'? REPARO 4'? REPARO Ovalização do munhão ..................................................... Folga radial ..................................................................... 1.11.13 ÁRVOR E DE COMANDO DAS VÁLVULAS Diâmetro dos munhões da árvore de comando das vál- vulas NORMAL 1,?REPARO Largura da canaleta de limitação da folga axial da árvore de comando das válvulas .................... ............................... Espessura do segmento limitador da árvore de comando das válvulas ................................ .. ................ ........ ............ . 1.11.14 VOLANTE Oscilação lateral ..... .......... ........ ...................... .............. .. .. 1.12 ENGRENAGEM DA BOMBA DE ÓLEO Número de dentes (n) ............................ .......................... Diâmetro do furo ......................................... .................... Folga entre os dentes da engrenagem da bomba e da ár- vore de manivelas ............. .. .............................................. Nominal (mm) Máx.Admiss {veí (mm) 64,951-64,970 64,701-64,720 64,451-64,470 64,201-64,220 63,951-64,970 71,090 (controlável somente com dispositivo especial) 36,0 - 36,050 Retificar, lateralmente os munhões até que a superfície estiver limpa. Ajustar os casquilhos com folga de 0,10 a 0,20 mm. 65,026-65,069 64,776-64,819 64,526 -64,569 64,276-64,319 64,026-64,069 35,84 -35,88 Retificar, lateralmente os munhões até que a superHcie estiver limpa. Ajustar os casquilhos com folga de 0,10 a 0,20 mm. 0,08 0,09 0,12 0,20 0,12 - 0,21 0,40 64,951-64,970 64,701-64,720 64,451-64,4 70 64,201-64,220 63,951-64,970 71,090 (Controlável somente com dispositivo especial) 65,026-65,069 64,776-64,819 64,526-64,569 64,276 -64 ,319 64,026 -64,069 0,08 0,08 - 0,11 42,940-42,960 42,690-42,710 7,10-7,19 6,85 - 7,05 0,30 30 12,930-12,941 0,20 - 0,30 9
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    1.13 ENG RENAGEMDA ÁRVORE DE COMANDO DAS VÁLVULAS Número de dentes (nn) ...... .. .... .............. ...................... ..... Diâmetro do fu ro ....................... .... .. ...... .......................... Diâmetro do assento da árvore de coma ndo das válvu las. Folga entre os dentes da engrenagem da árvore de co· mando de válvulas e da árvore de man ivelas.... ... .... ........... 1.14 ENGRENAGEM DA ÁRVORE DE MANIVELAS Número de dentes (n} .... ... .. .. .. .. ...... .. .. .................. .. ........ .. Diâmetro do furo ...... .. ....... ....... .... ........ ........ .... ..... ......... . Diâmetro do assento da árvore de manivelas..... ................ 1.15 ENGRENAGEM INTERMEDIÁR IA Número de dentes (n) ,........ ............... ..... ..... ,.. .... .. .. ......... Diâmetro do furo .............................. .. .. ........ .... .. ............. Diâmentro de assento da árvore de comando das válvulas 1.16 ENGR ENAG EM DE ACIONAMENTO DA BOMBA INJETORA BOSCH Número de dentes (n} ...... .. .. ............ ............................... .. Diâmetro do furo ............................................................. Folga entre os dentes da engrenagem de acionamento e engrenagem intermediária ... ......... ... .... .... .... .. .......... ........ .. 1.17 ENG RENAGEM DE ACIONAMENTO DA BOMBA INJETORA CAV Número de dentes (n) ............... ............ .. ... ...... .. ....... ...... .. Diâmetro do furo................................... .. .. .. ............. ........ Diâmetro da flange ................................. ................... ....... Fo lga entre os dentes da engrenagem de acionamento e engrenagem intermediária ............ ............... .... ... ..... ....... .. . 1.18 CR EMALHEIRA COMPENSADOR DE MASSAS (4 CILINDROS - OPCIONA L) Número de dentes (n} .................................. ..... ...... .. ........ . Diâmetro do furo ........... .................. .. ........... ........ ......... .. Diâmetro do assento da cremalheira do compensador na árvore de manivelas .... .. ... ..... .... .............................. .. ...... .. 1.19 ENGR ENAGEM DO COMPENSADOR DE MASSAS (4 CI LI NDROS - OPCIONAL) Número de dentes (n} ....................................................... Diâmetro do furo ... .. .. .. ... ... .................................. ..... .. .. ... Folga entre as engrenagens motriz e acionada......... .......... Folga entre a engrenagem motriz e a cremalheira .... ......... .~ C Nominal (mm) Máx.Admiss(vel (mm) 68 43,025 42,975-4 2,997 0,11 - 0,27 34 58,000-58,019 58,020-58,039 45 43,025 42,975-42,991 45 0,12 - 0,28 45 44,430-44,450 44,400-44,420 0,12 - 0,28 72 160,0-160,025 160,20-160,225 36 34,0 -34,016 0,20 0,30 0,12 - 0,28 10
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    2 REMOçA0 EINSTALAÇAo DO MOTOR FERRAMENTAS De acordo com a aplicação ATENÇÃO! Devido as diversas aplicações não se pode sempre remo- ver o motor e neste caso, só se pode remover bombas de água, dínamo respect. alternador, motor de partida e co- letores de admissão e escape. LOCALIZAÇÃO DO NÚMERO DO MOTOR Na placa do motor figo 2-' f ig 2-1 o 0.226.04. 01006 I ("', fig 2- 2 LADO DO VOLANTE 6 , 4321 No bloco do motor figo 2-2 NUMERAÇÃO DOS CILINDROS 4 cilindros figo 2-3 LADO DO VE NTILADOR - fig2-3
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    3 DESMONTAGEM, MONTAGEME RECONDICIONA- MENTO FERRAMENTAS Vi de cada operação de serviço LI MPEZA Lavar bem o motor bem como as peças desmontadas. Afim de lavar utilizar sempre produ tos qu ímicos apro· priados. Para lavagem a frio recomendamos o uso de um deter· gente com eficiente poder desengraxante. Adicionar a cada solução nova 2% de óleo lubrificante. Desta maneira as peças lavadas receberão uma camada fi· na de óleo de proteção contra eventual corrosão. 3.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DOS COLETORES DE ADMISSÃO E ESCAPE FE RRAM ENTAS , chave de boca de 17 mm. 1 chave de fenda. Remover os filtros de ar Remover o silencioso Soltar as porcas sextavadas e remover os coletores figo 3-1 AT ENÇÃO! Trocar sempre as juntas. 3.1 .1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DA TAMPA DAS VÁLVULAS FERRAMENTAS , chave estrela de 17 mm. Soltar os para fusos de fi xação e remover a tampa. figo 3·2 ATE NÇÃO ! Trocar sempre os anéis de vedação e as juntas. Instalar na ordem inversa. 3.1.2 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE FE RRAME NTAS 1 soquete de 22 mm de extensão , Torqu ímetro , . Drenar a água de arrefecimento 2- Remover tubulação de água de arrefecimento 3· Soltar e remover os parafusos de fixação dos cabeço- tes em cruz 4· Remover o cabeçote 5· Remover a junta do cabeçote e li mpar os assentos do cabeçote e do bloco do motor figo 3-3 Operações anteriores vide cap ítulos 3.1 e 3.'.1. f ig3- 3 12
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    fi g 3-4 f ig3-5 fig 3- 6 fi g 3- 7 PRESCR IÇAO DE INSTALAÇÃO Os ca beçotes deverão ser alinhados com uma régua de a- ço, nas superfícies de encosto dos coletores de escape e de admissão. A prescrição de aperto dos parafusos de fixação do cabe- çote deve obedecer a seguinte norma: Passar óleo lubrificante na base da rôsca e na rôsca dos parafusos, inserindo manualmente os parafusos, depois apertá·los em 3 etapas com 6, 12 e 17 ±0,5 Kgfm, após o teste, soltar (1 /4 de volta) e apertar individualmente os parafusos com torque de 17 ±0,5 Kgfm. figs. 3-4 e 3·5 ATENÇÃO : Trocar sempre as juntas dos cabeçotes 3.2 DESMONTAG EM E MONTAGEM DO CABEÇOTE 3.2.1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DO PORTA INJETOR FERRAMENTAS , Chave estrela de 13 mm. 1- Soltar as porcas do flange de fixação e remover o mesmo. ATE NÇÃO: Sob as porcas estão arruelas semi·esféricas de ajuste. fig o 3-6 2- Remover o fl ange de fixação 3- Remover o porta injetor figo 3-7 Instalar na ordem inversa. 13
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    3.2.2 REMOçA0 EINSTAÇAo DO SUPORTE DOS BALANCINS FERRAME NTAS 1- Soquete de 17 mm com extensão , - Soltar os parafusos de fixação figo 3-8 ATENÇÃO; Trocar as arruelas de pressão 2- Remover o supfrte do balancim Operações anteriores vide capitulo 3.1.1 3.2.3 REMOÇÃO E INSTALAÇAo DOS BALANCINS FERRAMENTAS 1 Alicate de pontas 1- Com alicate de pontas, remover as arruelas de segu- rança, bem como as arruelas. 2- Remover os balancins figo 3-9 Instalar na ordem inversa Operações anteriores vide capitulo 3.1.1 3.2.4 REMOÇÃO E INSTALAÇAo DAS VÁLVULAS FERRAMENTA 1 Dispositivo de remoção e instalação de válvulas. Fixar o dispositivo de remoção e instalação de válvulas, no respectivo orifício do cabeçote, comprimir a mola da válvula, rernover o cone bi-partido, o prato, a mola e em seguida a válvu la. Instalar na ordem inversa, observando sempre o assento correto do cone bi-partido. Operações anteriores vide capitulo 3.2.2 figo 3-10 3.2.5 RETIFICAÇAo DO ASSENTO DA VÁLVULA COM FRESA MANUAL FE RR AMENTAS 1 Gui·a-piloto, 1 fresa assento 450 , 1 fresa corretora de 750 e 1 de 150 . 1- Fresar o assento de válvula ATENÇÃO: Largura máxima 1,5 mm. Não deixar marca de vibrações na superfície do assen- to. 2- Executar as concordâncias superior e inferior e fresar o assento novamente, a fim de eliminar os cantos vi- vos su rgidos na execução das concordâncias. figo 3-11 Operação anterior vide cap itulo 3.2.4 fi g3 - 11 14
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    fig3- 12 3.2.6 REMOÇÃOE INSTALAÇÃO DO ASSENTO DE VÁLVULAS FER RAMENTAS 1 Martelo , Talhadeira , Punção , Furadeira elétrica , Broca de 2 mm , - Entalhar o assento de válvulas em dois lados opostos 2- Puncionar e furar 4 furos de 2 mm ATENÇÃO: A superflcie do assento no cabeçote não poderá ser danificado. figo 3-12 3- Quebrar o assento da válvula mediante uma talhadei- ra 4 - Limpar devidamente a superf(cie de alojamento ATENÇÃO: Na instalação do assento de válvulas aque· cer o cabeçote até 2000 C e prensar o as- sento. f igo 3·13 Operações adicionais vide cap(tulo 3.2.8 fig3-1 3 fig 3 - 14 3.2.7 RETIF ICAÇÃO DO CONE DA VÁLVULA , Retífica de válvulas ,- Fi xar a válvula na pinça 2- Ajustar o suporte para o ângulo de assento 3- Retificar o cone da válvula com uma leve pressão. figo 3-14 ATE NÇÃO: O cone da válvula não pode apresentar marcas de vibração. Deixar sempre o rebolo parar. Sempre utiliar válvulas novas. .. 3.2.8 ESMERILHAMENTO DA VÁLVULA FER RAMENTAS Esmeril manual ou máquina de esmerilhar elétrica, pasta de esmerilhar 1- Colocar uma mola sob o cone da válvula 2- Colocar sugador sobre o prato da válvula 3- Esmerilhar a válvula até que a mesma apresente um perfeito assentamento. O cone não pode apresentar canais ou riscos de esme- rilhamento. figo 3-15 15
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    4- contro lara perfeita vedação da válvula, colocando traços de lápis ou giz na circunferência do cone e gi- rando a mesma lentamente na sede, verificando o con- tacto uniforme da mesma. figo 3- 16 3.2.9 MEDiÇÃO DA PROFUNDIDADE DA VÁLVULA F ERRAMENTAS 1 Medidor de profundidade com abas estreitas ou régua de precisão com cálibre de folga. 1- Colocar as abas do medidor de profundidade ou a ré- gua de precisão na superfície do cabeçote. 2- Medir a distância entre o cabeçote e a superf(cie do prato da válvula. figo 3-17 ATENÇÃO : A profundidade é da ordem de 1,05-1,45 mm, sendo o máximo admisslvell,80mm . Operações anteriores vide capitulo 3 .1.2 3..2.10 REGULAGEM DA FOLGA DAS VÁLVULAS (Somente com motor fr io) FERRAMENTAS 1 Chave Estrela 13 mm , 1 Chave de fenda, 1 cálibre de folgas. 1- Colocar o pistão no PMS 2- Soltar a contra porca do parafuso de regulagem 3- Ajustar o parafuso de regulagem, deixando passar justo o cálibre de folgas de 0,25 mm. 4- Apertar a contra porca figo 3 -1 8 Operações anteriores vide cap itulo 3 .1.1 fi g3- 16 3.2.11 CONTROLE DA DISTÂNCIA ENTRE ~MBOLO E CABEÇOTE FERRAMENTAS 1 Fio de chumbo de 0 2mm, 1 micrômetro 1- Introduzir o fio de chum bo pelo oritlcio do porta in· jetor na câmara de combustão. 2- Girar o volante lentamente, a fim de que o êmbolo chegue ao seu PMS 3- Retirar o fio de chumbo com cuidado 4- Medir o fio de chumbo achatado com o micrômetro figo 3-1 9 ATEN ÇÃO: A distância entre o cabeçote e o êmbolo é da ordem de 0,9 a 1,2 mm. fig 3 - 19 Operação anterior vide capitulo 3.2.1 ~ 16
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    o o fi g3- 20 fi g3 - 21 fig3- 23 3.2.12 3.2.13 3.2.14 3.2.15 DETERMINAR O PMS COM O CABEÇOTE REMOVIDO FERRAMENTAS 1 Relógio comparador com apoio magnético ou cálibre de profu ndidade, 1 chave est rela 22 mm. 1- Remover o cabeçote 2- Levar o pistão para cima e determinar o ponto mais alto. A TE NçÃO: A distância do êmbolo ao canto superior da camisa é de 0,13 a 0,50 mm. figo 3-20 Operação anterior vide capítulo 3.1.2 DETE RMINAR O PMS COM CABEÇOTE INSTALADO FERRAMENTAS 1 Chave estrela 13 mm, 1 de 17 mm, 1 dispositico de re- moção e instalação de válvulas, 1 relógio comparador com prisma ou cálibre de profundidade. 1- Remover a tampa das válvulas 2- Colocar o êmbolo no PMS 3· Remover o suporte dos balancins e remover a mola de uma válvula. 4- Colocar um anel de borracha na haste da válvula, a fim de evitar que a válvula caia dentro do cili ndro. 5- Instalar o relógio comparador ou cálibre de profu ndi- dade, e girar a árvore de mani velas alguns graus para direita ou a esquerda até que a válvula alcance o pon- to mais alto. figo 3·21 Operação anterior vide capítulo 3.2.2 DETERMINAR O PMS MEDIANTE A POLIA DA AR- VORE DE MANIVELAS OU A MORTECEDOR DE VI- BR AÇÕES Na parte interna da polia da árvore de manivelas e na parte externa do amortecedor de vibração (m otores veio culares) encontra-se a marcação (vide fi cha), esta deverá ser posta PMS . no mesmo alinhamento do pino indicador do ATEN ÇÃO: Gire a árvore de manivelas somente no sentido de rotação do motor e NUNCA AO CONT RÁ RIO. figo 3·22 TESrAR PRESSÃO DE COMPRESSÃO FERRA MENTA 1 Chave de boca de 17 mm 1 Medidor de pressão de compressão (Motometer) 1- Remover o porta injetor 2· Instalar o medidor de pressão de compressão. ResuItados : Bom 27 . 26 kgf/cm Admissível 22 · 20 kgf/cm Deficiente, inferior a 20 kgf/cm Necessário recondicionar o motor figo 3·23 Operação anterior vide capítulo 3.2.1 , 17
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    3.3 ~MBOLOS EBI ELAS 3.3.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DAS BI ELAS E EMBOLOS FE RRA MENTAS 1 Soquete de 22 mm com extensão, , Torqu (metro 1- Soltar os parafusos da biela figo 3-24 2- Remover a tampa da biela com os casqui lhos pela par- te inferior do motor e êmbolo com biela pela parte superior. PR ESCRiÇÃO PARA A INSTALAÇÃO Olear bem os êmbolos, desl ocar entre si as aberturas dos aneis. Usar sem a cinta de montagem-do êmbolo. Olear bem os casquilhos da biela e fix ar os parafusos da biela com To rqu (metro com o torque de aperto prescrito por igual. Árvore de manivelas deve gi rar livre_ fig o 3 -25 Operações anterior e adicionais vide cap(tulos 3.1.2 e 3.6 .1 ATENÇÃO: Usar sempre parafusos de biela novos em caso de engripamento de êmbolo. 3.3.2 SUBSTI TUi ÇÃO DA BUCHA EXPANSORA DA TAM- PA DA BIELA FE RRA MENTAS , Punção cilindrico, , martelo e' alicate ,- Bucha de expansão deformada bater para fora (vide seta) 2- Bater a nova bucha para dentro até que a mesma a- presente a saliência de , ,3 a 1,5 mm dentro da biela conforme indicado no detalhe e figo 3-26 Operações anteriores vide cap itulo 3.3.1 3.3.3 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO PINO DO ~MBOLO FERRAMENTAS 1 Alicate de pontas, 1 dispositivo de aquecimento e 1 Punção guia especial. , - Remover as travas 2- Aquecer o êmbolo até Booe 3- Empurrar o pino do êmbolo com o punção guia e remover o mesmo INSTR UÇÃO DE INSTALAÇÃO: A cavidade na ca beça do êmbolo, lateralmente deslocada do centro, deve ser montada para o lado do bico injetor. . figo 3-27 Operações anteriores vide cap itulo 3.3 .1 cJ O f ig3-24 fi g3 -26 fi g3-27 18
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    i VA LOR L OHG. CIL1 TR A N SV. L ON G. CI L 2. TR ANS V. LONG. CIL J TRAN SV L ONG. CI L lo TRA N SV. LO NG > C L 5 LON "' TR ANSV z .. L ONG . O< C IL 6 ~ TRANSV. TABEL A DE MEDi ÇÃO fig3-28 fi g 3- 29 fig3-30 fig 3- 31 3.3.4 CONTROLE DO t:MBOLO FERRAMENTA 1 Micrômetro externo 1- Limpar o êmbolo e executar a medição do diâmetro do mesmo em 3 posições, longitudinalmente e verti- calmente com o micrômetro. f igo 3-28 ATENÇÃO : Caso o êmbolo tiver formação de estrias o mesmo pode ser polido mediante pedra de carborundum. As canaletas poderão ser limpas com um pedaço de anel que- brado sem todavia danificar o alojamento dos anéis. 2- Anotar os resultados na tabela. 3.3.5 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DOS AN ~ IS DO t:MBOLO FERRAMENTA 1 Alicate para aneis 1- Abrir cuidadosamente os aneis mediante o alicate até que os mesmos se deixem remover ou instalar sobre a cabeça do êmbolo. figo 3-29 ATEN çÃO: A marcação "TOP" deve f icar sempre pa- ra cima. As aberturas dos aneis sempre deverão ser montadas opostas entre si . Operação anterior vide capítulo 3.3.3 3.3.6 CONTROLE DA FOLGA DOS AN t:IS FERRAMENTA 1 Cálibre de folgas 1- Colocar o anel bem paralelo à fase da camisa de ciUn- dros e medir a folga. ATENÇÃO : Folga vide dados técnicos. Operação anterior vide capítulo 3.3. 5 figo 3-30 3.3.7 DISPOSiÇÃO DOS ANEIS DO t:MBOLO (MOTOR INDUSTRIAL) Canaleta I - Anel de compressão trapezoidal 105/96x3 FCRPT DI N 24914 Canaleta II - Anel de compressão 105/96x2 FPT DIN 24911 Canaleta III - Anel de compressão 105/96x2 FPT DIN 24930 Canaleta VI - Anel raspador de óleo 105/96x4 CRS figo 3-31 19
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    3.3.8 DISPOSiÇÃO DOSANEIS DO ~MBOLO (MOTOR VEICULAR) Canaleta I· Anel de compressão trapezoidal 105/96x3 FCR 8 PT DIN 70914 Canaleta II - Anel de compressão 105/96x2 FPT DlN 24911 Canaleta II I - Anel raspador de óleo 105/96x4 CRS fi go 3-32 fi g3- 32 3.3.9 CONTROLE DA BIELA Com êmbolo removido FER RAMENTAS 1 Dispositivo de controle do paralelismo e torsão da biela. 1- Colocar a biela no dispositivo 2- Controlar a biela quanto ao seu paralelismo e torsão 3- A justar os discos de controle no comprimento " A" do pino do êmbolo. Os discos deverão encostar no pi- no do êmbolo de modo que a medida " C" resulte em zero. Operação anterior vide cap ítulo 3.3.3 figo 3-33 ATENÇÃO: Na instalação de bielas novas observar nos- sa recomendação descrimi nada sob capí- tulo 1.11 .8 dos dados técnicos. fi g3-33 fig 3 -34 3.3.10 REMOVER E INSTALAR A BUCHA DO PINO DO ~MBOLO 1 Prensa, 1 calço cil índrico de remoção e instalação. 1- Prensar mediante o calço cilíndrico a bucha do pino do pistão da biela para fora ou para dentro do aloja- mento. ATE NÇÃO: Na instalação o orifício de óleo da bucha deverá coincidir sempre com o da biela. Operação anterior vide cap ítulo 3.3.3 figo 3-34 3.4 ARVORE DE COMANDO DAS VALVULAS 3.4.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA TAMPA DIANTE IRA FERRAMENTAS 1 Chave fixa de 13 mm. 1 de 17 mm. 1 chave estrela de 10 mm, 1 de 13 mm. 1 de 22 mm e 1 chave de fenda. 1- Remover a tampa de abastecimento (flecha) 2- Desaparafusar todos os parafusos de fixação da tampa 3- Destacar a tampa dianteira mediante chave de fenda figo 3-35 ATE NÇÃO: Trocar sempre a junta e vedador dianteiro da árvore de manivelas Operações anteriores vide cap ítulos 3.5 ou 3.5.2, 3.5.3, 3.6.1, 8.2.1
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    fi g3 -37 3.4.2REMOçA0 E INSTALAÇAo DA TAMPA TRASEIRA F ERRAM ENTAS 1 Soquete de 13 mm com extensão, 1 chave de fenda , . Soltar todos os parafusos de fixação 2- Destacar a tampa traseira mediante uma chave de fenda fig o 3·36 ATE NÇÃO: Trocar sempre a junta e as arruelas de pressão. Operação anterior vide capítulo 3.5.6 e 3.5.7 3.4.3 CONTROL E DA MARCAÇAo DO PMS DA ENGRE· NAGEM DA Á RVORE DE COMANDO DAS VÁlVU· LAS E DA Á RVORE DE MANIVELAS A engrenagem da árvore de manivelas tem um dente com a marca "O" e a da árvore de comando das válvu las tem dois dentes com a marca "00" . A marca "O" da engrena· gem da árvore de manivelas deverá ficar entre a marca "00" dos dentes da engrenagem da árvore de comando das válvulas. figo 3·37 Operação anterior vide capítu lo 3.4.1 fi g 3- 38 3.4.4 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DAS ENGRENAGENS INTERME DIÁRIA E DA ÁRVORE DE COMANDO DAS VÁLVULAS FERRAMENTA 1 Soquete de 13 mm com extensão 1- Soltar os parafusos de fixação 2· Remover as engrenagens intermediária e da árvore de comando das válvu las. figo 3·38 (Execução Veicu lar) ATE NçÃO: Na instalação sempre trocar as arruelas de pressão e observar as marcas nos dentE!5. Operação anterior vide capítulo 3 .4.1 3.4.5 REMOçA0 E INSTALAÇAo DA Á RVOR E DE CO- MANDO DAS VÁLVULAS FER RAM ENTA 1 Chave fixa de 13 mm 1· Inverter o bloco do motor 1800 a fim de qu e os tu· chos permaneçam no seu al ojamento e não caiam no motor. 2· Soltar os parafusos de fixação do segmento de fi xação da árvore de comando e retirar o segme nto. NOTA: MOTO RES VEICULAR ES NÃO SÃO EQUI· PADOS COM ESTA PE ÇA. 3· Remover cuidadosamente a árvore de comando das válvulas. figo 3·39 Instalar em ordem inversa OperaçõE!5 anteriores vi de cap ítu los 3.5.1 ou 3 .5.2, 3.5.3, 3.5.4,3.6.1 e 3 .4.1 21
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    3.4.6 REMOÇÃO EINSTALAÇÃO DOS TUCHOS 1· Remover os acionamentos das válvulas 2· Remover as hastes de comando 3· Remover a árvore de comando das válvulas 4· Remover os t uchos ATENÇÃO: Os tuchos podem apresentar pequenos sul- cos, porém quando apresentarem um des- gaste maior (PITTING ), os mesmos de- vem ser substitu(dos. (Vide flecha). figo 3-40 Operações anteriores vide cap(tulos 3.2.2 e 3.4.5 f ig 3 - 40 3.5 ÁRVORE DE MANIVELAS 3.5.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA POLIA DA ARVORE DE MANIVELAS Com correias removidas FERRAME NTA 1 Chave tubular de 17 mm Soltar os parafusos de fi xação e remover a polia da árvo- re de manivelas. figo 3-41 ATEN ÇÃO: Controlar os parafusos e na instalação ob- servar o torque de aperto por escrito. rt'f:'c ri o fig 3- 41 3.5.2 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA POLIA DA ARVORE DE MANIVELAS COM AMORTECEDOR DE VIBRA- çÃO EM MOTORES VEICULARES. Com correias removidas FERR AMENTAS 1 Chave estrela de 17 mm e 1 tubu lar de 19 mm 1- Soltar os parafusos de fi xação e remover a polia da ár- vore de manivelas com o amortecedor de vibrações. 2- Soltar os parafusos de fi xação e remover a polia da ár- vore de ma nivelas e destaca r o amortecedor. Ao instalar, sempre trocar as arruelas de pressão. fi go 3-42 Instalar na ordem inversa. 3.5.3 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO TUBO DE RESPIRO FERRAM ENTAS 1 Chave de boca de lO mm, 1 chave de fenda, 1 soquete de 10 mm com extensão 1- Soltar os parafusos de fixação e remover a carcaça do respiro. 2· Soltar as braçadeiras e remover O tubo de respiro. figo 3-43 A carcaça do respiro é vedado com anel de borracha re- donda, observar a sua montagem correta. Ao instalar, trocar sempre o anel de borracha. instalação na ordem inversa. f ig3- 42 22
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    3.5.4 REMOÇÃO EINSTALAÇÃO DO VEDADORES DA ÁRVORE DE MANIVELAS FE RRAMENTAS 1 saca vedador e 1 prensa. , - Sacar o vedador sem danificar o alojamento. .2- Montar o novo vedador com suas estrias no sentido anti-horário (quando tiver marca com tinta, deve es- ta ficar para cima e para o lado externo), 3- Prensar o vedador no seu alojamento, até o mesmo ficar paralelo com a tampa. figo 3-44 Operações anteriores vide cap(tulo 3.5.1 ou 3.5.2. fig3-L. L. 3.5.5 INSTRUÇOES PARA A INSTALAÇÃO DOS VEDA- DORES DA ÁRVORE DE MANIVELAS Antes da montagem, os vedadores deverão ser engraxa- dos na sua parte interna, e deve-se aplicar uma camada de cola na sua parte externa. A lu brificação necessária a fim de evitar o funcionamento a seco nos primeiros ins- tantes após a partida. fig 3- 46 3.5.7 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO VOLANTE FE RRAMENTAS 1 Soquete de 22 mm com cabo de força e 1 alavanca de montagem. ,- Fixar o volante na cremal heira com a alavanca de montagem, introduzida no espaço entre cremalheira e a flange da carcaça do volante, a fim de travar o vo- lante. 2- Soltar e remover os parafusos de fixação do volante figo 3-45 ATE NÇÃO: Controlar os parafusos contra tri ncas e rupturas com Magnaflux. Montar na or- dem inversa, e observar o torque de aper- to prescrito. 3.5.8 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA CREMALHEIRA DO VOLANTE FERRAMENTAS 1 Talhadeira 1 Martelo Aquecer rapidamente a cremalheira em toda a sua cir- cunferência por igual e sacar mediante a talhadeira com batidas leves. (Cremalheira é montada a quente) ATE NÇÃO: Na montagem a cremalheira deverá ser a- quecida aprox. a 1000 C por igual e ser co- locada rapidamente no volante. figo 3-46 Operação anterior vide cap(tulo 3.5.1 23
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    3.5.9 CONTROLE DAOSCILAÇÃO LATE RAL DO VOLANTE FERRAMENTAS 1 Relógio comparador com prisma magnético e suporte. 1· Colocar o prisma magnético na superfície da flange da carcaça do volante e o manipulo do relógio compara· dor na superfície do volante. 2· Girar lentamente o volante fig o 347 Oscilação máxima lateral é da ordem de 0,20 mm fí g3 - 47 3.5.10 CONTROLE DO PARALELISMO DA FLANGE DA CARCAÇA DO VOLANTE FERRAMENTAS 1 Relógi o comparador com prisma magnético e suporte 1· Colocar o prisma magnético na superficie do volante e o manipulo do relógio comparador na flange da carcaça do volante. 2· Girar o volante lentamente. figo 3-48 3.5.11 CONTROLE DA CONCENTRICIDADE DO ENCAIXE DA CARCAÇA DO VOLANTE FERRAMENTAS 1 Relógio comparador com prisma magnético e suporte Colocar o prisma magnético na superfície da flange da árvore de manivelas e o man ipu lo do relógio comparador verticalmente contra o encaixe da carcaça. figo 3-49 fíg3- 49 3.5.12 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA CARCAÇA DO VOLANTE FERRAMENTAS 1 Chave estrela 22 mm, 1 soquete de 17 mm com exten· são, 1 chave de fenda e 1 cabo de força. NÃO ~ NECESSÁ RIO REMOVER A TAMPA TRASEI · RA PARA EFETUAR ESTA OPERAÇÃO. 1· Soltar os parafusos de fi xação e destacar a carcaça mediante chave de fenda. fig o 3·50 Instalar na ordem inversa, observando os pinos guias e o torque de aperto dos parafusos. Operação anterior vide capitulo 3.5.7 e 8.1.1 24
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    3.5.13 REMOçA0 EINSTALAÇAO DA ENGRENAGEM DA ÁRVORE DE MANIVELAS FERRAMENTA 1 Sacador 1- Aquecer por igual a engrenagem da árvore de manive- las e sacar a mesma 2- Remover o pino guia figo 3-51 Posição "O" marcar no moente da árvore de manivelas. (vide flecha!. fig3 - 51 3.5.14 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DOS CONTRA-P~SOS DA ÁRVORE DE MANIVELAS FERRAMENTAS 1 Soquete de 22 mm com extensão Soltar os parafusos de fixação e remover os contra pesos. figo 3-54 Instalar na ordem inversa ATENÇÃO: Partindo da tampa diantei ra os contra pesos são numerados com nC?s 1,2,3 etc . fi g 3-5 2 fi g 3- 53 INSTRUÇÃO DE INSTALAÇÃO : Aquecer os dois lados da engrenagem até aproxim ada- mente 1200 C a 1800 C e manter a mesma no moente da árvore de manivelas. fig o 3-52 ATENÇÃO: Instalar a engrenagem de tal maneira que a marcação "O" da engrenagem coincida com a marca efetuada na árvore de manivelas e a posição do pino guia. fig o 3-53 Operação anterior vide capitulo 3.4.2 Não misturar. flg 3-54 Operação anterior vide capítulo 3 .6 .1 25
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    I~ti g3-55 3.5.15 REMOÇÃOE INSTALAÇAO DA ÁRVORE DE MAN IVELAS F ERRAME NTAS 1 Soquete de 22 mm com extensão. 1- Soltar os parafusos de fixação da capa dos mancais e remover os mesmos 2- Retirar cuidadosamente a árvore de manivelas do alo- jamento dos casquilhos. fig_ 3-55 ATEN ÇÃO: Controlar os parafusos de fixação quanto ao seu com primento e quanto a rupturas ou trincas. Operações anteriores vide capítul os 3-1. 5, 3.3.1. 3.4.1 , 3.4.2 e 3.6.1 3- Na instalação controlar a folga axial da árvore de ma- nivelas. Para isto fixar o prisma magnético no bloco do motor e o manípulo do relógi o comparador na su- perfície do moente da árvore de manivelas. figo 3 -56 Valores vide cap ítu lo 3.5.19 3.5.16 CONTROLE E RETfFICA DA ÁRVORE DE MANIVE LAS Controlar a árvore de manivelas quanto a eventuais da- nos. Medir todos os munhões anotando os desgastes e ovalizações. Munhões superaquecidos devido casquilhos defeituosos apresentam muitas. vezes trincas as quais po- dem provocar rupturas da árvore de manivelas. As trincas poderão ser constatadas mediante a utilização de um aparelho de teste " MAG NAFLU X" ou pelo sistema imo provisado com leite de cal. 3.5.17 CONTROLE DA ARVORE DE MANIVELAS COM LEITE DE CAL 1- Lavar a árvore de manivelas deixando-a isenta de óleo e graxa. 2- Aquecer a mesma em um banho de óleo de aproxima- damente 700 C. 3· Lavar novamente. 4- Pulverizar a árvore de manivelas com leite de calou aplicá-lo com pincel. ATE NÇÃO: Lei te de cal é uma mistura de 1/10 de giz e 9/10 de volume de água. A posição e a extensão das eventuais trin- cas oferecem uma base de referência so- bre a profundidade das mesmas. figo 3-57 t ig 3- 56 26
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    MLl NHÃO DABIELA "U MLlNH ÃO DA ARV ORE If """"""""~-~ ~ /-ltL.l .J:.l ~; ;=. "-. . 1-. - f- ... 1 LA DO DO VO LANTE MLl NHAO DA ARVORE no rm a l 1 2 3 4 5 6 D~ME TR O d mm OVALIDADE mm L ARG URA mm MUNH ÃO DA BIELA I 1111 I IV V VI DIÂME TRO d mm OVAL IDA DE mm fi g3- 59 f ig 3 -60 3.5.18 CONTROLE DOS MUNHOES DA ÁRVORE DE MANIV ELAS FERRAMENTA ·1 Micrômetro 1- Colocar o micrômetro em esquadro no munhão. 2- O micrômetro deverá passar justo nas superf(cies do munhão. 3- Efetuar alternadamente a medição deslocando 90°. figo 3-58 ATENÇÃO: Transcrever os resultados obtidos na tabela. fig o 3-59 3.5.19 TOLERÂNCIAS ADMISSfvEIS DA ÁRVORE DE MANIVelAS PARALELISMO O desparalelismo do munhão da biela no diâmetro "b" ádmisslvel é de 0,05 mm. CONCENTRICIDADE A ovalização e a conicidade admissivel nos pontos de apoio é de 0,01 mm. CENTRICIDADE O desvio da centricidade dos diâmetros "a" e "b" admis- sivel é da ordem de 0,02 mm . FO LGA AXIAL A folga axial é da ordem de 0,1 2 a 0,21 mm, sendo a má- xima admissível 0,4 mm. FOLGA RADIAL A folga radial é da ordem de 0,09 a 0,12 mm, sendo a máxima admissivel 0,2 mm . Os munhões e moentes deverão ser retificados com uma rugosidade de 2,5jJ figo -3-60 3.5.20 lIMPESA DA ARVORE DE MANIVELAS APÓS A RETfFICA Todos os canais de óleo deverão ser devidamente lavados após a retífica, bem como a própria árvore de manivelas antes da montagem. Não poderão existir quaisquer res(· duas de impureza. 27
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    3.5.21 TIPO EESTADO DOS CASOUILHOS , . Os casqu.ilhos são trimetálicos. 2- Em estado novo deverão ser lisos e altamente polidos. figo 3-61 3- Após algumas horas de serviço a coloração torna-se azul-cinzenta. ~ admiss ível que sua superfície de des- lize apresente estrias finíssimas. figo 3-62 3.5.22 CONTROLE DO DESGASTE DOS CASQUILHOS FE RRAMENTAS 1 Relógio comparador interno com manipulador 1 Micrômetro comparador 1- Apertar os parafusos de fixação da capa dos mancais ao bloco com o torque prescrito. (vide dados técnicos) . 2- Ajustar o micrômetro comparador na respectiva medi- da. 3- Ajustar o manipulador do relógio comparador de acor- do com a medida do micrômetro comparador e ajustar o relógio. Medir em cruz. 4- Anotar devidamente o desgaste. figo 3-63 ATEN ÇÃO: Havendo grandes desgastes, retificar os munhões da árvore de manivelas e montar casquilhos de su b medida. 3.5.23 SUBSTITUiÇÃO DOS CASOUILHOS DA ÁRVORE DE MANIVELAS Os casquilhos são bi-partidos e adquiríveis em quatro sub-medidas para efeito de reposição. (vide cap (tulo 3.5.24 ). Montar os casquilhos cuidadosamente e alinhar com uma leve pressão com o dedo polegar. A condição prévia para a montagem de casquilhos de re- posição novos é um alinhamento perfeito dos apoios dos mancais do bloco do motor. Deve trocar apenas em casos de emergência casquilhos parcialmente. fig3 - 61 fi g3- 62 fig3 - 63 28
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    o controle dealinhamento deverá proceder-se com aux (- lio da própria árvore de manivelas, para isto , deve-se mar- car os munhões com tinta de marcação e colocar os cas- qui lhos nos respectivos suportes. Entre os munhões e os casquilhos não deve aparecer qualquer espaço de medi- ção. Para melhor certeza girar a árvore de manivelas e re- tirar a mesma, a fim de controlar a im pressão da t inta nos casquilhos. Caso a mesma não apresentar desalinha- mento, o bloco poderá continuar a ser utilizado. As capas dos mancais deverão ser montadas de acordo com sua marca de identificação e os parafusos de fi xação deverão ser apertados de acordo com o torque de aperto prescrito (vide dados técnicos) . ._.-t-._. I ATENÇÃO: Na reutilização dos casquilhos os mesmos deverão ser numerados de acordo com o número correspondente inscrito na capa do manual com lápis de cera. 3_5_24 SUB-MEDIDAS DOS CASQUILHOS DA ÁRVO RE DE MANIVELAS E BIELAS (W em mm) Caso se apresentem sulcos profundos ou os casqui lhos es- DA BIELA tejam ovalizados, deverão ser montados casquilhos de sub-medida, e os munhões da árvore de-manivelas deve- 2,105 - 2,11 7 rão ser retificados para a próxima sub-medida. (vide dados técnicos) . 2.230 - 2)1.2 figo 3-64 2.355 - 2,367 2.1.80 - 2,1.92 fig3-64 O RAIO RETIFICADO I.mm fig3- 65 3.5_25 RETIFICAÇÃO DOS MUNHÕES PRI NC IPAIS E DA BIELA Havendo profundas ranhuras ou ovalização nos munhões (ovalidade máxima de 0,08 mm), os mesmos deverão ser retificados numa retífica apropriada para a próxima sub- medida. Simultaneamente deverão ser montados os cas- quilhos com a respectiva sub-medida. ATENÇÃO : Ao retificar os munhões deverá ser obser- vado, se os raios de transição são executa- dos sem interrupções e sem riscos ou ra- nhuras. A execução imprópria dos raios poderá ocasionar a diminuição da resis- tência contra choque de entalhe e conse- quentemente, a ruptu ra da árvore de ma- nivelas. O raio de transição deverá ser de 4 mm polido. fig o 3-65 e 3-66 CASQUllHO SUB - MEDIDA DA ARVORE 1~ 0,25 3,100 - 3,112 3,225 - 3,2370,502~ 3~ 0,75 3,350 - 3,362 I.~ 1,00 3,1. 75 - 3,1.87 MUNHÃO PRiNCiPAL mm MUNH ÃO DA BIELA mm NORMAt 65.026 - 65.069 57,951 - 57,970 1~ sub-medida 64,776 - 64,819 57,701 - 57, 72 0 2~ sub-medida 64,526 - 64,569 57, 451 - 57, 470 3~ su b-medid a 64, 276 - 64,319 57,201 - 57, 220 4~ sub -medida 61., 02 6 - 64,069 56, 951 - 56,970 fíg3-66 29
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    A pré-tensão doscasquilhos principais deverão ser con- trolados mediante um dispositivo especial. Quando um lado do casquilho encostar na batente do dispositivo na linha de centro horizontal com o diâmetro Q igual a 71,019 mm e do outro lado sendo testado com uma pressão de P igual a 750 mkgf, deve o lado oposto do batente desviar da medida R de 35,5055 em 0,035 a 0,06 mm (medida Al. A pré-tensão dos casquilhos da biela deverão ser igual- mente testados por um dispositivo especial. Quando um lado do casqui lho encostar na batente do dispositivo na linha de centro horizontal com o diâme- t ro Q igual a 62,019 mm e do outro lado sendo testado com uma pressão de 470 mkgf deve o lado oposto do batente desviar da medida R de 31,0095 em 0,07 a 0,1 0 mm. (medida A ) figo 3-67 3.5.26 REMOçA0 E INSTALAÇAO DA CAMISA 0 0 CI- LINDRO. FERRAMENTAS 1 Disco guia 1 Prensa hidráulica ou de fuso As cam isas dos cili ndros são montadas no bloco do mo- tor sob pressão, não podem ser retificadas quando alcan- çam a tolerância máxima perm it ida do desgaste e/ou ova· lização (1 05,16 mm) mas sim devem ser subst ituídas por novas, com o diâmet ro int erno, semi acabado (103,85 a 104,15 mm) como se segue: a) REMOÇÃO DA CAMISA: Colocar o motor numa prensa hidráulica ou de fuso e remover a camisa de ci li ndro cuidadosamente median- te um disco guia. b) INSTA LAÇÃO DA CAMISA: Eliminar as impurezas de qualquer espécie dos aloja- mentos das camisa$ do ci li ndro no bloco do motor, bem como as próprias camisas de cilindro. Pulverizar com 2cm3 de librif icante MOS2 (MOLl KOTE G. RAPI D-SPRAY) em toda a circu nferência e aprpxi - madamente 80 mm de altura, tanto na borda superior como na inferior as camisas de ci lindro e respectivos alojamentos. Montar corretamente a camisa do cilin- dro sobre o alojamento do bloco do motor (controlar com um esquadro em quatro pontos em cruz a posi- ção correta da camisa de ci lindro) e prensar cuidado· samente mediante o disco guia e prensa hidráulica ou de fuso. f igo 3-68 c) MA NDRILHAR E BRUNIR AS CA MISAS SEMI· . ACABA DAS Após prensar as camisas de cili ndro mandrilhar até al- cançar um diâmetro interno de 104,96 a 105,022 mm, diâmetro mínimo e máximo respectivamente. AT EN ÇÃO: Os traços cruzados do brunimento devem possuir um ângulo de 90 a 120 graus e a rugosidade da superfície brunida deve ser de 4 a 6 ]i. Recomendamos para a obtenção dos re- sultados de brunimento acima citado uma pedra de 1/2"xl /2 " x4" tipo S referência E 015-72 marca ABAASIPA. Operações anteriores vide cap ítilos 3.1.5, 3.5.1 4 fi g 3- 57 fig3 - 58
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    3.5.27 CONTROLE DASALI~NCI A DA CAMISA DO BLOCO DO MOTOR FERRAMENTA 1 Cálibre de profundidade ou de folga. Medida " A" controlar em quatro pontos em cruz. ATENÇÃO : Medida "A" para motores industriais e veiculares é de 0,02 a 0,07 mm. fig o 3-71 Operação anterior vide capítulo 3.1 .5. 3.5.28 MEDiÇÃO DA CAMISA DE CILINDRO FERRAMENTA 1 Relógio comparador interno com manipulador. Medir a camisa de cilindro internamente em quatro pon- tos diferentes longitudinalmente e verticalmente. figo 3-72 fig3-72 -VALOR DA PONTO DA MEDIC O MEDiÇÃO 1 2 3 t. - - RJ NORMAL X Y CIL 1 X Y CIL 2 X Y CIL. 3 X Y CIL t. X Y fig3-73 Anotar os valores obtidos na tabela de medição. fig o 3-73 3.5.29 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO COMPENSADOR DE MASSAS (OPCIONAL) FERRAMENTAS 1 Soquete de 17 mm com prolongador 1 Chave fixa de 14 mm .e 1 de 17 mm 1- Remover a porca de capa da tubulação de pressão de óleo do canal principal de óleo do compensador de massas, bem como o parafuso oco da tubu lação de pressão de óleo lu brificante no compensador de mas- sas e remover a tu bu lação. ATENÇÃO: Trocaras arruelas de cobre. 2- Soltar os parafusos de fi xação e remover o compensa- dor de massas. ATENÇÃO: Notar os calços sob o compensador de massas. figo 3-74 Instalar em ordem inversa . Operação anterior vide capítulo 3.6 .1. 31
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    3.5.30 AJUSTAGEM DAFOLGA DE ENGR ENAGEM DO COMPENSADOR DE MASSAS FERRAMENTAS 1 Soquete de 17 mm com prolongador 1 Base magnética, relógio comparador e dispositivo nC? 9.0690.73.2.9315 1- A folga dos flancos dos dentes deve ser ajustada por meio de calço de chapa de 0,10 mm (vide flecha). 2- Esta fol ga deverá ser ajustada com o motor de cabeça para baixo e deverá estar entre 0,2 a 0,3 mm. 3- A folga deverá ser medida após a montagem final do compensador de massas. Até 0,06 mm são necessários 3 calços de chapa De 0,07 a 0,12 são necessários 2 calços de chapa De 0,13 a 0,19 mm apenas um calço de chapa. figo 3-75 3.5.31 SI NCRONIZAÇAO DAS ENGRENAGENS DO COM- PENSADOR DE MASSAS E CONTROLE DO PARAL E- LISMO DA ENGRENAGEM DE ACIONAME NTO. FERRAMENTAS 1 Cavalete giratório 1 Dispositivo de controle de paralelismo. 1- A marcação "O" do dente da engrenagem de aciona- mento do compensador de massas deverá engrenar ent re a marcação "O-O" dos dentes da cremalhei ra na árvore de manivelas. 2- Verificar o paralelismo dos flancos dos dentes da engre- nagem por meio do dispositivo N9 9.0690.73.2.9315 com o motor virado 1800 . figo 3-76 3.5.32 DESMO NTAGEM E MONTAG EM DO COMPENSA- DOR DE MASSAS FERR AMENTAS Pu nção ci It'ndrico de montagem e desmontagem Prensa, 1 martelo, 1 chave estrela de 13 mm e 1 de 17mm . -- 1· Soltar os parafusos de fixação da tampa. 2· Sacar os pinos cônicos da tampa, bem como da carca- ça com aux(lio de uma porca M8 e remover a tampa. ATE NÇÃO: Na montagem, apertar levemente os para- fusos de fi xação da tampa, fixar os pinos cônicos e apertá-los. figo 3·77 3- Remover os eixos, as engrenagens frontais bem como os anéis de encosto. ATE NÇAo: Lavar todas peças e canais de lubrificação com óleo combust(vel. Soprar os canais com ar comprimido. Na montagem, todos os moentes dos eixos deverão ser lubrifi- cados com MO LI KOTE G. Escolher os aneis axiais conforme necessi- dade. A ajustagem é prescrita no item 3.5.34. fi9,. 3-78 f ig3 -7 5 fig3- 77 fi93-7 8 32
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    di stan ciada bu ch a 1 mm fig3-79 fig3- BO 4- Remover as buchas do mancai na prensa mediante pu nção cilíndrico. ATE Nç ÃO: Antes de montar as buchas, estas deverão ser congeladas e deverão ser prensadas de fora para dentro. Deverá ser observado para que o orifício de óleo das buchas coincida com O da carcaça, bem como a face da bucha fique a um miJ(metro da face interna da carcaça. figo 3-79 3.5.33 CONTROLE DA MARCAÇÃO DAS ENGRENAGENS FRONTAIS DO COMPE NSADOR DE MASSAS A marcação da engrenagem de acionamento deverá en- grenar entre a marca dos dentes da engrenagem acionada. fig o 3·80 3_5.34 CONTROLE DA FOLGA AX IAL DO COMPENSADOR DE MASSAS FERRAMENTAS 1 Cálibre de folgas. A folga axial deve ser regulada por meio de aneis de en- costo (seta). A folga normal é de 0,15 a 0,25 mm. ATE NÇÃO: Montar o compensador de massa~ e aper- tar os parafusos de fixação da tampa. Com o cálibre de folgas verificar e deter- minar o respectivo número de aneis. Efe- tuar a distribuição por igual nas duas ex- tremidades do eixo, fig3- 8 1 fig o 3-81 ~--~~~~--~~~~--------~ 3.5.35 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA CREMALHEIRA DE ACIONAMENTO DO COMPE NSADOR DE MASSAS 1- Marcar a posição do assento da cremalheira na árvore de manivelas. 2- Aquecer rapidamente a cremalheira em toda a sua circunferência e sacar a mesma. ATE NÇÃO: Ao sacar a cremalheira, não danificar o mun hão da árvore de manivelas, e em especial não deixar cair a mesma no munhão. 3- Marcar a nova cremalheira, aquecer a mesma até ~ e montá-Ia no assento pré-marcado, na árvore de manivelas. figo 3-82 33
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    3.6 3.6.1 3.6.2 4. BLOCO DO MOTOR REMOçA0E INSTALAÇAo DO CARTE R FERRAMENTAS 1 Chave de boca de 14 mm 1- Drenar o óleo 2- Soltar os parafusos de fi xação do carter figo 3·83 ATE NÇÃO: Renovar sempre a junta ao instalar, bem como observar O torque de aperto. SUBSTITUIÇAO DO BLOCO DO MOTOR Todas as peças já foram removidas, respectivamente des- montadas. 1- Lavar o bloco do motor. 2- Controlar todos os prisioneiros eventualmente substi- tuir. 3- Controlar os casquilhos da árvore de manivelas, even- tualmente substituir. 4- Controlar a bucha da árvore de comando das válvulas eventualmente substituir. 5- Controlar os casquilhos da biela, eventualmente subs- t ituir. 6 - Controlar a árvore de manivelas, eventualmente retifi- cando, se necessário, usando casquilhos com respecti- va su b-medida, ou trocar a árvore de manivelas e mon- tar casqui lhos novos. 7- Controlar a vedação dos tampões de proteção do blo- co. 8- Usar sempre juntos, aneis de vedação e vedadores ra- diais novos. ATENÇÃO: Verificar se o bloco do motor está racha- do ou trincado, batendo em vários pontos com uma ferramenta metálica, cuidado para não danificar as superfícies usinadas; se houver trincas ou rachaduras o som das batidas será ôco e grave. figo 3-84 SISTEMA DE CIRCULAÇAO DO ÓLEO LUBR IFI- CANTE 1- Carter 2· Bomba de óleo lubrificante 3- Tubulação de sucção 4- Válvu la de segurança 5- Filtro selado de óleo lubrificante 6- Árvore de manivelas 7· Árvore de comando de válvulas 8- Tuchos das válvulas 9- Haste dos balancins 10- Balancins 11 - Embolos figo 4-1 4 3 f ig3-83 fi g3-84 fig4 -1 34
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    figL.- 2 4.1.1 REMOçA0E INSTALAÇAo DA BOMBA DE ÓLEO LUBR IFICANTE FE RRA MENTAS Chave de boca de 17 mm Soquete de 13 mm com extensão ,- Soltar as porcas de capa da tubulação de pressão e re· mover a tubulação (seta). figo 4-2 NOTA: SO MENTE EM MOTORES DE 4 CI LlNDROS EQU IPADOS COM COMPENSADOR DE MAS- SAS. i 11- " 2- Soltar os parafusos e porcas de fixação do suporte (1 ) ATE NÇÃO: Trocar sempre o anel de borracha redon- da (4) entre a tubulação de sucção e a caro caça da bomba de óleo lu brificante. figo 4-3 fi g 4- 3 3- Remover os parafusos de fi xação da carcaça da bom- ba de óleo. ATEN ÇÃO: Trocar a bomba de óleo que estiver total- mente desgastada. figo 4-4 Instalar na ordem inversa. Operações anteriores vide capítulos 3.4.1 e 3.6.1 4.1.2 REMOçA0, INSTALAÇÃO, DESMONTAGEM, CON· TROL E E MONTAGEM DA VÁLVULA DE SEG U· RANÇA. FE RR AMENTAS 1 Chave de boca de 17 mm A válvulá de segurança evita pressões excessivas, o que poderá acontecer quando o motor estiver frio. Quando o ajuste da pressão pré-estabelecida é excedida, a válvula desvia parte do óleo para o cárter. Isto continua até que o óleo se aqueça e flua a pressão desejada. Então a válvu- la se fecha. A válvula de segurança está localizada' no cabeçote do fil - tro de óleo lu brificante. 35
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    ,- Remover aválvu la de segurança. 2- Remover a sede da vál vula, mola e esfera. 3· Lavar todas as peças em óleo Diesel. 4- Passar ar comprimido nos canais e na sede da válvula, no cabeçote. 5- Controlar sede e esfera quanto ao desgaste. figo 4·5 ATE NÇÃO: Caso a esf era e a sede estiverem danif ica- das, trocar a válvula completa. Não obtendo resu ltado satisfatório, subs- t ituir o f ilt ro completo. 4.1.3 REMOÇA0 E INSTALAÇÃO DO ELEMENTO SELA· DO DO FILTRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE ,- Desenroscar manualmente o elemento selado, ou com chave adequada. ATE NÇÃO: ESSE ELE ME NTO NÃOPODESER LA- VADO E DEVE SER SUBST ITU(DO OBRIGATO- RI AMENTE EM MOTO RES INDUST RIA IS CADA 250 HORAS E EM MOTORES VEICULARES CADA 5.000 KM PERCORRIDOS. 2- Limpar a superfl'cie de vedação do cabeçote com um pano sem fi apos. 3· A junta de vedação que acompanha cada elemento ori· ginal, antes de aparafusar deve ser oleada. 4· Aparafusar manualmente até que a junta encoste. Após esta operação, reapertar manualmente por mais meia volta. 5- Dar parti da ao motor e verificar quanto a sua vedação no fil tro, bem como demais pontos de ligação. figo 4·6 4.1.4 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE DO FIL- TRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE. FERR AMENTAS 1 Chave fixa de 17 mm Não alcançando a bomba de óleo à pressão mínima de 61eo lubrificante (vide dados técnicos) soltar os para fu- sos de fixação docabeçote do filtro de óleo lubrificante, e remover o mesmo, lavar e cont rolar a válvula de segu- rança conforme presc ri to no cap ítulo 4.1.2. Ao reinstalar o cabeçote, trocar a junta bem como enros· car um elemento selado novo. figo 4·7 @) fig L.- S figL.-6 I fi g L. - 7 4.1.5 CONTROLE DA PRESSÃO DE ÓLEO FERRAMENTAS 1 Chave de boca de 27 mm 1 Manômetro de óleo com tubo f lexível. ,- Li gar o manômetro no lugar do interruptor de pressão de óleo. 2- Colocar o motor em funcionamento figo 4-8 ATENÇÃO: Após aproximadamente 20 minutos de plena rotação e carga e com uma temperatura externa de 200 C, a pressão de óleo deve atingir 3 a 4 kgf/cm2 em al - ta rotação e 0,8 kgf/cm2 em marcha lenta. Caso não for alcançada esta pressão ou quando oscila dentro de um determinado regime de rotação, isto é, quando a pressão desce ou sobe com a aceleração do motor, consulte en- f ig 4-8 tão o cap(tulo 11. -- 36
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    4.1.6 TROCA DEÓLEO A troca de óleo deverá ser sempre executada cada 125 horas em motores industriais e cada 5.000 km percorri- dos em motores veiculares_ As horas ou km prescritos relacionam-se para o tempo integral, quer em marcha-lenta ou em rotação nominal. 1- Drenar o óleo com motor quente. 2- Remover o cabeçote do filtro de óleo lubrificante e remover a eventual borra. A TE Nç ÃO : A bastecer sempre com óleo novo. Quantidades vide dados técnicos. Operações anteriores vide cap {tulos 3.6.1,4.1 .1,4.1.4 4.1.7 ÓLEO LUBRIFICANTE Classificação API - CO (Antiga Série 3) Conforme MI L 2104C e MI L. L. 45199B Viscosidade SAE 30 MARCAS RECOMENDADAS VIDE FIG URA 4.9 INDI CAÇÃO DE OLEOS LUBR IFICAN TE S ATLANTIC BA ROAHL PRO MAX CASTROl E SS O IPIRANGA MOB ll P ETROBRAS SHELL TEXACO VALVOLINE ULTRA MO HO SERIE 3 SAE 30 M AXLUB SO 3 SAE 30 CAST ROL CRO SAE 30 BRINOILlA O 3 SAE 30 IPILUBE SO SAE 30 OELVAC 1330 SAE 30 LUBR A X MO-400 SAE 30 RI MULA C T SAE 30 URSA OI L L A 3 SAE 30 SUP ER VAlVOLlNE 1000-S3 SAE 30 fi 9 4 - 9 3 7 9 2 6 fig 5-1 5 SISTEMA DE COMBUSTIVEL 5.1.1 SISTEMA DE COMBUSTIVEL-MOTORES INDU$- TRIAIS. 1- Bomba injetora BOSCH 2- Bomba alimentadora BOSCH opcional e Bomba ali- mentadora SO LE X. 3- Filtro de combust{vel 4- Bico injetor 5- Tubos de alta pressão 6- Tubul ação do tanque à bomba alimentadora 7- Tubulação da bomba alimentadora ao filtro de com- bustlvel 8- Tubulação do filtro de combustlvel à bomba injetora 9- Tubulação de retorno dos porta injetores. 10- Tubulação da bomba injetora ao t anque 11- Avanço automático figo 5-' 37
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    5.1.2 SISTEMA DECOMBUSTIVEL - MOTORES VEICU· LARES , - Bomba injetora CAV 2- Bom ba ali mentadora SO LE X 3 · Filt ro de combustível 4- Bico injetor 5- Tubos de alta pressão 6- Tu bul ação do tanque à bomba alimentadora 7- Tubulação da bomba alimentadora ao filtro de com- bustível 8- Tubulação do filtro de combustível à bomba injetora 9- Tubulação de retorno do porta bicos injetores_ figo 5·2 5.1.3 SANGRIA DO SISTEMA DE COMBUSTlVEL - MOTO- RES INDUSTRIAIS ,- Em motores equipados com bomba alimentadora SO- LEX, deve-se proceder da seguinte maneira: a) O parafuso de sangria da bomba injetora deverá ser desaparafusado aproximadamente em 3 a 4 voltas. (Vide flecha) figo 5·3 7 fig5-2 f ig 5- 3 fi g 5- 4 b) Acionar a bomba alimentadora até que o combus- tlvel saia na bomba injetora sem bolhas de ar e nes- ta ocasião reapertar o parafuso de sangria da bom- ba injetora. figo 5-4 c) Não é necessário sangrar os tu bos de alta pressão, caso se tenha esvaziado o tanque de combustível du rante o serviço, apenas quando os tubos forem desm ontados e co nsequentemente terem sido es- vaziados completamente. d) Para reencher os tubos de pressão, basta girar o motor por intermédio do motor de arranque. 2- Em motores industriais equipados com bomba ali- mentadora BOSCH a) Soltar o parafuso de sangria do filtro de combustí- ve l (desde que exista) aproximadamente 3 a 4 vol- tas_ (flecha). figo 5·5 f ig5-S
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    b) Acionar abomba ma nual até que o combustível saia no filtro de combust(vel sem bolha de ar e nes- ta ocasião reapertar o parafuso de sangria do filtro de com bustível. c) Em caso da não existência do parafuso de sangria no filtro de com bust ível, desconectar em um ou dois tu bos de al ta pressão as porcas de fixação nos porta injetores e acione a bom ba manual até que o combustível saia sem bolhas de ar e nesta ocasião reaperte as porcas. figo 5·6 fig 5- 6 5.1.4 SANGRIA DO SISTEMA DE COMBUSTIVEL - MOTOR ES V EICULARES Para se sangrar o sistema de combustível, deve-se proce- der conforme discrimi nado em seguida: a) Certificar-se se todas as conexões das tu bu lações de combustível estão devidamente apertadas. b) Afrouxar a válvula de cont role 3- Afrou xar em segui da os sangradores pelas 2 e 3 da bomba injetora respectivamente os do cabeçote hi- dráu Iico e da tampa do regulador e novamente operar manualmente a bomba ali me ntadora até que saia o com bustível sem bolhas pel o sangrador 2, e apertan- do-o em seguida. Dando sequência ao bom beamento do combust(vel manualmente até que o mesmo acon- teça no sangrador 3 , apertando-o em seguida. figo 5-7 Quando a bomba injetora estiver livre de ar, nunca se de- ve dar partida no motor antes de eliminar o ar contido nos tubos de alta pressão e injetores, e para eli mi nar o mesmo, deve-se proceder da seguinte maneira: ,- Afrouxar a porca de fixação em um ou dois tubos de alta pressão nos porta in jetores. 2· Por o acelerador em posição de "rotação máxima" as- segu rando·se antes que o estrangu lador esteja aberto e dê partida no motor. fig5-7 3- Deixe ligado o motor suficientemente até que o co m· bustível saia sem bol has de ar, em seguida aperte as porcas afrou xadas e deixe o motor funcionar em mar- cha lenta. 5.2 FILTROS DE COMBUSTIVEL 5.2.1 REMOÇÃO E LAVAGEM DO ELEMENTO DO FIL- TRO DE COMBUSTlVEL BOSCH FERRAMENTAS , Chave de boca de 13 mm , Dispositivo especial de limpeza (BOSCH) ,- Soltar o parafuso de fixação (vide seta) e remover a carcaça com elemento. figo 5·8fi g5 -8
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    2- Tampar osdois lados do elemento com o dispositivo de limpeza. figo 5-9 f ig 5 - 9 3- Escovar o elemento do filtro de combustível em óleo Diesel. Enxaguar em seguida o elemento em óleo com- bustl'vel Diesel limpo. O grau de eficiência desta lim- peza corresponde a cerca de 40 a 50%. figo 5-10 ATENÇÃO: Durante a lavagem, não deixar entrar com- bustrvel através dos orifícios do dispositi- vo, mas sim através do próprio elemento. Para se obter uma limpeza quase 100%, deve-se mergulhar o elemento em óleo combustível Diesel li mpo, até sua total saturação, aplicando-se em seguida bas- tante ar comprimido pela ponta da man- guei ra do dispositivo. Remover a forma- ção da espuma do elemento. Repetir esta lavagem 4 a 5 vezes. l avar e secar a carca- ça. A pressão de ar comprimido não deve ul trapassar a 1 kgf/cm2. Após no máximo 5 aplicações de lavagem, substi tuir o ele- mento. ATENÇÃO : Ao colocar o elemento, su bstitua sempre a junta da tampa e verifi que sua correta posição. fíg 5-10 5.2.2 LIMPEZA DO PR~-FILTRO SEDIM ENTADOR (OPCIONAL) - CAV Recomenda-se que este filtro seja drenado sempre que aparecer água no recipiente de vidro, cujo nível não deve ficar a menos de 15 mm da borda superior do recipiente de vidro, soltando-se para esta finalidade o bujão de dre- no (Peça 1). O pré-filtro sedimentador deve ser desmontado após ca- da 125 horas de serviço, a fim de que seja lavado o reci- piente de vidro e a placa separadora de água em óleo Die- sel limpo e para isto basta soltar o parafuso de fixação (Peça 2) e na montagem do recipiente, substituir sempre a respectiva junta de vedação e efetuar a sangria do siste- ma de combustível. figo 5-11 Operações adicionais vide capítulos 5.2.1 ou 5.2.2. CA BEÇOT E S AlDA DO E N TR A DA DE COM B U 5 T~IV~E:.:L:1ê~~~ 1~=1í'''Z~5 TIV E L RECIPIENTE DE VIDRO PLACA SEPARADORA D E AGUA CAM ARA DA DEC AN TAGE M fig5 - 11 40
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    OECANTADOR SA íDA DE CDMBUSTIVEL JUNTA DE VEDACÃO 2- O 2-----0 fi gS -1 2 , 8 o:> ; o:> ~ 9 i 6 J-s ~ 7 fi gS -13 yF-- - -8 o:> ""~ =• 9 ... 5.2.3 LIMPEZA E SUBSTITUIÇAo DO ELEMENTO DO FILTRO AGLOMERADOR DE COMBUSTlVEL - MO- TOR VEICULAR FER RA MENTAS 1 Chave de boca de 13 mm Recomenda-se que este filtro seja drenado cada 125 ho- ras ou 5.000 km percorridos, soltando-se para esta fina- lidade o bujão de dreno (Peça n91). Dada a impossibilidade de se limpar o elemento do fi ltro aglomerador, o mesmo deverá ser substitu(do cada 750 horas ou 35.000 km percorridos e para tal deve-se proce- der da seguinte maneira: 1· Desaparafusar e remover o parafuso de fi xação (Peça n<? 2). 2· Deixar o recipiente aglomerador sair na mão e remo- ver o elemento selado. 3- Antes de colocar o elemento selado, lavar o recipiente aglomerador e substituir as respectivas juntas de veda- ção. 4· Após a remontagem do filtro, torna-se necessário san- grar o sistema de combustível. fig o 5-1 2 Operações adicionais vide capítulo 5.2.2. 5.3 PORTA INJETORES 5.3.1 COMPOSIÇAO DO PORTA BICO INJETOR BOSCH - MOTORES INDUSTRIAIS 1- Porta bico injetor 2- Agulha do bico injetor 3- Porca de capa do bico 4- Bico injetor 5- Pino de pressão 6- Mola 7- Conexão 8- Parafuso oco 9. Arruelas de compensação. fig o 5-13 5.3.2 COMPOSiÇÃO DO PORTA BICO INJETOR CAV MOTOR ES V EICULARES 1- Porta bico injetor 2- Agulha do bico injetor 3- Porca de capa do bico 4· Bico injetor 5- Pi no de pressão 6- Mola 7- Conexão 8- Parafuso oco 9- Porca de regulagem da mola figo 5-14 figS-l" 41
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    5.4 BOMBA ALlMENTADORA 5.4.1COMPOSiÇÃO DA BOMBA ALlMENTADORA BOSCH - - -- 2 SEM COPO - MOTOR INDUSTRIAL , - Carcaça da bom ba 9- ~mbolo 2- Bomba manual 10- Pino de pressão -..- 1I!-- ~"'~~~----" - -- -3 3- Mola da válvula 11 - Trava 4- Válvula 12- Tucho de roletes 5- Parafuso oco 13- Mola do tucho 13 6- Niple de redução 14- Peça corrediça 11 7- Tampão 15- Filtro de tela 8- Mola do êmbolo 15- ·- - 5-- - figo 5-16 fi g5 -1 5 --__. - - - 5.4.2 COMPOSIÇÃO DA BOMBA ALlMENTADORA BOSCH COM COPO - MOTOR INDUSTRIAL 1- Carcaça da bom ba 10- Trava 2- Bomba manual 11- Tucho de roletes 3· Mola da válvula 12- Mola do tucho 4· Válvula 13· Peça corrediça 5· Niple de redução 14- Filtro de tela 6- Tampão 15· Copo 7· Mola do êmbolo 16- Mola 8· Pino de pressão 17- Anel de vedação 9- ~mbolo 18- Presilha 19- Porca serrilhada figo 5-16 5.4.3 COMPOSiÇÃO DA BOMBA ALlMENTADORA SOLEX - MOTOR ES INDUSTRIAIS 1- Tampa 7- Mola do diafragma 2· Filtro de tela 8- Retentor 3- Carcaça superior 9- Vedador 4- Diafragma 10- Mola da alavanca de a- 5- Carcaça inferior cionamento 6· Alavanca manual 11- Alavanca de acionamen- to. figo 5·17 5 13 ~ r.;-- ~ 2 3"~ ~~ ~'-..I 12 ~ ~ 8 97 6 ;~ ;i ~J~ 16 ~15 1ZJ18- -- - -;; 19 fi g5- 16a y c:> f ig 5-17 5.4.4 COMPOSiÇÃO DA BOMBA ALlMENTADORA SOLEX y - MOTORES V EICULARES 1 8 c::> 1· Tampa 2-----@) , 2- Filtro de tela 3- Carcaça superior 4· Diafragma 5- Carcaça inferior 6- Alavanca manual 7- Mola do diafragma 8· Prato da mola figo 5·18 3 " 5 7---.g fig 5 - 18 42
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    ((( fig5-19 5.4.5 REMOçA0 EINSTALAÇÃO DA BOMBA ALIMENTA- DORA - BOSCH FERRAMENTAS 1 Chave de boca de 14 mm e 1 de 19 mm. 1· Remover as tubulações de combustrvel do tanque à bomba alimentadora e da bomba alimentadora ao filtro. 2· Soltar as porcas de fi xação e retirar a bomba. figo 5-19 Instalar na ordem inversa substituindo a junta 5.4.6 DESMONTAGEM E MONTAGEM DA BOMBA ALI- MENTADORA BOSCH - SEM COPO FERRAMENTAS 1 Chave de boca de 10 mm, 1 de 17 mm, 1 de 19mm, 1 de 30 mm, 1 Chave de fenda, 1 martelo e 1 punção. 6 2 12 7 5 1- Remover a bomba manual (2) da carcaça (1) 2- Remover a mola da válvula (3) e a válvula (4) 3- Soltar o parafuso oco (5) e remover o fil tro de tela (1 5) da carcaça (1) 4- Soltar o niple rosqueado (6) e remover a mola da vál- vu la (3) e a válvula (4) 5- Soltar o tampão roscado (7) e remover a mola do êm- bolo (8) e o êm bolo (9) 6- Remover o pi no de pressão (10) 7- Rem over a t rava (11) 8- Rem over o tucho de rolete (12) com a mola (13) e a peça corrediça (14) figo 5·20 ATEN ÇÃO : Na rem ontagem sempre substitui r as ar- ruelas de cobre sob a bomba manual, sob o parafuso oco e sob o niple de redução e fig5-20 o anel de borracha do tampão rosqueado. 5.4.7 DESMONTAGEM E MONTAGEM DA BOMBA ALI· MENTADORA BOSCH - COM COPO FERR A MENTAS 1 Chave de boca de 10 mm, 1 de 17 mm, 1 de 19 mm, 1 de 30mm, 1 chave de fenda, 1 martelo e 1 punção 1- Remover a bomba manual (2) da carcaça (1) 2- Remover a mola da válvula (3) e a válvula (4) 3· Soltar a porca serrilhada (19), soltar a presi lha (18), retirar o copo (15) a mola (16), o fi ltro de tela (14) e anel de vedação (17). 4- Soltar o niple rosqueado (6 ) e remover a mola da vál· vula (3) e a válvula (4) 5· Soltar o tampão rosqueado (7) e remover a mola do êmbolo (8) e o êmbolo (9) 6· Remover o pino de pressão (10) 7· Remover a trava (11 ) 8· Remover o tucho de rolete (12) com a mola (13) e a peça corrediça (14) figo 5-21 ATEN ÇÃO: Na remontagem su bstitui r sempreas arrue- las de cobre sob a bomba manual sob o ni- pie de redução bem como o anel de borra- cha do tampão rosqueado e do copo. 6---r'-~ 12 11----15 2 7 fig 5-21 43
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    5.4.8 REMOç A0E LIMPEZA DO FILTRO DE TELA DA BOMBA ALIMENTADORA BOSCH - SEM COPO FERRAMENTA 1 Chave de boca de 19 mm Soltar o parafuso oco (5) e limpar em óleo combustl'vel limpo o filtro de tela (1 5) 15 - - 1i1 fig o 5·22 5.4.9 REMOÇÃO E LIMPEZA DO FILTRO DA BOMBA ALI- MENTADORA BOSCH - COM COPO 1- Soltar a porca serri Ihada (19) e a presi lha (1 8) remo- ver o copo (15) e retirar o filtro de tela (14) em óleo combustível limpo. fig o 5-23 Instalar na ordem inversa, substituindo sempre o anel de vedação. (1 7) 5.4.10 REMOÇÃO E CONTROLE DAS VÁLVULAS DA BOM- BA ALlME NTADORA - BOSCH FER RAMENTA 1 Chave de boca de 19 mm Desaparafusar a bomba manual. (2) , e o niple de redução (6 ), remover as molas das válvulas (3) e as válvulas (4) e controlar as mesmas quanto ao eventual desgaste, em ca- so afirmativo, substituir as mesmas. figo 5-24 ATENÇÃO : As válvulas não podem apresentar marca- ções de desgaste em sua supe rfície de ve- dação. 5.4.11 REMOÇÃO E CONTROL E DO f:MBOLO DA BOMBA ALlMENTADORA - BOSCH FERRAMENTA , Chave de boca de 30 mm Remover o tampão roscado e remover o êmbolo. figo 5-25 ATEN ÇÃO: O êmbolo é lapidado com a carcaça, quando apresentar riscos, trocar o conjun- to sem a bomba manual. Na recolocação do tampão roscado, subs- tituir o anel de borracha_ fi g5-22 J~'---- 17 ~1.W---14 18 - ~: : ª ~ j 0=~--19 fig 5-23 "'----i--2 fig5 - 24 fi g 5- 25 44
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    5.4.12 REMOçA0 ECONTROLE DO TUCHO DE ROLETES DA BOMBA ALlMENTADO RA - BOSCH FERRAMENTA 1 Chave de fen da Remover com chave de fenda o tucho de rolete. figo 5-26 ATE NçAo : Quando as peças corrediças ou o tucho de rolete apresentarem desgastes, trocar o conjunto com a carcaça sem a bomba ali- mentadora. fig 5-26 fig 5- 27 5.4.13 REMOçA0 E INSTALAÇAo DA BOMBA ALlMENTA- DORA SOLEX - MOTOR INDUSTR IA L FERRAMENTAS 1 Chave de boca de 10 mm e 1 de 19 m m 1- Remover as tubulações de com bustivel do tanque à bomba alimentadora e desta ao filtro. 2- Soltar as porcas de fixação e remover a bomba. fig o 5-27 ATEN ç ÃO: Na instalação, trocar sempre a junta. 5.4.14 REMOÇÃO E INSTALAÇAo DA BOMBA ALlM ENTA- DORA SOLEX - MOTOR VEICULAR FERRAMENTAS 1 Chave de boca de 10 mm e 1 de 19 m m 1- Remover as tubulações de com bustivel do tanque à bomba alimentadora e desta ao filtro_ 2- Soltar as porcas de fixação e remover a bom ba fig o 5-28 Instalar na ordem inversa, substituindo sempre as juntas e não esquecer de instalar o isolador térmico. f i g 5-28 fi g5 -29 5.4.15 REMOÇÃO 00 DIAF RAGMA DA BOMBA ALlMEN- TADORA - SOLEX - MOTOR INDUSTRIAL FERRAMENTAS 1 Punção, 1 martelo, 1 alicate de pontas, 1 chave de fen- da. , - Soltar em forma de cruz os parafusos de fixação da carcaça superior na inferior e remover a carcaça supe- rior. 2- Remover a alavanca manual 3- Remover a alavanca de acionamento 4- Remover o diafragma completo. figo 5-29 ATENÇÃO : O diafragma somente é substituível com- pleto. 45
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    5.4.16 REMOÇÃO DODIAFRAGMA DA BOMBA ALIMEN- TADORA SOLEX - MOTOR VEICULAR FERRAMENTAS , Chave de fenda e , alicate de pontas. ,- Soltar em cruz os parafusos de fixação da carcaça su- perior na inferior e remover a carcaça superior. 2- Remover a alavanca manual. 3- Remover o diafragma. figo 5-30 5.4.17 TESTE DE DISCO DA VÁLVULA DAS BOMBAS ALI- ME NTADORASSOLEX O teste é efetuado por meio de sopro. figo 5-3 1 ATEN ÇÃO: Constatando vazamento, efetuar a substi- tuição do disco. 5.4.18 MONTAG EM DO DIAFRAGMA DA BOMBA ALlMEN- TADORA SOLEX - MOTOR INDUSTRIAL ,- Colocar o diafragma na carcaça inferior. 2- A alavanca de acionamento deverá ser mantida na sua posição inferior, para que o diafragma possa ficar a- poiado paralelamente na superfície da flange. 3- Montar a carcaça superior na inferior fi xando os para- fusos de fixação em forma de cruz. figo 5-32 f ig5-32 5.4.19 MONTAGEM DO DIAFRAGMA DA BOMBA ALlMEN- TADORA SOLEX - MOTOR VEICULAR Antes de aparafusar a carcaça superior na inferior, de- ve-se comprimir o diafragma na carcaça inferior de tal maneira que as fu rações da flange do diafragma coinci- dam perfeitamente com as da carcaça inferior e então poderá se proceder o devido aparafusamento. ATENÇÃO : Esta medida é necessária para se obter um perfeito flu xo e pressão de óleo combus- tível na bomba alimentadora. figo 5-33 f ig 5- 33 46
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    11 '0 9 f ig5 -37 5.4.20 LIMPEZA DO FILTRO DE TELA DAS BOMBAS ALI· MENTADORAS - SOLEX FERRAMENTA 1 Chave de boca de 1Omm ,. Soltar o parafuso de fi xação da tampa e remover a mesma. 2- Remover o filtro de tela pelo moente e lavá-lo cuida- dosamente em óleo combust ível limpo. fi go 5-34 Instalar em ordem inversa substi tuindo sempre a cortiça entre a tampa e fi ltro. fig5-34 5.5 BOMBA INJETORA 5.5.1 CORTE TRANSVERSAL DA BOMBA INJETORA BOSCH , . Carcaça da bomba 6 Mola da válvula 2- Tucho de rolete 7- Câmara de combustível 3- Cremalheira 8- Câmara de óleo 4- Elemento da bomba 9- Tu bo de alta pressão 5- Válvula de pressão figo 5-35 2 5.5.2 CORTE TRANSVERSAL BOMBA INJETORA - CAV f i g5- 3 5 , - Contr·a peso centrifugais 5- Salda de combustível 2- Disco de arraste 6- Chapas deslizadoras 3- Anel de cames 7- Tampa f inal 4- Porta rolete 8· Bomba de transferênci a figo 5-36 5.5.3 REGULADOR DE ROTAÇÃO RSV - BOSCH MOTOR INDUSTR IA L , - Carcaça 14- Encosto STOP ou mar- 2- Árvore de coman do da cha lenta bomba injetora 15- A lavanca de regul agem 3- Flange de comando 16- A lavanca intermediária 4 - Contra peso centrifugo 17- Lubrificador 5- A lavanca de estrangu - 18- Alavanca regu ladora fig5 - 36 lamento , 9- Mola de partida 6- Dispositivo de estran- 20- Tala gulamento 21 - Cremalheira 7- Pino de regu lagem 22- A lavanca de comando 8- Encosto de débito má- ou aceleração ximo 23- A lavanca basculante 9- Discos de compensação 24- Balancim 10- Mola de aproximação 25- Cubo ou marcha lenta 26- Encosto da rotação má- 1'- Mola auxiliar da mar- xi ma cha lenta , 2- Tampa do regul ador figo 5·37 O regulador ASV é regu lador de marcha lenta e de mar- cha nominal. Ele regula a marcha lenta bem como a mar- cha nominal. A rotação entre a marcha lenta e a marcha nominal é determi nada através da haste de aceleração a qual está acoplada a alavanca de aceleração do regu lador. 47
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    o campo derotação pode ser alterado através do regula- dor RSV fácil e simplesmente pela conservação da folga das molas. O ajuste da mola pode ser efetuado pela re- moção do tampão e pelo parafuso de regulagem. A ala- vanca de aceleração deve estar na posição STOP, REG ULADOR NA POSi ÇÃO DE PART IDA , - Débito máximo 8- Mola de aproximação la Débito máximo (fim 9- Mola au xiliar marcha da aproximação) lenta 2- Cremalheira 10- Alavanca de regulagem 3- Mola reguladora bas- 11- Alavanca intermediária culante 12- Alavanca reguladora 4· Alavanca basculante 13- Alavanca de comando com balancim 14- Mola de partida 5- Contra peso 15- Marcha lenta 6- Pino de regulagem 16- Marcha lenta (carga nu - com flange de co- la) mando 17- Carga nula (marcha len- 7- Encosto do débito ta) máximo 18- Encosto STOP 19- Balancim 20- Aproximação do início figo 5-38 REGU LADOR NA POSiÇÃ O DE D~BITO MÁXI MO À ROTAÇÃO MÁXIMA. A mola de aproximação ou marcha lenta (10) iguala na rotação máxima do motor a necessidade de óleo combus- tível em relação a quantidade de ar fresco no cilindro do motor e é somente instalada caso necessário. A mola é acess ível através do tampão de vedação na carcaça do re- gulador e ajustada através de discos de compensação Hig. 5-37) , figo 5-39 REGU LADO R NA POSi ÇÃO DE DtBITO MÁXIMO COM CORTE DE ÓLEO figo 5-40 REGU LADOR NA POSi ÇÃO DE MAR CHA LE NTA figo 5-41 12 11 10 5 6 7 fig5 - 38 5 6 7 fig 5- 39 5 6 7 12 11 1--:--10 'JA.r.a-_ 9 f ig5-4 0 12 9 stop / °0 / Tl·~'it---11 +-'--10 5 6 7 f ig5 - 41 48
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    f ig 5-42 REGULADOREM POSiÇÃO STOP figo 5-42 ATENÇÃO: Para o recondicionamento de bombas in- jetoras, alimentadoras e porta injetores, deve-se encaminhar aos postos autoriza- dos BOSCH ou CAV, exceto bombas ali- mentadoras SO LEX que deverão ser en- caminhadas a MWM. 5.5.4 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA BOMBA INJETORA BOSCH COM TAMPA DIANTEIRA MONTADA FE RR AMENTAS 1 Disposit ivo de fixação da engrenagem de acionamento da bomba injetora ou avanço automático. 1 Chave tubular de 17 mm e 1 chave de boca de 19 mm. 1· Remover todas as tubulações de combust(vel bem co- mo as de alta pressão. 2· Remover a haste de acoplamento do regulador 3· Soltar e remover a porca de f ixação da engrenagem da bomba injetora. 4· Instalar o disposit ivo de fi xação da engrenagem de a- cionamento da bomba injetora ou avanço automático com a peça "A". figo 5-43 fi g 5- 43 f ig 5- 44 5- Soltar as porcas de f ixação da bomba injetora. 6- Remover a bomba injetora cuidadosamente. figo 5-44 Instalar na ordem inversa substituindo a junta. 5.5.5 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DA BOMBA INJETORA BOSCH COM AVANÇO AUTOMÁTICO CO M TAMPA DIANT EI RA MONTADA FE RRAMENTAS As mesmas aplicadas no cap(tulo 5.4.4 OPERAÇÕES Na mesma seqüência como citadas no caprtulo 5.4.4 to- davia subst ituindo no dispositivo de fixação da engrena- gem de acionamento ou avanço automático a peça " A" pela peça "8". f igo 5-45 f ig 5- 45 49
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    5.5.6 REMOçA0 DABOMBA INJETORA CAV COM TAMPA DI A NTE IRA MONTADA FER RAMENTAS 1 Dispositivo de fixação da engrenagem de acionamento, 1 chave de boca de 10 mm e ' de 14 mm. ,- Girar a árvore de manivelas até que no êmbolo nC? 4 esteja no seu ponto de in ício de injeção (o ponteiro indicador do PMS deverá coinci dir com a respect iva marca de graus instalada no amortecedor de vi brações. 2- Desconectar e remover os tu bos de alta pressão, bem como as demais tubulações de combustível. 3- Desl igar as alavancas de aceleração e de entrangula- mento. 4- Desaparafusar as três porcas de fi xação do fla nge da bomba injetora. figo 5-46 5- Desaparafusar a engrenagem de acionamento da bom- ba injetora e mont ar o dispositivo guia da engrenagem. 6- Remover cuidadosamente a bomba injetora apertan- do-se simultaneamente o parafuso guia do dispositivo. figo 5-47 AT ENÇÃO: a) TAM PA R DE V IDAME NTE TODOS OS ORIFlt lOS DA BOMBA INJETORA, A FIM DE EV IT AR A PE - NET RAÇÃ O DE IMPUR EZAS PREJUDICI A IS À MESMA . b) APÓS A REMOÇÃO DA BO MBA INJETORA CON- FORME A CIMA CITA DO NÃO MA IS DE VE RÁ SER GIR A DA A Á RVORE DE MANIVELAS. 5.5.7 INSTALAÇAO DA BOMBA INJETORA CAV COM TAMPA DIANTEIRA MONTADA FE RRAMENTAS As mesmas aplicadas no capitulo anterior. 1- Na instalação da bom ba injetora, observar o encai xe corret o do pino guia da engrenagem na estria do cubo da bomba injetora. figo 5-48 2- Remover o dispositivo guia da engrenagem e fixar a mesma com o torque prescrito (vide dados técnicos). 3- A linhar a marca do flange da bomba injetora para com a da carcaça de distribuição e fixar as porcas. figo 5-49 4- Ligar as alavancas de aceleração e de estrangulamento. 5- Instalar os tubos de alta pressão bem como as demais tu bu lações. 6- Sangrar o sistema de combust ível conforme explicado no cap itulo 5.2.2 fig5- t. 7 fi g5- 48 f ig 5-4 9 fi 9 5- 45 O
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    .' 5.5.8 REMOçA0 EINSTALAÇAO DA ENGRENAGEM DA BOMBA INJETORA BOSCH ~ MOTOR INDUSTRIAL OU AVANÇO AUTOMÁTICO - MOTOR VEICULAR FERRAMENTAS 1 Chave tubular de 17 mm . 1· Remover a porca de fixação. 2· Remover a engrenagem da bomba injetora ou o avan- ço automático. f ig. 5·50 Instalar na ordem inversa. Operações anteriores vide capítul os 3.4.1, 3.4.4 fig5-5 0 5.5.9 REMOçA0 E INSTALAÇAo DA ENGRENAGEM DA BOMBA INJETORA CAV MOTOR VEICULAR , - Remover os parafusos de fi xação 2- Remover a engrenagem do cu bo do eixo da bomba in· jetora, figo 5·51 Instalar na ordem inversa observando sempre o perfei to assentamento do pino guia da engrenagem na estria do cubo. Operação anterior vide cap ítul os 3.4.1, 3.4.4 fig 5- 51 5.6 AJUSTAGEM DO INICIO DE INJEÇAO - BOMBA IN- JETORA - BOSCH 4~ 5.6.1 REMOçA0 DA VÁLVULA DE PRESSÃO FE RRA MENTA 3-1 , Chave de boca de 22 mm , . Remover a tubulação de alta pressão 2- Remover a válvula de pressão (vi de seta) 2-1 figo 5-52 1- Válvula de pressão 2· Mola da válvula 3- Conexão do tubo de alta pressão fig 5- 52'-4 4- Tubo de alta pressão 5.6.2 REGULAG EM DO INICIO DE INJEÇAO MEDIANTE INDICADOR OE PRÉ·CURSO E INICIO DE INJEÇÃO , - Girar o volante 1/4 de volta para direita. 2- Colocar o indicador de pré-curso e início de injeção sem relógio e fi xar. 3· Montar o relógio e girar o ponteiro uma volta, e f ixar o relógio. 4- Com a bomba de combustível, bombear levemente e regularmente até que o combustrvel escorra sem mui- ta pressão. 5- Girar o motor lentamente até que o combustível pare de sair pelo tubo ladrão (seta). f igo 5-53 fi g5 - 53 51
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    5.6.3 REGULAGEM DOINICIO DE INJEÇÃO SEM INS- TRUMENTO DE TESTE 1- Remover a tubu lação de entrada de combustível da bomba injetora_ 2- Remover o porta válvula do ci lindro 4_ 3 · Remover a válvula de pressão E respectiva mola. 4- Remover o porta válvula vazio. 5· Medir o pré-curso mediante cálibre de profundidade através do oriUcio do porta vál vula. 6- Remontar a tubulação de entrada de combustível da bomba injetora. 7- Colocar a alavanca de regulagem em posição de meio débit o. 8- Girar o volante à direita até que o porta válvula fique cheio de combustível e soprar continuamente o com- bustível no porta válvula; girando o volante para a es' querda até que o n ível de combust ível pare de trans- bordar, permanecendo no mesmo nível que a borda do bocal do porta válvula. Com isto fica determinado o início de injeção. figo 5-54 5.6.4 REGULAGEM DO INICIO DE INJEÇÃO MEDIANTE A ENGRENAGEM DE ACIONAMENTO DA BOMBA INJETORA 1- Se o início de injeção inicia cedo demais (valor exces- sivo medido na polia) ou avançado dem ais (valo r pe- queno demais medido na polia) o seu início deverá ser ajustado da seguinte maneira: a) Remover a tampa dianteira. b) Regule a engrenagem de acionamento da bomba injetora na árvore de comando das válvu las em re- lação a engrenagem da bomba injetora, solte para isto os parafusos de fixação. fig o 5-55 2- A engrenagem da árvore de comando das válvu las tem furos oblongos (vide seta). fig o 5-56 3- Os motores industriais são fornecidos sem engrena- gem e os veiculares com avanço automático. Para cer- tificar-se do que aci ma citamos, basta remover o bu- jão de abastecimento de óleo. Notando-se no fundo do furo uma superfície plana, então trata-se de um motor "equipado com avanço automático ou seja vei- cular, e em caso contrário vêm-se parafusos de fi xação da engrenagem . O início da injeção é regulado pela fá- brica e serve como referência para afinação da bom ba injetora em relação ao motor. 4 - O in ício de injeção é determinado, colocando-se o êm· bolo N9 4 no seu PMS, no seu curso de compressão. As válvulas de escape e admissão, deste modo estarão fechadas, e as hastes de comando dos balancins dei- xam-se virar com facilidade. Girar devagar 1/4 de vol- ta o volante. Colocar a alavanca reguladora da bomba injetora aproximadamente 10 mm em direção do dé- bito, após prévia remoção do tubo de alta pressão do cilindro 4 e da tampa da bomba injetora. fi g5 - 54 fi g 5- 56 52
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    f ig 5 otucho de roletes deverá correr no d iâmetro base do cames, isto é, o mesmo deverá estar no seu PMI . Abrir o combustível. Montar o indicador no controle do inicio de injeção (com tu bo de vidro) e gi rar a árvore de manivelas lentamente para frente até que o tucho suba no seu pré-cu rso aproximadamente 2,45 a 2,55 mm, nesta posição deverá subir o combust (ve l no tu- bo de v~dro do indicador. O pré-curso poderá ser esta- belecido no valor aci ma com ajuda do parafuso do tucho. 5.6.5 REGUlAGEM DA MARCHA LENTA NO REGULA- DOR DE ROr AÇÃO RSV A alavanca de aceleção deverá ser regulado a tal pon to - 57 que o motor funcione com 650 rpm. O curso da mesm a em plena carga é limitado por meio do parafuso de en- costo (vide seta). fig o 5-57 NOTA: UMA EVENTUAL A LTE RAÇÃO NA REGU· LAG EM. DEVE RÁ SER EXECUTADA EX- CLUSIVAMENTE NOS POSTOS AUTORI ZA- DOS BOSCH. 5.6.6 AJUST ES DA MARCHA LENTA E NOMINAL DA BOMBA INJETORA CAV - MOTOR VEICULAR. ,- O ajuste da marcha lenta const ante (míni mo 600-650 rpm) em um motor que apresente oscil ações ou vibra- ções, basta uma pequena correção do parafuso de re· gulagem da marcha lenta. 2- O ajuste da marcha nomi nal deverá ser executado por revendedor ou posto autorizado CAV, me diante o pa- rafuso regu lador da rotação máxima. fig o 5-58 ,- Parafuso de regulagem da marcha lenta. 2- Parafuso de regulagem da rotação máxima. 5.6.7 TABELA DE VALORES DO INfclO DE INJEÇÃO - figo 5·59 BOM BA INJETORA BOSCH BOMBA INJETORA CAV MOTOR INDUSTRIAL S/AVANC O AU TOMÁTICO MOTOR VEI CUL AR C/AVAN CO AUTOM ÁTI CO MOfOR VEI CULAR ROTA CAO DO MOTOR (rpm) 1500 -1800 1.801- 2.4 00 2.800 - 3,000 3.0 00 INic IO DE IN JECÃO EM GR AU S ANT ES 00 PONTO MORTO SU PERIO R 24 - 26 27 - 28 --' 27 25 I RECU O EM MILI - MET ROS 00 ÊMBQ LO NO INíCIO DE INJE CÃO ANT ES 00 PONTO MORT O SUP ER IO R 7,74-6,63 9,56 - 8,3 3 7,74 7,18 fig5 - 59 53
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    5.7 PORTA BICOINJETOR 5.7.1 TESTE DO BICO INJETOR , - Remover o porta bico injetor. 2- Montar o porta injetor no dispositivo. ATENÇÃO: Para motores industriais recomendamos o uso do aparelho de teste de bicos injeto- res BOSCH N<? EFEP 060 F. figo 5-61 Para motores VEI CU LAR ES, recomendamos o uso do a- parelho de teste de bicos injetores CAV N9 LUCAS HH 551 . figo 5-62 IMPORTANTE: O combustível deve sar pulverizado pe· lo bico. A pressão de pulverização de· verá ser de 180 a 185 kgf/cm 2. fi g 5-61 fig 5-62 5.7.2 AJUSTE DA PRESSÃO DE INJEÇÃO (MOTOR INDUSTRIAL) Remover a porca de capa e a força da mala deverá ser au· mentada com acréscimo de arruelas de compensação ca- so a pressão não for atingida, conforme prescrição, ou se a pressão for acima diminuir a número de arruelas. figo 5-63 , . Porca de capa 2- Arruelas de compensação fig5-63 5.7.3 AJUSTE DA PR ESSÃO DE INJEÇÃO (MOTOR VE ICU LAR) 2 Soltar a porca de capa e aparafusar ou desaparafusar a porca de capa da mola até que seja atingida a pressão prescrita. Aparafusando à direita aumenta a pressão e ã esquerda diminui a pressão. figo 5-64 ,- Porca de capa 2- Porca de capa de mola. fig 5- 64 54
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    fig5-65 5.7.4 LIMPEZA DOBICO INJETO R FERRAMENTAS Para motores industriais, estojo de limpeza BOSCH - NC? 9.0690.64.6.0201. figo 5-65 Para motores veiculares, estojo de li mpeza CAV - NC? 9.0690.64.6.9201. figo 5-66 o jato de injeção ou a pulverização do bico depende do fig5- 66 assento da válvula de agulha e da forma do o rifíc io de sa ída do com bust ível. Uma má vedação do assento da válvula de agulha poderá ocasionar o acúmul o de com- bust(vel. Pela limpeza ou po li mento, esta deficiência po- derá ser fac ilmente eliminada. Para a execução deste ser- viço o recinto de trabalho deverá estar com pletamente isento de limalhas de metal, sujeira ou areia, pois tais im- purezas podem ocasionar a inutilizaçãoda sede. Também o uso de panos de limpeza com fiapos podem ocasionar desarranjos. Por isso a li mpeza do bico deverá ser feita mediante o uso de escovas, pincéis, óleo com- bustívellimpo e ar comprimido. A parte interna do porta injetor pode ser limpa por inter- médio de um palito de madeira ou óleo combustíve l li m- po, ao passo que a agulha do injetor deve ser li mpa co m um pano bem limpo. Peças carbonizadas devem ser fi xa- das em um torno e serem limpas com um pedaço de ma- deira previamente impregnado de óleo. NOTA: NUNCA USAR LI XAS, RASQU ETES OU A- PETRECHOS SI MILARES. A fim da evitar a corrosão da agulha, esta somente pode- rá ser pega pelo pino superior de pressão. fig o 5-67 Tanto a agulha como o corpo não poderão ser substituí- dos entre si e nem serem trocados entre si, po is consti- tuem uma só unidade, ambos levados com a máxima pre- cisão. Na ocasião da montagem da agu lha, o bse rvar em pos ição vertical, o livre desl ize da agulha para dentro do corpo. f ig 5- 67 5.8 DISPOSITIVO REGULADO R DE PR ECISÃO 5.8.1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DO REGULADOR DE SEGMENTO DA VELOC IDA DE DE ROTAÇÃO (MOTOR INDUSTRIAL E MARI'rI MO ) FERRAMENTAS 1 Chave de boca de 10 mm 1- Soltar o parafuso de fixação (1) e remover a alavanca (2) e o trinco da alavanca (3), 2- Soltar as porcas de fixação do segmento dentado (5) e remova o segmento (6) . fig o 5-68 Instalar na ordem inversa substituindo sem pre o anel de f ig5 -6 B borracha (7) . 55
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    5.8.2 REMOÇÃO EINSTALAÇÃO DO DISPOSITIVO DE MICRO REGULAGEM (GRUPOS GERADORES E GE· RADORES, DE BORDO) FERRAMENTAS 1 Chave de boca de , Omm. , - Soltar o parafuso de fixação (') e remover a alavanca (2). 2- Soltar as porcas de fi xação (3) do suporte (4) e remo- ver o mesmo. fig_ 5-69 Instalar na ordem inversa substituindo sempre o anel de borracha redondo (5). 6. SISTEMA DE ARREFECIMENTO 6.1 SISTEMA DE ARR EFECIMENTO POR CIRCULAÇÃO INTERNA As camisas de cilindro e os cabeçotes são arrefecidos por água, a qual é circulada através do radiador (') e motor pela bomba de água (4) . Entre o motor e o radiador está instalada uma válvula termostática (2), a qual conduz a água ao radiador, quando esta atingir a temperatura pres- crita. Até a água atingir este ponto, ela corre da válvula termostática de volta a bomba de água e assim sendo ela esquenta mais rápido. O ventilador (3) montado na poli a da bomba de água, serve para dar maior eficiência à dissi- pação do radiador. figo 6-1 ,- Radiador 2- Válvula termostática 3- Ventilador 4- Bomba de água 5- Galeria de desvio 6- Coletor de água 7- Tubo de curto circuito. 6.1.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO RADIADOR FER RAMENTAS Chave de boca de 10 mm e , de ' 7 mm Chave de fenda , - Drenar a água de arrefecimento 2- Soltar as braçadeiras das mangueiras do radiador. 3- Soltar os parafusos de fixação dos coxins do radiador no suporte. 4- Remover o radiador. fi go 6-2 5- Remover tubulação de curto circuito. 6- Remover válvula termostática. 7- Remover tubulação de sucção. Instalar na ordem inversa_ fig 5- 69 fíg6 -' fig6 -2 56
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    f ig6- 4 6.1.2CONTROLE DO RADIADOR 1- Instalar um tampão de borracha no gargalo de abaste- cimento e um na conexão superior para mangueira. 2- Ligar uma manguei ra de ar comprimido na conexão inferior. 3- Imergir o radiador em um tanque de água e testá·lo com 0,5 kgf/cm2 de pressão_ fig o 6-3 AT ENÇÃO : Caso apareçam pequenas bolhas de ar na superf(cie da água, provenientes de algu- ma parte do radiador, o mesmo deverá ser enviado a uma oficina especializada em radiadores para o devido recondiciona- menta. fi g6 -3 6.1.3 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO VENTILADOR E DA POLIA DA BOMBA DE ÁGUA FERRAMENTA 1 Chave estrela de 13 mm. 1- Soltar os pa rafusos de fixação 2- Remover as chapas de segurança 3- Rem over o ventilador 4- Remover a polia. figo 6-4 Instalar na ordem inversa Operações anteriores vide cap (tulo 61.1 e 6 .1.4 6.1.4 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA CORREIA FE RRA MENTAS 1 Chave de boca de 13 mm e 1 de 17 mm 1- Soltar os parafusos de fixação do suporte e do estica- dor do alternador. (flechas) _ 2- Apertar o alternador em direção do motor e remover a correia. figo 6-5 Instalar na ordem inversa_ Operação anterior vide capítulo 6.1 .1 fig6-5 6.1.5 CONTROLE DA TENSÃO DA CORREIA FERRAMENTAS 1 Chave de boca de 13 mm e 1 de 17 mm. ,- Afrouxar os parafusos do esticador e do suporte do d(namo, respec. alternador. 2- Apertar o alternador para fora do motor. 3· Apertar a correia obliquamente no ponto central en- tre bomba de água e polia da árvore de manivelas. ATENçÃO : A tensão da correia deve ser ajustada, de modo que, pressionando-a no ponto indi- cado a mesma ceda cerca de 20 mm. figo 6 -6 57
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    fig6 -7 6.1.6 REMOÇÃOE INSTALAÇÃO DA VÁLVULA TER- MOSTÁTICA FERRAME NTA 1 Chave de fenda Após soltar as braçadeiras, remover as mesmas e reti rar a válvula termostática. figo 6-7 6.1.7 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA BOMBA DE ÁGUA CENTRfFUGA FERRAMENTA 1 Soquete de 13 mm com extensão 1- Drenar a água de arrefecimento. 2- Soltar os parafusos de fixação (1) do ventilador 3 - Remover as chapas de segurança (2) 4- Remover o ventilador (3) 5- Remover a polia (5) 6 - Soltar e remover os parafusos de fixação (6) da bom- ba. 7- Remover em sentido frontal a bomba de água (7) Instalar na ordem inversa trocando sempre a junta (8) figo 6-8 l ---::i'-"iU --Il-l: ::)..'Q. .:'. f ig 6 - 8 2 - 3 Operações anteriores vide capítulo 6.1.4 6.1.8 COMPONENTES DA BOMBA DE ÁGUA CENTR rFUGA 1- Carcaça da bomba 2- Eixo 3- Gaxeta 4- Rotor 5- Cubo para polia figo 6-9 fig 6-9 6.1.9 DESMONTAGEM DA BOMBA DE ÁGUA CENTRr- FUGA FERRAMENTAS Punção Prensa Alicate universal 1- Remover o cubo da polia (5) com um auxílio de um suporte adequado que deverá ser calçado e mediante um punção e prensar, sacar o cubo do eixo da bomba. figo 6-10 fi g6 -10 58
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    2· Remover oarame de segura nça e calçar a carcaça da bomba ~ 1) por intermédio de um anel e empurrar pa· ra fora da carcaça do eixo (2), a gaxeta (3) e o rotor (4). figo 6·" 3- Apoiar o rotor 4 e removê·lo do eixo (2) figo 6- 12 6.1.10 CONTROLE DOS COMPONENTES DA BOMBA DE I ~ .. I'! ' , I 1 I I I I I fig 6 -1 1 l~ ILf' 111 / 4 t:::r:Y1 I ~ , ~ I fig6-12 ÁGUA CENTRfFUGA A bomba de água centrífuga desmontada deverá ser lava- da em gasolina ou 61eo combustível com exceção do ei· xo, dado que o mesmo tem lu brificação permanente. Testar o giro concêntrico do eixo manualmente e deva- gar. Caso se apresentem dificuldades de giro, como por exemplo, pontos em que o gi ro se apresenta forçado ou com barulho de atri to ou ainda uma folga radial excessi· va, deve ser substitu ído o eixo com o rolamento. ATEN ÇÃO: O recondicionamento da bomba de água centrífuga se torna necessário quando a· presentar vazamento na gaxeta ou rola· mento estiver defeituoso. 6.1.11 MONTAGEM DA BOMBA DE ÁGUA CENTR(FUGA ,. Prensar o eixo da bomba centrífuga (2) mediante uma luva de compressão por cima do anel externo do mano cal na carcaça da bomba (1) até que o anel externo do mancai se assente paralelamente na carcaça e montar o cubo da pol ia (5). ATEN ÇÃO: USAR SE MPR E CUBO NOVO. 2- Prensar a gaxeta (3 ) nova na carcaça da bomba (' ). Em casos de emergência, poderão ser eventualmente reutilizados os anéis de material sintético das gaxetas. 3- Aquecer o rotor (4) a uma temperatura de 2300 C e montar o mesmo no eixo (2) até que o rotor fique pa· raleio com a superfície da carcaça. figo 6-13 fig 6 -13 59
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    6.2 VÁLVULA TERMOSTÁTICA Parao controle da temperatura da água de arrefecimen- to, é instalada uma válvu la termostática na tu bu lação. O elemento termostático é um conjunto trocável, o qual comanda a circulação de água pelo radiador e do desvio. At6 que seja atingida a temperatura de serviço, a válvula permanecerá fechada para a circulação do radiador. Isto quer dizer, a água de arrefecimento corre através do tubo desvio, diretamente volta a bomba de água. Após uma pe- quena elevação da temperatura da água, a válvula começa se abrir lentamente, onde uma parte da água inicia sua circulação pelo radiador e o restante continua a voltar pelo tubo de desvio. Em alta temperatura, o tubo de des- vio ficará totalmente fechado. 6.2.1 CONTROLE DA VÁLVULA TERMOSTÁTICA FE RRAM ENTA 1 Recipiente com água. Mergulhar a válvula termostática em recipiente com água com uma temperatura de 65 a 71 0 C com a ligação de desvio voltada para cima. Mexer sempre a águ a, a fim de que a mesma circule sempre com a mesma temperatura. Deixar a válvula termostática du rante 10 minutos no re- cipiente e verificar após se a abertura de desvio ficou fe- chada pelo elemento da válvula. figo 6-14 6.3 ARREFECIMENTO INDIRETO o arrefecimento indi reto é organicamente montado no motor, possuindo dois circuitos separados de arrefeci- mento. A água limpa circu la por meio de uma bomba centr ífuga e é arrefecida no intercambiador de calor, montado no motor por água bruta. A válvula termostáti- ca mantém a temperatura constante. A água bruta é aspirada por meio de uma bomba auto as- pirante e conduzida através do intercambiador de calor. Este sistema de arrefecimento deve ser abstecido com á- gua limpa, através do gargalo de abastecimento (1) do re- servatório (2) até que a água saia pelo tubo ladrão (3). figo 6-15 , - Gargalo de abastecimento 2- Reservatório de água 3- Tubo ladrão 4- Bomba centr(fuga 5- Galeria distri buidora de água no bloco 6 - Tubo coletor de água de saída 7· Intercambiador de calor 8- Bomba auto-aspi rante 9- Tubo de sarda de água bru ta 10- Válvula termostática 11 - Tubo de curto-circuito 12- Registro 13- Tubo de sucção para água bruta. fig6 - 1' 8 12 fi g6 -15 6 10 11 7 1 3 2 9 60
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    12 -r- I t. 11 fig 6-17 ~ 6.3.1 REMOÇÃO E INSTALAÇAo DA BOMBA AUTO-AS- PI RANTE FERRAMENTAS Chave de boca de 14 mm Chave de fenda 1· Drenar a água de arrefecimento 2· Soltar e remover as braçadei ras 3· Soltar os parafusos de fixação da bomba 4· Remover a bomba para frente. fig o 6·16 Instalar na ordem inversa. fig6-16 6.3.2 COMPOSiÇÃO DA BOMBA AUTO·ASPIRANTE 1· Corpo da bomba 2· Carcaça de rolamentos 3· Flange intermediária 4· Anel de borracha redondo 5· Árvore do rotor 6· Rotor 7· Rolamento de esferas 8· Anel distanciador 9· Vedador 1Q. Anel centrifugador 11· Tampa da bomba 12· Engrenagem de acionamento figo 6·17 6.3.4 DESMONTAGEM E MONTAGEM DA BOMBA AUTO- ASPIRANTE 1· Remover a engrenagem de acionamento 2· Remover a tampa da bomba 3· Remover o corpo da bomba 4· Remover os anéis de borracha redondo 5· Remover a flange intermediária 6· Remover a carcaça de rolamentos 7· Remover o rotor 8· Remover os vedadores 9· Remover o anél centrifugador 1Q. Remover os rolamentos 11· Remover os anéis distanciadores figo 6·17 Montar em ordem inversa fig 6-18 6.3.5 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO INTERCAMBIADOR DE CALOR 2 FERRAMENTAS 1 Chave de fenda, 1 Chave estrela de 17 mm e , de 22mm. 1· Drenar a água de arrefeci mento 2· Remover a tampa do gargalo de abastecimento (1) 3- Remover a tubulação ladrão (2) 4- Remover a válvula termostática (4) 5· Remover as tubulações de água de arrefecimento que ligam o intercambiador ao motor. 6· Soltar os parafusos de fixação (5) e remover o inter· cambiador. figo 6-18 61
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    ATENÇÃO: Antes dereinstalar o intercambiador, o mesmo deverá ser limpo internamente.Ca- so se constatar a formação de incrustação recomendamos que se abasteça o inter- cambiador com uma substância qu(mica que tem o poder de dissolver o calcário a- cumulado que, porém, não ataque o co- bre, latão, alum(nio e estanho (por exem- plo P3T 11 66) e em seguida enxague bem o intercambiador. Instalar em ordem inversa. Renovar sempre as juntas do intercambiador. 6.3.6 DESMONTAGEM E MONTAGEM DA COLMEIA FERR AMENTAS Chave de boca de 17 mm Chave quadrada de 8 mm 1- Remover as tampas laterais. 2- Empurrar para fora a colmeia 3· lavar a colmeia 4- Controlar os pontos de solda da colmeia ATENÇÃO : Renovar sempre todas as juntas, aneis de borracha e protetor de zi nco. Instalar na ordem inversa. figo 6-19 1- Carcaça 2- Colmeia fig6- 19 3- Anel de borracha redondo 4- Tampa lateral traseira 5- Anel de borracha redondo 6 - Tampa lateral dianteira 7- Anel de borracha redondo 8- Protetor de zinco 7. SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR 7.1 FILTRO DE AR SECO - MOTOR VEICULAR 7.1.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO FILTRO DE AR SECO FERRAMENTA 1 Chave de boca de 13 mm , - Soltar as presilhas e remover a tampa 2- Retirar o elemento da carcaça 3- Desaparafusar a carcaça e remover a mesma figo 7-1 ATENÇÃO: Tomar o devido cuidado, de não descarre- gar o pó acumulado para dentro do orifí- cio do coletor de admissão. Instalar na ordem inversa, substituindo as juntas. f ig 7- 1 62
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    7.1.2 LIMPEZA DOELEMENTO DO FILTRO DE AR SECO fí g 7- 2 ,- Bater levemente para que a poeira se desprenda. Bater cuidadosamente a fim de se evi tar a danificação do elemento. f igo 7·2 2- Dirigir um jato de ar comprimido a seco, com uma pressão não superior a 5 kgf/cm 2 em sentido longitu- dinal, inclinando o bico de ar contra as superfíci es in- ternas do elemento. figo 7-3 Caso a limpeza conforme acima descrita não der resulta- do satisfatório, o elemento poderá ser lavado conforme descrito no parágrafo 3. f ig 7- 3 fig7-5 3- Limpar o elemento conforme já citado sob o parágra- fo 2, mergulhar em seguida em água morna na qual se deve adicionar um detergente de uso· caseiro Agitar bem. Enxaguar bem em água limpa e em seguida sacu- dir bem e deixar secar o elemento. figo 7-4 NOTA: Não obtendo resultado satisfatório com esta limpeza, o elemento deverá ser substituído. Operação anterior vide capítulo 7.2.1. 7.1.3 CONTROLE DO ELEMENTO Inspecionar visualmente o elemento contra a luz ou com au x ílio de uma lâmpada, a fim de localizar eventuais fu- ros ou rupturas do papel. figo 7-5 Operação anterior vide capítulo 7.2.2 NOTA: Elementos que acusarem estes defeitos deverão ser su bstitu idos imediatamente. AT ENÇÃO : NA REPOSi ÇÃO DE UM FI LT RO OU ELEMENTO, USE SOMENTE AQUELES APR OVADOS PELA FÁBR ICA. 63
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    7.2 FILTRO DEAR EM BANHO DE ÓLEO 7.2.1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO DO FILTRO DE AR EM BANHO DE ÓLEO FERRAMENTAS Chave de boca de 13 mm e 1 de 17 mm Chave de fenda , . Rem over a braçadeira 2· Remover a mangueira 3- Remover o filtro de ar em banho de óleo. figo H3 fi g7-6 7.2.2 REMOçA0 DO CICLONE, RESPECTIVAMENTE PRO- TETOR CONTRA CHUVA. FE RRAMENTAS Chave de boca de 10 mm Chave de fenda 1· Soltar a braçadeira (vide flecha) 2· Remover o ciclone ou protetor contra a chuva 3- Lavar o ciclone ou protetor contra a chuva em óleo combustível DI ESE L limpo e secar os mesmos com ar comprimido. 4· Limpar o depósito separador de pó do ciclone. figo 7·7 fig 7- 7 7.2.3 REMOÇÃO DO RESERVATÓRIO DE ÓLEO Soltar as presi lhas (seta) e remover o reservatório de óleo. figo 7·8 ATEN ÇÃO : Não remover o reservatório de óleo com o motor em funcionamento. fi g 7- 8 7.2.4 DESMONTAGEM E LAVAGEM DO ELEMENTO DO FILTRO Retirar o elemento do filtro e lavar o mesmo em óleo combus tível e secar com ar comprimido. figo 7·9 ATENÇÃO: Na falta de ar comprimido, deixar escoro rer o óleo combustível. Devido ao perigo de explosão, não se deve lavar o elemento com gasolina. 64
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    f ig 7-10 fig 7-11 7.2.5 LAVAG EM DO RESERVATÓRIO DE ÓL EO Lavar em óleo combustfvel limpo e enxugar bem o reser· vatório de óleo. A limpeza deve rá ser peri6dica, trocando sempre o ó leo. Conforme as condições de trabalho, limpar o reservat6· rio d iariamente, semanal mente ou mensal mente. figo 7-10 f ig B- 1 7.2.6 ABASTECIMENTO DO RESERVATÓRIO DE ÓLEO Para abastecer o reservatório de óleo do filtro, deve-se usar o mesmo óleo empregado no motor. fig o 7·11 ATENÇÃO : Abastecer somente até a marca inferior. 8. EQUIPAMENTO EL ~TRICO 8.1 MOTOR DE ARRANQUE 8.1 .1 REMOÇÃO E INSTA LAÇÃO RANQU E FER RA MENTAS DO MOTOR DE AR· 1 Chave de boca de 14 mm 1- Desconectar os cabos elétricos. 2· Soltar os parafusos de fi xação (flecha ) 3· Remover o motor de arranque fig o 8·' Instalar na ordem inversa 8.1.2 SUBST ITU IÇAo DAS ESCOVAS DE CARVÃO FERRAMENTAS Chave de fenda Gancho de aço , - Remover a tampa metálica 2- Solte as conexões dos enrolamentos do campo. 3· Soltar os parafusos de fi xação 4- Remova a chapa de apoio completa. 5· Desaparafusar os cabos das escovas. 6· Levante a mola das escovas 7· Coloque escovas novas figo 8·2 65
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    8.1.3 LIMPEZA DOCOLETOR ,- Polir o coletor com lixa fina. ATENÇÃO: Não use lixa grossa. Se o coletor estiver carbonizado ou avalizado retifi- que-o em um torno. 2- limpe as ranhuras entre os segmentos (vide f lecha), f igo 8-3 82 ALTERNADOR 8.2.1 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO ALTERNADOR FE RRAMENTAS 1 Chave fixa ou estrela de 13 mm e 14 mm ,- Solte as conexões dos cabos. 2- Solte as porcas de fixação. 3- Remova o alternador. figo 8-4 ATENÇÃO: Na instalação, observe o correto alinha- mento das polias. Montar na ordem inversa. Operação anterior vide cap(tulo 6.1.4 / fig8- 3 8.2.2 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DA POLIA DO ALTER- NADOR FERRAMENTA 1 Chave de boca de 22 mm. ,. Soltar a porca e remove-Ia 2- Rem over a polia. figo 8-5 Instalar na ordem inversa, substituindo sempre a arruela de pressão. flg 8-5 66
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    flg 8-7 8.2.3 LIMPEZADO COLETOR Vide parágrafo 8.1.3 8.3 R EGULADOR DE VO LTAGEM 8.3.1 REMOçA0 E INSTALAÇÃO VO LTAGEM DO REGULADOR DE FERRAMENTAS 1 Chave de boca de 8 mm e 1 de 22 mm. 1· Desconectar os cabos de ligação. 2· Remover as porcas de fi xação dos coxins. 3· Remover o regu lador de rotação. 4- Soltar os parafusos de fixação do suporte . 5- Remover o suporte. Instalar na ordem inversa. figo 8-7 8.4 BATERIA 8.4.1 MA NUTENÇÃO DA BATER IA 1- Manter a bateria sempre limpa e seca por fora. 2- Nas células não deve entrar sujeira. 3· Os oriHcios de respiro deverão ser mant idos abertos. 4- Proteger as partes metálicas com graxa especial, prin- cipalmente as faces inferiores dos bornes dos cabos. 5- Verificar cada 4 semanas o nível da so lução (no verão em intervalos menores), completando o nível com água destilada. 6- Ácido derramado deve ser com pletado com sol ução do mesmo peso especffico, própria para bateria. 7- Não usar funil metálico. 8- O nível do ácido deve ser de mais ou menos 15 m m acima das placas. 9- As placas nunca devem sobressair do ácido. fíg8-8 figo 8-8 8.4.2 ESTADO DE CA RGA DA BATERIA Verificar periodicamente o estado de carga por meio de um densímetro. O peso específico do ácido deve re- sultar em: Bateria bem carregada l,285al,23 Bateria meia carregada 1,23 al,18 Bateria descarregada 1,185 a 1,10 A bateria deve ser carregada cada 6 a 8 semanas, quando em serviço esporádico ou totalmente fora de uso, todavia, o carregamento deverá terminar assim que as células comecem a gaseificar. OBS. : Nunca coloque ferramentas ou peças metálicas sobre a bateria. 8.4.3 TABELA DE CAR REGAMENTO Capacidade em Ah com 20 HORAS DE CARREGAMENTO 10HORASDE DESCARREGA- MENTO FORÇA DE CA RREGA- MENTO NO 1<? CAR REGAMENTO A FOR ÇA DE CARREGAMENTO AO RECARREGA R A FORÇA DE CA RGA CO M CARGA RÁPIDA A 56 50 3,5 5 40 70 62,5 4,5 6 50 84 75 5 7,5 60 89 87,5 6 9 70 105 94,5 6,5 9,5 70 112 100 7 10 80 13 5 122 B 12 90 180 162 11 16 100 67
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    9. LUVA ELÁSTICA 9.1SUBSTITUiÇÃO DO ACOPLAMENTO DE BORRACHA FER RAMENTAS Soquete de 13 mm e 1 de 19 mm Chave de boca de 10 mm Remover os chicotes elétricos do Gerador, Painel de co- mando e do motor Diesel. Solte os parafusos de fixação do gerador, bem como os parafusos (15) que fixam a carcaça do acoplamento (1) no volante (16). Empurre em sentido frontal o gerador aproximadamente 120 mm. Remova os parafusos de fixação do elemento de borracha interno e da tampa. Desencaixe a tampa. Pa- ra tal, utilize-se das furações rosqueadas. Remova os parafusos de fixação do acoplamento de bor- racha interno. Solte os parafusos de fixação de acoplamento de borra- cha externo e remova a tampa frontal. Remova em segui- da a carcaça do acoplamento e retire os acoplamentos de borracha um de cada vez. Após a remoção dos acoplamentos, monte os novos um de cada vez e a peça intermediária (6) no cubo (2). A pe· ça intermediária (6) tem que ser montada entre ambos os acoplamentos de borracha e em seguida monte a carcaça do acoplamento. Encaixe a tampa frontal e aperte-a leve- mente. Monte em seguida a tampa com os pinos entalha- dos de tal maneira que os mesmos encaixem perfeita- mente nos furos da carcaça do acoplamento. Após esta operação, aperte a tampa com uniformidade até que a mesma encoste no cubo do acoplamento. Quanto mais for resistente o aperto, menos será o curso, a fim de evi- tar danos. Aperte em seguida os parafusos na tampa e fi- xe os pinos, a ranhura dos pinos deverão ficar no sentido da força . figo 9-1 9.2 MANUTENÇÃO DA LUVA ELÁSTICA Uma manutenção da luva elástica é desnecessária. Os acoplamentos de borracha deverão ser protegidos contra irradiação de calor e óleo, elementos de união bem como o flange de acoplamento ou carcaça não poderão receber mais de 650 C de calor. 9.3 SUBSTITUiÇÃO DA LUVA ELÁSTICA, FLANGE E CARCAÇA Em caso que se necessite trocar a luva elástica, não des- montar a parte elástica no ato da montagem. O acoplamento já é enviado pronto para despacho. Para facilitar a montagem do acoplamento no eixo do gera- dor, esquente o flange do acoplamento, ou seja, a parte elástica na ordem de 60oC, porém não em banho de óleo e monte-a no eixo. Em seguida fixe a carcaça de embrea- gem no volante. ATE Nç ÃO: Caso a carcaça do acoplamento bater con- tra o cu bo do flange de acoplamento devi- do uma fixação errônea ou por transporte ou quaisquer outra causa, alinhe a instala- ção do eixo do gerador através da fixação da parte elástica com o volante. Em um alinhamento radial ou axial, é exe- cutado automaticamente o alinhamento no esquadro da instalação. 1O-t--+_--- 9-1--+---..... 14 f ig 9-1 1 - Carcaça 2 - Cu bo 3 - Acoplamento de borracha 4 - Tam pa frontal 5 - Fixação externa 6 - Anel intermediário 7 - Fixação interna 8 - Tampa 9 - Parafuso A LLEN 10 - Bucha de expansão 11 -Pino 12 - Porca de segurança 13 - Porca de segurança 14 - Chapa de segu rança 15 - Parafu so cabeça sextavada 16 - Volante 68
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    9.4 CONTROLE DOESQUA DRO DA LUVA ELASTlCA FERRAMENTAS Suporte do relógio comparador Relógio comparador Fixe o suporte do relógio comparador (4) no cu bo (2) lado do gerador, monte o relógio comparador (5) e regu- le isto em relação à tampa frontal. Gire o volante uma volta e verifique o desvio do ponteiro, desvio este que não pode ultrapassar a marca dos 0,3 mm . 1 - Volante 2 - Cubo 3 - Anel externo 4 - Suporte 5 - Comparador 9.5 CONTROLE DO ALINHAMENTO DA LUVA ELAsTICA FERRAMENTAS Suporte do relógio comparador Relógio comparador Monte o suporte do relógio comparador (4) e o relógio comparador (5) lateralmente e paralelamente no eixo da tampa frontal (3). Gire o volante em uma vo lt a e verifi- que o desvio do ponteiro, desvio este que não deve ultra- passar a marca de + 0,15 mm. figo 9-2 69
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    10. MANUTENÇAo A longevidadedo motor depende unicamente de sua manutenção periódica. O cronograma indicado a seguir, dita quando os diversos trabalhos de manutenção devem ser executados e qu ai s deverão ser executados pas- sados diversos períodos (estágios de manutenção El a E3 ). 10.1 Cronograma dos trabalhos de manutenção nos estágios E1 a E3 a serem executados nos motores Diesel MWM O 226 -4 INDUSTRIAL. Os seguintes est ágios de manutenção deverão ser executados regu larmente: Estági o/manutenção Horas de serviços Após terem sido atingidas 2.000 horas de serviço, executar novamente todos os t rabal hos de manutenção, deste cronograma, até o motor necessitar de uma retífica ou revisão geral. Se o motor permanecer fora de uso por muito tempo, deve-se executar uma ma rcha de ensaio qui nzenal- mente, até que sejam atingidas as respectivas temperatu ras de serviço. No caso de não terem sido ati ngidas as 125 horas de serviço, no prazo de um ano, é imprescindivel que se execute uma troca de óleo. 10.1.1 CRONOGRAMA DOS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO Executar 1 vez os trabalhos após horas de serviço 100e 250 60 30 x x x (1 ~ x x x Reapertar os parafusos do cabeçote x Reapertar todos os parafusos e porcas, especialmente dos coletores Verificar o nível d'água do radiador Veríficar o n{vel no tanque de combustivel Verificar o n ivel de óleo no carter Executar a troca de óleo (com motor quente) Executar a pt'imei ra troca de óleo após 3 0 horas Executar a segtHlda troca de óleo após 6 0 horas Substituir o elemento selado do filtro de óleo lubrificamte vez após 60 horas de servico) Limpar o filtro de ar (se houver muita poeira diariamente) de admissão e escape cárter x x Verificar a tensão da correia Verificar quanto a eventuais vazamentos de combust ível, água ou óleo lubrificante Verificar a testar bateria Verificar fixação da bateria e conexões dos cabos Controlar a folga das válvulas (0,2 mm - motor frio) Verificar a passagem de combustivel no filtro de combustível, se necessário trocar o elemento Limpar o pré-filtro de combustivel Drenar a água decantada do tanque de combustível Verificar e lubrificar a articulado e liqacão do sistema de aceleração e parada do m otor Exami nar as escovas do motor de arranque Engraxar a cremalheira do volante Testar bico injetores Controlar pressão de compressão Controlar os rolamentos da bomba d'água Lavar o sistema interno de arrefecimento (motor e radiador) Limpar o filtro de respiro Testar instrumentos de controle Testar válvula termostática Trocar elementos do filtro de combustivel Lubrificar rolamentos da bom ba auto-aspirante Regularmente após horas de serviço 8-10 E1 E2 E3 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x xx x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x 70
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    71 Regu larmente após125 horas de serviço devem ser executados os trabalhos discrimi nados no estágio de manu tenção E1. Após cada 250 horas de serviço deverão ser executados os trabalhos discrimi nados no estágio de manuten- ção E2. Após terem sido at ingidas as 2..000 horas de serviço deverão ser executados os trabal hos discriminados no estágio de manutenção E3, ou seja, incluindo os trabalhos mencionados nos estágios El e E2. 10.1.2 CRONOGRAMA DE MANUTENÇÃO MOTORES D 226-4 V EICULAR FREQU~N C IA EM KM '"c o Q) o o o o o o o o o o o o o o o 8 o o o o O P E R AÇÓ E S E Lr> o o o o o o o o o o o o o o o o o o .'E N o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Lr> o Ô <ri r..: ci N <ri r..: ci N <ri ,.... ci N <ri r..: ci N U"Í r..: ci '" o ~ ~ ~ ~ N N N N M M M M '<t ~ ~ .., Il'l o l!l ~ Verificar o n (vel de água no radiador •Verificar o n (vel no tanque de com busti'vel •Verificar o n (vel de óleo no càrter •Executar a troca de óleo (cf motor quente) • • • • • • • • • •Su bstitui r O elemento selado do filtro de óleo lubrificante • • • • • • • • • •Reapertar parafusos e porcas externos do motor • •Regu lar a folga das válvulas • •Reapertar cabeçotes com mCot0r frio • •Verificar tensão da correia •••••••• • • •• •• ••••••Drenar a água decantada do pré filtro sedimenta- dor ••••••••••••••••••••Verificar o n (vel da(s) bateria(s) ••• ••••••••••••••••• Verificar e limpar o elemento do filtro de ar a •••••••• ••••• •••••••seco (em estradas poeirentas limpar com mais frequenc ia) Substitu ir o elemento do filtro de ar a seco Motor D 2264 • • •Limpar o filtro de tela da bomba alimentadora • • •Lubrificar as articu laç ões do sistema de acelera - • • • • • • • • • •ção Desmontar e lavar o pré-filtro sedimentador • • • • • • • • • •Desmontar e lavar o respiro do motor • •Verificar o aperto da tubulação da bomba de su b-pressão ••• ••• •• ••• •• •• • • • • •Su bstituir o elemento do filtro de combust(vel •Rem over e testar bico injetor •Reapertar parafusos do cárter • • •Controlar a pressão de compressão •Lavar o sistema de arrefecimento (motor f radia- •dor) Testar o funcionamento da válvula termostática •Verifica r as escovas e coletor do motor de partida •Testar o fu ncionamento dos instrumentos de controle •Lu brificar o motor de partida •Verificar as escovas e coletor do alternador •Controlar os rolamentos da bom ba de água. • •
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    11. DEFEITOS DEFUNCIONAMENTO - CAUSAS E CONSERTO 11.1 Generalidades Este capitulo serve para facilitar os mecânicos e operadores encarregados do serviço e da manutenção do motor, encontrar e remediar fa lhas que possam surgi r. A manutenção do motor e a remoção de falhas re- querem um profundo conhecimento do funcionamento e de todas as peças vitais do motor. Desarranjos em modo geral que possam surgir no motor DI ESE L, tem quase sempre uma causa faci lmente reconhecivel. Por exemplo: 1. Motor não arranca. (causa: quando a bateria estiver descarregada ou tiver desarranjos no sistema elétrico) 2. Motor tem pouco rendimento (causa: bomba injetora mal regulada, o inicio de injeção é muito atrasado etc.). o motor foi projetado de uma forma que não deve haver quaisquer desarranjos, desde que a sua manuten- ção tenha sido efetuada conforme se faz constar neste livro e bem como ele for t ratado. Apresentando qualquer irregularidade, é muito importante que se procure a causa e sane a mesma, mesmo que o motor ainda não estiver completamente fora de serviço. I: melhor pensar duas vezes do que agi r precipitadamente. Sempre mantenha peças de reposição e ferramentas, material de vedação, tais como juntas a disposição para poder remediar imediatamente qualquer falha sem perda de tempo. 11.2 Durante o arranque do motor F A LHAS 1. O motor não arranca ou não alcança a rotação nomi nal. 2. O motor alcança sua rotação porém não ignição ou para após algumas rotações. 3. O motor não dá rendimento. C A US A As baterias estão descarregadas ou defeituosas. Motor de arranque defeituoso. Cabos elétricos ou uniões dos ca- bos foram danificados. Válvulas de admissão e escape es- tão presas ou não há folga entre o balancim e o cone da válvula. A cremalheira não está livre (no dispositivo de parada). Falta de combust (vel, pois o tan- que está vazio. Torneira do tanque de combustí- ve I está fechada . Filtro de combustivel entupido. Regulador de rotação não está em posição de funcionamento. Há ar no sistema de combustivel. As bombas injetoras não funcio- nam ou tem rendimentoisufi- ciente devido ao seu êmbolo es- tar danificado ou preso. Bomba alimentadora defeituosa. Um ou vários êmbolos da bomba não funcionam, por ter-se que- brado a mola do êmbolo. CONSERTO Recarregar as baterias ou então su bst itu i-Ias. Subst itui r o motor de arranque. Substitua os cabos ou as uniões defeitu osas. Verifique quanto ao livre movi- mento das válvulas. Ajuste sua folga. Livre a cremal heira. Abasteça-o. Abra a torneira. Limpe o elemento. Coloque-o em posição de serviço. Sangre o sistema. Su bstitua o elemento da bom ba (só deve ser executado por ele- mentos al tamente capaCitado ou por revendedor autorizado BOSCH). Su bstitua ou conse rte a bomba. Substitua a mola em revendedor autorizado BOSCH. 72
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    FAL HA S 1'1.3Durante o funcionamento FA LHAS 3. Durante o funcionamento 73 CAUSA Válvula de pressão está presa. Um ou vários êmbolos da bomba injetora estão presos. Válvula de pressão defeituosa. Há ar no sistema de injeção. Bico injetor entupido. Início de débito da bomba inje- tora mal ajustado. A compressão é baixa demais de- vido que uma válvula de admis- são e escape não veda. CAUSA A junta do cabeçote está vazan- do. Anéis do êmbolo engripados, da- nificados ou desgastados. Camisa do cilindro está com des- gaste. Combustível inadequado, com teor calorífico inferior ao deter- minado. Se um ou mais cilindros apresen- tam fuligem: O bico injetor não está em or- dem devido: Soltar gotas devido ao vasamen- to da agu Iha no corpo do bico injetor. Pressão de injeção muito baixa devido uma má ajustagem, ou mola quebrada. Válvula de admissão ou escape está presa. A compressão é baixa demais dados que os anéis do êmbolo estão engripados, danificados ou desgastados. Quantidade de combustível, in- jetado e mal ajustado em um ou vários cilindros, causando um débito demasiado. O motor está com sobrecarga, pois o débito da bomba injetora foi alterado. O turbo compressor está sujo. Os coletores de escape estão com seu diâmetro interno reduzido devido ao acúmulo de impuere- zas e fuligem. CONSERTO Limpe a válvula e a sua sede, ca- so a válvula danificada, substi- tua-a bem como seu suporte. Remova os elementos da bomba em serviço autorizado BOSCH. Substitua a válvula. Sangre o sistema. Limpe o bico injetor. Ajuste-o direito. Retifique as válvulas. CONSERTO Aperte os parafusos do cabeçote. ATE Nç ÃO: Si9a as prescrições de aperto_ Se não der resu ltado subs- titua a junta. Remova os êmbolos, lim pe os a- néis e seus alojamentos e substi- tua os anéis danificados ou des- gastados. Substitua a camisa. Use combusHvel adequado de a- cordo com a prescrição. Substituir o bico injetor Ajuste a pressão correta ou subs- titua a mola quebrada. Solte a válvula Solte ou substitua os anéis e substitua a camisa do ci lindro_ Remova a bomba in jetora e regu- le-a no banco de teste. Reduza a carga, diminuindo o débito da bomba injetora. Limpe-o. Limpe os coletores. • •
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    FA LH AS 4.Se há detonações no motor 5. Os gases de escape estão azu lados e produzem uma névoa de óleo (Motor já amaciado). 6 . Motor ap resenta uma es- pessa fumaça pelo tubo de respiro do motor CAUSA o motor não recebe ar em quan- ti dade sufici ente, pois o filtro de ar está entupido. A quantidade de ar admitida é insuficiente em relação ao com- bustível injetado (nível do mar etc.) . O combustivel usado é inadequa- do. Se um ou vários cilindros falha- rem (causa e conserto conforme aci- ma mencionado). o injetor não está em boas con- dições (detonações ligeiras e constan- tes) Início de débito mal ajustado (detonações ligeiras e constan- tes) Mancai do tu rbo-compressor de- feituoso. Um êmbolo aqueceu-se excessi- vamente por falta de óleo ou qualquer outro motivo. Casquilhos soltos. o pino do êmbolo tem excessi- va folga em sua bucha. Bomba alimentadora está defei- tuosa. o nível do óleo lubrificante ul- trapassa a faixa prescrita. As ranhuras nos anéis raspado- res de óleo e os orifícios de óleo do êmbolo, estão pa rcialmente ou totalmente entupidos. Anéis do êmbolo e camisas do cilindro com forte desgaste. As guias da válvula com forte desgaste. Anéis do êmbolo estão vazando deixando passar gases de com- bustão para o bloco do motor. Um casquilho esquenta em de- masia por falta de óleo, tratan- do-se de casquilho de reparo, cuja folga é insuficiente. Um êmbolo se aquece em dema- sia. CONSERTO Limpe o filtro de ar. Alivie o motor. Use combust(vel conforme pres- crição. Vi de capítulo "motor não dá rendimento". Ajust e o iníci o de injeção. Desmonte o tur bo-compressor e substitua o mancaI. ATEN ÇÃO: Pare o motor ime- diatamente. Substitua os casquil hos danifica- dos, determi ne a causa a fim de saná·la. Substitua a bucha do pino. Remova-a e exami ne-a. Acerte o n ível de óleo lubrifi- cante. Li mpe as ranhuras e os orif(- cios. Subst itua os anéis, êm bolos e camisas em questão. Su bstitua as guias. ATENÇÃO: Pare imediatamen- te o motor. Remova o êmbolo. solte os anéis e substitua-os. Determine qual é o casquilho de- feituoso. Exami ne o abasteci- mento de óleo, remova o casqui- lho, event ualmente substitua-o. Determine qu al é o êmbolo que se aqueceu, fazendo passar to- dos pelo ponto morto de com- p ressão. Substitua o êmbo lo com os respect ivos anéis e a camisa de cili ndro. 74
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    75 FAL HAS 7. Omotor esquenta excessi- vamente. 8. Mo tor opera com irregula- ridade. 9. Pressão de óleo é insufici- ente. CAUSA Falta de água de arrefecimento. Bomba de água não funciona de- vido: ar no circuito da água de arrefecimento. o eixo da bomba quebrou ou o rolamento está defeituoso. o intercambiador e os canais de água do motor estão entupidos com incrustações calcáreas ou cheios de lama. Bomba de água perde muita água por vazamento. Válvula termostática defeituosa. Bomba de água auto-aspirante perde água por vazamento, rotor defeituoso. Correia em V da bomba está frouxa . A torneira antes da bomba está fechada . A bomba auto-aspirante não funciona devido: CONSE RTO Abasteça o sistema com água. Sangre o circuito. Examine e conserte a bomba. Limpe o sistema de água. Substitua as juntas axiais da bomba. Substitua a válvula termostática. Examine a bomba. Estique a correia. Abra a torneira. rotor com desgaste . Conserte a bomba. A tu bulação de sucção está suja e entupida. Os elementos do intercambia- dor estão enlamaçados e o tu- bo de dreno sujo. Filtro de combustlvel entupido. Há ar no sistema de combustl- vel. O êmbolo da bomba injetora fica preso de vez em quando: A mola do êmbolo da bomba injetora quebrou . Válvula de pressão danificada. Válvula de pressão fica presa ou vaza. Bico injetor com vazamento. Quebrou mola no injetor. Tubo de pressão apresentava vazamento ou quebrou. O regulador de rotação não funciona direito. Filtro de óleo lubrificante sujo. Válvula de segurança mal ajustada, ou suja ou a esfera está danificada. Os tubos de óleo que condu- zem o óleo ao turbo compres- sor estão com vazamento. Examine a tubulação e limpe-a. Limpe os elementos e o tu bo. Limpe o filtro. Sangre o sistema. Conserte a bomba em revende- dor autorizado BOSCH. Substitua a mola em reve nde- dor. Substitua a válvula e seu suporte. Limpe a válvula. Limpe-o em combustrvel limpo ou su bstitua-o . Substitua-a. Fixe ou substitua o tu bo. Mande examinar o regulador. Remova os elementos e limpe-os ou substitua. Ajuste a válvula; se não der resul - tado, limpe a válvula ou substi- tua a esfera. Controle quanto a sua vedação. • •
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    FALHAS 1Q. O motortem a tendência de disparar, aumentando cada vez mais sua rotação. 11 . Motor pára. 12. Agua no óleo lubrificante. 13. Oleo na água de arrefeci- mento. 14. Pressão de sobrealimenta- ção diminui ou deixa de existir. CAUS A A bomba de óleo lubrificante não conduz o óleo devido: Nível de óleo muito baixo. Tubo de sucção da bomba de óleo entupido. Bomba de óleo com forte desgaste. Válvula de descarga no fi ltro de óleo está mal ajustada ou suja. Manômetro de óleo defeituoso. Folga demasiada dos casquilhos principais e biela . Regulador de rotação defeituo- so. A cremalheira da bomba injeto- ra fica presa, por estar colada, agarrada ou defeituosa . A bomba injetora não debita devido : Falta de combustível, pois o tanque está vazio. A torneira do tanque está fe- chada. Filtro de combustível está entupido. Um êmbolo engripado. Um casquilho engdpado. o anel de borracha redondo de uma camisa de cilindro no bloco do motor, apresenta vazamento. Junta do cabeçote defeituosa. Intercambiador de óleo apre- senta vazamento. o filtro de sucção de ar está entupido. A tubu lação de pressão de so- brealimentação está vazando. O coletor de sucção apresenta vazamento. CONSERTO Abasteça o motor com 6leo. limpe-o. Conserte-a. Ajuste direito a válvula ou lim- pe-a. Substitua-o. Examine e cont role as folgas e se for necessário use casquilhos novos. ATENÇÃO: Pare o motor ime- diatamente. Examine e mande consertar o regulador. Dê livre movimento a cremalhei- ra e consulte o serviço autoriza- do BOSCH a respeito. Abasteça o tanque. Abra a torneira. Substitua o elemento. Substi tua o êmbolo e a camisa. Substitua o casquilho, contro- lando a árvore de manivelas e re- tifique-a caso for necessário. Remova a camisa e coloque no- vos anéis de borracha. Substitua-a. Examine o intercambiador, vede o tu bo colocando um bujão no local do vazamento_ Limpe o filtro de ar. Controle os tubos e as juntas. Controle os coletores e as juntas. 76
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