O documento discute como o espaço pode se tornar um elemento curricular na educação infantil. Ele explica que o espaço deve ser organizado esteticamente para atender às necessidades das crianças e permitir a diversidade do currículo, além de possibilitar experiências corporais, o desenvolvimento do brincar, o contato com a natureza e o desenvolvimento da imaginação e interações. O documento também discute a importância de os ambientes internos e externos serem acolhedores, estimulantes, inclusivos e seguros para as crianças.