O documento discute os escritos políticos de Guilherme de Ockham sobre os limites do poder do papa. Ockham acreditava que, como o poder papal foi concedido por Cristo, deve-se consultar a Bíblia para determinar seu escopo. Como teólogo, Ockham afirmava que o poder papal está limitado ao âmbito espiritual e deve respeitar a liberdade dos fiéis.