O documento discute o conceito de administração eclesiástica. Apresenta definições de administração geral e destaca que, embora possam ser adotados alguns princípios da administração secular, a Igreja deve ser guiada por outros princípios de acordo com sua natureza. Também explora o termo bíblico para administração, "despenseiro", e discute as funções do pastor como um bom administrador dos bens que pertencem ao Senhor.