Formação odm nov2010

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Formação odm nov2010

  1. 1. Assinada por líderes políticos de 189 nações, incluindo Portugal. Países desenvolvidos e em desenvolvimento comprometem-se a: • combater a pobreza e a fome, a desigualdade de género, a degradação ambiental e o vírus doVIH/SIDA. • melhorar o acesso à educação, a cuidados de saúde básicos e a água potável.
  2. 2. Lançada por Kofi Annan, funciona em 30 países (24 em África e Ásia, 6 na Europa e América do Norte) para: • apoiar os cidadãos que exigem aos seus líderes políticos que cumpram os compromissos assumidos em 2000
  3. 3. Promessa de Ajuda: 0,7% do RNB Promessa cumprida: Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Suécia e Reino Unido. Promessa quebrada: todos os outros. Portugal: 0,27%
  4. 4. Entre 2000 e 2007, a pobreza extrema passou de 29% para 18% da população mundial. Mas o progresso não foi uniforme em todas as regiões: No Sudoeste Asiático, a pobreza desceu de 60% para 20% nos últimos 25 anos. Em contraste, a pobreza na África Subsariana desceu apenas de 58% para 51% entre 1990 e 2005 – e estima-se que em 2010 a crise económica tenha deixado outros 64 milhões a viver com menos de €0,70 por dia. Estima-se que em 2010, 925 milhões de pessoas nos países pobres não conseguiram satisfazer as suas necessidades calóricas básicas.
  5. 5. O número de crianças a frequentar o ensino primário atingiu os 89% em 2008 (83% em 2000). Mas cerca de 69 milhões de crianças continuam sem frequentar a escola. Quase metade destas crianças vive na África subsariana (31 milhões), e mais de um quarto na Ásia do Sul (18 milhões).
  6. 6. As mulheres contribuem com 2/3 das horas de trabalho e são responsáveis por metade da produção alimentar. No entanto, ganham 10% do rendimento mundial e detém 1% da propriedade. Apesar do progresso alcançado, há ainda 96 raparigas na escola por cada 100 rapazes. Quase 2/3 dos adultos analfabetos são mulheres. Apesar do aumento na representação feminina em cargos políticos, a nível global esta é de apenas 19%.
  7. 7. Quase 9 milhões de crianças morrem todos os anos antes de celebrarem o seu quinto aniversário. As taxas de mortalidade infantil mais altas continuam a ocorrer na África subsariana, onde em 2008, 1 em cada 7 crianças morreu antes dos 5 anos. Dos 67 países com taxas altas de mortalidade infantil, apenas 10 estão próximos de atingir este ODM.
  8. 8. Mais de 350 mil mulheres morrem anualmente de complicações durante a gravidez ou o parto, 99% nos países em desenvolvimento. Estas mortes são evitáveis, mas os progressos na sua diminuição têm sido muito lentos. Na África Subsariana, os riscos de morrer devido ao parto são de 1 em 30, contra 1 em 5.600 nas regiões desenvolvidas. Todos os anos, 1 milhão de crianças perde as suas mães. Estas crianças têm uma probabilidade dez vezes maior de morrer prematuramente.
  9. 9. Em 2008, 33.4 milhões de pessoas estavam infectadas pelo VIH/SIDA, apesar do acesso ao tratamento ter aumentado 10 vezes num período de apenas 5 anos, nos países de baixo e médio rendimento. A nível global, a SIDA é principal causa de morte nas mulheres em idade reprodutiva. A África Subsariana continua a ser a região mais atingida: embora tenha apenas 10% da população mundial, ali habitam 64% dos seropositivos e 90% das crianças seropositivas com menos de 15 anos.
  10. 10. Metade da população mundial corre o risco de contrair Malária. Em 2008, houve 243 milhões de novos casos, que causaram 863,000 mortes, 89% em África. A doença é a principal causa de anemia nas crianças e mulheres grávidas. A Malária mata uma criança no mundo em cada 45 segundos. Estas mortes são evitáveis com medidas preventivas (redes mosquiteiras impregnadas de insecticida) e tratamento (ter acesso a medicação).
  11. 11. A Tuberculose continua a ser a segunda causa de morte a seguir aoVIH. Estima-se que 11 milhões sofriam da doença em 2008. Mas o número de novos casos desceu de 143 para 139 por cada 100.000 pessoas, entre 2004 e 2008. Se as tendências actuais continuarem, o objectivo de deter e reverter a incidência da tuberculose será atingido em 2015. As taxas têm diminuído em todas as regiões, excepto na Ásia, onde se verificaram 55% dos novos casos.
  12. 12. Em 2004, 80% da população tinha acesso a água potável, face a 71% em 1990. No mesmo período, quanto ao saneamento básico, a evolução foi de 35% para 50%. Apesar desta evolução positiva, 884 milhões de pessoas não tem acesso a água potável e 2.6 mil milhões vivem sem saneamento básico. Os bairros de lata continuam a aumentar devido ao número de pobres urbanos. O número de habitantes nestes bairros é hoje cerca de 828 milhões.
  13. 13. As taxas de desflorestação têm vindo a diminuir, mas mantêm-se altas em algumas das regiões com maior biodiversidade do mundo. No período de 2000-2010, a perda de áreas florestais diminuiu para 5.3 milhões de hectares por ano, face aos 8.3 milhões de ha entre 1990 e 2000. O mundo falhou a meta de 2010 para a conservação da biodiversidade. Quase 17.000 espécies de plantas e animais estão actualmente em risco de extinção e o número cresce a cada dia.
  14. 14. Os países industrializados originaram 80% das emissões de CO2 entre 1900 e 1999, mas são os países em desenvolvimento os mais vulneráveis aos efeitos das emissões, as alterações climáticas: aqui ocorrem 96% das mortes devido a fenómenos meteorológicos extremos. Para que as emissões parem de crescer até 2015, os 1.4 mil milhões de pessoas sem electricidade devem ter acesso a fontes limpas de energia.
  15. 15. A Ajuda Pública para o Desenvolvimento (APD) desceu em 2006, pela 1ª vez desde 1997. Dos 23 principais países doadores, apenas oito cumpriram a meta de 0,51% para 2010 – a caminho da meta das Nações Unidas de 0.7% do Rendimento Nacional Bruto (RNB) destinado à APD até ao ano 2015. Portugal está entre os que não cumprem o prometido: 0,23% do RNB em 2009 e 0,27% em 2010.
  16. 16. ¾ das exportações de países em desenvolvimento para os países desenvolvidos foram isentas de taxas alfandegárias em 2004. Mas os produtos mais importantes para os países em desenvolvimento, como o vestuário e certos produtos agrícolas, continuam pagar fortes taxas alfandegárias. Os subsídios concedidos aos agricultores da UE continuam a distorcer as regras do comércio internacional, com prejuízo para os países em desenvolvimento.
  17. 17. Será justo que: Embora África tenha sido responsável por apenas 3% das emissões de CO2 entre 1900 e 1999, sofra agora o maior impacto das alterações climáticas ? É justo fazer transferências financeiras e tecnológicas para que os países mais vulneráveis possam adaptar-se às alterações climáticas.
  18. 18. Será justo que: Embora a União Europeia continue a subsidiar os seus agricultores, pretenda que os países em desenvolvimento assinem Acordos de Parceria Económica que abrem os seus mercados aos produtos europeus ? É justo definir regras de comércio internacional que proibam os subsídios agrícolas distorcedores dos preços e que concedam tratamento especial aos países em desenvolvimento.
  19. 19. Será justo que: Embora 96% de novos casos deVIH/SIDA ocorram nos países em desenvolvimento, os Governos desses países sejam impedidos de disponibilizar à população medicamentos a preços acessíveis ? É justo suspender as patentes de medicamentos, quando se trata de graves problemas de saúde pública em países sem meios para aceder aos medicamentos patenteados.
  20. 20. 65% dos portugueses nunca ouviu falar dos ODM . .. mas 60% acha “importante” ajudar os países pobres O Desenvolvimento Global é um tema menor na Agenda
  21. 21. Para subir na Agenda: Agir em Rede Petições Opinião Ação Direta Cultura Ativista Manifs
  22. 22. Mobilização social & Comunicação para a Mudança: Vamos falar de... > Impacto global de mudanças locais no comportamento político da sociedade civil > Impacto global de mudanças locais nos padrões de consumo
  23. 23. Obrigado! Vítor Simões vitor@4change.org

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