Financeiros em Agências de Comunicação

1.027 visualizações

Publicada em

Primeiro Workshop Financeiros em Agências de Comunicação.

Publicada em: Negócios

Financeiros em Agências de Comunicação

  1. 1. auditoria | consultoria | contabilidade | outsourcing
  2. 2. GESTÃO  EM  ACÃO    
  3. 3. #QUEM  SOU  EU?  
  4. 4. @silviosoledade      
  5. 5. #EXPERIÊNCIA  
  6. 6. #FORMAÇÃO  
  7. 7. AGENDA   •  Conhecendo  o  Nosso  Setor   •  O  papel  das  administração  e  Finanças   •  Fundamentos  da  Contabilidade   •  Planejamento  Orçamentário  e  Financeiro   •  Fontes  de  Receita  
  8. 8. AGENDA   •  Início:  09:00Hs   •  Intervalo:  10:45H     •  Almoço:  12:30Hs   •  Retorno:  13:45Hs   •  Intervalo:  16:15Hs   •  Fechamento:  18:30Hs  
  9. 9. WORKSHOP  É:   •  Interação     •  Networking   •  Perguntas   •  Observações   •  Comentários   •  Cases  pessoais          
  10. 10. QUEM  É  QUEM:   •  Nome   •  Empresa   •  Formação   •  Curiosidade  
  11. 11. AGENDA   •  Conhecendo  o  Nosso  Setor   •  O  papel  das  administração  e  Finanças   •  Fundamentos  da  Contabilidade   •  Planejamento  Orçamentário  e  Financeiro   •  Fontes  de  Receita  
  12. 12. A  PROPAGANDA   NO  BRASIL  
  13. 13. 1809   •  Classificados  de  compra  e  venda  de  imóveis   •  Venda  de  escravos   •  Avisos  de  escravos  fugi_vos  
  14. 14. •  Revista  da  Semana     •  Vida  Paulista   •  Arara   •  Anunciantes  locais   •  Propaganda  de  remédios    
  15. 15. •  1913  –  Agência  Eclé_ca  –  a  primeira  agência   do  Brasil.   •  Contratação  de  escritores  e  ar_stas   •  Principais  clientes:  Ford,  Texaco,  Kolynos,   Palmolive,  Quaker.  
  16. 16. •  Anos  20  –  Nasce  o  Rádio   •  Primeira  grande  revolução  na  propaganda   brasileira   •  Principais  anunciantes:  Casa  Colombo,   Cigarros  Veado,  Biotônico  Fontoura.   •  1926  –  Fontoura  -­‐  Monteiro  Lobato   •  Criação  do  personagem  Jeca  Tatu    
  17. 17. •  Em  1929  surge  no  Brasil  a  primeira  agência   mul_nacional.  
  18. 18. •  O  rádio  é  a  grande  sensação   •  10  emissoras  na  cidade  de  São  Paulo   •  24  no  interior  do  estado   •  Primeiros  spots,  programas  associados  às   marcas  e  os  jingles   •  Novos  anunciantes:  cervejas,  cigarros,   loterias,  pneus,  lâmpadas  e  automóveis  
  19. 19. •  Período  do  Jingle  com  Coca-­‐Cola,  Lever  e   Sonrisal   •  Aparecem  as  datas  promocionais  (Dia  dos   Pais,  Dia  das  Mães)   •  Agências  viram  a  noite  trabalhando   •  Em  1949  –  Normas-­‐padrão  para  a   regulamentação  da  propaganda.   •  Nasce  a  ABAP  
  20. 20. •  19/9/1950  –  Surge  a  TV  Brasileira   •  Primeiro  anúncio:  Persianas  Colúmbia   •  1956  –  03  emissoras     •  Nascem  a  Editora  Abril  e  a  Revista  Manchete  
  21. 21. •  A  Alcântara   Machado  –  Dupla   de  Criação   •  1965  –  Lei  4680   •  O  Governo  é  um   dos  principais   anunciantes   •  1968  –  Revista  Veja   •  Nasce  a  DPZ   •  Desenvolvimento   da  área  de  mídia   (IVC,  GRP)  
  22. 22. •  Cresce  o  interesse  das  mul_nacionais   •  1972  –  Ogilvy  &  Mather  compra  a   Standard   •  1974  –  Chega  a  Young  &  Rubicam   •  1975  –  MPM  é  a  maior  agência  do   Brasil   •  Leo  Burnew  compra  a  CIN  (Cia.  de   Incremento  de  Negócios)   •  A  BBDO  associa-­‐se  à  CBBA  (depois   comprada  pela  JWT)   •  1976  –  O  Grupo  Interpublic  (McCann)   compra  a  Proeme  
  23. 23. •  Nasce  o  Conar   •  Outdoor’s   •  W.Olivewo  e  o  Garoto   Bombril   •  Surge  a  W/GGK  (W/ Brasil  –  W/McCann)   •  Os  profissionais  de   criação  viram  donos  de   agências  
  24. 24. •  Pay  TV     •  MTV  (primeira  emissora   segmentada)   •  Código  de  Defesa  do  Consumidor   •  Jornais  e  os  colecionáveis   •  1994  –  Folha  de  SP  –  1  milhão  de   exemplares  vendidos   •  1994  –  51%  de  crescimento  –   USD  8,4  Bilhões   •  1995  –  Surge  a  Internet   •  1997  –  DDB  compra  a  DM9   •  F/Nazca  Saatchi&Saatchi   •  Lowe  Loducca   •  Carillo  Pastore  Euro  RSCG   •  CaliaAssumpção  
  25. 25. 2000  –  20…  
  26. 26. Em 1930, estimava-se que toda a informação produzida no mundo dobrava de volume a cada 30 anos. Nick Bon)s PHD - Informa)on Bombardment: Rising Above the Digital Onslaught.
  27. 27. Em 1970, estimava-se que toda a informação produzida no mundo dobrava de volume a cada 7 anos. Nick Bon)s PHD - Informa)on Bombardment: Rising Above the Digital Onslaught.
  28. 28. Em 2010, estimava-se que toda a informação produzida no mundo dobrava de volume a cada 11 horas. Nick Bon)s PHD - Informa)on Bombardment: Rising Above the Digital Onslaught.
  29. 29. de todo conteúdo existente no mundo, foi criado nos últimos 2 anos 90%
  30. 30. Cada pessoa produz mais de 6 jornais de informação por dia e recebe uma quantidade superior a 174 jornais inteiros por dia. Dr. Martin Hilbert - University of Southern California.
  31. 31. 2.000.000 pesquisas são feitas no Google 204.166.667 de e-mails são enviados A CADA MINUTO R$ 272.070,00 são gastos em compras on-line 48 horas de vídeo são adicionadas ao YouTube 684.478 compartilhamentos são feitos no Facebook 47.000 downloads na Applestore 100.000 tweets são enviados 27.778 postagens são feitas no Tumblr 3.600 fotos são compartilhadas no Instagram 3.125 fotos são adicionadas no Flickr 347 novos blogs são publicados no Wordpress 571 novos websites são criados MEIO E MENSAGEM / DOMO
  32. 32. REVOLUÇÃO DO CONSUMIDOR DIGITAL 56%das empresas já usam as redes sociais no processo de recrutamento 150é o número de vezes que o usuário de smartphone interage com o aparelho por dia. 90% de todo conteúdo disponível foi criado nos últimos 2 anos. 1bilhãode pessoas usaram internet móvel como sua única fonte de acesso a web em 2012. Em 2014, o acesso móvel irá ultrapassar o PC em penetração Tecnologia Conteúdo Comportamento Telefones e Tablets devem ser as tecnologias com maior crescimento nos primeiros 5 anos Vendas em MMs. Tablet est. 500 anosé o equivalente ao tempo gasto em vídeos do youtube assistidos no facebook todos os dias. Fonte: Morgan Stanley, Gartner, IDC, Cisco VNI Mobile 2012, ComputerWorld
  33. 33. Crescimento do bolo publicitário não consegue absorver todas essas opções MEIO E MENSAGEM 14 DE JULHO 2014
  34. 34. Anunciantes ajustam seus budgets abaixo da inflação de mídia e ao mesmo tempo começam a ceder ao movimento digital na busca de eficiência e resultados tangíveis
  35. 35. HOJE 3 ANOS 7 ANOS (?) MERCADO QUASE NÃO CRESCE SE COMPARADO À INFLAÇÃO DE MÍDIA MIGRAÇÃO PARA O DIGITAL TV CONTINUA ABSORVENDO GRANDES VOLUMES BOLO ESTÁVEL DIGITAL CRESCENDO RÁPIDO E SE ESTABELECENDO COMO FERRAMENTA DE OTIMIZAÇÃO TV EM CRESCIMENTO E PAYTV COMPETINDO COM BUDGETS MERCADO EM LEVE CRESCIMENTO DIGITAL SE CONSOLIDANDO NOS GRANDES ANUNCIANTES TV (?) OUTROS (?)
  36. 36. Infinitas possibilidades + Digital Recursos limitados X
  37. 37. Poucos canais de comunicação Comportamentos homogêneos Consumidor passivo ANTES
  38. 38. Tudo é mídia Perfis comportamentais distintos Consumidor repercurte HOJE
  39. 39. E  AINDA…   •  Assessorias  de  Imprensa   •  Agências  de  Relações  Públicas   •  Agências  de  Eventos   E…    
  40. 40. MENINO!  
  41. 41. NO  BRASIL  
  42. 42. PROJEÇÕES  (Ed.  Abril)  
  43. 43. Ranking  2013  -­‐  IBOPE  
  44. 44. AGÊNCIA  DESEJÁVEL  
  45. 45. •  Trabalho  Integrado  entre  as  áreas  e  entre  os   players   •  Extensão  do  marke_ng  dos  clientes   •  Uso  intenso  e  con}nuo  das  ferramentas  de   pesquisa   •  Preparadas  para  a  era  da  informação  e  do   conhecimento   •  Profissionais  com  total  domínio  do  conhecimento   e  das  alterna_vas  de  comunicação   •  Capacidade  negocial   •  Voltados  para  resultados  concretos  e   mensuráveis  
  46. 46. Fundado  em  1998  -­‐  O  Conselho  Execu_vo   das  Normas-­‐Padrão  –  CENP.  En_dade   criada  pelo  mercado  publicitário  para  zelar   pela  observância  das  Normas-­‐Padrão  da   A_vidade  Publicitária,  documento  básico   com  recomendações  e  princípios  é_cos   que  buscam  assegurar  as  melhores   prá_cas  comerciais  no  relacionamento   man_do  entre  os  principais  agentes  da   publicidade  brasileira.  
  47. 47. NORMAS-­‐PADRÃO   •  Estabelece  padrão  de  qualidade  no   atendimento  e  incen_va  a  adoção  de   melhores  prá_cas   •  Evita  concorrência  desleal   •  Es_mula  o  desenvolvimento  técnico     •  Assegura  o  “desconto  padrão”  não  inferior  a   20%      
  48. 48.   Cons_tuído  por  publicitários  e   profissionais  de  outras  áreas,  o  CONAR  é   uma  organização  não-­‐governamental   que  visa  promover  a  liberdade  de   expressão  publicitária  e  defender  as   prerroga_vas  cons_tucionais  da   propaganda  comercial.  
  49. 49. A  AUTORREGULAÇÃO:   •  Prá_ca  de  cidadania     •  Amadurecimento  do  mercado   •  Depende  exclusivamente  de  inicia_vas  e   a_tudes  das  lideranças  e  profissionais  de   mercado   •  Qualifica  o  conteúdo  da  publicidade  e  as   relações  comerciais  
  50. 50. OUTRAS  ENTIDADES   DO  SETOR  
  51. 51. QUEM  QUEM  SER   EMPREENDEDEOR?  
  52. 52. Quadrante  do  Fluxo  do   Dinheiro  
  53. 53. Em  1950,  Joseph  Schumpeter  criou  o  termo   Empreendedorismo  :   Criar  riqueza  através  de  novos  produtos,   novos  métodos  de  produção,  novos   mercados,  novas  formas  de  organização.    
  54. 54. 27% das empresas fecham em seu 1º ano de atividade. (Fonte: Sebrae)   BRASIL  
  55. 55. ISTO  VAI  MUDAR!    
  56. 56. ISTO  VAI  MUDAR!   #sóquenão  
  57. 57. Segundo  o  Portal  Mundo   Vesebular:  Publicidade  é   o  segundo  curso  mais   procurado  no  Brasil.  
  58. 58. 70%  dos  formandos  em   comunicação  querem   montar  sua  própria   empresa.     (Universidade  Metodista)  
  59. 59. EMPREENDEDORES  
  60. 60. EMPREENDEDORES  
  61. 61. SERÁ  JULGADO   PELAS  SUAS   ESCOLHAS.  
  62. 62. GERAR  VALOR:   COMO  SEU  PONTO   DE  VISTA  VAI  ECOAR  
  63. 63. MOMENTOS  DE  SER   ARTISTA  X   MOMENTOS  DE  SER   EMPREENDEDOR  
  64. 64. EM  ALGUM   MOMENTO  IRÁ   ABANDONAR  A   PEGADA  CRIATIVA.  
  65. 65. VAI  TRABALHAR   DOBRADO!  
  66. 66. A síndrome da superficialidade que atinge os atuais gestores, segundo o Professor Henry Mintzberg: "Saber cada vez menos sobre cada vez mais, até finalmente saber absolutamente nada sobre absolutamente tudo."
  67. 67. AGENDA   ü Conhecendo  o  Nosso  Setor   •  O  papel  da  Administração  e  Finanças   •  Fundamentos  da  Contabilidade   •  Planejamento  Orçamentário  e  Financeiro   •  Fontes  de  Receita  
  68. 68. MAS  AFINAL  O  QUE  É   UMA  AGÊNCIA?  
  69. 69.     Descrição:       Estabelecimento  que  se  encarrega   de  trabalhos  por  conta  de   terceiros.  Ex:  Banco  
  70. 70. . Uma  agência  de  comunicação  gerencia  todos  os   processos  relacionados  à  comunicação.       É  responsável  por  assessorar  o  anunciante  em   suas  necessidades  de  comunicação,  executando   trabalhos  para  a  sua  realização,  coordenando  o   trabalho  dos  fornecedores  e  produtoras,  e   intermediando  as  relações  entre  o  cliente  e  os   diversos  veículos  de  comunicação.  
  71. 71. Lei  nº  4.680,  de  18  de  junho  de  1965       Art.  6º  -­‐  Agência  de  Propaganda  é  a  pessoa   jurídica  especializada  nos  métodos,  na  arte  e  na   técnica  publicitários,  que,  através  de  profissionais   a  seu  serviço,  estuda,  concebe,  executa  e  distribui   propaganda  aos  diversos  veículos  de  divulgação,   por  ordem  e  conta  de  clientes  anunciantes,  com  o   obje_vo  de  promover  a  venda  de  mercadorias,   produtos  e  serviços,  difundir  idéias  ou  informar  o   público  a  respeito  de  organizações  ou  ins_tuições   a  que  servem.      
  72. 72. Tipos  de  Agência   #  Agência  Plena   #  Agência  Digital   #  Bureau  de  Criação   #  Bureau  de  Mídia   #  House        
  73. 73. Faturamento  x  Receita  
  74. 74. Faturamento  x  Receita   Faturamento  é  o  valor  total  recebido  com   a  venda  de  produtos  ou  serviços  de  uma   empresa.     Faturamento  =  Inves_mento  Total  do   Cliente/Anunciante   Receita  =  Remumeração  da  agência   (comissão,  custos  internos,  fee)    
  75. 75. Faturamento  x  Receita   Faturamento  é  o  valor  total  recebido  com   a  venda  de  produtos  ou  serviços  de  uma   empresa.     Faturamento  =  Inves_mento  Total  do   Cliente/Anunciante   Receita  =  Remumeração  da  agência   (comissão,  custos  internos,  fee)    
  76. 76. Grandes  Agências  (antes)   Diretor  Geral   Criação   Mídia   Adm/Fin   Atendimento   Produção   Web   RTVC   Gráfica  
  77. 77. As  Agências  
  78. 78. O  Financeiro  das  Agências  
  79. 79. As  agências  
  80. 80. O  Financeiro  das  Agências  
  81. 81. Grandes  Agências    (atual)   Diretor  Geral   Criação   Mídia   Atendimento   Produção   Web   RTVC   Gráfica   Financeiro  
  82. 82. Direção  Geral   Criação   Atendimento   Midia   Produção     Gráfica   RTVC   Médias  e  Pequenas  Agências  (antes)  
  83. 83. Médias  e  Pequenas  Agências  (atual)   Diretor  Geral   Criação   Mídia   Atendimento   Produção   Web   RTVC   Gráfica   Secretária/ Assistente  
  84. 84. PRINCÍPIOS  DA  ADMINISTRAÇÃO   PLANEJAR   ORGANIZAR   DIRIGIR   CONTROLAR  
  85. 85. PRINCÍPIOS  DA  ADMINISTRAÇÃO   PLANEJAR   ORGANIZAR   DIRIGIR   CONTROLAR   •  fixar  objeevos;   •  analisar,  conhecer  os  problemas;   •  solucionar  os  problemas;   •  organizar  e  alocar  os  recursos,  tanto   financeiros,  quanto  tecnológicos  e   humanos;   •  liderar,  comunicando,  dirigindo  e   moevando  as  pessoas;   •  negociar;   •  tomar  decisões;   •  controlar,  mensurando  e  avaliando.  
  86. 86. A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO  
  87. 87. Pensando no processo…
  88. 88. Da venda ao faturamento/ recebimento
  89. 89. Venda   Atend/ Planej   Planej/ Criação   Criação/ Produção   Atend/ Financeiro   Financeiro/ Atend  
  90. 90. Vende   Entende   Planeja   e  Cria   Cria  e   Produz   Entrega   Fatura  e   Cobra  
  91. 91. AGÊNCIA  TRADICIONAL   CEO   ATENDIMENTO   PLANEJAMENTO   CRIAÇÃO   MÍDIA   ON   OFF   PRODUÇÃO   RTVC   GRÁFICA   ADM/FIN  
  92. 92. CEO   ATENDIMENTO   PLANEJAMENTO   SEO   CRIAÇÃO   SOCIAL  MEDIA   TECNOLOGIA   PROGRAMAÇÃO   ADM/FIN   AGÊNCIA  DIGITAL  
  93. 93. CEO   ATENDIMENTO   PLANEJAMENTO   SEO   CRIAÇÃO   TECNOLOGIA   ARTE   MEDIA   ON   OFF   SOCIAL  MEDIA   PRODUÇÃO   DIGITAL   RTVC   GRÁFICA   ADM/FIN   AGÊNCIA  FULL  SERVICE  
  94. 94. CEO   ADM/FIN   FACILITIES   RH   FINANÇAS   JURÍDICA  
  95. 95. CEO   ADM/FIN   FACILITIES   RECURSOS   TECNICOS   CONDIÇÕES   DE  TRABALHO   AMBIENTE   PATRIMONIAL  
  96. 96. CEO   ADM/FIN   FACILITIES   RH   FINANÇAS   JURÍDICA  
  97. 97. CEO   ADM/FIN   RH   DPESSOAL   TREINAMENTO   CLIMA   SELEÇÃO   BENEFÍCIOS   INTEGRAÇÃO  
  98. 98. CEO   ADM/FIN   FACILITIES   RH   FINANÇAS   JURÍDICA  
  99. 99. CEO   ADM/FIN   JURÍDICA   RELAÇÃO   TRABALHISTA   RELAÇÃO  COM   CLIENTES   RELAÇÃO  COM   FORNECEDORES   RELAÇÃO  COM   O  MERCADO  
  100. 100. CEO   ADM/FIN   FACILITIES   RH   FINANÇAS   JURÍDICA  
  101. 101. CEO   ADM/FIN   FINANÇAS   CRÉDITO   FATURAMENTO   COBRANÇA   GESTÃO  DE   CAIXA   CONTAS  À   PAGAR   GESTÃO   CONTÁBIL   PLANEJAMENTO   ORÇAMENTÁRIO  
  102. 102. ADM/FIN   FACILITIES   RECURSOS   TÉCNICOS   CONDIÇÕES  DE   TRABALHO   AMBIENTE   PATRIMONIAL   RH   DPESSOAL   TREINAMENTO   CLIMA   SELEÇÃO   BENEFÍCIOS   INTEGRAÇÃO   FINANÇAS   CRÉDITO   FATURAMENTO   COBRANÇA   GESTÃO  DE   CAIXA   CONTAS  À   PAGAR   GESTÃO   CONTÁBIL   PLANEJAMENTO   ORÇAMENTÁRIO   JURÍDICO   RELAÇÃO   TRABALHISTA   RELAÇÃO  COM   CLIENTES   RELAÇÃO  COM   FORNECEDORES   RELAÇÃO  COM   MERCADO  
  103. 103. ADM/FIN   FACILITIES   RECURSOS   TÉCNICOS   CONDIÇÕES  DE   TRABALHO   AMBIENTE   PATRIMONIAL   RH   DPESSOAL   TREINAMENTO   CLIMA   SELEÇÃO   BENEFÍCIOS   INTEGRAÇÃO   FINANÇAS   CRÉDITO   FATURAMENTO   COBRANÇA   GESTÃO  DE   CAIXA   CONTAS  À   PAGAR   GESTÃO   CONTÁBIL   PLANEJAMENTO   ORÇAMENTÁRIO   JURÍDICO   RELAÇÃO   TRABALHISTA   RELAÇÃO  COM   CLIENTES   RELAÇÃO  COM   FORNECEDORES   RELAÇÃO  COM   MERCADO  
  104. 104. CRÉDITO   •  Reduzir  riscos  de  inadimplência   •  Conhecer  o  Cliente   •  Condições  de  Negociação   •  Conhecer  os  interlocutores   •  Conhecer  o  setor  e  o  mercado  do  cliente   •  05  C’s–  Caráter,  Capacidade,  Capital,   Colateral  e  Condições    
  105. 105. ADM/FIN   FACILITIES   RECURSOS   TÉCNICOS   CONDIÇÕES  DE   TRABALHO   AMBIENTE   PATRIMONIAL   RH   DPESSOAL   TREINAMENTO   CLIMA   SELEÇÃO   BENEFÍCIOS   INTEGRAÇÃO   FINANÇAS   CRÉDITO   FATURAMENTO   COBRANÇA   GESTÃO  DE   CAIXA   CONTAS  À   PAGAR   GESTÃO   CONTÁBIL   PLANEJAMENTO   ORÇAMENTÁRIO   JURÍDICO   RELAÇÃO   TRABALHISTA   RELAÇÃO  COM   CLIENTES   RELAÇÃO  COM   FORNECEDORES   RELAÇÃO  COM   MERCADO  
  106. 106. FATURAMENTO   •  Checking  (quando  há  repasses)   •  Emissão  das  Notas  Fiscais   •  Emissão  dos  Boletos  no  junto  ao  banco   •  Expedição  e  comprovação  da  entrega   •  Acompanhamento  e  análise  do  contrato   •  Aprovação  do  cliente   •  Atenção  às  datas   •  Peculiaridades  de  cada  cliente   •  Conhecer  o  Interlocutor  
  107. 107. ADM/FIN   FACILITIES   RECURSOS   TÉCNICOS   CONDIÇÕES  DE   TRABALHO   AMBIENTE   PATRIMONIAL   RH   DPESSOAL   TREINAMENTO   CLIMA   SELEÇÃO   BENEFÍCIOS   INTEGRAÇÃO   FINANÇAS   CRÉDITO   FATURAMENTO   COBRANÇA   GESTÃO  DE   CAIXA   CONTAS  À   PAGAR   GESTÃO   CONTÁBIL   PLANEJAMENTO   ORÇAMENTÁRIO   JURÍDICO   RELAÇÃO   TRABALHISTA   RELAÇÃO  COM   CLIENTES   RELAÇÃO  COM   FORNECEDORES   RELAÇÃO  COM   MERCADO  
  108. 108. COBRANÇA   •  Conhecer  o  interlocutor   •  Acompanhar  os  pagamentos   •  Cobrança  Simples  e  Escritural   •  Desconto  de  Títulos   •  Factoring   •  Negociação  em  caso  de  atraso   •  Taxa  de  Juros  e  Multa   •  Cartório  e  cobrança  extra-­‐judicial    
  109. 109. DICAS  DE  COMO  COBRAR  OS   CLIENTES:   •  Conheça  seu  interlocutor   •  Assegure-­‐se  de  que  todo  o  processo  está  correto   •  Não  cobre!  Faça  o  cliente  entender  que  pode  ter   sido  um  erro  seu.   •  Registre  todo  o  histórico   •  Visite  o  cliente     •  Não  espalhe  para  empresa  que  o  cliente  não   pagou.  Informe  apenas  o  atendimento.    
  110. 110. ADM/FIN   FACILITIES   RECURSOS   TÉCNICOS   CONDIÇÕES  DE   TRABALHO   AMBIENTE   PATRIMONIAL   RH   DPESSOAL   TREINAMENTO   CLIMA   SELEÇÃO   BENEFÍCIOS   INTEGRAÇÃO   FINANÇAS   CRÉDITO   FATURAMENTO   COBRANÇA   GESTÃO  DE   CAIXA   CONTAS  À   PAGAR   GESTÃO   CONTÁBIL   PLANEJAMENTO   ORÇAMENTÁRIO   JURÍDICO   RELAÇÃO   TRABALHISTA   RELAÇÃO  COM   CLIENTES   RELAÇÃO  COM   FORNECEDORES   RELAÇÃO  COM   MERCADO  
  111. 111. GESTÃO  DE  CAIXA   •  Fluxo  de  Caixa  –  Controle  de  Entradas  e  Saídas   •  Previsão  de  Receitas   •  Planejamento  de  Despesas   •  Conciliação  Bancária  -­‐  Diária   •  Aplicação  e  Captação   •  Modelo  de  Fluxo  de  Caixa  
  112. 112. INIMIGOS  DO  FLUXO  DE  CAIXA   •  Atraso  no  faturamento  (entrega  de  trabalhos)   •  Cobrança  ineficiente   •  Atraso  de  nos  recebimentos   •  Despesas  inesperadas   •  Atenção  aos  repasses   •  Pagamentos  de  Juros   •  Sócios!    
  113. 113. ADM/FIN   FACILITIES   RECURSOS   TÉCNICOS   CONDIÇÕES  DE   TRABALHO   AMBIENTE   PATRIMONIAL   RH   DPESSOAL   TREINAMENTO   CLIMA   SELEÇÃO   BENEFÍCIOS   INTEGRAÇÃO   FINANÇAS   CRÉDITO   FATURAMENTO   COBRANÇA   GESTÃO  DE   CAIXA   CONTAS  À   PAGAR   GESTÃO   CONTÁBIL   PLANEJAMENTO   ORÇAMENTÁRIO   JURÍDICO   RELAÇÃO   TRABALHISTA   RELAÇÃO  COM   CLIENTES   RELAÇÃO  COM   FORNECEDORES   RELAÇÃO  COM   MERCADO  
  114. 114. CONTAS  À  PAGAR   •  Gestão  das  despesas   •  Despesas  x  gastos     •  Documentação  (Fontes  e  Des_nos)   •  Controle  e  Autorização   •  Prazo  de  pagamentos   •  Negociação  com  fornecedores   •  Reembolso  de  Despesas    
  115. 115. ADM/FIN   FACILITIES   RECURSOS   TÉCNICOS   CONDIÇÕES  DE   TRABALHO   AMBIENTE   PATRIMONIAL   RH   DPESSOAL   TREINAMENTO   CLIMA   SELEÇÃO   BENEFÍCIOS   INTEGRAÇÃO   FINANÇAS   CRÉDITO   FATURAMENTO   COBRANÇA   GESTÃO  DE   CAIXA   CONTAS  À   PAGAR   GESTÃO   CONTÁBIL   PLANEJAMENTO   ORÇAMENTÁRIO   JURÍDICO   RELAÇÃO   TRABALHISTA   RELAÇÃO  COM   CLIENTES   RELAÇÃO  COM   FORNECEDORES   RELAÇÃO  COM   MERCADO  
  116. 116. AGENDA   ü Conhecendo  o  Nosso  Setor   ü O  papel  da  Administração  e  Finanças   •  Fundamentos  da  Contabilidade   •  Planejamento  Orçamentário  e  Financeiro   •  Fontes  de  Receita  
  117. 117. BALANÇO  PATRIMONIAL   Demonstração  contábil   que  tem  por  finalidade   apresentar  a  posição   contábil,  financeira  e   econômica  de  uma   empresa.      
  118. 118. BALANÇO  PATRIMONIAL  
  119. 119. BALANÇO  PATRIMONIAL  
  120. 120. LUCRO   •  EBTDA/EBTIDA   Earnings  Before  Interest,  Taxes,  Deprecia_on  and   Amor_za_on   •  LAJIDA   Lucro  Antes  dos  Juros,  Impostos,  Depreciação  e   Amor_zação   OU   •  Lucro  Operacional  
  121. 121. GERAÇÃO   OPERACIONAL  DE   CAIXA  
  122. 122. MODELO  DE  PROJEÇÃO  DE   RESULTADOS    
  123. 123. DRE   •  Oferece  condições  de  verificar  a  polí_ca  de   vendas  u_lizada   •  Permite  análise  do  resultados  das  vendas  no   período   •  Confere  a  pressão  dos  custos  em  relação  as   vendas   •  Demonstra  se  ocorreu  lucro  ou  prejuízo  ao   final  do  período  
  124. 124. Impostos  
  125. 125. Lucro  Presumido  x  Lucro  Real   Lucro  Presumido  =  Lucro  de  32%   como  base  de  cálculo  para  o  IRPJ     Lucro  Real  =  Base  de  Cálculo  é  o   lucro  apurado.  Se  houver  prejuízo   não  há  IRPJ.      
  126. 126. Simples  Nacional   É  necessário  ver  o  enquadramento  fiscal   (CNAE)       Obs:  Agência  de  Publicidade  não  se   enquadra!  
  127. 127. GESTÃO  CONTÁBIL   •  Registros  fiscais   •  Conciliação  Bancária   •  Competência  Caixa  x  Contábil   •  Documentação   •  Enquadramento  Fiscal   •  Apuração  de  Impostos   •  Retenções   •  Cer_dões  Nega_vas   •  Tem  que  ter  um  bom  contador!      
  128. 128. AGENDA   ü Conhecendo  o  Nosso  Setor   ü O  papel  da  Administração  e  Finanças   ü Fundamentos  da  Contabilidade   •  Planejamento  Orçamentário  e  Financeiro   •  Fontes  de  Receita  
  129. 129. PLANEJAMENTO  E   CONTROLE   ORÇAMENTÁRIO  
  130. 130. GESTÃO PLANEJAMENTO EXECUÇÃOCONTROLE
  131. 131. PLANEJAMENTO Estabelecer com antecedência as ações a serem executadas dentro de cenários e condições preestabelecidos, atribuindo as responsabilidades, para atingir os objetivos fixados.
  132. 132. TIPOS  DE  PLANEJAMENTO   ESTRATÉGICO OPERACIONAL -  Definido para um período de Longo prazo de 4, 5 anos ou mais; -  São definidas metas e objetivos das organizações para o futuro com destaque ao aspecto qualitativo. - Definido para um período de curto prazo, geralmente 1 ano; - Plano detalhado das operações devidamente quantificadas.
  133. 133. TIPOS  DE  PLANEJAMENTO  -­‐  Exemplo   PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO OPERACIONAL OBJETIVO: Redução de 25% nas Despesas Administrativas Metas anuais para atingimento do plano estratégico ANO 1 ANO 2 ANO 3 ANO 4 ANO 5 5 ANOS 5% 5% 5% 5%5%
  134. 134. FUNÇÃO  CONTROLE   •  Medir  o  realizado;   •  Comparar  o  realizado   com  o  planejado;   •  Analisar  os  desvios   significa_vos;   •  Adotar  medidas   corre_vas;   •  Avaliar  a  efe_vidade  das   providências  tomadas;   •  Registrar  essas   informações,  para   aperfeiçoar  o  processo   de  planejamento.  
  135. 135. SISTEMA  DE  PLANEJAMENTO  E  CONTROLE   PLANO ESTRATÉGICO PLANO  OPERACIONAL   ORÇAMENTO EXECUÇÃO RESULTADOS  OBTIDOS   ANÁLISE DOS DESVIOS MEDIDAS  CORRETIVAS   PLANEJAMENTO CONTROLE FASE X1 FASE X2
  136. 136. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO – 3 Anos PLANOS OPERACIONAIS ANO 1 ANO 2 ANO 3 SISTEMA  DE  PLANEJAMENTO  E  CONTROLE  
  137. 137. PROCESSO  ORÇAMENTÁRIO   •  Introduz   o   hábito   do   exame   prévio   e   minucioso   de   informações  antes  da  tomada  de  decisão,     •  Esemula   a   parecipação   de   todos   os   membros   da   administração  na  fixação  dos  objeevos;   •  Exige  quaneficação  das  previsões;   •  Esemula  a  delegação  de  poderes;   •  Exige  informações  contábeis  confiáveis;   •  Permite  ideneficar  áreas  eficientes  e  deficientes;     •  Contribui  para  a  uelização  eficaz  dos  recursos  disponíveis  
  138. 138. LIMITAÇÕES  DO  SISTEMA   ORÇAMENTÁRIO   •  Baseia-­‐se  em  es_ma_vas;   •  Deve  ser  con_nuamente  monitorado  e   adaptado  às  circunstâncias;   •  Atrasos  na  análise  dos  dados  comprometem  as   ações  corre_vas;   •  É  mais  focado  em  custos  do  que  na  criação  de   valor.    
  139. 139. PREMISSAS •  Envolvimento administrativo: •  Adaptação organizacional: •  Orientação para objetivos: •  Comunicação integral: •  Expectativas realistas: •  Informações contábeis confiáveis •  Aplicação flexível: •  Reconhecimento do esforço individual e do grupo •  Acompanhamento:
  140. 140. TÉCNICAS ORÇAMENTÁRIAS
  141. 141. ORÇAMENTO     TRADICIONAL  -­‐  INCREMENTAL     OU   ORÇAMENTO     BASE  ZERO  
  142. 142. Orçamento Tradicional - Incremental •  Elaborado tomando por base o exercício anterior; •  A esse custo acrescenta-se um incremento para compensar a inflação •  Neste processo, não é realizada revisão detalhada das operações em andamento e dos níveis gastos.
  143. 143. Exemplo: Os valores realizados de determinada empresa no ano de 2013 foram: Despesas 2013 Pessoal $ 110,00 Serviços de terceiros $ 80,00 Material de consumo $ 10,00 TOTAL $ 200,00 Orçamento Tradicional - Incremental
  144. 144. Despesas 2013 Projeção 2014 Pessoal $ 110,00 20% $ 132,00 Serviços de terceiros $ 80,00 20% $ 96,00 Material de consumo $ 10,00 20% $ 12,00 TOTAL $ 200,00 20% $ 240,00 Orçamento Tradicional - Incremental
  145. 145. Vantagens ü  Rápida elaboração. Desvantagens ü  Não questiona a validade dos gastos; ü  Não compara os gastos com as necessidades atendidas; ü  Não apresenta uma prioridade nas solicitações de recursos. Orçamento Tradicional - Incremental
  146. 146. Orçamento Base Zero ü  Revisão crítica dos gastos tradicionais de cada área; ü  Analisar o custo-benefício de todos dos projetos, processos e atividades, partindo de uma base “zero”; ü  Aprovar os níveis de gastos após a elaboração com base em critérios previamente definidos; ü  Criação de alternativas para facilitar a escala de prioridades.
  147. 147. Exemplo: Os valores realizados de determinada empresa no ano de 2013 foram: Despesas 2013 Pessoal $ 110,00 Serviços de terceiros $ 80,00 Material de consumo $ 10,00 TOTAL $ 200,00 Orçamento Base Zero
  148. 148. Despesas 2013 Projeção 2014 Pessoal $ 110,00 Revisão $ “x” Serviços de terceiros $ 80,00 Revisão $ “x” Material de consumo $ 10,00 Revisão $ “x” TOTAL $ 200,00 Revisão $ “x” Orçamento Base Zero
  149. 149. Vantagens ü  Concentra-se nas reais necessidades e não nas variações do ano anterior; ü  Fornece informações detalhadas relativas a recursos necessários para se realizarem os fins desejados; ü  Identifica perdas ou engessamento de recursos que não são prioridade. Desvantagem ü  Mais demorado e mais trabalhoso; Orçamento Base Zero
  150. 150. PROCESSO  ORÇAMENTÁRIO      
  151. 151. PROCESSO  ORÇAMENTÁRIO   Previsão   (Planejamento);   Execução;   Controle.  
  152. 152. ü Elaboração das PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS - Parâmetros para as projeções; ü Elaboração dos ORÇAMENTOS: - Operacional; - Financeiro. ETAPAS  ORÇAMENTO      
  153. 153. ORÇAMENTOS   ü  OPERACIONAL: - Orçamento de vendas; - Produção; - Despesas Departamentais. ü  FINANCEIRO: - Orçamento de Caixa; - Orçamento de Investimentos; - Projeção dos Demonstrativos.
  154. 154. ORÇAMENTO  OPERACIONAL  
  155. 155. ORÇAMENTO  OPERACIONAL   ü  Orçamento de Vendas; ü  Orçamento de Produção: - Mão-de-obra; - Materiais; - Custos Indiretos. ü  Orçamento de Despesas Departamentais: - Administrativas; - Comerciais.
  156. 156. MODELOS  DE  ORÇAMENTO  
  157. 157. 190  
  158. 158. Receitas  x  Despesas  (2014)   Jan   Fev   Mar   Abr   Mai   Jun   Jul   Ago   Set   Out   Nov   Dez   Receita   Despesas   191  
  159. 159. 192  
  160. 160. ORÇAMENTO  FINANCEIRO  
  161. 161. FLUXO  DE  CAIXA   •  Liquidez  –  capacidade  de  pagar  os   compromissos  no  prazo   •  Crescimento  –  capacidade  de  inves_r   •  Solidez  –  capacidade  de  con_nuar  gerando   saldos  de  caixa  posi_vos.  
  162. 162. FLUXO  DE  CAIXA   ENTRADAS   • Vendas   SAÍDAS   • Serviços   • Repasses   • Despesas  
  163. 163. FATORES  QUE  AFETAM  O  FC       FATORES   INTERNOS   Prazo  de   recebimento   Negociações   com   fornecedores     Polí_ca   Salarial   Despesas   Operacionais   superios  a   receita   Distribuição   de  lucro  
  164. 164. FATORES  QUE  AFETAM  O  FC       FATORES   EXTERNOS   Mudanças  no   mercado   Novos   concorrentes   Mudança  nos   Impostos   Inadimplência  
  165. 165. Sejam  posi_vos  ou  nega_vos,  é   necessário  primeiro  analisar  as   causas  dos  resultados  para   depois  planejar  estratégias  para   reverter  os  problemas.  
  166. 166. ERROS  IMPERDOÁVEIS  NO  FC   • Não  ter  categorias   • Lançar  vendas  e  não   recebimentos   • Não  ter  um  acompanhamento   diário   • Não  ser  realista  
  167. 167. O  CASO  M&J  PUBLICIDADE   Páginas  22  a  25  
  168. 168. VOCÊ  CONHECE   A  SUA   EMPRESA?  
  169. 169. AGENDA   ü Conhecendo  o  Nosso  Setor   ü O  papel  da  Administração  e  Finanças   ü Fundamentos  da  Contabilidade   ü Planejamento  Orçamentário  e  Financeiro   •  Fontes  de  Receita  
  170. 170. ORIGENS  DA  RECEITA  
  171. 171. q   Fee  Mensal  Fixo   q Comissão  de  mídia  e  produção     q Por  trabalho  realizado  (job  a  job)  –   Custos  Interno   q Por  controle  geral  de  horas  (_me   sheet)   q Por  resultados  (success  fee)   q Bonificação  de  Volume  
  172. 172. #Fee     •  Contrato   •  Escopo  do  trabalho  a  ser   desenvolvido  e  entregue   •  Reembolso  de  despesas     •  Prazo  de  denúncia      
  173. 173. #Comissão     •  Remuneração  calculada  sobre  o   valor  do  inves_mento   •  Lei  4680  –  Normas-­‐padrão   – 20%  Mídia     – 15%  Produção     •  Critério  CENP    
  174. 174. #Job  a  Job     (projetos/custos  internos)   •  Históricos   •  Time  Sheet  –  Custo  Hora   •  Escopo  do  trabalho  a  ser  desenvolvido  e   entregue   •  Reembolso  de  despesas     •  Prazo  de  Pagamento   •  Valor  referencial  (Tabelas  de  Preço  Sinapro/ APADi)   •  Contrato    
  175. 175. #Controle  de  Horas     Venda  de  horas   •  Escopo   •  Prazo  de  Entrega   – Controle  do  Cronograma   •  Horas  não  acumula_vas   •  Contrato  
  176. 176. #Resultados     Success  Fee   •  Mensuração  e  Controle   •  Auditoria   •  Prazos   •  Comprome_mento  com  os  resultados    
  177. 177. BV     Bonificação  de  Volume   Modelo  genuinamente  brasileiro,  BV  surgiu  no   início  dos  anos  60.   Pagamento  de  um  bônus  às  agências,  proporcional   ao  inves_mento  total  feito  pelos  seus  clientes  em   determinados  veículos.   Obje_vo:  incen_vo  ao  aperfeiçoamento  das   agências,  seja  no  que  se  refere  ao   desenvolvimento  de  profissionais,  seja  pela   aquisição  de  ferramentas  que  contribuíssem  para   melhorar  a  qualidade  do  trabalho.    
  178. 178. BV   •  Emissão  de  Nfes   •  Negociação  com  cada  veículo   (incluindo  internet)   •  Negociação  com  fornecedores   diversos  (gráficas,  produtoras,  etc)   •  Contrato  e  Regras  de   Confidencialidade   •   BV  diferente  de  Comissão    
  179. 179. PRECIFICAÇÃO  
  180. 180. 3  Passos  para  se  estabelecer  um  preço   1.  O  quanto  é  cobrado  pelo  mercado   2.  Análise  do  custo   3.  O  quanto  o  cliente  quer  pagar  
  181. 181. Apuração  dos  custos   1.  Mão  de  Obra  Direta  (Remuneração)   2.  Mão  de  Obra  Indireta  (Remuneração)   3.  Despesas  Operacionais   4.  Impostos   5.  Margem  
  182. 182. #Custos  Homem/Hora   •  Preço  x  Custo   •  Preço  x  Valor   •  Preço  x  prazo  (entrega)          
  183. 183. Mão  de  Obra   Salário  ≠  Remuneração     Salário  é  o  que  é  pago  ao  funcionário   Remuneração  =  salário  +  encargos  +  bene•cios      
  184. 184. Encargos  incidentes  sobre  a  folha  
  185. 185. Encargos  pagos  diretamente  aos   funcionários  
  186. 186. Total  de  Encargos  (empresa  não   optante  pelo  Simples  Nacional)  
  187. 187. Encargos  pagos  diretamente  aos   funcionários  (Simples  Nacional)  
  188. 188. Total  de  Encargos  (empresa  optante   pelo  Simples  Nacional)  
  189. 189. Despesas  Operacionais   As  despesas  operacionais  são  todos  os   gastos  desembolsados  ou  previstos,  que   se  relacionam  diretamente  com  o  objeto   social  de  uma  empresa.  
  190. 190. Despesas  Operacionais  =  OVERHEAD   Custos  de  operação  de  uma  empresa  não   diretamente  relacionado  com  fazer  um   produto  ou  serviço.     Exemplos:   -­‐  Folha  da  Administração   -­‐  Aluguel     -­‐  Luz/Internet/Telefone   -­‐  Remuneração  dos  Sócios  
  191. 191. Agência  Tradicional  
  192. 192. Custos  Operacionais  
  193. 193. Quanto  se  quer  ganhar?  
  194. 194. 160H  –  20%  
  195. 195. Se,     Seu  limite  de  tempo  é  de  128H/mês   Seu  custo  homem/hora  é  de  R$  1.115,15     Logo  R$  1.115,15  x  128  =  R$  142.739,20     Obs:     i  –  Produevidade     ii  –  Margem  /  preço    
  196. 196. Envolvimento  de  cada  profissional  
  197. 197. Outra  forma  de  es_mar  o  OVERHEAD  
  198. 198. #TEM  QUE  NEGOCIAR   SEMPRE  
  199. 199. - Visão detalhada da real situação da empresa; - Onde e como crescer, onde e como diminuir; - Pessoas no lugar certo; SER FINANCEIRO…
  200. 200. - Ferramentas de negociação com clientes e fornecedores; - Maior poder de decisão; - Informações de gestão em tempo real; SER FINANCEIRO…
  201. 201. - Maior disponibilidade de dados para análise e comparações; - Medidores para análise de não-conformidades dos processos. SER FINANCEIRO…
  202. 202. gestão     de  caixa   segurança   transparência   gestão     tributária   planejamento   financeiro   gestão     contábil   tomada  de   decisão   novos   negócios   foco  no   negócio  

×