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Percepção de pesquisadores de instituições públicas acerca da Ciência Aberta.

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Percepção de pesquisadores de instituições públicas acerca da Ciência Aberta.

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Percepção de pesquisadores de instituições públicas acerca da Ciência Aberta.

  1. 1. Percepção de pesquisadores de instituições públicas acerca da ciência aberta Kátia de Oliveira Rodrigues (UFBA) Susane Barros (UFBA) Flávia Rosa (UFBA) Bruna Lessa (UF
  2. 2. Contexto • Comunicação científica (CC) envolve fluxos, sistemas e processos; • Atores principais na contemporaneidade - pesquisadores/autores, instituições, editores e agências de fomento; • Conexão do mundial através de redes, caracterizada pelo acesso à informação, em tempo real e de forma global, impõe-se graças às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).
  3. 3. Marcos importantes • Declarações de Budapeste (2002), Bethesda e de Berlim(2003); • Manifesto Brasileiro em prol do Acesso Livre ao Conhecimento Científico (Ibict/2005) • Edital Finep/PCAL/XBDB n. 002/2009 - kits tecnológicos para implantação de Repositórios Institucionais (Ibict); • Manifesto Brasileiro de Acesso Aberto aos Dados da Pesquisa Brasileira, 28 de setembro de 2016 no Dia Internacional do Acesso Universal à Informação (Ibict).
  4. 4. Objetivo Identificar a percepção dos pesquisadores bolsistas de produtividade em pesquisa do CNPq, nível 1A, de instituições públicas acerca da ciência aberta
  5. 5. Universo da pesquisa Pesquisadores 1A das Instituições projeto piloto do Edital Finep/ Ibict Posição no Webometrics Ranking of World's Universities Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) 4ª Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) 7ª Universidade de Brasília (UnB) 9ª Universidade Federal da Bahia (UFBA) 11ª Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) 80ª
  6. 6. Detalhamento da amostra da pesquisa • Seleção dos pesquisadores - Mapa de Investimento do CNPq, 121 bolsistas PQ 1A, desse total 23 foram descartados por não localização do contato; • Número de bolsistas por Instituição: UFBA (20), UNB (36), UFSC (26), UFRGS (13), IBICT/DF (1), UFPE (2); • Para análise comparativa - a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) maior número de bolsistas na categoria da pesquisa - 115 bolsistas.
  7. 7. Caracterização e instrumento • Pesquisa descritiva, com abordagem quantitativa. • Instrumento de coleta de dados: questionário (oito perguntas, seis fechadas e duas com múltiplas possibilidades de marcação e dados de identificação). • Survey Monkey – plataforma para pesquisa on-line, acesso através de link personalizado.
  8. 8. Participantes • Resultados obtidos através de 53 pesquisadores, sendo 41 das cinco instituições que participaram do projeto piloto contempladas no Edital Finep/PCAL/XBDB n. 002/2009; • 12 da UFRJ.
  9. 9. Análise e discussão dos resultados • Caracterização: faixa etária entre 56-65 anos; prevalência masculina, 88,89%; • Conhecimento das práticas da ciência aberta, 71,43% “Sim”; • Concordância quanto com as práticas de ciência aberta, quase a totalidade, 92, 59%.
  10. 10. Dimensões da ciência aberta
  11. 11. Motivação a prática da Ciência Aberta
  12. 12. Conclusão • Práticas da Ciência Aberta adotadas por pesquisadores bolsistas do CNPq, nível 1A, em especial aqueles na faixa etária mais elevadas, a partir dos 56 anos; • Dimensões da CA não dependem exclusivamente de uma decisão individual, a exemplo da “Revisão por pares aberta” e dos “Dados abertos”. São posições adotadas por alguns editores de periódicos científicos;
  13. 13. Conclusão • Sugestão: ampliar a amostra da pesquisa, há um desconhecimento do que é a Ciência Aberta pela maioria; • Retoma-se o que ocorreu quando da implantação dos repositórios institucionais: pesquisadores desconheciam e ficavam inseguros quanto à disponibilização da sua produção; • Compartilhamento de dados hoje, graças às TIC, é um facilitador para o plágio, por outro lado se tornou muito mais fácil se detectar o uso indevido da produção de terceiros sem citar a fonte; • As redes estão disponíveis tanto para o bem como para o mal, temos sim, desde cedo, que fortalecer o tema da ética na comunicação científica.
  14. 14. Obrigada!

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