Trab1 8a grp04

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Trab1 8a grp04

  1. 1. 100 anos da implantação da República em Portugal<br />Portugal e a 1ª Guerra Mundial<br />Escola Básica 2/3 ciclos José Maria dos Santos<br />Área de Projecto – 8ºA<br /><ul><li>Mariana Leite, nº20
  2. 2. Mariana Durães, nº21</li></li></ul><li>Portugal e a 1ª Guerra Mundial<br />Portugal participou no primeiro conflito mundial ao lado dos Aliados, o que estava de acordo com as orientações da República ainda recentemente instaurada.<br />Inglaterra, que mantinha uma aliança com Portugal, moveu influências para que o país não participasse na Guerra. <br />
  3. 3. Razões para uma posição activa na guerra:<br /><ul><li>Pela manutenção das colónias, de modo a poder reclamar a sua soberania no final da guerra;
  4. 4. A necessidade de afirmar o prestígio e a influência diplomática do Estado.
  5. 5. A vontade de afirmar valores de Estado que distinguissem Portugal da Espanha. </li></li></ul><li><ul><li>O Partido Democrático, no poder, movido também pelo facto de já existirem combates entre tropas portuguesas e alemãs junto às fronteiras das colónias em África, desde cedo demonstrou interesse em tornar-se parte beligerante do conflito.
  6. 6. Em Setembro de 1914 eram enviadas as primeiras tropas para África onde as esperariam uma série de derrotas perante os alemães, na fronteira do sul de Angola com o Sudoeste Africano alemão e na fronteira norte de Moçambique com a África Oriental Alemã.</li></li></ul><li>Em Angola<br /><ul><li>Sob o comando de Alves Roçadas, foi enviado para Angola uma força expedicionária de 1600 homens, em Outubro de 1914.
  7. 7. Na fronteira sul, após um ataque alemão ao posto fronteiriço de Cuangar, as tropas portuguesas tentaram expulsar os alemães do território, mas em Dezembro de 1914, foram derrotadas em Naulila , recuando para Humbe.
  8. 8. As tropas alemães também retiraram mas, em simultâneo, as populações locais acabaram por se revoltar contra a soberania portuguesa.</li></li></ul><li> Em Moçambique<br /><ul><li>Após um ataque alemão ao posto fronteiriço de Maziua, no Rovuma, o governo de Portugal enviou para Moçambique uma força de 1527 homens.
  9. 9. Essa força, que chegou a Moçambique em Outubro de 1914, estava completamente desorganizada, de tal forma que, passados alguns meses, mesmo sem ter tido nenhum contacto com o inimigo, já tinha perdido 21% dos seus efectivos devido a doenças.
  10. 10. Até ao fim da guerra Portugal enviou várias companhias para controlar e defender o território.</li></li></ul><li>Europa<br /><ul><li>Em Março de 1916, apesar das tentativas da Inglaterra para que Portugal não se envolvesse no conflito, o antigo aliado português decidiu pedir ao Estado português o apresamento de todos os navios germânicos na costa lusitana.
  11. 11. Esta atitude justificou a declaração oficial de guerra a Portugal pela Alemanha, a 9 de Março de 1916 (apesar dos combates em África desde 1914).</li></li></ul><li>Batalha de La Lys<br /><ul><li> A Batalha do Lys ou Batalha de La Lys, deu-se entre 9 e 29 de Abril de 1918, no vale da Ribeira da La Lys, sector de Ypres, na região da Flandres, na Bélgica.
  12. 12. Nesta batalha, que marcou a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, os exércitos alemães provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, que aqui teve as seguintes baixas:
  13. 13. 1341 mortos,
  14. 14. 4626 feridos,
  15. 15. 1932 desaparecidos
  16. 16. 7440 prisioneiros.</li></li></ul><li>Crise em Portugal<br /><ul><li>À medida que o número de mortes vai aumentando no Corpo Expedicionário Português e o seu fim era previsível, a guerra tornava-se cada vez mais impopular.
  17. 17. O custo de vida aumentava, o abastecimento de géneros escasseava e o desemprego aumentava.
  18. 18. Estes factores fizeram despoletar violentas reacções sociais que eram aproveitadas pelos unionistas e monárquicos, contrários à intervenção de Portugal no confronto armado e defensores da retirada das tropas portuguesas dos campos de batalha da Europa.</li>

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