SAÍDA DE CAMPO – TURMA 10º - 1 E 3




Serra da Freita / Centro de interpretação geológica de Canelas
“Ainda que sendo a ousadia interpretativa
  alimentar a actividade científica é, no entanto,
  a observação intencional,pe...
OBJECTIVOS
   Promover o contacto com paisagens geológicas raras,
    valorizando os recursos naturais de uma região, com...
CARTA GEOLÓGICA SIMPLIFICADA
PARQUE DE CAMPISMO DA FREITA
   localizado em pleno planalto da serra da Freita, é um
    local singular no que se refere...
PERCURSO PEDESTRE NO PLANALTO
   ao longo do percurso foi possível observar
    muitas riquezas naturais, das quais se
    destacam....
... afloramentos de granito, com os imponentes
   picos que se destacam no planalto
ALTERAÇÃO DOS GRANITOS
Onde é que

QUANDO O GRANITO FICA AREIA.....
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EROSÃO EM GRANITOS

                O livro de geólogo!
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GRANITOS COM ALVÉOLOS
Está a carregar!!!
Quando chover....
   um outro aspecto natural observado foram as
    turfeiras, em declínio devido ao excesso de
    pastoreio, as quais re...
TURFEIRAS
UM RIO EM LABORATÓRIO....


                        Erosão e
                        Transporte




         sedimentação
ROCHAS METAMÓRFICAS

   As rochas metamórficas resultantes de
    metamorfismo regional, apresentam
    predominância de ...
BOUDINS!! NÃO SÃO CHOURIÇOS, SÃO
SAUDADES DE GEOLOGIA ESTRUTURAL
CAÇA ÀS ESTAUROLITES!!!




                    Uma rocha com estaurolites é
                    metamórfica!!
XISTO MOSQUEADO
FRECHA DA MIZARELA (MIRADOURO)
   Neste local foi possível
    observar um fenómeno de
    erosão diferencial provocada
 ...
FRECHA DA MIZARELA
CASTANHEIRA – PEDRAS PARIDEIRAS
PEDRAS PARIDEIRAS
Neste local observou-se o plutonito de Castanheira
(granitóide nodular) que constitui um corpo intrusivo...
NÓDULOS
ALMOÇO NA SERRA
PEDREIRA DE CANELAS E CENTRO
INTERPRETATIVO E GEOLÓGICO
   A jazida paleontológica de Canelas é uma
    louseira onde se encontram invertebrados
    fósseis de numerosas classes...
   Os alunos puderam assistir ao processamento
    da rocha por operários especializados,
    observando o método de cort...
UNIDADE DE TRANSFORMAÇÃO
CORTE COM MÁQUINAS
CORTE MANUAL – “KINDER SURPRESA”!!!
ONDE OS MEUS OLHOS BRILHARAM
VISITA AO MUSEU

   o contacto com exemplares
    de fósseis que constituem
    um acervo único no mundo,
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O QUE FICOU DE UMA SAÍDA DE CAMPO

 a participação dos alunos
  foi excelente;
 foram atingidos os
  objectivos previame...
ESTA ACTIVIDADE CONTOU COM A COLABORAÇÃO DE:

 duas técnicas do Visionarium (uma professora e
  uma guia), as quais foram...
Saída de campo   serra da freita (arouca)
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Saída de campo serra da freita (arouca)

  1. 1. SAÍDA DE CAMPO – TURMA 10º - 1 E 3 Serra da Freita / Centro de interpretação geológica de Canelas
  2. 2. “Ainda que sendo a ousadia interpretativa alimentar a actividade científica é, no entanto, a observação intencional,pensada, significante e sistemática que constitui a referência para uma apropriação, pela didáctica de uma Epistemologia Racionalista.” ( in Geólogos nº 1, 1997, pp.27)
  3. 3. OBJECTIVOS  Promover o contacto com paisagens geológicas raras, valorizando os recursos naturais de uma região, como forma de promover a educação ambiental;  Observar, localmente, testemunhos paleontológicos e litológicos da História da Terra, no sentido de compreender a dinâmica da Terra;  Sensibilizar para a preservação e a protecção dos ambientes naturais;  Fomentar o convívio inter-turmas e professor-aluno;  Desenvolver atitudes responsáveis, promovendo a consciência ecológica através do contacto com os valores naturais de uma região.
  4. 4. CARTA GEOLÓGICA SIMPLIFICADA
  5. 5. PARQUE DE CAMPISMO DA FREITA  localizado em pleno planalto da serra da Freita, é um local singular no que se refere às suas riquezas naturais, apesar de já pouco se poder encontrar do ambiente original, devido à desflorestação, à arborização com introdução de espécies exóticas, aos fogos sucessivos e ao excesso de pastorícia de gado ovino e caprino;  sob o ponto de vista geológico destacam-se os granitos que, em certos locais, originam metamorfismo de contacto com auréolas de metamorfismo e litologias características (corneanas pelíticas e xistos mosqueados, entre outras);
  6. 6. PERCURSO PEDESTRE NO PLANALTO
  7. 7.  ao longo do percurso foi possível observar muitas riquezas naturais, das quais se destacam....
  8. 8. ... afloramentos de granito, com os imponentes picos que se destacam no planalto
  9. 9. ALTERAÇÃO DOS GRANITOS
  10. 10. Onde é que QUANDO O GRANITO FICA AREIA..... ouvi falar no ciclo das rochas?!!!!
  11. 11. EROSÃO EM GRANITOS O livro de geólogo! Não faz parte do Plano Nacional de Leitura!!! É escala!!!
  12. 12. GRANITOS COM ALVÉOLOS
  13. 13. Está a carregar!!! Quando chover....
  14. 14.  um outro aspecto natural observado foram as turfeiras, em declínio devido ao excesso de pastoreio, as quais resultaram do avanço e recuo do gelo e do degelo em épocas remotas da história da Terra, cujo efeito foi a constituição de zonas de carvão fossilizado, agora cobertas por musgos, urze, carqueja e plantas insectívoras (Drosera rotundifolia ou orvalhinha);
  15. 15. TURFEIRAS
  16. 16. UM RIO EM LABORATÓRIO.... Erosão e Transporte sedimentação
  17. 17. ROCHAS METAMÓRFICAS  As rochas metamórficas resultantes de metamorfismo regional, apresentam predominância de rochas pelíticas, em geral quartzíticas, intercaladas com metagrauvaques.
  18. 18. BOUDINS!! NÃO SÃO CHOURIÇOS, SÃO SAUDADES DE GEOLOGIA ESTRUTURAL
  19. 19. CAÇA ÀS ESTAUROLITES!!! Uma rocha com estaurolites é metamórfica!!
  20. 20. XISTO MOSQUEADO
  21. 21. FRECHA DA MIZARELA (MIRADOURO)  Neste local foi possível observar um fenómeno de erosão diferencial provocada pelo rio Caima, que ao passar de litologias graníticas para litologias xistentas, origina um desnível acentuado; na vegetação observada predominam os verdes vivos do carvalho-roble e o verde pardo do carvalho-negral;
  22. 22. FRECHA DA MIZARELA
  23. 23. CASTANHEIRA – PEDRAS PARIDEIRAS
  24. 24. PEDRAS PARIDEIRAS Neste local observou-se o plutonito de Castanheira (granitóide nodular) que constitui um corpo intrusivo nos micaxistos; esta rocha possui grão médio, duas micas, com estrutura nodular; os nódulos, de forma discoidal e biconvexa, integram um “núcleo” de composição granítica (quartzo e feldspato) envolvido por camadas de biotite; estes nódulos destacam-se facilmente da rocha deixando nela o seu molde forrado pela biotite; os nódulos estão dispersos pela rocha, podendo alcançar 15 cm de comprimento e o fenómeno de separação da rocha, por acção dos agentes erosivos, é conhecido por “pedras parideiras”, existindo uma tradição oral na região associada a este fenómeno raro no mundo inteiro;
  25. 25. NÓDULOS
  26. 26. ALMOÇO NA SERRA
  27. 27. PEDREIRA DE CANELAS E CENTRO INTERPRETATIVO E GEOLÓGICO
  28. 28.  A jazida paleontológica de Canelas é uma louseira onde se encontram invertebrados fósseis de numerosas classes, com especial destaque para as trilobites; este local é objecto de especial preservação devido às trilobites gigantes do período Ordovícico;
  29. 29.  Os alunos puderam assistir ao processamento da rocha por operários especializados, observando o método de corte e a possibilidade de serem encontrados exemplares de fósseis nesse processo;
  30. 30. UNIDADE DE TRANSFORMAÇÃO
  31. 31. CORTE COM MÁQUINAS
  32. 32. CORTE MANUAL – “KINDER SURPRESA”!!!
  33. 33. ONDE OS MEUS OLHOS BRILHARAM
  34. 34. VISITA AO MUSEU  o contacto com exemplares de fósseis que constituem um acervo único no mundo, quer pela quantidade, quer pela qualidade dos exemplares em exposição.
  35. 35. O QUE FICOU DE UMA SAÍDA DE CAMPO  a participação dos alunos foi excelente;  foram atingidos os objectivos previamente estabelecidos e os alunos expressaram – apesar das condições climatéricas – a sua satisfação.
  36. 36. ESTA ACTIVIDADE CONTOU COM A COLABORAÇÃO DE:  duas técnicas do Visionarium (uma professora e uma guia), as quais foram responsáveis pela dinamização do percurso pedestre na Serra da Freita, entre o Parque de Campismo do Merujal e a Aldeia da Castanheira;  dois guias do Centro Interpretativo e Geológico de Canelas, responsáveis pelo acompanhamento dos alunos na deslocação à Unidade de Produção e Transformação da lousa e ao Museu;  Professores das turmas (Antonieta Alves – FQ, João Nogal – BG e Nuno Correia – BG ).

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