Movimenta -o de carga

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Movimenta -o de carga

  1. 1. CURSO MOVIMENTAÇÃO DECARGASESCOLA TÉCNICA ATENEWSegurança para Movimentação de Cargas
  2. 2. ApresentaçãoA dinâmica social dos tempos de globalização exige dos profissionais atualização constante. Mesmoas áreas tecnológicas de ponta ficam obsoletas em ciclos cada vez mais curtos, trazendo desafiosrenovados a cada dia, e tendo como consequência para a educação a necessidade de encontrar novase rápidas respostas.Nesse cenário, impõe-se a educação continuada, exigindo que os profissionais busquem atualizaçãoconstante durante toda a sua vida - e os docentes e alunos da Escola Técnica ATENEW incluem-senessas novas demandas sociais.É preciso, pois, promover, tanto para os docentes como para os alunos da educação profissional, ascondições que propiciem o desenvolvimento de novas formas de ensinar e aprender, favorecendo otrabalho de equipe, a pesquisa, a iniciativa e a criatividade, entre outros aspectos, ampliando suaspossibilidades de atuar com autonomia, de forma competente.Seguindo essa linha de pensamento, a Escola Técnica ATENEW organizou o Curso NoçõesBásicas de Segurança para Movimentação de Cargas, destinado aos profissionais que desejam realizarsuas tarefas de forma mais segura, responsável e, por conseguinte, com maior competência.Para realizar o Curso, você terá à sua disposição, além de professores especializados em NoçõesBásicas de Segurança, este material didático, que tem a função de orientar sua aprendizagem, ou seja,ser um guia para os estudos.Portanto, a leitura atenta desse conteúdo vai ser bastante útil para que você possa participar, commais facilidade, das discussões em sala de aula e, também, organizar os conhecimentos adquiridos.Finalmente, manifestamos nosso desejo para que tenha êxito em seus estudos e sucesso profissional.ESCOLA TÉCNICA ATENEWSegurança para Movimentação de Cargas
  3. 3. Uma palavra inicialMeio ambiente...Saúde e segurança no trabalho...O que é que nós temos a ver com isso?Antes de iniciarmos o estudo deste material, há dois pontos que merecem destaque: a relação entreo processo produtivo e o meio ambiente; e a questão da saúde e segurança no trabalho.As indústrias e os negócios são a base da economia moderna. Não só produzem os bens e serviçosnecessários, como também dão acesso a emprego e renda. Mas, para atender a essas necessidades,precisam usar recursos e matérias-primas. Os impactos no meio ambiente muito frequentementedecorrem do tipo de indústria existente no local, do que ela produz e, principalmente, de como produz.É preciso entender que todas as atividades humanas transformam o ambiente. Estamos sempreretirando materiais da natureza, transformando-os e depois jogando o que "sobra" de volta ao ambientenatural. Ao retirar do meio ambiente os materiais necessários para produzir bens, altera-se o equilíbriodos ecossistemas e arrisca-se ao esgotamento de diversos recursos naturais que não são renováveisou. quando o são, têm sua renovação prejudicada pela velocidade da extração, superior à capacidadeda natureza para se recompor. É necessário fazer planos de curto e longo prazo, para diminuir osimpactos que o processo produtivo causa na natureza. Além disso, as indústrias precisam se preocuparcom a recomposição da paisagem e ter em mente a saúde dos seus trabalhadores e da população quevive ao seu redor.Com o crescimento da industrialização e a sua concentração em determinadas áreas, o problemada poluição aumentou e se intensificou. Em relação ao ar e à água, a questão é bastante complexa,pois as emissões poluentes se espalham de um ponto fixo para uma grande região, dependendo dosventos, do curso da água e das demais condições ambientais, tornando difícil localizar, com precisão, aorigem do problema. No entanto, é importante repetir que, ao depositarem no solo os resíduos, aolançarem efluentes sem tratamento em rios, lagoas e demais corpos hídricos, as indústrias causamdanos ao meio ambiente.ESCOLA TÉCNICA ATENEWSegurança para Movimentação de Cargas
  4. 4. O uso indiscriminado dos recursos naturais e a contínua acumulação de lixo mostram a falha básicade nosso sistema produtivo: ele opera em linha reta. Extraem-se as matérias-primas através de processosde produção desperdiçadores e que geram subprodutos tóxicos. Fabricam-se produtos de utilidadelimitada que, finalmente, viram lixo, o qual se acumula nos aterros. Produzir, consumir e dispensar bensdesta forma, obviamente, não é sustentável.Enquanto os resíduos naturais (que não podem, propriamente, ser chamados de "lixo") são absorvidose reaproveitados pela natureza, a maioria dos resíduos deixados pelas indústrias não tem aproveitamentopara qualquer espécie de organismo vivo e, para alguns, pode até ser fatal. O meio ambiente podeabsorver resíduos, redistribuí-los e transformá-los. Mas, da mesma forma que a Terra possui umacapacidade limitada de produzir recursos renováveis, sua capacidade de receber resíduos também érestrita, e a de receber resíduos tóxicos praticamente não existe.Ganha força, atualmente, a ideia de que as empresas devem ter procedimentos éticos que considerema preservação do ambiente como uma parte de sua missão. Isto quer dizer que se devem adotarpráticas voltadas para tal preocupação, introduzindo processos que reduzam o uso de matérias-primase energia, diminuam os resíduos e impeçam a poluição.Cada indústria tem suas próprias características. Também se sabe que a conservação de recursosé importante. Deve haver crescente preocupação com a qualidade, durabilidade, possibilidade deconserto e vida útil dos produtos.As empresas precisam não só continuar reduzindo a poluição, como também buscar novas formasde economizar energia, melhorar os efluentes, reduzir a poluição, o lixo e o uso de matérias-primas.Reciclar e conservar energia são atitudes essenciais no mundo contemporâneo.É difícil ter uma visão única que seja útil para todas as empresas. Cada uma enfrenta desafiosdiferentes e pode beneficiar-se de sua própria visão de futuro. Ao olhar para o futuro, nós (o público,as empresas, as cidades e as nações) podemos decidir que alternativas são mais desejáveis e trabalharcom elas.Entretanto, é verdade que tanto os indivíduos quanto as instituições só mudarão as suas práticasquando acreditarem que seu novo comportamento lhes trará benefícios — sejam estes financeiros,para sua reputação ou para sua segurança.A mudança nos hábitos não é uma coisa que possa ser imposta. Deve ser uma escolha de pessoasbem informadas a favor de bens e serviços sustentáveis. A tarefa é criar condições que melhorem acapacidade de as pessoas escolherem, usarem e disporem de bens e serviços de forma sustentável.Além dos impactos causados na natureza, diversos são os malefícios à saúde humana provocadospela poluição do ar, dos rios e mares, assim como são inerentes aos processos produtivos alguns riscosà saúde e segurança do trabalhador. Atualmente, acidente do trabalho é uma questão que preocupa osempregadores, empregados e governantes, e as consequências acabam afetando a todos.De um lado, é necessário que os trabalhadores adotem um comportamento seguro no trabalho,usando os equipamentos de proteção individual e coletiva; de outro, cabe aos empregadores prover aempresa com esses equipamentos, orientar quanto ao seu uso, fiscalizar as condições da cadeia produtivae a adequação dos equipamentos de proteção.ESCOLA TÉCNICA ATENEWSegurança para Movimentação de Cargas
  5. 5. A redução do número de acidentes só será possível à medida que cada um - trabalhador, patrão egoverno - assuma, em todas as situações, atitudes preventivas, capazes de resguardar a segurança detodos.Deve-se considerar, também, que cada indústria possui um sistema produtivo próprio, e, portanto, énecessário analisá-lo em sua especificidade, para determinar seu impacto sobre o meio ambiente, asaúde e os riscos que o sistema oferece à segurança dos trabalhadores, propondo alternativas quepossam levar a melhores condições de vida para todos.Da conscientização, partimos para a ação: cresce, cada vez mais, o número de países, empresas eindivíduos que, já estando conscientizados acerca desses fatos, vêm desenvolvendo ações quecontribuem para proteger o meio ambiente e cuidar da nossa saúde. Mas isso ainda não é suficiente...faz-se necessário ampliar tais ações, e a educação é um valioso recurso que pode e deve ser usado emtal direção. Assim, iniciamos este material conversando com você sobre o meio ambiente, a saúde ea segurança no trabalho, lembrando que, no exercício profissional diário, você deve agir de formaharmoniosa com o ambiente, zelando também pela segurança e saúde de todos no trabalho.Tente responder à pergunta que inicia este texto: Meio ambiente, saúde e a segurança no trabalho- o que é que eu tenho a ver com isso? Depois, é partir para a ação. Cada um de nós é responsável.Vamos fazer a nossa parte?ESCOLA TÉCNICA ATENEWSegurança para Movimentação de Cargas
  6. 6. ESCOLA TÉCNICA ATENEWSegurança para Movimentação de Cargas
  7. 7. DefiniçãoÉ um aparelho com lança giratória e sistema de levantamento de carga, construído segundo oprincípio da gangorra.Corretamente dimensionado, o guindaste executará a contento todo o serviço e, corretarnenteoperado, trará rapidez e segurança à operação.Com manutenção preventiva em dia, o guindaste dificilmente falhará quando solicitado.Tipos mais usuaisGuindaste sobre esteira com lança treliçada• Utilizado em serviços repetitivos, onde não é necessária a variação do comprimento de lança.• Utilizado em locais de difícil acesso, com terreno irregular ou sem firmeza.• De grande capacidade de carga, pode se locomover com a mesma.• Não é aconselhado para serviços que necessitem de grandes deslocamentos, ou de deslocamentosconstantes.• Recomendado para serviços de escavação, bate-estacas, trabalhos portuários e grandesmovimentações de carga em geral.ESCOLA TÉCNICA ATENEWSegurança para Movimentação de Cargas
  8. 8. Fig. 1 - Guindaste sobre esteira com lança treliçadaGuindaste sobre caminhão com lança treliçada• O acionamento do guindaste é independente do caminhão.• Utilizado em serviços repetitivos, onde não é necessária a variação do comprimento da lança.• Devido à sua constituição sobre caminhão, pode vencer grandes deslocamentos na área de trabalho.• Necessita de terreno firme e regular para que possa operar.• De grande capacidade de carga, não pode se locomover com a mesma.• Recomendado para serviços de montagem industrial e grandes obras de engenharia.ESCOLA TÉCNICA ATENEWSegurança para Movimentação de Cargas1. gancho auxiliar2. gancho principal do JIB3. JIB4. cabo de sustentação do JIB5. cabo de sustentação da lança6. cabo de elevação da lança7. lança8. esteira9. contrapeso10. limitador de lança11. cavalete12. mesa de giro11
  9. 9. 1. caminhão2. cavalete3. cabo de elevação da lança4. caixa de roldanas5. tirante de lança6. ponta de lança7. cabo de carga8. moitão9. gancho10. seção da lança11. pé da lança12. cabine do operador13. pé da sapata14. limitador da lançaFig. 2 - Guindaste sobre caminhão com lança treliçada
  10. 10. Guindaste hidráulico sobre caminhão com lança telescópica• O acionamento do guindaste é independente do caminhão.• Utilizado em serviços diversos, onde haja necessidade constante de variação do comprimento da lança.• Necessita de terreno firme e regular para que possa operar com segurança.• Pode vencer grandes deslocamentos na área de trabalho, ou não.• De grande capacidade de carga, não pode se locomover com a mesma.• Devido à sua grande versatilidade na variação do comprimento da lança, é recomendado paraserviços de levantamento de cargas diversas, levando-se em conta sua tabela de carga.
  11. 11. Guindaste autopropulsor com lança telescópica• Utilizado em serviços repetitivos, onde é necessária a variação do comprimento de lança.• Necessita de terreno firme e regular, para que possa operar com segurança.• Ideal para serviços em áreas apertadas, onde as manobras são dificultadas.• Equipamento versátil no deslocamento, pois os comandos de acionamento do guindaste situam-sena mesma cabine dos comandos de deslocamento.Guindaste sobre pedestalAs grandes plataformas de perfuração e produção de petróleo utilizam guindastes dotados delanças treliçadas, de comprimento constante, fixos à estrutura da plataforma.A maioria destes guindastes possuem dispositivos de segurança extras para o seu uso em plataformasmarítimas, como a balança de carga para aferir com exatidão o peso de cada carga que está sendoiçada.• Utilizado em serviços repetitivos, onde não é necessária a variação do comprimento da lança.• São dotados de lanças treliçadas em tubo de aço mais leve, em cantoneiras de aço mais pesadas,ou mistas.• Empregado em plataformas marítimas, navios, balsas, etc.• Guindaste de grande capacidade, não pode se deslocar.
  12. 12. IntroduçãoO desempenho e a segurança de trabalho dos equipamentos dependem dos conhecimentos, dahabilidade e das precauções de seus operadores. Estatísticas internacionais mostram que a eficiênciae a durabilidade de uma máquina aumentam na razão direta do tino e da experiência do pessoal que autiliza, o mesmo acontecendo com relação aos cuidados que devem ser tomados, no que diz respeitoao problema de se evitarem acidentes.No caso dos guindastes, estas observações ganham dimensão especial: manobras bruscas e arrojadascausam desgaste excessivo e elevam os riscos no canteiro — é preciso manter as lanças a prudentesdistâncias das redes elétricas. Quando isto for impossível, deve-se contar com o auxílio de um sinalizadorque acompanhe os movimentos da máquina e oriente seu operador, a fim de que ele jamaisultrapasse o limite de quatro metros das linhas. Se algum cabo de alta tensão for tocado, o operadordeve manter-se na cabine e ninguém se aproximar do equipamento, até que a corrente sejadesligada. Qualquer deslocamento pelo canteiro também precisa ser atentamente observado eorientado.Estas são as normas gerais de procedimento, a partir das quais qualquer serviço renderá mais. Suaobservância, aliada à prática de empregar estes sinais manuais recomendados pela American Societyof Mechanical Engineers, contribuirá para a maior produtividade do guindaste e maior segurança emsua operação.
  13. 13. Sinalizações do guindastel. Içar - com antebraço vertical, indicador apontando para cima, mova a mão em pequenos círculoshorizontais.Fig. 12. Abaixar- com o braço estendido para baixo, dedo indicador apontando para baixo, mova a mãoem pequenos círculos horizontais.Fig. 23. Erguer lança- braço direito esticado na horizontal, dedos fechados, apontar o polegar para cima.
  14. 14. 4. Baixar lança - braço direito esticado na horizontal, dedos fechados, apontar o polegar para baixo.Fig. 45. Parar - braço esquerdo esticado na horizontal, manter a palma da mão para baixo.Fig. 56. Parada de emergência - braço esquerdo esticado na horizontal, palma da mão para baixo,mover a mão rapidamente, para a direita e para a esquerda.Fig. 6
  15. 15. 7. Deslocamento - braço direito esticado para a frente e na horizontal, mão aberta e erguida,executar movimentos de empurrar na direção em que a máquina deve ser movida.Fig. 78. Travar tudo - antebraços esticados na horizontal, juntar as duas mãos em frente ao corpo.Fig. 89. Movimento lento - braço esquerdo esticado para frente e na horizontal, enquanto a mão direita,fechada e com o dedo indicador apontando para cima, executa a movimentação desejada, sob a palmaesquerda imobilizada (o desenho abaixo indica içar lentamente).Fig. 9
  16. 16. 10. Levantar lança/baixar carga - braço direito esticado na horizontal, polegar apontando paracima, flexionar os outros quatro dedos, abrindo-os e fechando-os, até que a operação se complete.Fig. 1011. Baixar lança/levantar carga - braço direito esticado na vertical, polegar apontando para o chão,flexionar os outros quatro dedos, abrindo-os e fechando-os, até que a operação se complete.Fig. 1112. Girar lança-braço direito esticado na horizontal, apontar, com o dedo indicado, o sentido dogiro desejado.Fig. 12
  17. 17. 13. Acionar uma esteira - antebraço direito esticado para cima na horizontal e o punho fechadoindicam a esteira que deve ser travada, enquanto o antebraço esquerdo, esticado na horizontal, comseu punho fechado e executando pequenos círculos verticais, indica a esteira que deve ser movimentada.Fig. 1314. Acionar duas esteiras - antebraços esticados na horizontal, executar com punhos fechadosem frente ao corpo movimentos circulares (a direção desejada, para frente ou para trás, é dada pelpróprios movimentos dos punhos).Fig. 1415. Estender lança - antebraços esticados para frente e na horizontal, punhos fechados, apontar osdedos polegares para fora.eFig. 15
  18. 18. 16. Recolher lança - antebraços esticados na horizontal e na frente do corpo, punhos fechados,apontar os dedos polegares um para o outro.17. Usar guincho principal - punho direito fechado sobre o capacete, executar com o outro braçoo sinal desejado.18. Usar guincho auxiliar - palma da mão esquerda suportando o cotovelo do braço direito, executaro sinal desejado.Fig. 18
  19. 19. 19. Estender guincho - antebraço direito esticado na horizontal e em frente ao corpo, punho fechadocom o dedo polegar apontando para o peito.Fig. 1920. Recolher guincho - antebraço direito esticado na horizontal e em frente ao corpo, punho fechadocom o dedo polegar apontando para fora.Fig. 20
  20. 20. Precauções operacionais• Limpeza da cabineMantenha o piso limpo, isento de óleo, graxa, trapos, cabos, correntes, baldes, barricas e outrosperigos. Coloque peças soltas numa caixa de ferramentas.Na limpeza, utilize somente produtos não inflamáveis.Assegure-se de que seus sapatos estejam limpos e secos antes de operar os freios.• Nível de óleo do motorRetire a vareta de medição e limpe-a; torne a enfiá-la. Retire novamente e verifique o nível do óleolubrificante. O nível deve estar na marca superior. Se necessário, complete com o mesmo tipo de óleo.Nunca ligue o motor com o nível de óleo abaixo da marca inferior.• Água do radiadorRetire a tampa do radiador e verifique o nível de água. Complete, se necessário. Se o radiadorestiver quente, desligue o motor e espere que ele esfrie, antes de remover sua tampa.• Nível de combustívelVerifique o nível de combustível pela leitura do marcador. É aconselhável encher o tanque no fimdos turnos, para evitar condensação de água.
  21. 21. • Nível de óleo de transmissão (verificar a frio)Retire o bujão superior e verifique se o óleo escorre. Se não, adicione óleo até escorrer.Nunca funcione à transmissão, mesmo em ponto morto, se o nível de óleo estiver baixo.• Inspeçâo geralInspecione os itens relacionados, que são imprescindíveis para uma operação segura do equipamento.Sempre que forem encontradas irregularidades, comunique de imediato ao Setor de Manutenção.Verifique pinos de conexões, parafusos, travas e demais dispositivos antes de iniciar qualqueroperação. Troque-os, em caso de aparentarem graves avarias.Inspecione as roldanas da ponta da lança e do moitão, quanto a desgaste. Roldanas danificadasdeterioram rapidamente os cabos de aço.Ao inspecionar o cabo de carga, proteja suas mãos com luvas adequadas.Saiba o significado das notificações e siga as instruções. Mantenha as notificações limpas.Ao utilizar o JIB, não se esqueça do ângulo da lança! Lembre-se:- Os diagramas de cargas representam a máxima tolerância absoluta de carga,baseada nos limites estruturais ou de tombamento.- O conhecimento do raio de operação exato, do comprimento de lança e doângulo de trabalho é uma rotina do seu dia-a-dia!Antes de executar qualquer levantamento, verifique a capacidade no diagrama de carga existentena cabine do guindaste. Posicione a linha de carga correspondente ao raio necessário e, a seguir,levante a carga.Todos os dispositivos de içamento (moitão, bola do JIB, manilhas, JIB, etc.) são partes da carga aser içada e devem ter pesos somados à mesma.Não exceda as tabelas de cargas da máquina e não confie na estabilidade da mesma para determinara máxima capacidade de levantamento.Lembre-se de que as capacidades do diagrama de carga são baseadas nas seções igualmenteespaçadas.
  22. 22. Cuidados na operaçãoCondições de apoio no terrenoEstrados de madeira sob esteiras evitam a possibilidade de afundamento das mesmas, quando oguindaste estiver trabalhando.Fig. 1Em circunstâncias especiais (terreno muito mole ou quando for necessário distribuir as cargas emmaior área), devem ser usadas madeiras resistentes em toda a superfície de operação.Fig. 2Se houver necessidade da utilização de pilhas de pranchas de madeira, de forma a dar altura,assegure-se de que estejam bem arrumadas e estáveis.
  23. 23. Fig. 3Nunca use a armação de pranchas sob os extensores da patola. Isto mudaria o ponto de apoio doguindaste, reduzindo, peri gosamente, a estabi l idade.Fig. 4É recomendável que as pranchas sob as sapatas estejam encostadas umas nas outras, formandouma área pelo menos três vezes maior que a área de uma sapata, a fim de cobrir totalmente a área damesma.Fig. 5 - Uso.correto e incorreto das pranchas sob as sapatas
  24. 24. As pranchas devem ser niveladas, garantindo que se mantenham perpendiculares (90 graus) aoeixo do cilindro da sapata.Com exceção dos casos de levantamentos "sobre pneus", as operações devem ser executadascomo indicado antes, com as patolas totalmente estendidas, eliminando todo o peso da máquina sobreos pneus.NivelamentoO nivelamento do guindaste deve sempre ser observado para cada levantamento. Empregue ométodo abaixo para certificar-se desse nivelamento. O cabo da carga poderá ser usado como umalinha de prumo.l. Checar nivelamento na traseira.
  25. 25. Comprimento da lançaO melhor, em qualquer operação, é usar o mínimo necessário de comprimento da lança.Fig. 12Não usar o JIB, somente se for necessário aumentar a altura de alcance do gancho acima da lançaprincipal.não necessárioMELHOR
  26. 26. Fig. 13O Jib só deveria ser empregado para aumentar a altura de içamento do guindaste, e não paraaumentar o raio de alcance.Raio de giroPara cargas mais pesadas, não confie somente no "indicador angular" da lança. Confirme a medida
  27. 27. no local. Lembre-se de que o raio é medido do centro de rotação e não do pino do pé da lança. Nuncaultrapasse as capacidades classificadas de sua máquina.Fig. 15Ao operar próximo do limite da tabela de carga, lembre-se de que, com o peso da carga, a lançasofre ligeira deflexão, aumentando o raio de giro.Giro da máquinaO giro rápido do guindaste faz com que a carga saia do raio preestabelecido de giro. O aumento doraio de giro poderá "virar" a máquina.Fig. 16
  28. 28. O mesmo poderá acontecer com lanças de longo comprimento ,com ou sem carga, quandogiradas rapidamente.Tenha certeza de que o freio da mesa de giro opera corretamente. Giros inesperados da lançapodem ser perigosos.Fig. 18Certifique-se de que a situação constatada inicialmente não se modificou após você ter iniciadoo giro.
  29. 29. Fig. 19
  30. 30. CabosAssegure-se da perfeita distribuição das pernas de cabo entre as roldanas da lança e o moitão decarga.Utilize o cabo de carga especificado pelo fabricante.Verifique sempre, ao levantar uma carga, se os cabos não estão emaranhados.Utilize laços ou outros dispositivos, para efetuar içamentos corretos.Nunca dobre o cabo de carga ao redor da peça.Utilize o número correto de pernas de cabo para levantamentos pesados e verifique a lingadaquanto às fixações adequadas.Aceite sinalização de uma única pessoa, empregando a sinalização padrão. Caso seja precisoempregar outra sinalização, tenha certeza de que você e o seu sinaleiro a entendem previamente.O sinaleiro deverá se posicionar de maneira a ser visto pelo operador, e suficientemente perto, seestiver fazendo uso de sinais manuais. Se possível, ele deverá ter uma visão total do guindaste e dacarga, além de estar em posição segura, para não ser atingido pela mesma.Fig. 20
  31. 31. Fig. 21Observe o "Rigger" e/ou a carga enquanto ela estiver se movendo. No caso de ter de olhar emoutra direção, pare a operação imediatamente.
  32. 32. Recomendações gerais
  33. 33. Quando houver perigo de o pessoal ser atingido pelo contrapeso do guindaste, durante seu giro, aárea perigosa deverá ser delimitada com cerca.Fig. 1Assegure-se de que a área do raio de giro do guindaste esteja sempre livre.distância mínima: 6mFig. 2
  34. 34. Nunca gire a carga sobre o pessoal do solo.Antes de começar qualquer levantamento, assegure-se de que não há ninguém dentro da área detrabalho.Não permita a presença de pessoas sobre a carga, quando a mesma estiver sendo levantada.Fig. 3 Fig. 4Antes de engatar a ré, esteja seguro de que não há ninguém atrás da máquina. Sempre que forpossível, peça auxílio de um sinaleiro.Fig. 5Quando descer da máquina, desça normalmente. Pule somente em caso de necessidade.Fig. 6
  35. 35. Não permita "caronas" ou que alguém suba ou desça de uma máquina em movimento.Nunca saia da máquina quando a carga estiver suspensa. Se você tiver que deixar a máquina,abaixe a carga no solo e pare o motor, antes de sair da cabine.Use o pino de bloqueio da mesa de giro para evitar o giro da cabine, antes de rodar com qualquerguindaste.Verifique todos os sistemas de freios e dispositivos limitadores de segurança, antes de iniciar qualqueroperação de movimento em guindastes.Controle da cargaVerifique se todas as patolas estão posicionadas sobre superfícies sólidas; se a máquina está nivelada;se os freios encontram-se ajustados; e se a carga está adequadamente enlaçada ao gancho. Levantea carga suavemente do solo e verifique de novo a estabilidade, antes de continuar com o levantamento.Não levante duas ou mais cargas separadas ao mesmo tempo, ainda que as cargas combinadasestejam dentro da capacidade.Levante uma carga de cada vez.Evite o choque do moitão com a lança, deixando-o sempre com uma distância de 30cm da ponta dalança.Suspenda qualquer operação com o guindaste, quando fatores adversos, tais como chuvas, ventosexcessivos, falta de visibilidade, etc., tornarem a operação insegura.Trabalho próximo a redes elétricasMantenha distância adequada. Para cada linha de rede elétrica existe uma área considerada comolimite absoluto de aproximação. É estritamente proibido aproximar carga, cabo ou lança do guindastedentro desta área.Considere todas as linhas e equipamentos elétricos como "ligados", até que tenha informaçõesconfiáveis em contrário.O engenheiro responsável deverá ser notificado sempre que estiver trabalhando perto de redeselétricas.Não estoque materiais sob linhas energizadas ou próximos a equipamentos energizados.Um estudo prévio do trajeto a ser executado sob linhas energizadas deve ser marcado combandeirolas laterais, para assegurar uma tolerância suficiente.
  36. 36. Ao executar trabalhos sob redes energizadas, aterre o guindaste. A eficiência do aterramento élimitada pela medida do fio condutor usado, pela quantidade de voltagem, corrente, etc.Chame o eletricista para executar um aterramento eficiente.O uso de anéis isolantes, além de proteger somente aqueles que tocam a carga, oferece pequenascapacidades de icamentos. Seu uso não é recomendado.Algumas lanças utilizam dispositivos sensores que alertam sobre as condições energéticas, mas nãoevitam que a corrente elétrica atinja todos os componentes da máquina. Mantenha distância adequada.Linhas de auxílio direcional (tag Une) devem ser constituídas de material não condutor de eletricidade,bem como ser mantidas limpas e secas para não conduzir a eletricidade.Deslocamento do guindasteAs tabelas de cargas de guindastes são geralmente aplicáveis quando eles se encontram parados enivelados.Devido ao grande número de fatores envolvidos no deslocamento de guindaste com carga, emgeral não existem tabelas que possam ser usadas diretamente.Não havendo instruções específicas do fabricante, sugerimos as seguintes precauções:1. Deve-se escolher o caminho mais liso, nivelado e compactado.2. A velocidade deve ser a menor possível.3. O comprimento da lança também deve ser o menor possível.4. Tanto o freio como a trava de giro devem estar acionados. Se for necessário o giro da lançadurante o deslocamento, acione a embreagem antes de destravar e soltar o freio.5. O ângulo da lança deverá estar em torno de 60 graus no deslocamento com carga.6. A lança deverá estar posicionada na direção do movimento, exceto em casos como o do item 10.7. Para deslocamento no sentido da carga, o peso deve ser, no máximo, 80% do valor indicado natabela de carga para guindaste sem patola e lança na posição correspondente.
  37. 37. 8. Para deslocamento no sentido oposto à carga, o peso deve ser, no máximo, 50% do valor indicadona tabela de carga para guindaste sem patola e lança na posição correspondente.Para melhor entendimento, veja o quadro a seguir.Deslocamento do guindaste com cargaP = peso da carga.C = valor da tabela de cargas sem patolas, correspondendo à posição da lança. No caso de guindastesobre esteiras, certifique-se de que a coluna da tabela corresponde ao tipo de contrapeso e à posiçãodas esteiras, ou seja, retraídas ou estendidas.ObservaçãoAs setas indicam o sentido do deslocamento.9. Mantenha o maior comprimento possível de cabo entre a carga e a ponta da lança. A elasticidadedo cabo fará com que se reduza o impacto de carga sobre a lança e outras partes do guindaste, quandohouver imperfeições do terreno.Fig. 8Manter a carga o mais baixo epróximo possível do guindaste.Eventualmente, fixá-la ao guindaste.
  38. 38. 10. No deslocamento com carga deve ser evitada a passagem por terrenos inclinados. Se isso nãopuder ser evitado, a lança deverá ser posicionada na direção da inclinação e no sentido de baixo paracima, independentemente do sentido do movimento do guindaste.Fig. 9Nos deslocamentos sem carga, os itens l, 2, 3, 4, 5, 6 e 9 também deverão ser observados.Antes de efetuar a travessia de pontes, verifique e tenha certeza de que elas suportam cargasuperior ao peso de sua máquina.Obedeça aos sinais de alerta para evitar colisões ou batidas com estruturas.Causas comuns de acidentesSe as sapatas não estão estendidas e a lança não está instalada, o guindaste poderá "virar" com opeso do contrapeso, no caso de giro da cabine.Fig. 10
  39. 39. Solo em desnível ou mal acamado pode causar graves acidentes.Fig. 11É perigoso e desaconselhável apoiar com outra máquina o contrapeso do guindaste, para aumentarcaoacidade e estabilidade do mesmo.Se a lança for estendida sem que se solte o cabo suficiente para o moitão, a carga acabará por secolocar contra a ponta de lança, rompendo o cabo ou danificando seriamente o moitão.Fig, 12Abaixamento da lança, extensão da lança ou carga em excesso para condições em desacordo com atabela de carga podem resultar em perda da estabilidade do equipamento ou danos na estrutura da lança.a capacidade e estabilidade do mesmo.
  40. 40. Outras causasAbaixamento da lançaExtensão da lançaCarga em excessoConsequênciasPerda estabilidadeRuptura da estrutura
  41. 41. Se você se encontrar em uma situação típica de inicio de tombamento, deve iniciar o abaixamentoda carga e aumentar o ângulo da lança, para trazer a carga mais próxima de você.Redes elétricas energizadas são a principal causa de acidentes fatais com guindastes.Fig. 19Em caso de contato com rede elétrica energizada, proceda do modo apresentado a seguir.Mantenha-se sentado na cabine, não entre em pânico. Se você está consciente do que aconteceu,estará a salvo onde se encontra.Fig. 20
  42. 42. Dê instruções a todo o pessoal para se manter afastado da máquina, dos cabos e da carga. Além doguindaste e da carga, também o terreno em volta deverá estar "eletrificado".Sem auxílio e sem que ninguém se aproxime da máquina, tente remover o contato. Mova a lança nadireção oposta à do movimento com que se deu o contato. Lembre-se de que, urna vez formado o"arco elétrico", ele poderá se manter mesmo a uma distância considerável de afastamento da lançaaté se "romper". Continue, pois, se afastando até, pelo menos, uma distância de 3 a 4m do contato.Se o cabo de aço do guindaste parecer estar "soldado " na linha, não tentesoltá-lo. Continue sentado em sua cabine, até que chegue auxilio, mantendosempre o pessoal afastado da máquina.Se não for possível movimentar a máquina e tirá-la do contato com a rede elétrica, mantenha-sesentado em sua cabine, até que técnicos da companhia elétrica desenergizem a rede.Caso seja absolutamente necessário abandonar a cabine, pule livremente.Nunca desça pela escada, pois uma parte do seu corpo ficaria em contato com o guindaste e outraparte em contato com o solo.
  43. 43. CERTO (mas ainda perigoso)
  44. 44. Fig. 21 Fig. 22Você não deve abandonar o guindaste a não ser que seja absolutamente necessário.Veja por quê.O contato com a rede elétrica cria no solo zonas com diferentes potenciais elétricos. No caso deabandono do guindaste, você deverá pular com os pés juntos, não perdendo o equilíbrio no pulo.Ande calmamente, com passos curtos. Não dê passos largos, pois isto possivelmente fará com queum pé fique numa área de maior voltagem que o outro. A diferença de potencial (voltagem) entre osdois pés poderá fazer com que circule uma corrente (possivelmente mortal) por todo o seu corpo.
  45. 45. solo energizadoFig. 23Após afastar o guindaste do local do acidente, faça uma completa inspeção da máquina quanto apossíveis danos causados pelo contato elétrico. Cabos de aço que entraram em contato com a linhadeverão ser substituídos, uma vez que o arco elétrico pode ser soldado, derretido ou "cavado" o cabode aço.A seção do cabo de aço danificada parecerá ter sido queimada por um maçarico.Fig. 24Comunique ao engenheiro responsável qualquer eventual acidente ocorrido em contato com a redeelétrica.
  46. 46. TransporteQuando o guindaste estiver sendo carregado para transporte, assegure-se de que a "rampa" sejalonga o suficiente para se ter um pequeno ângulo de inclinação.Mantenha a lança abaixada e na direção do movimento.Fig. 25A cabine deverá estar bem amarrada à carreta, para assegurar que não haja rotação da mesma.Fig. 26
  47. 47. Carregamento e descarregamentoGrande parte dos danos causados à lança acontece no carregamento, amarração e descarregamentoda mesma.banzoFig. 27Nunca fixar os estropos nas diagonais, pois isso poderá causar deformações nas mesmas.Se possível, evite fixar os estropos nos banzos. Use as pontas de encaixe e fixação dos pinos ouseus "nós" principais.De preferência, use estropo sintético (corda). Se usar cabo de aço, coloque calços de madeira ouborracha nos locais de fixação para evitar danos à lança, tais como mossas, que diminuem a resistênciaestrutural e causam estragos na pintura, dando início ao processo de corrosão (ferrugem).Armação na carretaUse calços embaixo e nas laterais (entre as extensões da lança).Use corda. Não use correntes. Se usar cabo de aço, proteja com meia-cana de borracha as partesdo banzo que ficam em contato com o cabo.ERRADOCERTOdiagonalFig. 28
  48. 48. DefiniçãoDefine-se empilhadeira como um veículo autopropulsor de três rodas, pelo menos, projetado para
  49. 49. levantar, transportar e posicionar materiais.As empilhadeiras constituem um dos equipamentos mais versáteis no transporte interno. Destina-se tanto à movimentação vertical quanto horizontal de praticamente todos os tipos de materiais, sem aslimitações de um trajeto fixo.As cargas são carregadas em garfos, com movimento para cima e para baixo, sobre um quadrosituado na parte dianteira do veículo. As rodas traseiras são direcionadas e as fronteiras, de tração,podem ser motorizadas ou manuais.É uma máquina onde o peso da carga movimentada é balanceado por um contrapeso colocado naparte traseira do veículo.É construída segundo o princípio da "gangorra", onde a carga, nos garfos, é equilibrada pelopeso da máquina. O centro de rotação ou o "apoio da gangorra" é o centro das rodas dianteiras.Dessa maneira, é muito importante sabermos a distância do centro das rodas até o centro dacarga colocada.A capacidade de elevação de uma empilhadeira é afastada por dois fatores:1. peso da carga;2. distância do centro de gravidade da carga.Segundo a norma P-NB-153 da ABNT, as capacidades são referidas com centro de carga a 60cm.Para informações exatas, deve-se referir ao gráfico de capacidade publicado nos folhetos deespecificações de cada empilhadeira, que indica a capacidade.A maioria das empilhadeiras tem uma suspensão de três pontos, mesmo quando se locomove emquatro rodas. Normalmente, o eixo traseiro pivota sobre um pino no centro, de modo que a empilhadeira
  50. 50. está suspensa em três pontos: no pino de articulação do eixo traseiro e em cada uma das rodasdianteiras. A área compreendida dentro dos pontos de suspensão é chamada de triângulo deestabilidade.roda de tração porta-garfoscilindro de inclinaçãoFig. 1 - EmpilhadeiraSe o ponto de equilíbrio incidir fora do triângulo da estabilidade, a empilhadeira tomba ao longo deuma das linhas do triângulo.Quando o ponto de equilíbrio se desloca também, em resposta a uma aceleração e desaceleraçãorepentina ou viradas bruscas, a empilhadeira tomba para a frente.cilindro de elevaçãoguarda-corpo- torre totalmente abaixadacontrapesogarfosroda de direçãoFig. 2
  51. 51. A estabilidade é resultante de vários fatores. Distância entre eixos, largura total do eixo de tração,altura de elevação e distribuição do peso são os maiores. Acessórios requeridos e tipos de cargas aserem manipulados também são considerações importantes.Até agora analisamos os fatores de estabilidade de uma empilhadeira, sem considerar as forçasdinâmicas que resultam quando a máquina e a carga são colocadas em movimento.A transferência de peso e os movimentos do centro de gravidade resultantes, as forças dinâmicascriadas quando a máquina está em movimento, freando, elevando, inclinando e descendo cargas, sãoconsiderações de estabilidade.Tipos de estabilidade:• Estabilidade lateral em movimento-considere a habilidade de a máquina manobrar rapidamente,quando estava trabalhando vazia, a carga abaixada, a 30cm do chão.• Estabilidade lateral de empilhamento - considere o alto empilhamento de cargas e o efeito aodeclive do solo, nas operações de alto empilhamento.• Estabilidade longitudinal em movimento -considere a habilidade de parar a máquina, estando elaem movimento, vazia ou carregada, com a carga aproximadamente a 30cm do solo.• Estabilidade longitudinal de empilhamento - considere o manuseio de cargas nas elevações doempilhamento e o efeito de paradas repentinas.Cabe ressaltar que a estabilidade de uma máquina só será realmente assegurada com um adequadotreinamento do operador.Normas de segurança paraoperadores de empilhadeiraNorma lSomente o pessoal fisicamente treinado e qualificado deveser autorizado a operar as empilhadeiras.Fig. 3
  52. 52. Norma 2É importante o uso do EPI (Equipamento de Proteção Individual) e roupas adequadas.Fig. 4Norma 3Antes de operar qualquer empilhadeira, faça a inspeção diária.Fig. 5
  53. 53. Norma 4Inspecione sempre toda a área ao redor da empilhadeira, antes de movimentá-la, e lembre-se deque as partidas e paradas devem ser feitas de forma vagarosa e suave.Fig. 6Norma 5Trabalhe com a empilhadeira somente nas áreas de circulação para tal fim, conservando asdesobstruídas. Obedeça a todas as placas de sinalização de tráfego ou avisos de precaução.Fig. 7Norma 6Não deixe ferramentas ou outros equipamentos sobreempilhadeiras. Mantenha desobstruído o acesso aos pedais,para maior segurança, e nunca opere com os pés e as mãosmolhados ou sujos de óleo ou graxa.
  54. 54. Norma 7Mantenha os garfos a mais ou menos 20cm do solo e a torre inclinada para trás, quando a empilhadeiraestiver em movimento. Nunca levante ou abaixe a carga enquanto a empilhadeira estiver em movimento.Fig. 9Norma 8Nunca faça acrobacias, corridas ou brincadeiras enquanto estiver operando a empilhadeira.Fig. 10
  55. 55. Norma 9Não dê carona.Fig. 11Norma 10Nunca exceda os limites de peso especificados na placa de identificação da empilhadeira.Fig. 12
  56. 56. Norma 11Para manter o equilíbrio, a carga deve estar centralizada nopallet, e os garfos, juntos às extremidadeslaterais do mesmo. Isso toma mais fácil o deslocamento da máquina e pode evitar acidentes.Fig. 13Norma 12A sobrecarga é perigosa, mesmo com contrapeso.Fig. 14Norma 13Ao elevar e/ou manobrar carga de grande largura, cuidado com o movimento da mesma.Fig. 15
  57. 57. Norma 14Jamais permita que alguém permaneça ou passe sob ou sobre os garfos da empilhadeira, ou qualqueroutro acessório instalado na torre de elevação.Fig. 16Norma 15Não eleve pessoas; mas, em caso de necessidade, use uma plataforma adequada e segura, presafirmemente aos garfos.Fig. 17Norma 16Esteja sempre certo de que a carga está bem empilhada e balanceada entre os dois garfos. Nuncatente levantar cargas com apenas um dos garfos.Fig. 18
  58. 58. Norma 17Diminua a velocidade nas curvas, nas rampas, nos cruzamentos, nas superfícies molhadas ouescorregadias. Não tente fazer curvas nas rampas ou terrenos inclinados.Fig. 19Norma 18Conserve a cabeça, os braços, as mãos, as pernas e os pés dentro dos limites do comprimento dooperador. Olhe sempre para a frente e evite distrações.Fig. 20Norma 19Observe sempre os limites de carga do piso onde a máquina está trabalhando.Fig. 21
  59. 59. Norma 20Não fume, não acenda fósforos e desligue o motor quando abastecer ou carregar baterias. Limpeo excesso de combustível antes de ligar novamente o motor.Fig. 22Norma 21Tenha bastante cuidado quando empilhar materiais ou passar próximo ou sob canos dágua,sprinklers, fiações elétricas, encanamentos de vapor e outros.Fig. 23Norma 22Ao estacionar em área apropriada, incline a torre de elevação para a frente; abaixe os garfos até osolo; aplique o freio de estacionamento; retire a chave do contato e calce as rodas, quando em declive.Fig. 24
  60. 60. Norma 23Ao transportar cargas volumosas que lhe obstruam a visão, ou descer rampas, faça-o de ré.Fig. 25Norma 24Não transporte cargas sobrepostas. Elas se tornam instáveis e difíceis de controlar.Fig. 26Norma 25Não ultrapasse outros veículos quando em cruzamento, em locais que ofereçam perigo, ou seestiver com a visão obstruída. Pare e buzine em todas as esquinas, entradas e saídas ou diante daaproximação de pedestres.Fig. 27
  61. 61. Norma 26Mantenha uma distância razoável do veículo à sua frente (aproximadamente a distância de trêsempilhadeiras), de modo a frear com segurança, caso haja necessidade.Fig. 28Norma 27Não use os garfos para empurrar. Empurrar cargas com a empilhadeira pode danificar a carga e amáquina.Fig. 29Norma 28Cuidado ao baixar os garfos. Pode haver algo embaixo.Fig. 30
  62. 62. Norma 29Freie devagar e com cuidado! Frear bruscamente pode despejar a carga e tombar a máquina.Fig. 31Norma 30Quando deixar a empilhadeira, desligue o motor, engate uma marcha, abaixe completamente osgarfos e puxe o freio de mão. Calce as rodas quando estacionar numa rampa e sempre que estiverfazendo reparo na empilhadeira.Fig. 32Norma 31Atenção com a altura das portas e instalações suspensas.Norma 32Fig. 33
  63. 63. Nunca use sua empilhadeira para empurrar ou rebocar outra; não permita, também, que elaseja empurrada ou rebocada por qualquer outra. Se a máquina, por qualquer razão, parar defuncionar repentinamente e precisar ser deslocada, avise imediatamente à pessoaencarregada pela sua manutenção.Norma 33Calce seguramente o veículo que está sendo carregado ou descarregado.Fig. 34NR-11 - Transporte, movimentação, armazenagemFig 33
  64. 64. e manuseio de materiaisNorma Regulamentadora n° 11 da Portaria n° 3.214, do Ministério do Trabalho eEmprego11.1. Normas de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadoresindustriais e máquinas transportadoras.11.1.1. Os poços de elevadores e monta-cargas deverão ser cercados, solidamente, em todaasua altura, exceto as portas ou cancelas necessárias nos pavimentos.11.1.2. Quando a cabina do elevador não estiver ao nível do pavimento, a abertura deveráestarprotegida por corrimão ou outros dispositivos convenientes.11.1.3. Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais comoascensores,elevadores de carga, guindastes, monta-cargas, pontes rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos,esteiras rolantes, transportadoras de diferentes tipos, serão calculados e construídos de maneiraque ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança, e conservados em perfeitascondições de trabalho.11.1.3.1. Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos quedeverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas.11. l .3.2. Em todo equipamento será indicada, em lugar visível, a carga máxima de trabalhopermitida.11.1.3.3. Para os equipamentos destinados à movimentação do pessoal, serão exibidascondições especiais de segurança.11.1.4.Os carros manuais para transporte devem possuir protetores de mãos.11.1.5.Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receberum treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função.11.1.6.Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e sópoderão dirigir se, durante o horário de trabalho, portarem um cartão de identificação, com onome e a fotografia, em lugar visível.11.1.6.1. O cartão terá a validade de l (um) ano, salvo imprevisto ou para a revalidação. Oempregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador.11. l .7. Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora(buzina).11.1.8.Todos os transportadores industriais serão permanentemente inspecionados; e as peçasdefeituosas, ou que apresentem deficiências, deverão ser imediatamente substituídas.11.1.9. Nos locais fechados ou pouco ventilados, a emissão de gases tóxicos, pormáquinas transportadoras, deverá ser controlada para evitar concentrações, no ambiente detrabalho, acima dos limites permissíveis.
  65. 65. 11.1.10.Em locais fechados e sem ventilação, é proibida a utilização de máquinas transportadoras,movidas a motores de combustão interna, salvo se providas de dispositivos neutralizadoresadequados.11.2. Normas de segurança do trabalho em atividades de transporte de sacas11.2. l. Denomina-se, para fins de aplicação da presente regulamentação, "transporte manualde sacos" toda atividade realizada de maneira contínua ou descontínua, essencial ao transportemanual de sacos, na qual o peso da carga é suportado, integralmente, por um só trabalhador,compreendendo também o levantamento e sua deposição.11.2.2. Fica estabelecida a distância máxima de 60m (sessenta metros) para o transporte manualde um saco.11.2.2.1. Além do limite nesta norma, o transporte de carga deverá ser realizado medianteimpulsão de vagonetes, carros, carretas, carros de mão apropriados ou qualquer tipo de traçãomecanizada.11.2.3. É vedado o transporte manual de sacos, através de pranchas, sobre vãossuperiores del m (um metro) ou mais de extensão.11.2.3.1. As pranchas de que trata o item 11.2.3 deverão ter a largura mínima de 50m(cinquenta metros).11.2.4. Na operação manual de carga e descarga de sacos, em caminhão ou vagão, otrabalhador terá o auxílio de um ajudante.11.2.5. As pilhas de sacos, nos armazéns, terão a altura máxima correspondente a 30(trinta) fiadas de sacos, quando for usado processo mecanizado de empilhamento.11.2.6. A altura máxima das pilhas de sacos será correspondente a 20 (vinte) fiadas,quando for usado processo manual de empilhamento.11.2.7. No processo mecanizado de empilhamento, aconselha-se o uso de esteirasrolantes, dalas ou empilhadeiras.11.2.8. Quando não for possível o emprego de processo mecanizado, admite-se oprocesso manual, mediante a utilização de escada removível de madeira, com as seguintescaracterísticas:a)lance único de degraus com acesso a um patamar final;b)a largura mínima de l m (um metro), apresentando o patamar as dimensões mínimas de lm x l m (um metro por um metro) e a altura máxima em relação ao solo de 2,25m (dois metrose vinte e cinco centímetros);c)deverá ser guardada proporção conveniente entre o piso e o espelho de degraus, nãopodendo o espelho ter altura superior a 0,15m (quinze centímetros), nem o piso largurainferior a 0,25m (vinte e cinco centímetros);d)deverá ser reforçada, lateral e verticalmente, por meio de estrutura metálica ou de maneira queassegure sua estabilidade;e)deverá possuir, lateralmente, um corrimão ou guarda-corpo na altura de l m (um metro) emtoda a sua extensão;f) ter perfeitas condições de estabilidade e segurança, sendo substituída imediatamente a que
  66. 66. apresente qualquer defeito.11.2.9. O piso do armazém deverá ser constituído de material não escorregadio, semaspereza, utilizando-se, de preferência, o mastique asfáltico, e mantido em perfeito estado deconservação.11.2.10. Deve ser evitado o transporte manual de sacos em pisos escorregadios oumolhados.11.2.11. A empresa deverá providenciar cobertura apropriada dos locais de carga edescarga de sacaria.11.3. Armazenamento de materiais11.3. l. O peso do material armazenado não poderá exceder a capacidade de carga calculadapara o piso.11.3.2. O material armazenado deverá ser disposto de forma a evitar a obstrução de portas,equipamentos contra incêndio, saídas de emergências, etc.11.3.3. O material empilhado deverá ficar afastado das estruturas laterais do prédio, a umadistância de pelo menos 50cm (cinquenta centímetros).11.3.4. A disposição da carga não deverá dificultar o trânsito, a iluminação, nem o acesso asaídas de emergência.11.3.5. O armazenamento deverá obedecer aos requisitos de segurança especiais para cadatipo de material.ObservaçãoAn. 198, da CLT - É de 60kg o peso máximo que um empregado pode removerindividualmente, ressalvadas as disposições especiais relativas ao trabalhodo menor e da mulher.An. 390, da CLT - Ao empregador é vedado empregar a mulher em serviçoque demande o emprego de força muscular superior a 20kg, para o trabalhocontínuo, ou de 25kg, para o trabalho ocasional.Cabos de açoOs cabos de aço são dispositivos de relevada importância nas operações de movimentação decarga, devido à sua resistência à tração, flexibilidade e menor peso, tendo a vantagem de apresentarum desgaste gradativo, alertando o usuário para sua substituição.
  67. 67. Os cabos de aço são formados por pernas, e estas, por fios. As pernas dos cabos são entrelaçadas,cobrindo a alma do mesmo.Os cabos de aço do mesmo diâmetro têm capacidade de carga variável, conforme condição deutilização (veja tabela a seguir).
  68. 68. Formação da pernaFig. 2perna
  69. 69. Formação do caboFig. 3Classificação e construçãoClassificação 6x76 x 3até6 x 14Fig. 4Classificação 6x196 x 15até 6 x26Fig. 5almacabo de aço
  70. 70. Classificação 6x37w ^ ^ 6x27até6x49Fig. 6regular àdireitaregular àesquerdalong àdireitalong àesquerdaFig. 7Cabo com torção à direitaenrolamento superiorda esquerda para adireitaenrolamento inferiorda direita para aesquerdaFig. 8Cabo com torção à esquerdaenrolamento superiorda direita para aesquerda
  71. 71. enrolamento inferior da esquerda para a direitaFig. 9
  72. 72. Preformaçãocabo preformadocabo sem preformaçãoFig. 10Resistência dos aramesMild Plow Steel (MPS)......................................................................... 140 a I60kgf/mm2Plow Steel (PS)........................................................................................160 a 1 80kgf/mm2Improved Plow Steel (IPS)................................................................... 180 a 220kgf/mm2Extra Improved Plow Steel (EIPS)....................................................... 200 a 230kgf/mm2Comparação gráfica entre cargas de ruptura à traçãoExemplo: cabo de diâmetro 13,0mm 6x25 Filler + AAC1
  73. 73. passoFig. 11Tipos de cabo de açoOs tipos são variáveis e de aplicação diversa. O usuário deve consultar o catálogo do fabricantepara selecionar o tipo de cabo, de acordo com sua aplicação.Irregularidades (defeitos visuais)Quando detectadas individualmente ou em conjunto, deverá ser providenciada substituição docabo de aço.Fios partidosDeve-se substituir o cabo de aço quando:• o número visível de fios rompidos, no trecho mais danificado, estiver acima do limite estabelecidonas normas;• houver um ou mais fios partidos próximo ao acessório instalado (presilha, soquete, outros).O flexionamento de um cabo pode, muitas vezes, expor arames partidos encobertos nos vales entreas pernas.Fig. 12
  74. 74. Arames rompidosFig. 13Pontos críticos para inspeçãoFig. 14Ruptura de arames na superfície externa do caboEstes cabos exibem aramespartidos causados pela fadiga
  75. 75. após curvatura repetida sobre as roldanas de tamanhocorreto e sobre cargas moderadas.Fig. 15-.—.^- Observar a presençaC VA) de arames partidos^ 1* nesta área.
  76. 76. Arames partidos próximo aos acessóriosocorrência de arames partidosnesta área é normal_ Fig. 18 Fig. 19Medida do diâmetrocerto erradoFig. 21Fig. 17
  77. 77. Redução no diâmetro do caboseção do cabonão avariadaobservar que o ângulo dopasso diminui quando a almaapresenta falhaFig. 22Métodos para lubrificação do cabo de açoFig. 23 Fig. 24 Fig. 25Fig. 26 Fig. 27 Fig. 28os cordões se engatam e tornama forma oval, se a alma falharseç seção avariada docabodiâmetro normal
  78. 78. EstoqueFig. 29Repassamento incorretoFig. 30Repassamento corretoFig. 31DesgastesO cabo deverá ser substituído quando houver uma redução de 15% do diâmetro nominal.Fig. 32
  79. 79. CosturaA seção de costura do cabo de aço deverá ser eliminada, quando forem encontrados fios partidosou gastos, pernas soltas, acessórios com trincas ou desgaste acentuado.Fig. 33ObservaçãoNão é permitida a costura em cabos de aço para movimentação deequipamentos que envolvam grandes riscos operacionais.AmassamentoO cabo deverá ser substituído sempre que forem encontradas pernas esmagadas, achatadas emordidas.Fig. 34Saca-rolhaQuando a deformação atinge, no ponto desfavorável, um desnivelamento superior a l /3 do diâmetrodo cabo, este deverá ser substituído.CorrosãoDeverá ser substituído o cabo. quando for observado um estado de corrosão acentuado.Protuberância de almaO cabo poderá ser mantido, desde que seja removida a parte irregular.35
  80. 80. GaiolaO cabo poderá ser mantido, desde que seja removida a parte irregular.Fig. 36Destrancamento de pernaO cabo poderá ser mantido, desde que seja removida a parte irregular.Fig. 37DobraO cabo poderá ser mantido, desde que seja removida a parte irregular.Fig. 38Para melhor elucidação, mostraremos alguns casos típicos resultantes de funcionamento sobcondições precárias ou maus-tratos.Exemplo de quebra por fadiga em cabo de aço que trabalhou com cargas elevadas em polias depequenas dimensões.Fig. 39Cabo de aço que sofreu amassamento devido ao enrolamento desordenado no tambor.
  81. 81. Fig. 40Cabo que sofreu amassamento e tomou a forma "espiral", motivado por enrolamento desordenadoem tambor de pequenas dimensões, cargas elevadas e passagem por um sistema múltiplo de polias.Fig. 41Ruptura de cabo de aço que soltou da polia e ficou dobrado e preso no eixo da mesma.Fig. 42Manilha de cargaA manilha de carga é formada por duas partes: corpo e pino, facilmente desmontável, usada parafixação de carga. A capacidade de carga é variável conforme as dimensões.Caso ocorra irregularidade, deformação e desgaste igual ou superior a 10% do diâmetro, deve sersubstituída.corpoAMA 5cavirao AMA 6AMA 3Fig. 43
  82. 82. Manilha especialAMA-IA e AMA-5ACPol/InCargasegurançade trabalho(kgf)DimensõesA(mm)B(mm)D(mm)E(mm)1/2 2.000 21 49 5/8 305/6 3.250 27 6 13/4 403/4 4.750 32 72 7/8 451 5.500 43 96 1.1/8 611.1/4 12.000 52 115 1.3/8 761.1/2 17.000 61 143 1.5/8 921.3/4 25.000 73 172 2 1052 50.000 82 147 2.1/4 1272.1/2 80.000 105 262 2.3/4 1533 110.000 130 330 3.1/4 1654 300.000 140 404 4.1/4 229Fig. 44
  83. 83. AMA-6ACarga Dimensões PesoC segurançaPol/In de trabalho(kgf) A(mm)B(mm)D(mm)E(mm)Kg1.1/2 3 60 146 1.5/6 92 9.4001.3/4 40 73 175 2 105 15.5002 50 82 197 2.1/4 127 23.5001.1/2 80 105 257 2.3/4 153 46.0003 110 130 330 3.1/4 163 80.0004 175 140 388 4.1/4 229 15.000Fig. 45ClipsPeça com estojo em forma de "U" e com corpo estriado para assentamento do cabo.a) Eficiência máxima de 85% do ponto de ruptura do cabo.b) Irregularidade: corrosão, desgaste, fadiga e rosca avariada.
  84. 84. Eficiência dos olhais em relação às cargas de rupturamínima efetivas dos cabosFig. 47
  85. 85. O percentual representa a capacidade máxima do estropo em função da resistência máxima do cabo.1. Os clips devem ser espaçados no mínimo de 6 vezes o diâmetro do cabo.2. Após o estropo ter sido colocado em serviço, isto é, sob tensão, as porcas dos clips devem serreparadas, para compensar qualquer diminuição no diâmetro do cabo.Diâmetro do cabo(polegadas)Número mínimo de grampos(clips)Espaçamento entre clips(mm)3/16 2 291/4 2 385/16 2 483/8 2 577/16 2 671/2 3 765/8 3 953/4 4 1147/8 4 1331 4 1521. 1/8 5 1721.1/4 5 1911.3/8 6 2101.1/2 6 2291.5/8 6 2401.3/4 7 2672 8 3052. 1/4 8 343
  86. 86. SapatilhasAcessórios usados para proteger e dar rigidez ao laço do cabo de aço.a) As dimensões são variáveis conforme o diâmetro do cabo.b)A irregularidade que ocorre é a deformação.especifica r 0 do cabo ASA-1Fig. 49GanchoFormado por uma peça recurvada, usado na interligação com cargas.a) A capacidade de carga varia conforme as dimensões (veja tabela).b) Irregularidade: torção maior que 10 graus, abertura na garganta 15% maior que a original,trinca, desgaste 10% maior que o diâmetro original.Quando detectadas, deve-se substituir o gancho.AGA 3Fig. 50AGA l
  87. 87. AGA 4Fig. 51AGA 5Aga 1e 2 Fig. 52Cargasegurançade trabalho(kgf)Dimensões PesoA(mm)B(mm)C(mm)D(mm)Kg0,75 19 24 14 110 0,251 23 26 16 125 0,352 32 31 21 163 0,083 40 38 29 201 1,055 51 48 35 256 37,5 62 57 41 316 5,210 72 64 49 354 8,415 80 88 80 434 15,325 114 105 95 629 47,550 125 121 105 678 63AGA 2. . A -
  88. 88. Áreas de inspeção do ganchoverifiquequanto asinais derachadurase torçãoverifique quanto a sinais de aberturaverifique se ogancho nãoestá torcidoverifique quanto arachaduras e desgasteFig. 53Ganchosverifique quanto aodesgaste edeformação
  89. 89. 100% 86% 80% 70% 40%Fig. 54
  90. 90. 100% Eficiência100%
  91. 91. SoquetesDispositivo utilizado como tenninal de cabo de aço, ao qual se podem fixar outros acessórios.a) A capacidade de carga conforme o diâmetro do cabo de aço.b) Irregularidades: requer substituição - trinca, desgaste no corpo ou pino, que reduza em 10% asua dimensão original. Em caso de utilização de cunha, verificar se está soltando do soquete.Anel pêraAcessórios de interligação de eslinga com equipamento de movimentação de carga.Fig. 57
  92. 92. a) A capacidade de carga varia conforme as dimensões (veja tabela).b) Irregularidades: trinca, deformação, desgastes acima de 10% do diâmetro original. Quandodetectadas, o anel pêra deve ser substituído.Fig. 58AAPDPol/InA(mm)B(mm)C(mm)Capacidade(kg)6 32 64 127 5005/8 35 70 140 7003/4 41 70 140 8507/8 45 89 178 1.0001 67 89 178 1.5001.1/4 93 111 222 3.4001.3/8 70 133 267 4.0001.1/2 98 133 267 5.0001.5/8 100 152 305 6.0001.3/4 114 152 305 7.5002 133 178 356 13.0002. 1/4 152 203 406 17.0002.1/2 171 203 406 20.0002.3/4 190 229 406 23.000
  93. 93. CintasÉ o tipo de eslinga mais simples e adapta-se facilmente a diversos tipos de cargas.a) A capacidade de carga é variável conforme a largura, o olhai e a forma de utilização (vejatabela).b) Irregularidades: cortes, desgastes e deterioração. Quando detectadas, as cintas devem sersubstituídas.c) Armazenamento: a cinta deve ser mantida limpa, isenta de óleo, graxa, produtos químicos ouágua salgada, em local apropriado, sem exposição prolongada à luz solar.largura CFig. 59Fig. 60
  94. 94. Formas de levantamento OlhaiChoker Ò Kg Basket ó Kg Kg (mm)200 400 200400 500 200500 1.000 2801.000 2.000 2801.300 2.700 2802.800 5.400 280700 1.300 2801.400 2.800 280800 1.500 2801.600 3.000 280
  95. 95. Tipo SlingO tipo Sling é o mais simples. É o estilo ideal para cintas estreitas e adapta-se com facilidade adiversos tipos de carga e formas de levantamento. Disponível em diversas larguras e capacidades. Naforma de levantamento Basket, geralmente são usadas em par.• REF: "S?(lcorpo de cinta) SIMPLES• REF: "D" (2 corpos de cinta) DUPLA• REF: "T" (olhai torcido) OPCIONALEspecífico para cintas que serão utilizadas na forma Choker. Ao especificar, incluir "T" após ref.• REF: "R" (olhai reduzido) OPCIONALAdapta-se perfeitamente em ganchos de dimensõespequenas.Ao especificar, incluir UR" após a referência.Exemplos Fig.61Fig. 62
  96. 96. Tabela de capacidadeLargura Formas de levantamento OlhaiÓ K9 Ó Kg"C" REF: Choker Basket Kg (mm)35 S 200 400 20035 D 400 800 200505 500 1.000 22050 D 1000 2.000 22060 S 1300 2.700 28060 D 2600 5.400 28065 S 700 1.300 28065 D 1400 2.600 280805 800 1.500 28080 D 1600 3.000 280Especial para serviços árduos e extremamente pesados.Tipo anelÉ um dos tipos mais utilizados. Atende a inúmeras aplicações na elevação de cargas. Sua durabilidadeé máxima, porque seu desgaste é uniforme.• REF: "SÁ" (l corpo de cinta) SIMPLES.• REF: "SD" (2 corpos de cinta) DUPLA.• REF: "R" (extremidades reduzidas).Aplica-se somente à referência "SÁ".Opcional, incluir "R" após a REF.
  97. 97. Ao solicitar, especificar o tipo, a referência, a capacidade, a forma e o comprimento.Tabela de capacidade (em kg)Largura"C" REF:Formas de levantamentoVertical A Basket t Choker >(Kg) O (Kg) Q (Kg) O35 SÁ 500 750 35035 SD 1.000 1.500 70050 SÁ 1.400 2.000 1.00050 SD 2.800 4.000 2.00060 SÁ 3.800 5.000 2.50060 SD 7.200 10.000 5.00065 SÁ 1.800 2.700 1.30065 SD 3.800 5.400 2.80080 SÁ 2.000 3.000 1.50080 SD 4.000 6.000 3.000Especial para serviços árduos e extremamente pesados.
  98. 98. Tipo bagEste tipo de cinta é apropriado para cargas largas de rígida construção. É de fácil manuseio naforma Basket.• REF: "BS" (l corpo de cinta) SIMPLES.• REF: "BD" (2 corpos de cinta) DUPLA.• comprimento> •Fig. 64Tabela de capacidadeLargura"C" REF:FORMA OLHALBASKET i(Kg) °K (mm)100 BS 2.000 240100 BD 4.000 240120 BS 5.000 280120 BD 10.000 280130 BS 2.700 280130 BD 5.400 280160 BS 3.000 280160 BD 6.000 280Especial para serviços árduos e pesados
  99. 99. Tipo flatEste tipo é fornecido com terminais de aço nos olhais. Proporciona alta durabilidade da cinta emserviços de grande fadiga e abrasão. Adapta-se perfeitamente ao gancho do equipamento de elevação.• REF: "FLS" (l corpo de cinta) SIMPLES.• REF: "FLD" (2 corpos de cinta) DUPLA.O desenho especialdos terminais facilitasua utilização naforma ChokerComprimentoLFig. 65 Tabela decapacidade (em Kg)Largura"C" REF.:Formas de levantamento Dimensões dos terminais (mm)Choker fo Basket fa A B D50 FLS 500 1.000 52 90 1350FLD 1.000 2.000 52 90 1660 FLS 1.300 2.700 67 110 1660 FLD 2.600 5.400 67 110 2065 FLS 700 1.300 67 110 1365 FLD 1.400 2.600 67 110 16
  100. 100. 80 FLS 800 1.500 83 120 1680 FLD 1.600 3.000 83 120 16Especial para serviços árduos e extremamente pesados.
  101. 101. TipograbEste tipo é fornecido com terminal de aço e ganchos com trava de segurança. Possibilita um fácilmanuseio de cargas que tenham olhai ou calças de elevação (motores, máquinas, transformadores.ferramentas, painéis, etc.). Para especificar: tipo-modelo-ref.-comp. "L".Tabela de capacidadeLargura"C" REFCapacidade (Kg) AberturaA (mm)505 700 5650 D 1.400 5660 S 1.800 7160 D 3.600 7165 S 900 7165 D 1.800 71Para cargas superpesadas. Podem ser usadas no sentido horizontal de tração.
  102. 102. modelo 2Fig.67Tabela de capacidadeLargura"C" REFCapacidade(kg)AberturaA (mm)505 1.000 5650 D 2.000 56605 2.700 7160 D 5.400 71655 1.300 7165 D 2.600 71Para cargas superpesadas. Levanta sua carga com equilíbrio e faz a distribuição regular do peso.
  103. 103. Cabo(pol.)Anel(pol.)Gancho(pol.)Cargas a serem levantadas (kg)Vertical 30° 45° 60°1/4 5/8 880 760 620 4403/6 3/4 1.980 1.700 1.400 9801/2 1 3.400 3.000 2.400 1.7005/8 1 1/4 5.400 4.700 3.800 2.7003/4 13/6 7.600 6.700 5.400 3.8007/8 1 5/8 10.400 9.000 7.300 5.2001 13/4 13.400 12.000 9.500 6.7001 1/4 2 1/4 20.000 18.000 15.000 11.00011/2 2 1/6 30.000 26.000 21.000 15.0001/4 5/8 3/6 1.200 1.050 850 6003/6 7/8 9/16 2.600 2.250 1.850 1.3001/2 11/4 11/16 4.600 4.000 3.250 2.3005/8 13/6 13/16 7.200 6.250 5.100 3.6003/4 11/2 1 10.000 8.650 7.100 5.0007/8 13/4 11/4 14.000 12.100 9.900 7.0001 2 11/2 18.000 15.600 12.800 9,00011/4 23/4 13/4 27.000 23.400 19.100 13.5001/4 3/4 1/2 2.400 2.100 1.700 1.2003/6 1 9/16 5.200 4.500 3.700 2.6001/2 13/6 11/16 9.200 8.000 6.500 4.6005/8 11/2 13/16 14.000 12.100 10.000 7.0003/4 2 1 20.000 17.300 14.150 10.0007/8 21/4 11/4 28.000 24.250 19.800 14.0001 21/2 11/2 36.000 31.250 25.500 18.00011/4 23/4 13/4 53.000 45.900 37.500 26.50011/2 2 1/4 76.000 65.800 53.750 38.000
  104. 104. Esticador especial
  105. 105. Fig. 76CorrentesCorrente de ferro singelaA prova de teste de esforço é suficiente para demonstrar a carga de segurança de trabalho, semdeformar os elos nem afetar a qualidade elástica do material. Acabamento polido ou galvanizado.Fio(mm)Peso(kgm)Carga permitida(kg)Ruptura(kg)3,17 0,160 80 1603,57 0,225 120 2403,98 0,300 180 3804,38 0,388 280 5204,75 0,450 320 6405,55 0,545 400 8005,95 0,680 500 1.0006,35 0,750 610 1.2207,14 0,980 740 1.4807,93 1.280 1.080 2.1609,12 1.580 1.530 3.0609,52 1.800 1.700 3.40011,11 2.680 2.300 4.80012,70 3.600 3.300 6.80015,88 5.700 5.000 10.00019,05 7.300 7.000 14.00022,23 10 9.150 18.30025,40 14 11.810 29.63028,57 18 15.000 30.00031,75 22.500 18.340 38.88034,92 27.500 23.150 48.31038,10 33 27.280 54.55041,28 50 31.780 63.51044,45 45 38.410 73.14047,63 52 41.080 82.08050,80 56 45.820 91.640
  106. 106. Lingas
  107. 107. Fig. 79Redes de cabos de açoRedes de caboSegurança - Carga- manilha- sisal- polipropileno- polietileno- náilonFig. 80ARE 3 ARE 4
  108. 108. Rede para heliportov l tRede de carga Fig. 81Fig. 82
  109. 109. Na movimentação de cargas
  110. 110. Os estropos incluem uma variedade de configurações, fita de náilon, cabo de fibra, cabo de aço,corrente e rede.Apresentamos a seguir os tipos mais comuns usados na área de petróleo.Estropo simplesA carga é transportada por uma única perna, sendo que o seu peso pode se igualar ao da cargamáxima do cabo e acessórios.Este tipo de estropo não deve ser usado para içar material solto, material comprido ou qualquercoisa que seja difícil de equilibrar. Use-o somente nos equipamentos com olhais de içamento.
  111. 111. Estropo de duas a quatro pernasApresenta ótima estabilidade para carga; sua utilização é eficiente em casos comelevação de máquinas,estruturas, motores, caixas de estocagem e cargas similares.Uma boa estabilidade de carga é conferida quando o gancho fica diretamente sobre o centro degravidade da carga.Fig. 2Estropo cesta simplesNão deve ser usado em cargas que sejam de difícil equilíbrio, porque podem se inclinar e correr doestropo.Fig, 3
  112. 112. A capacidade de estropo é qfetadapelo ângulo entre as pernas.Estropo cesta duplaPara promover equilíbrio na carga, os cabos devem manter um afastamento tal que evite correrem,à medida que a carga é aplicada. O ângulo entre a carga e o estropo deve ser de aproximadamente 60graus, para evitar deslizamento.Fig. 4Estropo cesta dupla voltaUsado para manuseio de material solto, tubos, hastes ou cargas cilíndricas lisas; neste caso, oestropo exerce um contato total de 360 graus com a carga e tende a uni-las.Fig. 5
  113. 113. Estropo com gancho corrediçoNão deve ser usado em manuseio de material solto, pois não aperta completamente a carga. Naconfiguração do gancho corrediço duplo, evita o desequilíbrio e a rotação da carga.Fig. 6Cintas devem ser usadas em movimentação de materiais ou equipamentos frágeis e que possamsofrer tanto avarias como arranhões.Fig. 7
  114. 114. Devido à flexibilidade e ao pequeno peso, a cinta é largamente utilizada para movimentação demateriais suscetíveis ao esmagamento.Fig. 8Estropo sem fimUsados para múltiplas utilidades, são bastante flexíveis, porém tendem a avarias rapidamente, pornão estarem equipados com acessórios.Fig. 9U " ~ * J Ê ..... *~~ "»-,iiU|l"»*T I
  115. 115. Estropo trançadoFormado por 6 ou 8 cabos de pequeno diâmetro, aumenta a resistência e permite a flexibilidade.Usado em cesta onde uma baixa pressão de sustentação é desejável ou a curvatura é extremamenteacentuada.Fig, 10Quando as pernas do estropo não forem de comprimentos iguais, use o menor, razão H/L.Fig. 11
  116. 116. Carregamento total da cargaCargas rígidas podem ser suportadas por duas pernas; as outras duas servem para o equilíbrio.Fig. 12Observar os casos em que haverá maior tensão em determinada perna do estropo.A / r >./-vFi. 13Deixe o olhai correr e mantenha o ângulo de aproximadamente 45 graus.equilíbrio
  117. 117. Fig. 14
  118. 118. Se forçar o olhai para baixoDeixe que o olhai fique mais alto,para manter o ângulo do estropomaior que 45 graus.Utilize uma manilha sempre quedois ou mais cabos foremcolocados sobre o gancho.ERRADOAção de avaria do olhai sobre o cabo.Fig. 16
  119. 119. CERTOUse sapatilha no olhai.Fig. 17ERRADOO cavirão da manilha apoiado no cabo pode se soltar.CERTOO cavirão da manilha não tende a girar.Fig. 18Fig. 19
  120. 120. MANEIRA ERRADAO parafuso na parte móvel do cabo pode afrouxar.MANEIRACERTANão há ação cortante no cabo que labora.MANEIRACERTANão há ação cortante no cabo que labora.Fig. 20Fig. 21Fig. 22
  121. 121. Fig. 23MANEIRA ERRADANó no cabo de aço com clip. Eficiência menor que 50%.Fig. 24MANEIRA CORRETADeve-se notar o uso correto de sapatilha na confecção da mão do cabo de aço.Fig. 25MANEIRA ERRADAOs ganchos da lingada deveriam estar voltados para o lado externo, evitando-se, assim, que alingada se desfaça no caso de os cabos ficarem bambos.MANEIRA ERRADAAção cortante da mão no cabo que labora.
  122. 122. Fig. 26MANEIRACORRETAOs ganchos da lingada devem estar voltados para o lado externo.Fig. 27ERRADONão efetue içamento enquanto o estropo não estiver totalmente fixado.Fig. 28
  123. 123. CERTOFixe as pernas não utilizadas na operação.Fig. 29Use cabos-guias para controlar todas as cargas.Fig. 30Mantenha-se afastado dos estropos quando os mesmos estiverem sendo puxados sob as cargas.Fig. 31
  124. 124. O vento poderá balançar a carga, causando efeito desastroso.FiQ. 32Destrua os dispositivos e acessórios de carga que apresentarem avarias antes de jogá-los fora. Elespodem ser usados por pessoa não avisada dos perigos ou avarias.Fig. 33
  125. 125. Fig. 34Roteiro para estudo de levantamentoe movimentação de cargas• Determinar o peso da carga levantada.• Definir sua forma e dimensões.• Estabelecer sua localização e acessos para a carga da máquina.• Definir a máquina.• Verificar a utilização da máquina definida para o levantamento.F. l -Altura- Distância vertical existente entre os dois pontos.F.2 - Raio - Medida entre o centro de giro da máquina até o centro de gravidade da carga na suaposição final.F.3 - Angulo - De acordo com a tabela de carga da máquina.Não usar estropo diretamente em cilindro de gás comprimido, pois o mesmo pode correr, cair eprovocar sérias avarias.
  126. 126. Definição da máquina:•capacidade e comprimento de lança adequados para a característica de trabalho;•layout e vistas do levantamento;•detalhamento (cabos, balancins, eslingas, manilhas, esticadores, etc.).Ao levantar e movimentar carga, operando com guindaste, lembre-se sempre de:•Determinar o peso de todas as cargas.•Instalar indicadores de peso no guindaste.•Verificar a amarração da carga e dos estropos.•Conferir as condições ambientais.• Observar a velocidade do vento toda vez que for manusear cargas de grande superfície vélica.•Ficar atento ao movimentar a carga ou lança de guindaste próximo a equipamentos elétricos,energizados.•Reconhecer os fatores que possam reduzir a capacidade dos guindastes e estropos.•Aprumar a carga a ser movimentada.•Evitar que a carga fique balançando em pêndulo.•Usar proteções nas arestas para evitar avarias nos estropos.•Não deixar o estropo exposto a intempéries ou próximo de produtos químicos.•Evitar arrastar o estropo por baixo da carga.• Manter o estropo afastado das operações de corte e solda elétrica.•Durante as operações, usar o bom senso.Segurança é dever de todos!
  127. 127. Transferência de materialPara transferência de material entre instalação marítima e embarcação e vice-versa, deverão serobservados os seguintes requisitos:• A transferência de material dependerá das condições ambientais e necessitará da aprovação dochefe da plataforma, além do comandante da embarcação.• Deverá haver um responsável pela operação na plataforma e outro na embarcação, para que seinicie a transferência.As pessoas serão responsáveis por:• manter comunicação entre plataforma, embarcação e guindasteiro durante toda a operação;• assegurar que as cargas serão içadas adequadamente e arrumadas de forma conveniente;• impedir a permanência de pessoas sob a trajetória das cargas;• interromper a operação, quando surgir algum risco de acidente;• fazer cumprir as normas de segurança relativas à movimentação de cargas.Normas gerais de segurançaQuanto ao equipamento• Deverão ser obedecidos os limites de carga.• Deverá ser inspecionado com frequência.• Deverá ser mantido em condições de funcionamento.• Deverá possuir indicador de ângulo e tabela de carga.
  128. 128. •O cabo de carga deverá ter, pelo menos, 3 voltas passadas no tambor.•Deverá ser provido de proteção contra o sol para o operador.•Os ganchos deverão ser equipados com trava de segurança.Quanto ao pessoal•Deverá ser mantido operador qualificado para o guindaste.•A operação de manuseio de cargas deverá ser feita somente por pessoal qualificado.•Os sinais convencionais deverão ser conhecidos e praticados.•Somente uma pessoa dará os sinais, e o operador só deverá acatar os sinais da pessoa designada.Quanto ao operador•Os guindastes que possam interferir na área segura de aproximação de helicópteros deverãoter suas lanças abaixadas e a operação paralisada até conclusão das operações de pouso oudecolagem.•O arriamento e içamento de cargas deverá ser feito sobre o mar aberto, fora da vertical daembarcação.•Deverão ser tomadas precauções para que os dispositivos ou equipamentos e materiais nãocolidam com outros objetos, quando em manobras com cargas.•Não será permitido andar ou permanecer sob cargas suspensas.•Quando o guindaste estiver parado, os controles deverão ser mantidos na posição neutra e osfreios aplicados.•A lança deverá estar apoiada.•As lingas, cordas, roldanas, cestas de transbordo, grampos, manilhas e outros acessórios paraelevação de carga deverão estar em perfeitas condições.•É recomendado o uso de cabos-guias para orientar a movimentação de carga.•Não será permitido arrastar ou puxar a carga lateralmente.Transferência de pessoalPara transferência de pessoal por cesta de transbordo entre instalação marítima e embarcação,deverão ser observados os seguintes requisitos:
  129. 129. Adequação da embarcação• Hélice dupla ou impelidor lateral de proa.• Espaço vazio no convés com dimensões de, no mínimo, três vezes o diâmetro da base da cesta nadireção transversal da embarcação e seis vezes o diâmetro da cesta na direção longitudinal.ObservaçãoCaso a embarcação não atenda ao estabelecido, sua segurança dependerá daanálise de sua capacidade de manter-se bem posicionada.Condições ambientais• À luz do dia e com boa visibilidade.• Com velocidade de vento até 55km/h (30 nós).• Com altura máxima de onda até 3m.Equipamento de segurança• Utilizar colete salva-vidas (tipo aprovado pela DPC), dotado de flutuador para cabeça, apito edispositivo de sinalização luminosa.• Deverá haver no convés da embarcação uma bóia salva-vidas com retinida de 25m.• O barco de resgate deverá estar em condições de ser lançado.Cesta para transferênciaA cesta deverá ser inspecionada antes de cada operação e submetida a testes semestrais, devendoser armazenada em local apropriado. Para transferência de pessoal por cesta de transbordo durante anoite, entre instalação marítima e embarcação, deverão ser observados os seguintes requisitos:• A transferência de pessoal por cesta, à noite, poderá ser realizada para atender à necessidadeoperacional ou de segurança, mediante autorização do responsável pela instalação marítima.• Deverão ser designados dois supervisores de convés.• Deverá haver iluminação satisfatória para as áreas de chegada e saída da cesta.
  130. 130. • Deverá haver refletor emitindo facho luminoso para seguir a trajetória da cesta.• Só poderão ser transferidas, no máximo, duas pessoas por vez.• A cesta somente poderá ser usada para o transporte de pessoas.• Só deverão ser transportadas pessoas experientes neste tipo de operação.• O barco de resgate e a tripulação deverão estar em condições de atuação imediata.• Limites de condição ambiental:• vento até 39km/h (21 nós);• altura de onda até 2 m.Treinamento do usuárioO treinamento consiste no detalhamento dos seguintes procedimentos de transferência:• Vestir adequadamente o colete salva-vidas.• O usuário deverá se posicionar do lado externo da rede cónica, com um dos pés sobre o flutuadorinferior, diante do vão existente entre as redes, e o outro pé sobre o convés.• Deverá agarrar-se firmemente aos cabos da rede e, no momento do içamento, apoiar os pés sobreo flutuador.• Na operação de arriamento, no momento do toque do flutuador inferior ao convés, deverá passarum dos pés para o convés e em seguida o outro, quando a rede cónica estiver frouxa.Normas gerais de segurança• Deverá ser estabelecida, antes da operação, a comunicação entre instalação marítima, embarcaçãoe operador do guindaste.• Deverão ser designadas duas pessoas, uma na instalação marítima e outra na embarcação, paraatuarem como supervisores de convés.• Durante a transferência, as pessoas envolvidas serão orientadas pelo supervisor de convés.• Nenhuma pessoa poderá ser transferida contra sua vontade, sem seu consentimento ou semprévio conhecimento de como proceder durante a transferência.• A capacidade de transporte da cesta não deverá ser ultrapassada.• Cada pessoa poderá levar, na cesta, sua bagagem pessoal, com limite máximo de lOkg.• As pessoas a serem transportadas deverão estar devidamente vestidas com coletes salva-vidas.
  131. 131. 1O guindasteiro deverá ser pessoa habilitada.• A embreagem e as engrenagens do guindaste deverão estar acopladas, durante aoperação, coma cesta.1O arriamento e o içamento da cesta na embarcação deverão ser feitos com a cesta sobre omar aberto, fora da vertical da embarcação.Deverão ser observadas as condições ambientais.Transferência de doente ou mareado•Caberá ao responsável pela instalação marítima ou embarcação a avaliação quanto àpossibilidadede transferência por cesta.•A pessoa a ser transferida que estiver debilitada deverá ficar sentada no interior da cesta,usandocinto de segurança do tipo cinturão, com travessão, estando este passado entre os cabosda rede cónica.•Duas pessoas deverão acompanhar o doente ou mareado, na cesta, para assisti-lodurante atransferência.M o v im e n t a ç ã o d e C a r g a sF ic h a T é c n ic a :E la b o r a ç ã o :D a r c y V . D e O liv e ir aP r o je t o G r á f ic o :P r o d u z id o p e la e q u ip e d aD a r la n M ile s i P im e n t a P in h e ir oE s c o la T é c n ic aA T E N E W

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