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A Bruxa desdentada
Lá no cimo da colina havia um castelo onde vivia a Bruxa Mongólia
Patagólia.
Era uma bruxa já velha… du...
A bruxa desdentada
A bruxa desdentada
A bruxa desdentada
A bruxa desdentada
A bruxa desdentada
A bruxa desdentada
A bruxa desdentada
A bruxa desdentada
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A bruxa desdentada
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A bruxa desdentada

  1. 1.                                            
  2. 2.                                                                                                                                                
  3. 3. A Bruxa desdentada Lá no cimo da colina havia um castelo onde vivia a Bruxa Mongólia Patagólia. Era uma bruxa já velha… duzentos anos pelo menos já lhe tinham passado por cima, mas ela era muito bem disposta. Só tinha um pequeno problema… ESTAVA DESDENTADA. As crianças da aldeia que sempre tinham tido medo da Mongólia Patagólia, agora nos seus tempos livres iam até ao cimo da colina brincar com o bruxa:` - Mongólia Patagólia Vem cá fora Nós já não temos Medo de ti… Ah, ah, ah, -riam-se as crianças de satisfação Mongólia irritada, pegava na vassoura e fazia voos rasantes, sobre as crianças. Passava pertinho delas e gritava: - ah-ah, ah-ah Fujam daqui ou um feitiço vos lanço já… Mas as crianças não arredavam pé… Mongólia Patagólia com o seu nariz de bruxa fazia um bailado no céu, com o seu cabelo branco como um véu… Mas as crianças não arredavam pé. E trocistas diziam Nem com voos Bailados Ou feitiços nos metes medo És uma bruxa sem dentes e esse é o teu segredo Nunca viram uma bruxa zangada? Pois também não queiram ver… Mongólia pega nas vassouras E quase as faz desaparecer!... Passada a fúria e o desespero, é hora de pensar Patagólia pega na vassoura E põe-se a voar e a pensar Ai que quando uma bruxa pensa… é pior do que quando se zanga recorre a todos os truques que tem escondidos na manga… reúne o conselho Fantasma que a ouve com atenção: - aqueles meninos da aldeia estão a pedir uma lição de velha desdentada me chamam com grande satisfação e logo de pronto o conselho lhe dá uma sugestão… logo à noite quando estiver escurinho deixa vir os meninos que lhes vamos pregar um valente sustinho Acham mesmo que nos assustaram? Seus fantasmas de lençol Podem ir embora A bruxa em desespero n Na sua vassoura voou E outra ideia teve Que logo a consolou Dos seus seis gatos gémeos Se lembrou Foi-lhes pedir ajuda Mas um “Não” acenado com a cauda Ela levou… Pobre Mongólia Patagólia Que só queria as crianças assustar Para depois Mais descansada ficar Desta vez foi ter com o conselho das Bruxas Que de caldeirão no fogo E pau na mão Logo ali fizeram Uma valente poção De tão valente que foi Até houve Uma gigantesca explosão…. Ai agora que apareceu Assim com tão má cara? As abóboras zangadas Disseram que assustar Não lhes custava nada!!!! A noite foi de trabalho Em casa da bruxa Mongólia Mas dançava de alegria A amiga Patagólia De manhã muito cedinho As crianças apareceram E como de costume Com a bruxa se meteram Do alto da colina Abóboras começaram a rolar E dali fugiram as crianças Para não mais voltar Mongólia Patagólia Muito feliz estava Agora podia descansar Que já ninguém a chamava De Bruxa desdentada

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