Teoria das conversações g pask

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Uma amostra do trabalho de Gordon Pask 
revisitado por Paul Pangaro e adaptado 
para o português por Luiz Algarra.

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    1. 1. Teoria dasConversaçõesUma amostra do trabalho de Gordon Pask revisitado por Paul Pangaro e adaptado para o português por Luiz AlgarraA partir de:  http://pangaro.com/presents/pangaro-IDEO-conversation-2009v3noex.pdf em projeto original de Office Design Dubberly (http://www.dubberly.com/)
    2. 2. Como as conversações ocorrem?Participante 1 Participante 2
    3. 3. O participante tem seu objetivo OBJETIVOParticipante 1 Participante 2
    4. 4. Define-se um contexto OBJETIVOParticipante 1 Participante 2 CONTEXTO
    5. 5. Escolhe-se uma linguagem em comum LINGUAGEM OBJETIVOParticipante 1 Participante 2 CONTEXTO
    6. 6. Tem início a troca... LINGUAGEM OBJETIVO OBJETIVO AVALIAÇÃOParticipante 1 INTERFACE Participante 2 AÇÃO CONTEXTO
    7. 7. ...que dispara uma reação, LINGUAGEM OBJETIVO SIM AVALIAÇÃOParticipante 1 INTERFACE Participante 2 AÇÃO CONTEXTO
    8. 8. ...que dispara uma reação, LINGUAGEM OBJETIVO OBJETIVO AVALIAÇÃOParticipante 1 INTERFACE Participante 2 AÇÃO CONTEXTO
    9. 9. disparando outra reação LINGUAGEM OBJETIVO OBJETIVO APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO Participante 1 INTERFACE Participante 2TROCA TROCA AÇÃO AÇÃO CONTEXTO
    10. 10. E a troca continua... LINGUAGEM OBJETIVO OBJETIVO APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO Participante 1 INTERFACE Participante 2TROCA TROCA AÇÃO AÇÃO CONTEXTO
    11. 11. Desse modo acordo pode ocorrer. LINGUAGEM OBJETIVO OBJETIVO ACORDO APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO Participante 1 INTERFACE Participante 2TROCA TROCA AÇÃO AÇÃO CONTEXTO
    12. 12. E a transação possa acontecer LINGUAGEM OBJETIVO OBJETIVO ACORDO APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO Participante 1 INTERFACE Participante 2TROCA TROCA AÇÃO (TRANS)AÇÃO CONTEXTO
    13. 13. Fluxo da conversação transacional 2) LINGUAGEM OBJETIVO OBJETIVO 4) ACORDO APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO Participante 1 INTERFACE Participante 23) TROCA 3) TROCA AÇÃO 5) TRANSAÇÃO 1) CONTEXTO
    14. 14. Dimensões daconversação transacional1. CONTEXTO2. LINGUAGEM3. TROCA4. ACORDO5. TRANSAÇÃO
    15. 15. Gordon Pask e a Teoria da Conversação • Gordon Pask (1928-1996) foi uma das mais importantes figuras no domínio da Cibernética Britânica e internacional, e um influente promotor da chamada "second- order-cybernetics". • Iniciando suas atividades nos anos 50 com experiências em máquinas adaptativas e computadores, Pask desenvolveu nos anos 60 e 70 abordagens teóricas inovadoras com aplicação a uma variedade de áreas, incluindo tanto as ciências sociais e naturais como as humanidades e as artes. • Destaca-se a denominada "Conversation Theory", certamente uma das mais interessantes teorias unificadoras enquadrada pela ciência dos sistemas.
    16. 16. Paul Pangaro e a Teoria da Conversação • Paul Pangaro tem graduação em ciência da computação e drama, e obteve um Ph.D. com Gordon Pask na Brunel University (UK) em cibernética. • Trabalhou nos laboratórios de pesquisa ao lado de Jerry Lettvin, Nicholas Negroponte e Gordon Pask, e fundou a Pangaro Incorporated fem 1982, uma empresa voltada ao desenvolvimento de aplicações práticas da cibernética. • Atendeu durante 10 anos clientes como o Exército Norte-Americano e o Almirantado da britânico na formação para a tomada de decisões complexas. E aplicou a Teoria das Conversações no desenvolvimento de treinamentos complexos de uma usina nuclear comercial.
    17. 17. Luiz Algarra e a Teoria da Conversação • Luiz Algarra é Designer de Fluxos de Conversação para grupos humanos, com foco em inteligência colaborativa, e consultor em ativação de redes sociais e aprendizagem informal. • Desenha e conduz processos de diálogo para grupos humanos, sejam empresas ou instituições e atua em eventos, encontros e palestras como ativador de reflexões para grandes multidões, em temas locais ou globais. • Cursou Jornalismo na PUC/SP e Certificação em Biologia Cultural com o Prof. Humberto Maturana e Ximena Dávila, da Escuela Matriztica de Santiago.

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