Segundo reinado e a república

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    1. 1. O Segundo reinado e a Crise do Império. O Café: O café foi introduzido no Brasil no ano de 1717, porém a sua produção só veio adquirir importância no início do século XIX. Por volta de 1870, o café representa 56% da pauta de exportações, atingindo 61% na década de 1880. Finalmente, em 1850, cedeu-se às pressões inglesas e promulgou-se a Lei Eusébio de Queiroz, extinguindo-se definitivamente o tráfico. A solução para falta de mão-de-obra na lavoura cafeeira apoiou-se no incentivo à imigração.
    2. 2. Irineu Evangelista de Souza, 1º barão e depois 1º visconde de Mauá Considerado um dos homens mais importantes do país à época, quando foi incompreendido por uma sociedade rural e escravocrata, atualmente é considerado símbolo dos capitalistas empreendedores brasileiros do século XIX. Com a extinção do tráfico negreiro, a partir da Lei Eusébio de Queirós (1850), os capitais até então empregados no comércio de escravos passaram a ser investidos na industrialização. Aproveitando essa oportunidade, Mauá passou a se dividir entre as atividades de industrial e banqueiro, tendo acumulado fortuna aos quarenta anos de idade.
    3. 3. Guerra do Paraguai 1864-1870 Se estendeu de 1864 a 1870. Nessa época, sob o governo de Francisco Solano López, o Paraguai era um país praticamente autosuficiente – produzia tudo aquilo que precisava – mas não tinha saída para o mar; para chegar ao mar passava pelo rio da Prata, nas fronteiras com o Brasil, a Argentina e o Uruguai, e tinha, por isso mesmo, interesse em aumentar seu território. No fim de 5 anos de combates, a Inglaterra só ganhou – com o retorno do dinheiro emprestado e dos juros e com a abertura do mercado paraguaio ao seus produtos; o Brasil e a Argentina ganharam – terras paraguaias – e perderam – milhares de mortos e a destruição de suas economias; o Paraguai só perdeu – com a sua destruição, foram mortos três em cada quatro paraguaios, sua população passou de 800 000 para 194 000 habitantes.
    4. 4. A Questão Militar Durante o Império havia sido aprovado o projeto Motepio, pelo qual as famílias dos militares mortos ou mutilados na Guerra do Paraguai recebiam uma pensão. A guerra terminara em 1870 e, em 1883 o montepio ainda não estava pago. O Contato com soldados argentinos e uruguaios semeou no exército brasileiro os ideais da República e a questão abolicionista. Isso fez com que os militares se colocassem contra o Império e iniciassem a fomentar a República no Brasil.
    5. 5. A questão Abolicionista As principais leis que contribuíram para o fim da escravidão no Brasil foram: 1850, Lei Eusébio de Queiroz (extinguia o tráfico negreiro); 1871, Lei do Ventre Livre (os filhos de escravos seriam considerados livres, devendo aos proprietários criá-los até os oito anos); 1885, Lei dos Sexagenários (quando o escravo completasse 65 anos eles estariam libertos); 13 de Maio de 1888, Lei Áurea (abolição total da escravidão, assinada pela princesa Isabel, que substituía provisoriamente o Imperador).
    6. 6. A Questão Religiosa A questão religiosa consistiu num conflito entre a igreja e a monarquia dois bispos, D. Vital e D. Macedo Costa, que insistiram em aplicar no país determinações papais que não haviam obtido a aprovação (placet) do Imperador pois ,em 1864 foi criado a bula sylabeis onde o papa condena a maçonaria o imperador era maçom portanto vetou essa bula papal. Esse poder de veto imperial chamava-se beneplácito. Processados e condenados, o assunto serviu para afastar a igreja do trono.
    7. 7. O Fim do Império O movimento pró-República no Brasil tomava proporções irreversíveis. Contase que os líderes republicanos esperavam que D. Pedro II viesse a falecer, para que eles impedissem Isabel de herdar o trono. Mas em 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca proclama a república. D. Pedro II é retirado do Trono Brasileiro. Deodoro recebe o título de chefe do governo provisório. D. Pedro II embarcou com a família no dia 17 de novembro de 1889 para a Europa. Os militares tiveram apoio da classe média, e cafeicultores a população ficou excluída do processo. Acreditavam que a movimentação das tropas no golpe fosse uma parada militar.
    8. 8. A República da Velha 1889-1930 A Primeira Fase da República ficou dividida em: República da Espada 1889-1894 e República do Café com Leite 1894-1930. Governo Provisório 1889-1891 Durante o governo provisório, foi decretada a separação entre Estado e Igreja. O governo provisório promulgou, em novembro de 1891, a primeira constituição republicana do Brasil. Constituição de 1891 decidiu que o voto no Brasil não seria mais secreto: a assinatura da cédula pelo eleitor tornou-se obrigatória.
    9. 9. Floriano Peixoto 1891-1894 Após Deodoro renunciar assume seu vice Floriano Peixoto A Revolta Federalista - No Rio Grande do Sul, as lutas partidárias transformaram-se numa longa e sangrenta guerra civil. Dividia-se politicamente o Rio Grande do Sul entre os castilhistas (ou "pica-paus"), partidários de Júlio de Castilhos, Presidente do Estado (a quem Floriano fornecia apoio), e os federalistas (ou "gasparistas" ou "maragatos"), chefiados por Silveira Martins, o qual era acusado de monarquista. A Revolta Armada - Durante a Revolta Armada, inicialmente no Rio de Janeiro, ocorreram diversos combates, e a guerra chegou novamente ao Rio Grande do Sul. Porém, o governo preparou-se suficientemente bem para se defender. Fracassara a Revolta Armada, terminando a Revolução Federalista. Salvara-se o governo.
    10. 10. Lamentavelmente, contudo, revestiu-se de tremenda crueldade a vingança empreendida por elementos governistas, como o general Everton Quadros no Paraná e o coronel Moreira César em Santa Catarina, contra os revolucionários vencidos. Ocorreram fuzilamentos até em cemitérios, ao pé de covas já abertas. Esses acontecimentos mancharam um pouco a causa republicana. Floriano terminara com violência o seu governo. Em Nossa Senhora do Desterro o Forte de Anhatomirim serviu como prisão política e vários federalistas foram executados nessa fortaleza. Floriano ficou conhecido como Marechal de Ferro.

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