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COMO IMPEDIR A DÉBÂCLE HUMANITÁRIA NO MUNDO
CONTEMPORÂNEO
Fernando Alcoforado*
Um observador atento ao que acontece no mundo percebe que vivemos um processo de
desagregação econômica, política e social sem precedentes na história da humanidade
cujo produto tem sido a violência generalizada praticada em todos os quadrantes da
Terra. Os principais responsáveis de toda esta situação são, de um lado, o caótico
sistema econômico capitalista e, de outro, o ingovernável sistema internacional. Desde
as suas origens no século XVI como modo de produção, o capitalismo tem se
caracterizado pela barbárie que significa selvageria, crueldade, desumanidade,
incivilidade. Massacres, genocídios e múltiplas formas de degradação humana
caracterizam o capitalismo em seu desenvolvimento histórico. Por sua vez, o sistema
internacional não tem impedido as guerras entre as grandes potências e a ação
imperialista por elas praticada há séculos contra os países capitalistas periféricos nem
muito menos assegurar a paz mundial.
É na periferia capitalista que o capitalismo e a ação imperialista expõem sua face mais
bárbara. Este é o caso, por exemplo, da atual crise de refugiados que é a maior desde a
Segunda Guerra Mundial. A crise de refugiados é o trágico resultado de uma política
criminosa de guerras e de intervenções militares para pilhagem dos países capitalistas
periféricos implementadas pelos Estados Unidos e pela União Europeia no Afeganistão,
no Iraque, no Sudão, na Líbia e na Síria. O que o mundo testemunha hoje, com os milhares
de refugiados desesperados na tentativa de chegar à Europa, é efeito desta política criminosa,
mantida desde então pelas grandes potências ocidentais. Em mais de uma década, as guerras
do Afeganistão e do Iraque, travadas sob o pretexto de serem "contra o terrorismo", e
justificadas com mentiras infames sobre "armas iraquianas de destruição em massa",
devastaram sociedades inteiras e mataram centenas de milhares de homens, mulheres e
crianças.
A ascensão do Estado Islâmico (ISIS) e as guerras civis sectárias e sangrentas em curso no
Iraque e na Síria são produto da devastação promovida pelos Estados Unidos e seus aliados.
Diante da reduzida assistência humanitária e da falta de perspectivas de regressar para
casa, muitos sírios estão tentando chegar à Europa, sobretudo à Alemanha, através do
Mediterrâneo, a rota marítima mais perigosa. Além dos sírios, há mais de três milhões
de refugiados da África subsaariana. Ao fluxo originário de países que já estão há
muitos anos em crise, como o Sudão, o Congo e a Somália, somam-se centenas de
milhares de pessoas que tiveram de deixar países como o Sudão do Sul, a República
Centro-Africana, a Nigéria e o Burundi. A ação terrorista que cresce a cada dia no
mundo, especialmente no Oriente Médio e na Europa é produto da política criminosa de
guerras e intervenções militares adotadas pelas potências ocidentais.
Através de regimes subordinados a seus interesses, o governo dos Estados Unidos e
seus aliados ocidentais patrocinaram todos os possíveis atos de terrorismo de Estado, o
que inclui prisões e detenções ilegais, torturas, assassinatos, entre outras ações. Milhões
de pessoas na Ásia, África e América Latina sofreram e sofrem com esses atos de
terrorismo de Estado. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial o mundo conheceu 160
guerras quando morreram cerca de 7 milhões de soldados e 30 milhões de civis. Todas
as "megamortes" ocorridas desde 1914 chegaram a um total de 187 milhões de mortos.
As guerras continuam fazendo parte de nosso cotidiano ao lado do terrorismo que se
tornou endêmico na era atual. É inaceitável viver em um mundo em que, nos últimos
2
6.000 anos da história da humanidade, houve apenas 292 anos de relativa paz entre os
povos. A história do mundo é, em larga medida, uma história de guerras, porque os
Estados em que vivemos nasceram de conquistas, guerras civis ou lutas pela
independência.
Esta situação é coincidente com o fato de os Estados Unidos terem ampliado demais o
seu império, ao ponto de não conseguirem mais administrá-lo, como aconteceu com a
Espanha no século XVII e o Reino Unido no século XX. A partir de 2001, o governo
Bush elevou os gastos bélicos após o atentado contra as torres gêmeas em Nova Iorque
para promover a invasão do Iraque e do Afeganistão e, posteriormente, Barack Obama
que promoveu a intervenção militar na Líbia e, mais recentemente, na Síria. A violência
desenfreada e as crises que se manifestam, sob várias formas, no mundo em que
vivemos têm como causa o decadente sistema capitalista mundial e o ingovernável
sistema internacional. Por isso é fundamental implantar, em substituição ao capitalismo,
um novo modelo de sociedade nos moldes da social democracia escandinava que é o
sistema econômico mais bem sucedido do planeta porque apresenta os mais elevados
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e um novo modelo de governança global
que assegure a paz mundial e o real progresso da humanidade.
Que fim terá nosso mundo, nossas vidas, se o mundo de hoje virou um caos
ingovernável no qual os seres humanos se matam uns aos outros e só pensam em poder
e riqueza? É o que fazem hoje com nosso mundo ao destruírem por dinheiro, matarem
por riqueza e poder. As vidas já não valem mais nada, nada mais tem valor, tudo isso
por poder e riqueza! Temos que evitar que a humanidade caminhe para o abismo de sua
autodestruição. Amanhã, quem vai governar o mundo? Ninguém, provavelmente, se
nada for feito para construir uma governança global. E este é o pior cenário. Nenhum
país por mais poderoso que seja não pode evitar as guerras e o terrorismo, solucionar os
demais problemas do planeta nem muito menos promover a paz mundial.
Erroneamente, nenhum país quer uma governança mundial porque não quer abrir mão
de sua soberania. O preço desta postura tem sido a barbárie da escalada das guerras e do
terrorismo sem precedentes na história da humanidade. Além de evitar as guerras e o
terrorismo, uma governança mundial seria absolutamente necessária para fazer frente às
crises globais, econômica, financeira, ecológica, social, política e combater o crime
organizado.
Pode-se afirmar que a humanidade evoluiu até o presente momento do estágio de
selvageria ao de barbárie. Selvageria é um estágio característico das sociedades ou
povos primitivos. O termo barbárie tem dois significados distintos, mas ligados entre si:
falta de civilização e crueldade de bárbaro. O grande desafio da era contemporânea é
fazer a humanidade evoluir do estágio de barbárie em que se encontra no momento atual
ao de civilização. Nos últimos 150 anos, a barbárie tem aumentado permanentemente.
Ano a ano, década a década, a violência e o desprezo pelo ser humano têm aumentado
parecendo não haver um limite para este fenômeno. Algo muitíssimo pior: os homens e
mulheres se acostumaram com a barbárie já não existindo espanto, estranheza, nem
horror frente aos atos desumanos.
Civilização é considerado o estágio mais avançado de determinada sociedade humana.
Existem alguns elementos geralmente aceitos por todos sobre o que tornaria uma
sociedade civilizada: 1) oferecer segurança garantida para todos os cidadãos que não
devem temer a perda de suas vidas ou ter danos físicos; 2) prover assistência médica da
3
melhor qualidade possível para todos os membros da sociedade; 3) conceder acesso à
comida e água para todos os cidadãos de modo que nenhuma pessoa passe fome ou
sede; 4) prover as condições básicas de habitação para todos os cidadãos; 5) possuir um
sistema legislativo democrático cujas leis sejam estabelecidas para preservar o bem-
estar da população; 6) prover um sistema educacional que garanta igualdade de acesso à
educação de alto nível para todas as pessoas visando tornar sua população altamente
educada; 7) assegurar para a população a liberdade de pensamento, crença, religião,
afiliação e expressão; e, 8) garantir o direito da população de participar das decisões de
governo.
É chegada a hora de a humanidade se dotar o mais urgentemente possível de
instrumentos necessários a ter o controle de seu destino e colocar em prática uma
governança democrática do mundo. Este é o único meio de acabar com as guerras e o
terrorismo e, em última instância, sustar a decadência em curso da humanidade. Uma
governança democrática do mundo é extrememente necessária porque não existe
nenhum outro meio capaz de construir um mundo no qual cada mulher, cada homem de
hoje e de amanhã tenham os mesmos direitos e os mesmos deveres, e nos quais os
interesses do planeta e de todas as nações, de todas as formas de vida e das gerações
futuras, sejam enfim levados em conta.
O papel fundamental da governança democrática do mundo seria o da conquista e
manutenção da paz mundial e de construção da governabilidade da economia e do meio
ambiente global. Por seu intermédio, seria perseguida a defesa dos interesses gerais do
planeta. Ela zelaria no sentido de cada Estado respeitar os direitos de cada cidadão do
mundo buscando impedir a propagação dos riscos sistêmicos mundiais de natureza
econômica e ambiental. Ela evitaria o império de um só e a anarquia de todos. A
preservação da paz é a primeira missão de toda nova forma de governança mundial.
Uma governança com essas características só pode resultar do consenso entre todos os
povos e nações do mundo. Este seria o caminho que possibilitaria evitar as guerras e o
terrorismo e promover a convergência de todos os povos do mundo em torno de um
objetivo comum.
Hoje, o mundo se defronta com uma débâcle humanitária. A humanidade tem de
entender que tem tudo a ganhar se unindo em torno de uma governança democrática no
mundo representativa dos interesses das nações, incluindo a mais poderosa, controlando
o mundo em sua totalidade, no tempo e no espaço. A nova ordem mundial a ser
edificada deve organizar não apenas as relações entre os homens na face da Terra, mas
também suas relações com a natureza. É preciso, portanto, que seja elaborado um
contrato social planetário que possibilite o desenvolvimento econômico e social e o uso
racional dos recursos da natureza em benefício de toda a humanidade. A edificação de
uma nova ordem mundial baseada nesses princípios é urgente.
*Fernando Alcoforado, 76, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em
Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor
universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento
regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São
Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo,
1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do
desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de
Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento
(Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos
Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic
4
and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft &
Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (P&A Gráfica e
Editora, Salvador, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento
global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes
do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012) e Energia no Mundo e no Brasil-
Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015). E-mail:
falcoforado@uol.com.br. Possui blog na Internet (http://fernando.alcoforado.zip.net).

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Como impedir a débâcle humanitária no mundo contemporâneo

  • 1. 1 COMO IMPEDIR A DÉBÂCLE HUMANITÁRIA NO MUNDO CONTEMPORÂNEO Fernando Alcoforado* Um observador atento ao que acontece no mundo percebe que vivemos um processo de desagregação econômica, política e social sem precedentes na história da humanidade cujo produto tem sido a violência generalizada praticada em todos os quadrantes da Terra. Os principais responsáveis de toda esta situação são, de um lado, o caótico sistema econômico capitalista e, de outro, o ingovernável sistema internacional. Desde as suas origens no século XVI como modo de produção, o capitalismo tem se caracterizado pela barbárie que significa selvageria, crueldade, desumanidade, incivilidade. Massacres, genocídios e múltiplas formas de degradação humana caracterizam o capitalismo em seu desenvolvimento histórico. Por sua vez, o sistema internacional não tem impedido as guerras entre as grandes potências e a ação imperialista por elas praticada há séculos contra os países capitalistas periféricos nem muito menos assegurar a paz mundial. É na periferia capitalista que o capitalismo e a ação imperialista expõem sua face mais bárbara. Este é o caso, por exemplo, da atual crise de refugiados que é a maior desde a Segunda Guerra Mundial. A crise de refugiados é o trágico resultado de uma política criminosa de guerras e de intervenções militares para pilhagem dos países capitalistas periféricos implementadas pelos Estados Unidos e pela União Europeia no Afeganistão, no Iraque, no Sudão, na Líbia e na Síria. O que o mundo testemunha hoje, com os milhares de refugiados desesperados na tentativa de chegar à Europa, é efeito desta política criminosa, mantida desde então pelas grandes potências ocidentais. Em mais de uma década, as guerras do Afeganistão e do Iraque, travadas sob o pretexto de serem "contra o terrorismo", e justificadas com mentiras infames sobre "armas iraquianas de destruição em massa", devastaram sociedades inteiras e mataram centenas de milhares de homens, mulheres e crianças. A ascensão do Estado Islâmico (ISIS) e as guerras civis sectárias e sangrentas em curso no Iraque e na Síria são produto da devastação promovida pelos Estados Unidos e seus aliados. Diante da reduzida assistência humanitária e da falta de perspectivas de regressar para casa, muitos sírios estão tentando chegar à Europa, sobretudo à Alemanha, através do Mediterrâneo, a rota marítima mais perigosa. Além dos sírios, há mais de três milhões de refugiados da África subsaariana. Ao fluxo originário de países que já estão há muitos anos em crise, como o Sudão, o Congo e a Somália, somam-se centenas de milhares de pessoas que tiveram de deixar países como o Sudão do Sul, a República Centro-Africana, a Nigéria e o Burundi. A ação terrorista que cresce a cada dia no mundo, especialmente no Oriente Médio e na Europa é produto da política criminosa de guerras e intervenções militares adotadas pelas potências ocidentais. Através de regimes subordinados a seus interesses, o governo dos Estados Unidos e seus aliados ocidentais patrocinaram todos os possíveis atos de terrorismo de Estado, o que inclui prisões e detenções ilegais, torturas, assassinatos, entre outras ações. Milhões de pessoas na Ásia, África e América Latina sofreram e sofrem com esses atos de terrorismo de Estado. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial o mundo conheceu 160 guerras quando morreram cerca de 7 milhões de soldados e 30 milhões de civis. Todas as "megamortes" ocorridas desde 1914 chegaram a um total de 187 milhões de mortos. As guerras continuam fazendo parte de nosso cotidiano ao lado do terrorismo que se tornou endêmico na era atual. É inaceitável viver em um mundo em que, nos últimos
  • 2. 2 6.000 anos da história da humanidade, houve apenas 292 anos de relativa paz entre os povos. A história do mundo é, em larga medida, uma história de guerras, porque os Estados em que vivemos nasceram de conquistas, guerras civis ou lutas pela independência. Esta situação é coincidente com o fato de os Estados Unidos terem ampliado demais o seu império, ao ponto de não conseguirem mais administrá-lo, como aconteceu com a Espanha no século XVII e o Reino Unido no século XX. A partir de 2001, o governo Bush elevou os gastos bélicos após o atentado contra as torres gêmeas em Nova Iorque para promover a invasão do Iraque e do Afeganistão e, posteriormente, Barack Obama que promoveu a intervenção militar na Líbia e, mais recentemente, na Síria. A violência desenfreada e as crises que se manifestam, sob várias formas, no mundo em que vivemos têm como causa o decadente sistema capitalista mundial e o ingovernável sistema internacional. Por isso é fundamental implantar, em substituição ao capitalismo, um novo modelo de sociedade nos moldes da social democracia escandinava que é o sistema econômico mais bem sucedido do planeta porque apresenta os mais elevados IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e um novo modelo de governança global que assegure a paz mundial e o real progresso da humanidade. Que fim terá nosso mundo, nossas vidas, se o mundo de hoje virou um caos ingovernável no qual os seres humanos se matam uns aos outros e só pensam em poder e riqueza? É o que fazem hoje com nosso mundo ao destruírem por dinheiro, matarem por riqueza e poder. As vidas já não valem mais nada, nada mais tem valor, tudo isso por poder e riqueza! Temos que evitar que a humanidade caminhe para o abismo de sua autodestruição. Amanhã, quem vai governar o mundo? Ninguém, provavelmente, se nada for feito para construir uma governança global. E este é o pior cenário. Nenhum país por mais poderoso que seja não pode evitar as guerras e o terrorismo, solucionar os demais problemas do planeta nem muito menos promover a paz mundial. Erroneamente, nenhum país quer uma governança mundial porque não quer abrir mão de sua soberania. O preço desta postura tem sido a barbárie da escalada das guerras e do terrorismo sem precedentes na história da humanidade. Além de evitar as guerras e o terrorismo, uma governança mundial seria absolutamente necessária para fazer frente às crises globais, econômica, financeira, ecológica, social, política e combater o crime organizado. Pode-se afirmar que a humanidade evoluiu até o presente momento do estágio de selvageria ao de barbárie. Selvageria é um estágio característico das sociedades ou povos primitivos. O termo barbárie tem dois significados distintos, mas ligados entre si: falta de civilização e crueldade de bárbaro. O grande desafio da era contemporânea é fazer a humanidade evoluir do estágio de barbárie em que se encontra no momento atual ao de civilização. Nos últimos 150 anos, a barbárie tem aumentado permanentemente. Ano a ano, década a década, a violência e o desprezo pelo ser humano têm aumentado parecendo não haver um limite para este fenômeno. Algo muitíssimo pior: os homens e mulheres se acostumaram com a barbárie já não existindo espanto, estranheza, nem horror frente aos atos desumanos. Civilização é considerado o estágio mais avançado de determinada sociedade humana. Existem alguns elementos geralmente aceitos por todos sobre o que tornaria uma sociedade civilizada: 1) oferecer segurança garantida para todos os cidadãos que não devem temer a perda de suas vidas ou ter danos físicos; 2) prover assistência médica da
  • 3. 3 melhor qualidade possível para todos os membros da sociedade; 3) conceder acesso à comida e água para todos os cidadãos de modo que nenhuma pessoa passe fome ou sede; 4) prover as condições básicas de habitação para todos os cidadãos; 5) possuir um sistema legislativo democrático cujas leis sejam estabelecidas para preservar o bem- estar da população; 6) prover um sistema educacional que garanta igualdade de acesso à educação de alto nível para todas as pessoas visando tornar sua população altamente educada; 7) assegurar para a população a liberdade de pensamento, crença, religião, afiliação e expressão; e, 8) garantir o direito da população de participar das decisões de governo. É chegada a hora de a humanidade se dotar o mais urgentemente possível de instrumentos necessários a ter o controle de seu destino e colocar em prática uma governança democrática do mundo. Este é o único meio de acabar com as guerras e o terrorismo e, em última instância, sustar a decadência em curso da humanidade. Uma governança democrática do mundo é extrememente necessária porque não existe nenhum outro meio capaz de construir um mundo no qual cada mulher, cada homem de hoje e de amanhã tenham os mesmos direitos e os mesmos deveres, e nos quais os interesses do planeta e de todas as nações, de todas as formas de vida e das gerações futuras, sejam enfim levados em conta. O papel fundamental da governança democrática do mundo seria o da conquista e manutenção da paz mundial e de construção da governabilidade da economia e do meio ambiente global. Por seu intermédio, seria perseguida a defesa dos interesses gerais do planeta. Ela zelaria no sentido de cada Estado respeitar os direitos de cada cidadão do mundo buscando impedir a propagação dos riscos sistêmicos mundiais de natureza econômica e ambiental. Ela evitaria o império de um só e a anarquia de todos. A preservação da paz é a primeira missão de toda nova forma de governança mundial. Uma governança com essas características só pode resultar do consenso entre todos os povos e nações do mundo. Este seria o caminho que possibilitaria evitar as guerras e o terrorismo e promover a convergência de todos os povos do mundo em torno de um objetivo comum. Hoje, o mundo se defronta com uma débâcle humanitária. A humanidade tem de entender que tem tudo a ganhar se unindo em torno de uma governança democrática no mundo representativa dos interesses das nações, incluindo a mais poderosa, controlando o mundo em sua totalidade, no tempo e no espaço. A nova ordem mundial a ser edificada deve organizar não apenas as relações entre os homens na face da Terra, mas também suas relações com a natureza. É preciso, portanto, que seja elaborado um contrato social planetário que possibilite o desenvolvimento econômico e social e o uso racional dos recursos da natureza em benefício de toda a humanidade. A edificação de uma nova ordem mundial baseada nesses princípios é urgente. *Fernando Alcoforado, 76, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic
  • 4. 4 and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (P&A Gráfica e Editora, Salvador, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012) e Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015). E-mail: falcoforado@uol.com.br. Possui blog na Internet (http://fernando.alcoforado.zip.net).