Apres. carvalhais turismo

2.585 visualizações

Publicada em

Publicada em: Turismo, Negócios
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.585
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
157
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
37
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apres. carvalhais turismo

  1. 1. Bioparque de Carvalhais Escola Profissional de Carvalhais Biodiversidade Susana Rodrigues - Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Viseu 07 de Junho de 2010
  2. 2. Biodiversidade É o número de espécies e variedades genéticas que existem na biosfera e em cada um dos ecossistemas que a constituem.
  3. 3. Biodiversidade Na Conferência Internacional sobre Biodiversidade, em Janeiro de 2005, foi apresentado um estudo em que o mundo vive uma crise sem precedentes desde a extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos. Foram contabilizadas mais de 15000 espécies animais e 60000 espécies vegetais em risco de extinção (UNESCO, 2005).
  4. 4. Ameaças à Biodiversidade: <ul><li>Ocupação de ecossistemas pelo Homem; </li></ul><ul><li>A caça indiscriminada; </li></ul><ul><li>Os derrames de poluentes sem qualquer controlo; </li></ul><ul><li>A conversão de grandes extensões de terra em campos agrícolas, ou para construção de edifícios ou para construção de estradas; </li></ul>
  5. 5. Ameaças à Biodiversidade: <ul><li>Sobrexploração das florestas, oceanos, rios lagos e solos; </li></ul><ul><li>Introdução de plantas invasivas; </li></ul><ul><li>Poluição antrópica; </li></ul><ul><li>Alterações climáticas globais. </li></ul>
  6. 6. 2010 – Ano Internacional da Biodiversidade
  7. 7. As Nações Unidas, declararam 2010 o Ano Internacional da Biodiversidade (AIB), para sensibilizar o público em geral para a perda da biodiversidade.
  8. 8. Objectivos: <ul><li>Aumentar a consciência pública sobre a importância de salvaguardar a biodiversidade para a continuidade da vida na Terra, identificando e combatendo as ameaças subjacentes; </li></ul><ul><li>Aumentar a consciência sobre a importância dos esforços já empreendidos por governos e comunidades para salvar a biodiversidade, promovendo a participação de todos; </li></ul>
  9. 9. Objectivos: <ul><li>Incentivar os povos, organizações e governos a tomarem medidas imediatas necessárias à defesa da perda da biodiversidade; </li></ul><ul><li>Estabelecer um diálogo entre os participantes sobre as medidas a serem adoptadas após o ano de 2010, garantindo a continuidade segura dos programas desenvolvidos. </li></ul>
  10. 10. Conservação de Espécies: In-situ Preservação dos habitats naturais das espécies e, consequentemente, pela fundação e gestão de parques ou reservas naturais. A reintrodução de espécies que desapareceram do seu habitat natural, quando as ameaças que levaram à extinção da espécie em questão já não estiverem presentes.
  11. 11. O declínio das espécies em condições naturas de conservação in-situ, resulta essencialmente: -destruição de habitats -fragmentação de habitats -espécies exóticas -caça excessiva, etc.
  12. 12. Ex-situ É realizada através da participação em programas de reprodução em cativeiro, graças aos quais é possível: conservar espécies ameaçadas, diversificar geneticamente as populações em cativeiro e posteriormente reintroduzi-las no seu habitat.
  13. 13. Limitações à conservação Ex-situ • Tamanho das populações : as populações Ex-situ deveriam ter centenas de indivíduos para evitar a perda de variabilidade genética • Adaptação: as espécies podem sofrer adaptação genética às condições artificiais do cativeiro, dificultando o sucesso da reintrodução
  14. 14. • Continuidade: é necessário assegurar a continuidade dos recursos financeiros e técnicos • Concentração: quando os esforços de conservação Ex-situ estão num único local existe o perigo de uma população inteira ser destruída por uma catástrofe
  15. 15. Áreas protegidas: 42 em Portugal Continental 32 nos Açores 5 na Madeira A gestão das áreas protegida no continente, é da responsabilidade do ICN- Instituto da Conservação da Natureza.
  16. 16. Áreas protegidas: Parque Nacional Reserva Natural Parque Natural Paisagem Protegida Monumento Natural Parque Nacional Reserva Natural Parque Natural Paisagem Protegida Monumento Natural
  17. 17. Parque Nacional  Área que contém vários ecossistemas inalterados ou pouco alterados pela intervenção humana.  Integra amostras representativas de paisagens naturais, de espécies vegetais e animais, de locais com interesse geológico ou de habitats.
  18. 18. Pelas suas características incomparáveis, o Parque Nacional da Peneda Gerês, é o único parque nacional de Portugal.
  19. 19. Reserva Natural   É “uma área destinada à protecção da flora e da fauna” selvagens.
  20. 20. Exemplos: Dunas de S. Jacinto Berlengas Estuário do Tejo
  21. 21. Parque Natural Área caracterizada por conter paisagens naturais, seminaturais e humanizadas de interesse nacional, sendo exemplo de integração harmoniosa da actividade humana e da Natureza e apresentando amostras de ecossistemas representativos de Portugal .  
  22. 22. Exemplos: Parque Natural da Serra da Estrela Parque Natural Sintra-Cascais
  23. 23. Paisagem protegida   São áreas com paisagens naturais, seminaturais e humanizadas, de interesse regional ou local, resultantes da interacção harmoniosa do Homem e da Natureza que evidencia grande valor estético ou natural.
  24. 24. Exemplos: Serra do Açor Serra do Montejunto
  25. 25. Monumento Natural   É uma ocorrência natural contendo um ou mais aspectos que, pela sua singularidade, raridade ou representatividade em termos ecológicos, estéticos, científicos e culturais, exigem a sua conservação e a manutenção da sua integridade.
  26. 26. Os Monumentos Naturais actualmente classificados são: Ourém / Torres Novas (integrado no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros); Carenque; Pedreira do Avelino; Pedra da Mua; e Lagosteiros (os dois últimos integrados no Parque Natural da Arrábida)
  27. 27. Turismo na Natureza: O Turismo de Natureza é o produto turístico composto por estabelecimentos, actividades e serviços de alojamento e animação turística e ambiental realizados e prestados em zonas integradas na rede nacional de áreas protegidas.
  28. 28. Impactos Ambientais no Turismo na Natureza: POSITIVOS • Justifica e sustenta a conservação e preservação de áreas naturais importantes e vida selvagem • Justifica e sustenta a conservação de locais históricos e arqueológicos como atracções turísticas
  29. 29. Impactos Ambientais no Turismo na Natureza: • Contribui para melhorar a qualidade ambiental das regiões – controle do ar, da água, do ruído e da “poluição visual”, redução da congestão dos locais, etc. • Aumenta a percepção dos residentes locais para a conservação e preservação do ambiente
  30. 30. Impactos Ambientais no Turismo na Natureza: NEGATIVOS • Poluição da água (rios, linhas de água, zonas costeiras, etc.) resultante do desenvolvimento de sistemas de esgotos e de eliminação dos resíduos sólidos de estruturas hoteleiras e outros complexos ao serviço do turismo • Poluição do ar resultante da excessiva contaminação de veículos de combustão interna • Poluição sonora gerada pela concentração de turistas e veículos
  31. 31. Impactos Ambientais no Turismo na Natureza: <ul><li>Poluição visual (má concepção e enquadramento de </li></ul><ul><li>empreendimentos turísticos, inadequação paisagística, </li></ul><ul><li>sinalização, obstrução de paisagem por complexos turísticos) </li></ul><ul><li>• Poluição causada pelos lixos abandonados pelos turistas de passagem </li></ul><ul><li>• Danificação dos ambientes ecológicos (habitat), desastres ambientais </li></ul><ul><li>• Danificação de elementos históricos ou arqueológicos pela excessiva ou má utilização dos mesmos </li></ul>
  32. 32. FIM Não de esqueçam de preservar o ambiente, ele conta com todos nós… Obrigado…

×