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ECOSSISTEMAProtecção e Conservação da Natureza Trabalho realizado por:  		 	     Catarina Coelho Nº 228 Inês Maló Nº 236 Marta Cruz Nº242
introdução Neste trabalho vamos aprender o que são os resíduos e perceber a importância da gestão destes. Vamos também entender como a conservação e a protecção da Natureza são essenciais para o bem-estar das populações.  Vamos falar sobre os riscos e benefícios que as tecnologias e a energia nuclear provocam no planeta.
O que são resíduos? Resíduos são os materiais que, desde a produção ao consumo dos mesmos, não são aproveitados das actividades humanas (do nosso dia-a-dia) sendo deitados fora, por não terem utilidade aparente.
Tipos de resíduos Resíduos sólidos Urbanos (RSU) - É o lixo doméstico, de restaurantes, cafés e outras zonas comerciais. Os RSU são os materiais que não podem ser reutilizados e/ou reciclados. Como exemplos são os restos de alimentos, pilhas, plástico, cartão, vidro, entre outras. Resíduos Industriais – São gerados em actividades produtivas industriais. Estes resultam da manufacturação, da exploração e da utilização dos recursos naturais. Pneus, sucatas, baterias, tintas, vidros e cartão são alguns dos exemplos de resíduos industriais.
Resíduos hospitalares – São produzidos nas unidades hospitalares como centros de saúde, hospitais, clínicas veterinárias, laboratórios de análises e centos de investigação científica. Como exemplos temos seringas, compressas, agulhas, luvas e cateteres. Resíduos Perigosos – São aqueles que contêm substancias perigosas para a saúde das populações e um nível de risco para os ecossistemas. Alguns tipos de resíduos, incluem uma classe de materiais que são perigosos. Os resíduos perigosos podem ser corrosivos, tóxicos, inflamáveis e/ou nocivos. Pilhas, resíduos de explosivos, óleos alimentares e pesticidas são exemplos de resíduos perigosos.
A Importancia da gestão dos RSU A multiplicação de resíduos constitui um grave problema para a sociedade consumista actual. Para diminuir o número de resíduos é importante recorrer à recolha e ao tratamento para garantir melhor qualidade de vida dos cidadãos. A gestão dos RSU baseia-se no conjunto de operações de recolha, transporte, armazenagem, tratamento, valorização e eliminação dos resíduos. Colaborar na gestão dos RSU é um dever de cada cidadão e contribui para a sustentabilidade do Planeta.
Plano estratégico para a gestão dos resíduos sólidos urbanos (PERSU) É um documento no qual se define uma estratégia e metas, no âmbito de uma gestão integrada dos RSU. A primeira versão foi publicada em 1997, o PERSU I, com uma meta de 10 anos, e tendo como objectivo o fim dos lixos sanitários não controlados, assim como a introdução de um novo rumo nos métodos como era gerido o ciclo dos resíduos. Ao fim de dez anos, apareceu o PERSU II, aprovado em 2007, apresentando metas ainda mais ambiciosas para o decénio de 2007 a 2017.
Prevenção do excesso de produção de RSU- Valorização e tratamento de RSU Para prevenir o excesso de RSU deve-se:  ,[object Object]
Reutilizar – utilizar um produto mais que uma vez ou para outros fins;
Separação selectiva dos RSU – separar o lixo comum das embalagens usadas: Papel, plástico, pilhas, metal e vidro. Estes materiais devem-se colocar no Ecoponto ou no Ecocentro.
Reciclar – a transformação nas unidades de triagem de objectos usados em novos objectos úteis, como o papel reciclado.  O processo de valorização e o tratamento dos RSU segue a seguinte hierarquia: Prevenção, reciclagem e valorização.
A prevenção é da responsabilidade do consumidor, ou seja, reduzir, reutilizar, separar e colocar os RSU no respectivo Ecoponto.  Os RSU da recolha selectiva destinam-se assim à reciclagem. A reciclagem tem por objectivo diminuir a deposição em aterro. A valorização consiste no reaproveitamento dos RSU e faz-se em unidades industriais de tratamento e de valorização de resíduos.
Jogo Resíduos Industriais Resíduos Hospitalares RSU Resíduos Perigosos Vidro Óleos Alimentares Restos Alimentares  Pilhas Luvas Cateteres Compressas Pneus Baterias Sucatas Papéis Seringas
Conservação da natureza no mundo A consciência da população em relação á conservação da natureza mudou bastante nos últimos anos. Enquanto algumas pessoas ainda não aderiram á preservação do planeta, desenvolveu-se noutros uma ideia activista na mente. Aumentou a consciência e a responsabilidade sobre a importância da conservação do património nacional. A localização e as características geofísicas e climáticas do nosso território, deram origem a uma grande variedade de ecossistemas e paisagens, que propiciam um elevado número de habitats e albergam uma grande variedade de espécies de animais e plantas. A singularidade das paisagens, bem como a sua representatividade e o estado de conservação das espécies e habitats que temos entre nós, é uma mais-valia nacional.
Áreas protegidas – Conservação e Ameaças Áreas protegidas são áreas destinadas á conservação dos principais ecossistemas e das espécies animais e vegetais em risco. A conservação da natureza é fundamental para o desenvolvimento e para a articulação dos diferentes aspectos naturais, que compõem a paisagem e o território sempre em alteração. Para que os objectivos da conservação sejam alcançados, a escolha das áreas para a conservação da natureza tem que ser realizada tendo em conta um conjunto diversificado de factores, os mais importantes são aspectos biológicos e ecológicos. Os problemas que afectam a biodiversidade (variedade total de vida na terra) dependem em particular da destruição de habitats, a sua degradação e fragmentação, resultam em muitos casos da falta de conciliação entre as várias actividades que se cruzam num determinado território. Assim, é importante criar uma interligação entre as diferentes áreas de conservação através de corredores ecológicos.
As Áreas Protegidas, em Portugal continental, são vinte e cinco: Um Parque Nacional, treze Parques Naturais, treze Reservas Naturais e duas Paisagens Protegidas. A estas juntam-se quatro áreas de âmbito regional (Corno do Bico, Bertiandos, Azibo e Montejunto) e uma vasta área classificada integrada na Lista Nacional de Sítios da Rede Natural.
Parque Nacional – Parques Naturais – Reservas naturais – Paisagens protegidas Parque Nacional – É uma área existente sem intervenção do homem, ou, com poucas alterações deste. Como por exemplo o Parque Nacional da Peneda do Gerês. Parque Natural – É uma área que contém paisagens naturais, porem seminaturais e já modificadas pelo homem. São áreas de interesse nacional com uma integração da actividade humana e da natureza. A Serra da Estrela, Parque Natural Sintra-Cascais e Parque da Arrábida são alguns exemplos. Reserva Natural – É uma área destinada à protecção de habitats da flora e da fauna. Como exemplo é a Reserva Natural das Berlengas e o Estuário do Tejo.
Paisagens Protegidas – São áreas com paisagens naturais, seminaturais e humanizadas. São de interesse local ou regional, resultantes da interacção harmoniosa do ser humano e da natureza, que mostram grande valor estético e/ou natural. Serra do Açor é uma das paisagens protegidas.
Importância da conservação de geomonumentos Os geomonumentos são acontecimentos geológicos com elevada importância e pelo facto de reconstituírem recursos valiosos não renováveis, devem ser respeitados e preservados. Em Portugal existem cinco geomonumentos classificados como monumentos naturais. Como exemplo o Monumento Natural das Pegadas de Dinossáuro de Ourém em Torres Novas e Monumento Natural da Pedra da Mua.
Associações ambientalistas em Portugal Associações ambientalistas – São organizações não governamentais sem fins lucrativos, em que o objectivo é reunir esforços para proteger o ambiente. Os sócios contribuem activamente na resolução de problemas ambientais (ajudam na limpeza das praias, das matas…; fazem campanhas de sensibilização; alguns fazem donativos…) para a construção de um futuro sustentável e para uma melhor qualidade de vida.
Riscos das inovações cientificas e tecnológicas para o individuo, a sociedade e o ambiente Nos últimos anos, os seres humanos têm assistido a grandes avanços científicos e tecnológicos. Estes nem sempre são feitos em benefício do ser humano por isso, algumas vezes estas inovações põem em risco as populações e a sua qualidade de vida.  Riscos e benefícios da energia nuclear Energia Nuclear - A energia nuclear é proveniente da fissão nuclear de um átomo instável como o àtomo de hidrogénio.
Riscos da energia nuclear: ->Acidentes nucleares ->Contaminação do ambiente -> O efeito devastador das bombas atômicas -> Destino indevido do lixo atômico ->Usada para fins militares -> É mais cara quando comparada às demais fontes de energia -> As resíduos produzidos emitem radioactividade durante muitos anos   Beneficios da energia nuclear:   -> Usada para a electricidade ->Utilização das radiações em múltiplas aplicações da medicina, agropecuária, indústria e meio ambiente. -> Não contribui para o efeito de estufa. -> Não polui o ar com gases de enxofre, nitrogénio, particulados, etc. -> Não utiliza grandes áreas de terreno: a central requer pequenos espaços para sua instalação -> Não necessita de armazenamento da energia produzida em baterias -> O risco de transporte do combustível é significativamente menor comparado com o gás.
Riscos e benefício dos equipamentos tecnológicos Para produzir bens materiais para a sociedade é necessário que a ciência faça investigações. Como exemplo temos os leitores MP3, os televisores, as máquinas fotográficas e as consolas (Play station, X-Box, Wi). Estes equipamentos, á medida que a ciência e a tecnologia evoluem, vão caindo em desuso, acabando por ser substituídos por outros mais modernos. O e-lixo ou lixo electrónico são os equipamentos rejeitados pela sociedade ao longo do tempo e a quantidade destes equipamentos rejeitados é tão grande como a de plástico.

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Protecção e conservação da natureza (1)

  • 1. ECOSSISTEMAProtecção e Conservação da Natureza Trabalho realizado por: Catarina Coelho Nº 228 Inês Maló Nº 236 Marta Cruz Nº242
  • 2. introdução Neste trabalho vamos aprender o que são os resíduos e perceber a importância da gestão destes. Vamos também entender como a conservação e a protecção da Natureza são essenciais para o bem-estar das populações. Vamos falar sobre os riscos e benefícios que as tecnologias e a energia nuclear provocam no planeta.
  • 3. O que são resíduos? Resíduos são os materiais que, desde a produção ao consumo dos mesmos, não são aproveitados das actividades humanas (do nosso dia-a-dia) sendo deitados fora, por não terem utilidade aparente.
  • 4. Tipos de resíduos Resíduos sólidos Urbanos (RSU) - É o lixo doméstico, de restaurantes, cafés e outras zonas comerciais. Os RSU são os materiais que não podem ser reutilizados e/ou reciclados. Como exemplos são os restos de alimentos, pilhas, plástico, cartão, vidro, entre outras. Resíduos Industriais – São gerados em actividades produtivas industriais. Estes resultam da manufacturação, da exploração e da utilização dos recursos naturais. Pneus, sucatas, baterias, tintas, vidros e cartão são alguns dos exemplos de resíduos industriais.
  • 5. Resíduos hospitalares – São produzidos nas unidades hospitalares como centros de saúde, hospitais, clínicas veterinárias, laboratórios de análises e centos de investigação científica. Como exemplos temos seringas, compressas, agulhas, luvas e cateteres. Resíduos Perigosos – São aqueles que contêm substancias perigosas para a saúde das populações e um nível de risco para os ecossistemas. Alguns tipos de resíduos, incluem uma classe de materiais que são perigosos. Os resíduos perigosos podem ser corrosivos, tóxicos, inflamáveis e/ou nocivos. Pilhas, resíduos de explosivos, óleos alimentares e pesticidas são exemplos de resíduos perigosos.
  • 6. A Importancia da gestão dos RSU A multiplicação de resíduos constitui um grave problema para a sociedade consumista actual. Para diminuir o número de resíduos é importante recorrer à recolha e ao tratamento para garantir melhor qualidade de vida dos cidadãos. A gestão dos RSU baseia-se no conjunto de operações de recolha, transporte, armazenagem, tratamento, valorização e eliminação dos resíduos. Colaborar na gestão dos RSU é um dever de cada cidadão e contribui para a sustentabilidade do Planeta.
  • 7. Plano estratégico para a gestão dos resíduos sólidos urbanos (PERSU) É um documento no qual se define uma estratégia e metas, no âmbito de uma gestão integrada dos RSU. A primeira versão foi publicada em 1997, o PERSU I, com uma meta de 10 anos, e tendo como objectivo o fim dos lixos sanitários não controlados, assim como a introdução de um novo rumo nos métodos como era gerido o ciclo dos resíduos. Ao fim de dez anos, apareceu o PERSU II, aprovado em 2007, apresentando metas ainda mais ambiciosas para o decénio de 2007 a 2017.
  • 8.
  • 9. Reutilizar – utilizar um produto mais que uma vez ou para outros fins;
  • 10. Separação selectiva dos RSU – separar o lixo comum das embalagens usadas: Papel, plástico, pilhas, metal e vidro. Estes materiais devem-se colocar no Ecoponto ou no Ecocentro.
  • 11. Reciclar – a transformação nas unidades de triagem de objectos usados em novos objectos úteis, como o papel reciclado.  O processo de valorização e o tratamento dos RSU segue a seguinte hierarquia: Prevenção, reciclagem e valorização.
  • 12. A prevenção é da responsabilidade do consumidor, ou seja, reduzir, reutilizar, separar e colocar os RSU no respectivo Ecoponto. Os RSU da recolha selectiva destinam-se assim à reciclagem. A reciclagem tem por objectivo diminuir a deposição em aterro. A valorização consiste no reaproveitamento dos RSU e faz-se em unidades industriais de tratamento e de valorização de resíduos.
  • 13. Jogo Resíduos Industriais Resíduos Hospitalares RSU Resíduos Perigosos Vidro Óleos Alimentares Restos Alimentares Pilhas Luvas Cateteres Compressas Pneus Baterias Sucatas Papéis Seringas
  • 14. Conservação da natureza no mundo A consciência da população em relação á conservação da natureza mudou bastante nos últimos anos. Enquanto algumas pessoas ainda não aderiram á preservação do planeta, desenvolveu-se noutros uma ideia activista na mente. Aumentou a consciência e a responsabilidade sobre a importância da conservação do património nacional. A localização e as características geofísicas e climáticas do nosso território, deram origem a uma grande variedade de ecossistemas e paisagens, que propiciam um elevado número de habitats e albergam uma grande variedade de espécies de animais e plantas. A singularidade das paisagens, bem como a sua representatividade e o estado de conservação das espécies e habitats que temos entre nós, é uma mais-valia nacional.
  • 15. Áreas protegidas – Conservação e Ameaças Áreas protegidas são áreas destinadas á conservação dos principais ecossistemas e das espécies animais e vegetais em risco. A conservação da natureza é fundamental para o desenvolvimento e para a articulação dos diferentes aspectos naturais, que compõem a paisagem e o território sempre em alteração. Para que os objectivos da conservação sejam alcançados, a escolha das áreas para a conservação da natureza tem que ser realizada tendo em conta um conjunto diversificado de factores, os mais importantes são aspectos biológicos e ecológicos. Os problemas que afectam a biodiversidade (variedade total de vida na terra) dependem em particular da destruição de habitats, a sua degradação e fragmentação, resultam em muitos casos da falta de conciliação entre as várias actividades que se cruzam num determinado território. Assim, é importante criar uma interligação entre as diferentes áreas de conservação através de corredores ecológicos.
  • 16. As Áreas Protegidas, em Portugal continental, são vinte e cinco: Um Parque Nacional, treze Parques Naturais, treze Reservas Naturais e duas Paisagens Protegidas. A estas juntam-se quatro áreas de âmbito regional (Corno do Bico, Bertiandos, Azibo e Montejunto) e uma vasta área classificada integrada na Lista Nacional de Sítios da Rede Natural.
  • 17. Parque Nacional – Parques Naturais – Reservas naturais – Paisagens protegidas Parque Nacional – É uma área existente sem intervenção do homem, ou, com poucas alterações deste. Como por exemplo o Parque Nacional da Peneda do Gerês. Parque Natural – É uma área que contém paisagens naturais, porem seminaturais e já modificadas pelo homem. São áreas de interesse nacional com uma integração da actividade humana e da natureza. A Serra da Estrela, Parque Natural Sintra-Cascais e Parque da Arrábida são alguns exemplos. Reserva Natural – É uma área destinada à protecção de habitats da flora e da fauna. Como exemplo é a Reserva Natural das Berlengas e o Estuário do Tejo.
  • 18. Paisagens Protegidas – São áreas com paisagens naturais, seminaturais e humanizadas. São de interesse local ou regional, resultantes da interacção harmoniosa do ser humano e da natureza, que mostram grande valor estético e/ou natural. Serra do Açor é uma das paisagens protegidas.
  • 19. Importância da conservação de geomonumentos Os geomonumentos são acontecimentos geológicos com elevada importância e pelo facto de reconstituírem recursos valiosos não renováveis, devem ser respeitados e preservados. Em Portugal existem cinco geomonumentos classificados como monumentos naturais. Como exemplo o Monumento Natural das Pegadas de Dinossáuro de Ourém em Torres Novas e Monumento Natural da Pedra da Mua.
  • 20. Associações ambientalistas em Portugal Associações ambientalistas – São organizações não governamentais sem fins lucrativos, em que o objectivo é reunir esforços para proteger o ambiente. Os sócios contribuem activamente na resolução de problemas ambientais (ajudam na limpeza das praias, das matas…; fazem campanhas de sensibilização; alguns fazem donativos…) para a construção de um futuro sustentável e para uma melhor qualidade de vida.
  • 21. Riscos das inovações cientificas e tecnológicas para o individuo, a sociedade e o ambiente Nos últimos anos, os seres humanos têm assistido a grandes avanços científicos e tecnológicos. Estes nem sempre são feitos em benefício do ser humano por isso, algumas vezes estas inovações põem em risco as populações e a sua qualidade de vida. Riscos e benefícios da energia nuclear Energia Nuclear - A energia nuclear é proveniente da fissão nuclear de um átomo instável como o àtomo de hidrogénio.
  • 22. Riscos da energia nuclear: ->Acidentes nucleares ->Contaminação do ambiente -> O efeito devastador das bombas atômicas -> Destino indevido do lixo atômico ->Usada para fins militares -> É mais cara quando comparada às demais fontes de energia -> As resíduos produzidos emitem radioactividade durante muitos anos   Beneficios da energia nuclear:   -> Usada para a electricidade ->Utilização das radiações em múltiplas aplicações da medicina, agropecuária, indústria e meio ambiente. -> Não contribui para o efeito de estufa. -> Não polui o ar com gases de enxofre, nitrogénio, particulados, etc. -> Não utiliza grandes áreas de terreno: a central requer pequenos espaços para sua instalação -> Não necessita de armazenamento da energia produzida em baterias -> O risco de transporte do combustível é significativamente menor comparado com o gás.
  • 23. Riscos e benefício dos equipamentos tecnológicos Para produzir bens materiais para a sociedade é necessário que a ciência faça investigações. Como exemplo temos os leitores MP3, os televisores, as máquinas fotográficas e as consolas (Play station, X-Box, Wi). Estes equipamentos, á medida que a ciência e a tecnologia evoluem, vão caindo em desuso, acabando por ser substituídos por outros mais modernos. O e-lixo ou lixo electrónico são os equipamentos rejeitados pela sociedade ao longo do tempo e a quantidade destes equipamentos rejeitados é tão grande como a de plástico.
  • 24. Riscos dos equipamentos tecnológicos:   -> O e-lixo é muito perigoso e venenoso para o ambiente. ->O mercúrio utilizado nos ecrãs dos computadores e dos telemóveis é um veneno que destrói o sistema nervoso das crianças. ->A deposição em aterro do e-lixo provoca a contaminação das águas subterrâneas e superficiais destruindo os ecossistemas aquáticos.
  • 25.
  • 26. Pilhas – mais de 500 anos
  • 28. Lata de alumínio – 100 anos
  • 29. Sacos de plástico – 200 anos
  • 30. Garrafas de plástico – mais de 500 anos
  • 32.